20/03/2020 – RJ especifica atividades que poderão passar por bloqueios de transportes entre a capital e a Região Metropolitana

O governo do RJ especificou as categorias que poderão circular no transporte de passageiros entre a cidade do Rio de Janeiro e a Região Metropolitana após o início dos bloqueios para conter a pandemia de coronavírus, que começam neste sábado (21).

A PM anunciou tinha anunciado à tarde que irá fazer barreiras físicas no transporte público da cidade. Haverá uma seleção de quem poderá ir e vir em 14 estações de trem, três estações de metrô e nas barcas.

Para embarcar, o passageiro terá que apresentar crachá, carteira de trabalho ou contracheque provando que trabalha em um dos setores considerados essenciais.

 

Poderão passar pelas barreiras:

 

-Servidores públicos em serviço, inclusive aqueles relacionados às forças armadas, bombeiro militar, e agentes de segurança pública;

-Profissionais do setor de saúde em geral, inclusive individuais que prestem serviços de atendimento domiciliar, excetuando-se os serviços de natureza estética;

-Profissionais do setor de comércio relacionados aos gêneros alimentícios, tais quais mercados, supermercados, armazéns, hortifrútis, padarias e congêneres, farmácias drogarias e pet shops, revendedores de água e gás;

-Profissionais do setor de serviços tais quais transporte e logística em geral, como transportadoras, portos e aeroportos, motoristas de transporte público, correios, e congêneres, serviços de entregas, distribuidoras, fornecimento de catering, bufê e outros serviços de comida preparada, asseio e conservação, manutenção predial, empregados em edifícios e condomínios, vigilância e segurança privada, lavanderias hospitalares, veterinárias, funerárias, imprensa, serviços de telecomunicação e postos de gasolina;

-Profissionais do setor industrial que exerçam atividades nas indústrias de alimentos, farmacêutica, material hospitalar, material médico, produtos de higiene, produtos de limpeza, ração animal, óleo e gás, serviços de apoio às operações offshore, refino, coleta de lixo, limpeza urbana e destinação de resíduos, distribuidoras de gás e energia elétrica e companhias de saneamento.

 

 

De acordo com o decreto do governo do estado, a partir deste sábado (21) fica fica suspensa a circulação do transporte intermunicipal de passageiros que liga a Região Metropolitana à cidade do Rio de Janeiro. As exceções são trens e barcas (sistemas ferroviário e aquaviário), que operarão com restrições definidas pelo Governo do Estado, para atendimento a serviços essenciais.

 

A partir de sábado, oito estações da SuperVia serão fechadas: Ramal Japeri (Presidente Juscelino e Olinda), Ramal Belford Roxo (Coelho da Rocha, Agostinho Porto e Vila Rosali) e Ramal Saracuruna (Jardim Primavera, Campos Elíseos e Corte 8). No sistema aquaviário, será interrompida a operação nas estações de Charitas (Niterói) e Cocotá (Ilha do Governador).

 

No Metrô, haverá postos de controle nas estações Pavuna, Engenheiro Rubens Paiva e Acari.

Haverá ainda pontos de bloqueios em rodovias federais, que vão focar em lotadas e transportes ilegais que tentem burlar o decreto.

 

Fonte: G1

08/10/2019 – Funções de um supervisor de segurança no condomínio

O supervisor de segurança no condomínio é o profissional responsável por coordenar as equipes de campo e garantir que os procedimentos operacionais sejam cumpridos. Grandes condomínios precisam da figura de um líder para tratar com os funcionários e suas diferentes funções, engajando-os no cumprimento das tarefas.

O bom relacionamento do supervisor de segurança com as pessoas é essencial. Isso porque a maioria dos problemas de segurança em um condomínio está relacionado a falhas humanas, ou seja, provavelmente alguém não cumpriu os procedimentos de segurança.

