27/01/2021 – Os principais sistemas de interfonia para condomínios e residências

O sistema de interfonia nada mais é que o interfone, muito usado em condomínios e empresas para facilitar a comunicação com visitantes e liberar o acesso, sem a necessidade de ir até a porta. Também há modelos mais simples que podem ser utilizados em residências e pequenos comércios, por exemplo. 

As principais vantagens do sistema são: 

  • Agilidade na comunicação e liberação do acesso;
  • Mais segurança, por permitir a identificação à distância antes de autorizar a entrada;
  • Maior controle de acesso em ambientes corporativos e comerciais.

Mas hoje o mercado dispõe de diferentes modelos de sistemas de interfonia e alguns não se limitam apenas ao contato por voz. Conheça as tecnologias mais indicadas para condomínios e residências.

Porteiro eletrônico residencial

O porteiro eletrônico residencial é o sistema de interfonia mais simples do mercado, pois a comunicação é feita somente por áudio. Permite uma ou mais extensões dentro de casa, porém todas recebem as chamadas ao mesmo tempo, quando um visitante toca o interfone. Você pode encontrar modelos com fio e opções sem fio.

Onde usar? Esse equipamento é indicado para instalação em casas, pequenas empresas e comércio.

Vídeoporteiro residencial

Um vídeoporteiro residencial possibilita, além da comunicação por voz, a visualização da visita. É um sistema que conta com uma câmera no painel externo e um monitor com fone na parte interna. Seu módulo externo conta apenas com um botão para acionamento.

Há modelos de vídeoporteiro com conexão Wi-Fi que permite acessar o módulo à distância, por meio de um aplicativo para smartphone. Você pode atender uma visita e até liberar o acesso de forma remota. Existem opções com módulo interno e externo ou somente externo – neste último caso, o smartphone cumpre o papel do módulo interno. 

Onde usar? Em casas, pequenas empresas e comércio. 

Centrais de portaria

As centrais de portaria permitem que os moradores de um condomínio atendam suas visitas e liberem o acesso de forma remota ou conversem com a portaria. Esse sistema possibilita ligações sem custos entre os apartamentos – com total sigilo e sem intermediação da portaria. 

Onde usar? Em condomínios.

Interfonia de vídeo IP para condomínios

Na interfonia de vídeo IP para condomínio, o visitante pode gravar mensagens de voz e vídeo se o morador não atender. Quando isso acontece, o smartphone do condômino recebe uma notificação e, ao chegar em casa, pode assistir ou escutar as mensagens no terminal de vídeo.

Um grande diferencial desse sistema é o suporte para até 32 câmera IP, sendo uma opção para monitorar diferentes áreas sem sair de casa.

Onde usar? Especialmente para condomínios.

Central de interfonia coletiva

A central de interfonia coletiva é um é um sistema avançado que une as funções da central e do porteiro residencial eletrônico. Existem três diferentes modelos:

  • Central de interfonia coletiva 4: para prédios de 4 apartamentos.
  • Central de interfonia coletiva 8para prédios de 8 apartamentos.
  • Central de interfonia coletiva 12: para prédios de 12 apartamentos.

Onde usar? Essa tecnologia atende prédios de pequeno e médio porte e é a solução mais indicada para substituir as tradicionais “placas de rua”, que não contam com sigilo nas conversas do interfone, não permitem a ligação entre condôminos e têm o sistema bloqueado quando o interfone fica fora do gancho. Pequenos comércios também pode ser beneficiar desta solução.

Avalie os sistemas de interfonia disponíveis e escolha o ideal para seu cenário

Agora que você conhece os sistemas de interfonia mais indicados para condomínios e residências, já é possível decidir qual o mais indicado para o seu cenário. Não esqueça de contar com o auxílio de um profissional para fazer a instalação. 

Fonte: Intelbras

06/01/2021 – Condomínios debatem prós e contras da portaria remota na crise econômica

Reduzir gastos e evitar o contato humano são duas das principais vantagens da portaria remota para os condomínios, principalmente em época de crise econômica causada pela pandemia do coronavírus. Entretanto, o investimento a curto prazo em tecnologia e o número de porteiros que podem perder os seus empregos durante uma recessão faz com que condôminos, funcionários e administradoras busquem a melhor solução.

Em 2019, a Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) divulgou uma pesquisa mostrando que o número de portarias remotas havia aumentado 150%. Já neste ano, a entidade registrou durante a pandemia uma alta de 20% de procura pela solução tecnológica.

De acordo com Carlos Alberto Pereira, que é síndico desde 2017 de um condomínio na Vila Romana, em São Paulo, os moradores se acostumaram ao novo modelo depois de um tempo. “O período de adaptação durou aproximadamente dois meses e após essa época chegou a pandemia. No final, todos perceberam a importância da segurança no condomínio.”

Apesar das inovações já adaptadas, o Secovi-SP (sindicato da habitação) informa que o setor deve entrar em um “período estável” após cerca de quatro anos de crescimento ininterrupto.

“Os serviços de portaria foram impactados, inclusive com o aumento de número de entregas em geral. Surgiram novas necessidades de controle de áreas comuns. Assim, o trabalho humano de portaria ganhou também relevância”, pontua Moira de Toledo, diretora-executiva da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do sindicato.

