17/03/2020 – Saiba como declarar compra, venda e locação de imóveis no IR

Veja como preencher a ficha ‘Bens e Direitos’ e quais são as informações que não podem faltar no Imposto de Renda 2020

 

Os contribuintes já podem baixar o programa do Imposto de Renda para Pessoa Física 2020, a fim de realizar o preenchimento da declaração anual. O envio das informações deve ser feito até o 30 de abril. O assunto sempre levanta dúvidas, principalmente sobre a ficha ‘Bens e Direitos’, onde informações sobre compra, venda, reforma e alienação fiduciária devem ser discriminadas. Existe uma série de questões a serem observadas para evitar cair na malha fina. O primeiro passo é apontar o tipo de propriedade: se o imóvel for um apartamento, ele deve ser incluído na linha 11, se for uma casa, na linha 12 e terrenos na linha 13.

 

 

No campo “Discriminação” devem ser registradas todas as informações da negociação: de quem a propriedade foi adquirida, todos os valores pagos, se a aquisição foi de uma propriedade na planta e outros dados, juntamente a data da compra ou da doação e o CNPJ ou CPF do vendedor ou doador. Importante informar também se está quitado ou financiado, se realizou reformas com a data e o valor da obra. Há ainda campos para inserir a Inscrição Municipal (IPTU), o endereço, a área, a matrícula e em qual cartório o imóvel foi registrado. Os dados como o número do IPTU, o endereço e a área podem ser encontrados no carnê do IPTU. Se não tiver o documento, pode pedir uma segunda via para a prefeitura.

 

Segundo Marcello Goldkorn, líder de Sales Ops & Crédito, quem comprou um apartamento em 2019 ou tinha o bem em 31 de dezembro de 2019 deverá declarar a casa no imposto deste ano. A boa notícia é que não houve nenhuma alteração na declaração de compra com as novas regras do IR. Ao todo, cerca de 32 milhões de cidadãos devem fazer a declaração. A principal novidade deste ano é a declaração pré-preenchida para os contribuintes que têm certificado digital. Ela será feita de forma automática pelo programa com base nos dados que a Receita tem sobre o contribuinte. Quem atrasar a entrega da declaração terá de pagar multa de 1% ao mês sobre o imposto devido. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20%.

 

Confira as principais dicas:

 

Como declarar um imóvel financiado?

Deve-se declarar apenas o que efetivamente foi pago ao longo do ano, considerando o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), as despesas cartorárias, o valor de comissão imobiliária e os juros do financiamento, algo que muitas pessoas não fazem. O valor deve ser incluído no campo “Situação em 31 de dezembro de 2019”. Além disso, deve ser informado o banco onde foi feito o financiamento, a quantidade de parcelas pagas e a quantidade de parcelas a pagar.

É importante lembrar que a única forma de alterar o valor declarado é com a comprovação de valor utilizado em reformas e benfeitorias no apartamento, por meio de notas fiscais e recibos. Neste caso, devem ser somados os custos da obra para calcular o valor a ser declarado.

 

E como é feita a declaração da venda de um imóvel?

 

Para declarar a venda de uma propriedade, o processo é um pouco diferente, pois envolve um outro serviço da Receita Federal, que é o Programa de Apuração de Ganhos de Capital. Nesta plataforma, será preciso incluir dados sobre a operação financeira, como forma de pagamento e valor de custo, além de quem adquiriu o bem e informações técnicas do imóvel. Dessa forma, os dados serão transferidos para o programa de declaração de Imposto de Renda da Receita Federal. Caso haja lucro na diferença entre o custo de aquisição e o valor de venda, o contribuinte deve pagar 15% sobre essa diferença, conhecida como lucro imobiliário. Entretanto, é importante ficar atento, pois há casos onde a Receita Federal dispensa ou reduz o pagamento de IR por ganho de capital:

 

Compra de outro imóvel em 180 dias: desde 2005, o Imposto de Renda sobre ganho de capital na venda de imóveis fica isento se o proprietário comprar outro bem até seis meses depois da celebração do contrato. Caso opte por esse benefício, você deve informar a isenção do item no “Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital”. O benefício pode ser utilizado a cada cinco anos. Caso o valor do apartamento comprado não seja equivalente ou maior que o valor de venda, o cálculo do imposto devido pode ser calculado no Programa de Apuração de Ganhos de Capital.

Venda de um único imóvel de até R$ 400 mil: se nos últimos cinco anos, o vendedor não vendeu nenhuma outra construção, tributável ou não, terá isenção do pagamento de IR sobre ganho de capital. Isso vale para qualquer tipo de bem, seja de posse individual, em comunhão ou condomínio, nas zonas urbana ou rural. O limite de R$ 400 mil é para o imóvel em si, não levando em consideração a parte de cada coproprietário, cônjuge ou condômino, a menos que esteja em contrato.

