01/11/2019 – Impermeabilização e sustentabilidade

Faz tempo que a preocupação com a preservação do meio ambiente é discutida. Durante todo esse tempo aprendemos que, independentemente do tamanho da nossa ação, por menor que seja nosso esforço, estaremos contribuindo para um ambiente mais sustentável. Por isso, quando o assunto é obra, todas as etapas, através de pequenas atitudes, podem contribuir para um uso consciente dos recursos naturais. Vamos falar hoje sobre Impermeabilização e sustentabilidade.

Sustentabilidade e impermeabilização: como aliá-las?

Tal qual os encanamentos ou a fiação elétrica de uma edificação, a impermeabilização também fica escondida por detrás de pisos e paredes, mas nem por isso deixa de desempenhar um papel muito importante na edificação.

E, seja pela ação do tempo ou pelo emprego de materiais inadequados, é um item super comum de apresentar defeitos e necessitar de reparos.

O que pouca gente parece se dar conta (dada a negligência nas construções quando o assunto é impermeabilizar), é que a impermeabilização bem feita garante a longevidade da edificação, e é essencial para evitar patologias.

Nesse sentido, ao garantir a longevidade da edificação, a impermeabilização é grande aliada da sustentabilidade. 

Isso porque os recursos naturais utilizados na construção da edificação estão sendo preservados, e não precisarão ser utilizados novamente.

Mas, então, toda impermeabilização é sustentável? Não é bem assim…

Na grande maioria das vezes, quando a impermeabilização falha e as infiltrações aparecem, o único reparo possível é a substituição da camada impermeabilizante.

Assim, quando você se depara com os sistemas tradicionais, essa troca só é possível se todo o revestimento do piso e o contrapiso forem quebrados e removidos, gerando um volume de entulho significativo.

Além disso, para a aplicação de uma nova manta, que é derivada de petróleo, será necessário utilizar adesivos também derivados do petróleo, e sobretudo fogo, que usa como combustível o GLP, também derivado do petróleo.

Quando um procedimento precisa ser refeito muitas vezes durante a vida útil de uma edificação, esse uso dos derivados de petróleo deve ser feito muitas vezes (e, a cada refazimento, novo entulho é produzido).

Portanto o uso de energia não renovável está presente em 100% dessa operação, colocando esse método na contramão da sustentabilidade.

Você deve estar se perguntando: existe impermeabilização sustentável?

A resposta é sim!

Uma tecnologia única de revestimento com poliéster flexível de alto desempenho, desenvolvida por uma empresa prestadora de serviços de impermeabilização, pode ser aplicada diretamente sobre o piso existente, dispensando o quebra-quebra ou demolição.

Com isso, não há geração de grandes quantidades de entulho, o que por si só já o torna extremamente sustentável.

O sistema consiste em uma membrana de poliéster de alto desempenho com espessura que varia geralmente entre 3 e 5 mm.

Por não ser necessário qualquer tipo de quebra-quebra, a aplicação é mais rápida, e dispensa a construção de canteiros.

Outro aspecto importante é a durabilidade: quanto mais tempo a impermeabilização, proteger a edificação menor a necessidade de manutenção.

A empresa confia tanto no seu produto e em sua mão de obra especializada que garante a impermeabilização por 15 anos.

A impermeabilização também pode ser sustentável quando ela é capaz, por exemplo de suportar uma laje verde em sua superfície.

O que mais se destaca nele é a economia que se faz com a refrigeração do ambiente em dias quentes, uma vez que a temperatura interna fica naturalmente reduzida exigindo assim menos ar condicionado.

Por último, e mais importante, manter a impermeabilização em dia transforma o local em que você mora habitável e saudável para você e sua família.

Via Blog da Fibersals

21/10/2019 – Conheça os procedimentos e as precauções necessários para obras em condomínio

Segundo essa normativa, o responsável pelo apartamento deve entregar ao síndico, antes do início das obras, o plano de reforma elaborado por profissional habilitado, bem como outras documentações que comprovem o atendimento às legislações vigentes, normalização e regulamentos para a realização de reformas.

Algumas das informações que devem estar contidas no plano de reforma, a título de exemplo, são: descrição dos procedimentos que serão realizados; ART ou RRT com indicação do profissional qualificado responsável (engenheiro ou arquiteto), bem como seus dados para contato; dados dos colaboradores envolvidos com a obra; e cronograma da obra.