A nova realidade tecnológica, impulsionada pela pandemia, é um dos grandes pontos de interrogação para os porteiros. A diminuição de mão de obra por portarias virtuais põe em risco os seus cargos e preocupa em um momento de recessão econômica. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 14,1 milhões de brasileiros estão desempregados (14,3% da força de trabalho).

Presidente da Abese, Selma Migliori usa uma pesquisa feita ainda em 2019 pela instituição para mostrar que novas oportunidades estão surgindo. “34,5% das empresas que atuam com portaria remota realizam a requalificação dos porteiros para as áreas de atendimento, assistentes de manutenção, operadores remotos, seguranças ou para operar conjuntamente ao sistema remoto. Desta maneira, a mão de obra é requalificada e absorvida.”

Apesar do aumento de portarias virtuais, o Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo (Sindifícios) aponta que a pandemia também evidenciou a necessidade de manter funcionários nas portarias. “O nosso pessoal conhece hábitos, recebe e envia encomendas e cria um mecanismo com os moradores. E durante a pandemia, eles também ajudam na prevenção porque estão preparados para receber as entregas e higienizá-las”, disse Paulo Ferrari, presidente do sindicato.

O costume de trabalhar de uma nova forma deu nova visão a Carlos Alberto, desde que o prédio em que trabalha instalou há alguns meses o novo tipo de portaria. “As empresas de portaria virtual precisam de colaboradores que atendam essas demandas, e os bons colaboradores conseguirão migrar para esta nova realidade.”

Entretanto, Ferrari aponta que os porteiros e zeladores que migrarem terão outras funções. “Quando esse profissional começa a trabalhar com portaria virtual, ele deixa de ser um porteiro atendido pelo sindicato”, explica. “A função do zelador é cuidar do bom funcionamento do condomínio. Se tiver portaria virtual, a gente orienta da melhor maneira possível, mas insistimos que não é um bom negócio.”

Fonte: Estadão

28/12/2019 – Como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio?

Vivemos em um mundo cada vez mais perigoso, com maior incidência de crimes de diversas formas e engana-se quem pensa que isso só ocorre nas grandes capitais do país. Pessoas que escolhem morar em condomínios fechados, normalmente, o fazem buscando exatamente essa segurança a mais para suas famílias e, por isso, o trabalho da portaria e do sistema de monitoramento é tão importante.

 

Pensando nisso, trouxemos no post de hoje algumas dicas de como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio, garantindo a segurança de todos.

 

A importância do controle de visitantes

 

A segurança de um condomínio precisa ser garantida trabalhando alguns pontos críticos, como por exemplo, entradas e saídas do local. Dessa forma, o controle de visitantes deverá ser sempre rigoroso.

Especialmente em grandes condomínios, onde há grande número de pessoas circulando, como prestadores de serviço, entregadores, visitantes e claro, moradores.

 

Etapas do monitoramento e controle de visitantes

 

É importante definir um processo para o monitoramento de pessoas que acessam o local. O ideal é que todos passem pelos passos a seguir:

 

Identificação

 

Através de comunicação eletrônica ou de vidros blindados, sem ter acesso ao condomínio, o visitante deverá se identificar, informar o objetivo da entrada, em qual apartamento irá e o nome da pessoa com quem possui contato.

 

Confirmação

 

Com essas informações, o porteiro irá interfonar ao morador e verificar se o visitante está autorizado a ter o acesso ao local.

 

Acesso ao condomínio

 

Somente após a confirmação poderá ser permitida a entrada do visitante ao condomínio. Caso contrário, ele deve ser barrado e o porteiro deve ser orientado a jamais abrir exceções. Para esses casos, o visitante pode entrar em contato com o morador por seus próprios meios e averiguar como fazer o acesso.

 

Registro

 

Para um controle de informações mais adequado, recomendamos registrar os dados principais do visitante (nome, documento, apartamento visitado). Isso ajuda como forma de rastreabilidade em momentos de necessidade.

 

Principais cuidados

 

Seguido os passos acima, ainda há algumas boas práticas que precisam ser sempre seguidas para garantir a segurança do acesso de visitantes:

  • Caso não haja ninguém no apartamento em questão ou caso o morador não esteja esperando a visita de nenhuma pessoa/empresa, jamais deverá ser permitida a entrada;
  • Todas as entregas deverão ser retiradas pelo próprio morador. Não permita a entrada de entregadores. O porteiro também poderá fazer a coleta de encomendas caso o morador não esteja no local.

 

Controle de acesso à garagem

 

Caso o morador possua uma vaga de estacionamento para visitantes, antes do acesso é imprescindível que o veículo seja registrado em um sistema de Controle de Visitantes — no qual deve constar a placa do veículo e o apartamento responsável por ele.

Para controles gerais, uma solução mais prática é o condomínio criar adesivos de identificação ou crachás para os carros. Essa medida auxilia bastante no trabalho do porteiro, além de agilizar o processo.

O adesivo ou crachá poderá incluir, além de uma identificação particular do condomínio, o número do apartamento e bloco do morador, bastando assim o porteiro apenas verificar rapidamente essas informações, seja diretamente ou por monitoramento remoto.

Esperamos que você tenha gostado do nosso post de hoje e que essas informações possam ajudá-lo a tornar seu condomínio mais seguro por meio de boas práticas de controle de visitantes.

 

Fonte: Viva o Condomínio