E como declarar o refinanciamento de um imóvel?

Vale lembrar que tanto carros como imóveis usados como garantia de empréstimos devem ser declarados na ficha de “Bens e Direitos”. No documento, é preciso informar as parcelas que já foram pagas e não o valor do bem atualizado. Caso o empréstimo já conste nos registros do ano anterior, o contribuinte deve somar o valor informado naquele ano às parcelas quitadas até o último dia de 2019. É preciso discriminar em detalhes o tipo do empréstimo, o valor de entrada, o total de parcelas e o número de prestações quitadas. Caso o empréstimo tenha sido totalmente quitado no ano anterior, o contribuinte preencherá o formulário da mesma forma, informando o valor total pago.

 

No caso de imóvel alugado?

Quem paga ou recebe aluguel também deve prestar contas à Receita. Quando o aluguel é feito de pessoa física para pessoa física, as duas partes devem declará-lo, uma vez que esse valor é um rendimento tributável para o locador (proprietário) e não é dedutível do Imposto de Renda para o locatário (quem paga o aluguel). Se a locação é feita por uma pessoa jurídica, porém, ela é a responsável por arcar com o pagamento do imposto.

Para declarar, o locador deve informar o valor recebido pelo aluguel de todos os bens que possui na seção “Rendimentos Recebidos por Pessoa Física”. Nesta parte, há uma planilha mensal com campos próprios para aluguéis, onde o proprietário deve informar os valores recolhidos mensalmente e indicar o CPF de quem pagou. O locatário, por sua vez, só precisa preencher no código 70, “Aluguéis de Imóveis”, o valor quitado. Caberá à Receita Federal cruzar os dados das duas partes e avaliar se ambos se complementam.

 

E como proceder no caso de reformas realizadas?

Quem fez alguma melhoria no imóvel pode declarar o que foi gasto nesse serviço. O valor deve ser lançado na ficha “Bens e Direitos”, na linha “17 – Benfeitorias”. É preciso ter todos os comprovantes dos serviços e da compra de materiais. No campo discriminação, é importante explicar a qual propriedade é referente a obra.

Informar esses gastos pode trazer benefícios futuros ao contribuinte, pois quando o bem for vendido o valor das reformas poderá ser somado ao valor de aquisição declarado, reduzindo a base de cálculo do IR sobre o ganho de capital com a venda. Imagine que seu apartamento foi adquirido por R$ 400 mil, foram feitas reformas no valor de R$ 30 mil e o imóvel foi vendido posteriormente por R$ 500 mil. O ganho de capital apurado será de R$ 70 mil (R$ 500 – R$ 430), e não R$ 400 mil. Já que o ganho de capital é tributável, a redução é vantajosa para o contribuinte.

 

Fonte: Estadão

 

06/02/2020 – Como escolher o banco para o financiamento imobiliário

Os juros cobrados são o ponto de partida, mas veja se a instituição presta bom atendimento aos clientes

 

Quem está correndo atrás do sonho da casa própria com certeza também se prepara para escolher o banco para o financiamento imobiliário. Essa parte exige um pouco de pesquisa e paciência. Não saia assinando os papéis só porque a instituição tem a menor taxa de juros. O barato pode realmente sair caro.

 

Escolher o banco para o financiamento imobiliário passa por uma análise que inclui taxa de juros, valor total das parcelas – incluindo seguros e demais cobranças -, qualidade no atendimento e capacidade de resoluções de problemas. Um bom começo é pesquisar na internet, mas lembre-se que aquelas simulações feitas pelos site facilitam o nosso dia a dia, mas é interessante ir pessoalmente, tirar todas as dúvidas e conversar com outros clientes que já financiaram com o banco. Pegue referências como se fosse um serviço qualquer.

 

O motivo de tanta precaução? Você pode ter problemas ao longo do financiamento, como milhares de pessoas têm. Imagina atrasar parcelas, precisar negociar uma dívida e não ter quem te atenda. Ou se o atendimento for confuso e demorar séculos. Ou mesmo precisar transferir o financiamento para outro banco e não ter quem te oriente corretamente.

 

E se a instituição confiável e consolidada que você escolheu não tem juros atrativos, negocie! Lembre-se que o mercado atual está muito propício, com boa concorrência, incluindo abatimento nas taxas, principalmente para clientes com outros serviços. Seria a hora de abrir uma conta nova? Avalie.

 

O economista Eduardo Araújo, do Conselho Federal de Economia (Cofecon), explica que o primeiro passo é a consulta de preço. Para ele, o financiamento deve ser considerado como um serviço ou um produto que você compra.