Caso seja constatada qualquer alteração no escopo do serviço, deve ser interrompida a obra e renovada toda a documentação pertinente. Ao final das reformas, deve ser feito termo de encerramento.

Embora o profissional que apresentou ART ou RRT seja o efetivo responsável pela obra, vale lembrar que o síndico tem importante papel na sua fiscalização, pois pode solicitar vistoria por profissional de sua confiança, bem como embargar os trabalhos, apresentando a justificativa técnica legal.

Incumbe a ele verificar a documentação fornecida, fiscalizar a obra e arquivar tudo ao final. Se forem identificadas irregularidades, deve-se denunciar à prefeitura, ou até mesmo entrar na justiça por precaução, se for o caso. Em matéria de estrutura dos prédios, a postergação da tomada de providências pode ter consequências graves.

De nada adiantarão todas essas normas de segurança se elas não forem cumpridas. Por isso, é recomendável que os principais procedimentos sejam incluídos no regimento interno do condomínio e divulgados, para que os condôminos tenham um norte acessível a ser seguido quando houver alguma dúvida.

Também é recomendável inserir disposições no regimento sobre o horário em que serão permitidas as obras, as informações de segurança dos elevadores, o local em que se podem parar caminhões e caminhonetas, a responsabilidade pela limpeza de entulhos, bem como a autorização e o caminho de entrada e saída dos prestadores de serviço que carregarem insumos e ferramentas relacionadas à obra.

Em suma, é valioso o conhecimento dos procedimentos legais a serem adotados em obra ou reforma de apartamento em condomínios, pois é possível evitar muitos problemas. Um regimento interno bem elaborado pode dificultar a desobediência das normas e facilitar a tomada de providências em caso de descumprimento. Tudo deve ser feito com muita cautela visando à prevenção de riscos.

Via Bem Paraná – Por Diana Fernandes é advogada pela UFPR e pós-graduanda pela PUC/PR em Direito Corporativo, sócia em escritório de advocacia.

11/09/2019 – Até mesmo pintar as paredes pode se tornar um problema no aluguel

Quando o contrato de aluguel está em vigor e você está morando como inquilino em um imóvel alugado, até mesmo uma pintura na parede pode causar problemas. A Lei do Inquilinato define diversos fatores para contratos de locação, mas é comum surgirem dúvidas sobre o assunto.

“Quando nos mudamos para um local novo, é normal tentar deixá-lo mais parecido com o seu gosto, mas grandes reformas requerem a autorização do proprietário e podem ter um custo alto se for preciso voltar ao que era antes”, conta Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário e imobiliário.

Além de reformas que podem precisar ser desfeitas, o inquilino também precisa arcar com outros custos comuns, apesar de não ser o proprietário. Tais como: despesas de condomínio, IPTU – desde que convencionado no contrato, zelo pela propriedade – pois danos causados mesmo que não intencionalmente devem ser ressarcidos, e, é claro, o próprio aluguel.

Apesar disso, o inquilino também tem direitos. “Pode firmar o contrato de locação mesmo sem um fiador, valendo-se de outras garantias como a caução e/ou seguro fiança; e, qualquer problema na estrutura do imóvel que não tenha sido influenciado pelo inquilino e precisa de reparos é dever do proprietário; e, ainda tem direito a ser ressarcido de todo o fundo de reserva pago durante a locação do imóvel que faça parte de condomínio. Vale lembrar também, que caso do proprietário decida vender o imóvel, o locatário tem o direito de preferência para a compra, em mesmas condições de igualdade com eventuais terceiros.”, explica a Dra.

Os contratos precisam ter itens bem especificados e o locatário deve prestar atenção em cada um, para que não saia no prejuízo depois. “Algo que não se pode deixar passar e a destinação do imóvel, que pode ser para temporada, comercial ou residencial. Há componentes diferentes para cada um”, relata.

Para ter tranquilidade em um móvel alugado, é importante conhecer bem seus direitos e deveres como inquilino, e caso haja qualquer problema, contatar um advogado que possa ajudá-lo para não acabar perdendo dinheiro ou até mesmo a moradia.

Fonte: Paranashop