05/10/2019 – Seguros residenciais são alternativa quando a casa fica “sozinha” nas férias

Com as férias de final de ano e as viagens chegando, os seguros residenciais podem se tornar uma ótima alternativa para manter a sua tranquilidade.

Existe uma cultura de seguro que ela é bem variável: há as pessoas que acionam um seguro assim que compram o bem, as que acionam o seguro após o período da compra e também aqueles que só acionam o seguro depois de passar por uma situação de risco, como assaltos, acidentes e panes.

É bem comum ouvir aquela velha frase: “eu pago seguro para não usar”, obviamente sem levar em conta que em todo esse período o objeto ainda estava assegurado.

Seleção de seguros residenciais

Normalmente é acionado em bairros mais perigosos ou bairros que existem riscos de curto circuito, panes e até mesmo um histórico de incêndios.

Os valores variam se a residência é de rua, condomínio ou apartamento.

“O seguro de uma casa de rua é bem mais caro que de um condomínio, quanto maior a exposição e o risco, maior o valor”, disse Cinthia Bonafim, proprietária de corretora de seguros.

Ela também afirmou que os valores variam de bairro, casa e até o valor momentâneo da residência.

“Uma casa de R$ 200 mil tem o seguro por R$ 400,00 dividido em até 12 vezes sem juros”, afirmou.

Coberturas

Existem vários tipos de coberturas na hora de selecionar seu pacote de seguro. O maior motivo de busca no final de ano é por conta de assaltos e furtos em residências.

Porém, o seguro pode cobrir qualquer serviço de assistência em geral – como conserto de vidros, janelas, eletrodomésticos, tubulações e móveis -, ou casos emergenciais, como perda de chaves e revisões elétricas para a prevenção de futuros incêndios.

Aqui na Zirtaeb, além dos seguros obrigatórios para condomínios, oferecemos diversos tipos de seguros específicos para sua comodidade e tranquilidade de seus clientes. Algumas modalidades são:

• SEGURO CONTEÚDO

Em caso de incêndio, raio ou explosão, esse seguro cobre possíveis danos em móveis, eletroeletrônicos, utensílios e bens em geral. Cobre ainda o aluguel por seis meses, quando a unidade tem que ser desocupada em decorrência do incêndio.

• SEGURO GARANTIA COTA CONDOMINIAL

Garante o pagamento de seis meses da cota condominial, caso o segurado venha a falecer ou ficar total e permanentemente inválido em virtude de acidente ou doença.

Para conhecer todas as modalidades que oferecemos, acesse zirtaeb.com/seguros!

Via O Livre

15/10/2019- Além da segurança: seguro condomínio é obrigatório por lei

Prédios residenciais, comercias e mistos, hotéis e até shoppings centers são obrigados a fazer a cobertura

O seguro é um recurso muito utilizado pela sociedade por proporcionar às pessoas a segurança de que, mesmo que algo dê errado, o prejuízo gerado será o menor possível. No caso do seguro para condomínio, o serviço não é só essencial, como também, obrigatório por lei, “segundo o artigo 1.346 do Código Civil contra o risco de incêndio ou destruição, total ou parcial”.

Por ser obrigatório e para resguardar o síndico ou administradora, responsáveis por contratar o mesmo, o seguro deve ser feito dentro de 120 dias a partir da data de concessão do “habite-se” (documento que comprova que o imóvel foi construído seguindo as exigências estabelecidas pelo código de obras da prefeitura local). O condomínio que não cumprir esta regra está sujeito à multa.

Cobertura simples

De acordo com a diretora comercial de corretora de seguros, Vanessa Alves, prédios residenciais, comercias e mistos, hotéis e até shoppings centers são obrigados a fazer a cobertura mínima que é dividida entre básica e ampla.

“A cobertura básica geralmente oferece apenas o ressarcimento de prejuízos causados por incêndio, queda de raio e explosões de qualquer tipo. Já com a contratação de coberturas especiais ou acessórias, o seguro garante também cobertura para danos elétricos, quebra de vidros, subtração de bens do condomínio além de danos corporais e/ou materiais de responsabilidade do condomínio, causados aos condôminos ou visitantes, por exemplo”, explica Vanessa.

De acordo com a Associação Brasileira de Síndicos, muitas vezes os condomínios contratam o plano mais básico apenas para cumprir a legislação e não levam em conta questões importantes. Por isso, a profissional ressalta que os moradores devem ficar atentos na hora de contratar esse serviço. “Ainda mais porque, hoje em dia, os condomínios têm tudo para proporcionar segurança, bem estar e conforto para os moradores. Muitos desses são praticamente um miniclube, o que aumenta os riscos de acidentes”, aborda.

Ela explica também que as coberturas opcionais são completas e atendem situações importantes e corriqueiras, além de proteger e resguardar o síndico contra processos. “Se a pessoa tem um bom seguro ela não precisa dispor da sua poupança para arcar com os prejuízos como acontece em muitos casos. As pessoas sempre contam com a sorte, e muitas vezes são pegas desprevenidas com algumas situações e precisam usar o dinheiro que passaram anos juntando”, alerta.

Quem paga?

A despesa é considerada parte da manutenção do estabelecimento e geralmente é cobrado no extrato da taxa condominial. Ou seja, o custo é rateado entre os moradores.

Porém é importante entender que o seguro condomínio é diferente do residencial. “É comum as pessoas confundirem, mas de fato são coisas distintas. No primeiro caso, o serviço é voltado para garantir o bem comum, isto é, cobre o conteúdo das áreas comuns. Já o seguro residencial, protege os bens próprios”, finaliza Vanessa.

Via SEGS – Portal Nacional