Diferente do gerente, que atua em tarefas administrativas, o supervisor de segurança é alguém mais próximo da execução. É interessante que a pessoa contratada para o cargo tenha experiência nas atividades que irá coordenar. Como atuará como mentor, precisa conhecer a fundo as dificuldades de cada função, bem como o modo correto de tratar e motivar os demais funcionários.

A seguir, detalhamos algumas funções de um supervisor de segurança do condomínio:

5 Funções de um supervisor de segurança no condomínio

O mínimo que o supervisor de segurança deve ter é o conhecimento total dos equipamentos e respectivas tecnologias. Além disso, também deve dominar os procedimentos de segurança dentro do condomínio. Esse é o básico. Listamos, a seguir, outras funções específicas do supervisor de segurança do condomínio.

Elaborar e zelar pelo cumprimento de regras

Caso o condomínio não possua o conjunto de normas de segurança descritos no manual, é função do supervisor de segurança participar ativamente da elaboração. Ele é um dos atores principais nesse processo, pois ao mesmo tempo em que pensa estrategicamente e compreende o ponto de vista administrativo do condomínio, também conhece as dificuldades práticas.

Com um documento que está bem próximo da realidade, fica muito mais fácil exigir o cumprimento do que foi acordado. Qualquer deslize no dia a dia é de responsabilidade do supervisor e cabe à ele chamar a atenção de quem permitiu a brecha na segurança.

Delegar tarefas

Na rotina de segurança de um condomínio, surgem diversas tarefas além do esperado. É papel do supervisor de segurança determinar quem as executará, bem como o prazo para a entrega. O mesmo vale para escalas de plantão, gerenciamento de folgas e atestados médicos. Por mais que não seja a função do supervisor encaminhar a documentação em casos como esses, é importante que ele aja em parceria com o gerente para encontrar soluções provisórias para o desfalque da equipe.

Atender os condôminos

É função do supervisor de segurança do condomínio ser o ponto de referência dos moradores. Por estar próximo, conhecer a fundo a rotina e entender da parte administrativa e operacional, é a pessoa ideal para solucionar conflitos e agir em prol do cumprimento das regras. O ideal é que os problemas sejam resolvidos internamente, sem a necessidade de repassar aos superiores. Porém, caso seja necessário, cabe ao supervisor fazer essa ponte.

É importante ressaltar que a função de liderança do supervisor deve estar clara para todos os moradores. Caso contrário, o condômino acaba não sabendo a quem recorrer e se sente desamparado quando há algum problema. Quando tem a quem recorrer, aumentam a sensação de segurança e o êxito da equipe como um todo.

Ser o porta-voz da equipe

Assim como o supervisor de segurança do condomínio deve ser o ponto de referência dos moradores, ele também precisa ser a pessoa na qual a equipe pode confiar. Caso algum problema recorrente ocorra, cabe a ele ouvir e reportar aos superiores. Também é desejável que ele observe se algum dos funcionários está com um desempenho aquém do esperado, procure saber o que está acontecendo e o ajude a encontrar uma solução.

É por isso que é tão importante nomear um supervisor que tenha a característica da liderança. Cabe a ele conhecer cada um dos funcionários, motivá-los e agir para que todos trabalhem em alta performance.

Elaborar relatórios

A partir de todos os dados coletados no dia a dia, é fundamental que o supervisor de segurança do condomínio tenha o hábito de enviar relatórios aos supervisores periodicamente. Tal prática ajuda os administradores a compreender se as atitudes tomadas estão surtindo efeito, uma vez que eles não acompanham tão de perto a rotina do condomínio . Isso ajuda a melhorar as decisões sobre a segurança do local. O documento pode ser simples, mas deve conter informações como: relatos de problemas vindos de moradores ou funcionários, ocorrências, problemas estruturais, necessidades de pequenos reparos em itens de segurança, entre outras informações.

Lembre-se de que, acima de tudo, o supervisor de segurança do condomínio deve ser um líder e atuar para que as regras sejam cumpridas. O mais importante é que o maior objetivo — a segurança — seja alcançado.

Fonte: Blog Intelbras