“O consumidor se sente desestimulado de ir de instituição a instituição, porque toma muito tempo. A pessoa pode começar com uma consulta no site Banco Central, que disponibiliza as taxas de juros por instituição. Ainda que seja uma média das operações que foram feitas no ultimo mês, dá a ideia de qual instituição está praticando o preço mais baixo”, diz o economista.

 

Segundo Araújo, o consumidor pode selecionar as quatro instituições que têm as melhores taxas e focar nelas a pesquisa mais abrangente. Nesse caso, fazer uma tabela comparativa do que cada uma oferece ajuda na hora da decisão, diz ele.

 

“Naturalmente, ao iniciar as visitas nos locais, a pessoa vai perceber que tem instituições que oferecem um atendimento mais rápido, até pelo fato se serem privadas. Em bancos públicos, o consumidor pode penar um pouco. É uma questão pessoal: compensa pagar um preço maior por um atendimento mais rápido e personalizado?”.

O economista lembra que o processo de levantamento deve considerar o custo efetivo total. “Ás vezes, por conta da profissão da pessoa e do pouco tempo disponível, vale a pena pagar um pouco  mais por atendimento melhor. Mas é interessante sair da instituição sabendo quanto vai gastar em cada parcela”.

 

Araújo acha que 2020 é um excelente ano para escolher o banco para o financiamento imobiliário. “Estamos com a menor taxa de juros histórica. Não sabemos por quanto tempo vai permanecer nesse patamar. Há perspectiva de que essa taxa permaneça ao longo de 2020. Hoje o consumidor tem a certeza que vai fazer um financiamento pela taxa mais baixa já existente no País”.

 

Fonte: Zap em Casa

30/10/2019 – Aproveite o 13º para comprar o seu imóvel

O benefício pago entre novembro e dezembro pode te ajudar a ter o seu imóvel próprio

Quando ouvimos falar de décimo terceiro salário, é fácil de imaginar que ele será gasto com presentes ou viagens, certo? Acontece que ele pode considerado na hora de realizar o sonho da casa própria, uma vez que ele pode ser dado como entrada em um imóvel do programa Minha Casa Minha Vida.

O programa tem algumas maneiras diferentes de ajudar no financiamento de imóveis novos ou na planta, e estas condições mudam conforme a faixa de renda de cada família. Nesse caso, o décimo terceiro pode ser um grande aliado em ações promocionais que oferecem taxas baixas e descontos.

Caso o imóvel tenha sido comprado na planta, o décimo terceiro pode ajudar nos custos da documentação, ITBI, registro e também a escritura. Já para quem possui um imóvel, é possível fazer uma amortização para quitar as parcelas obtendo um grande desconto ou uma redução de parcelas!

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Via Imóvel Web

23/09/2019 – Alugar ou comprar: como identificar o que é melhor para você?

A escolha do imóvel ideal depende de vários critérios. Localização, segurança e padrão da obra, por exemplo, são fatores cruciais na hora de escolher uma moradia. Do mesmo modo, o orçamento disponível, a situação financeira e o tempo de permanência também interferem na decisão. É aí que bate a dúvida: alugar ou comprar um imóvel?

A escolha do imóvel ideal depende de vários critérios. Localização, segurança e padrão da obra, por exemplo, são fatores cruciais na hora de escolher uma moradia. Do mesmo modo, o orçamento disponível, a situação financeira e o tempo de permanência também interferem na decisão. É aí que bate a dúvida: alugar ou comprar um imóvel? A primeira coisa a saber é que não existe certo ou errado nessa questão.

Cada uma das opções tem seus prós e contras. Por se tratar de uma escolha bastante pessoal, a decisão vai depender basicamente de quais são suas necessidades no momento. Se você já tem certa estabilidade financeira, pode ser interessante investir na casa própria. Mas se ainda está planejando seu orçamento, o aluguel caberá melhor no bolso.

O importante mesmo é refletir com cuidado e paciência para não agir por impulso, correndo o risco de jogar dinheiro fora. Neste post, descrevemos as vantagens e desvantagens da compra e do aluguel de imóveis para ajudar você a fazer uma escolha inteligente. Acompanhe a leitura e planeje-se!

Compra de imóvel

Ter residência fixa é, sem dúvida, a maior vantagem da compra de imóvel. Por outro lado, no dilema entre alugar ou comprar, a aquisição acaba dificultando a mobilidade do comprador. Em seguida, explicamos os prós e contras dessa escolha.

Vantagens da compra

Residência permanente

Quem mora de aluguel tem que lidar com fatores de risco rondando a moradia. Por exemplo: se o preço subir ou a família aumentar, pode ser necessário fazer uma mudança às pressas. Comprando um imóvel não existe esse risco. Afinal, você terá escolhido um local compatível com suas necessidades e interesses, que será parte do seu patrimônio para o resto da vida.

Valorização da propriedade

potencial de valorização do imóvel é algo bastante positivo na compra, sobretudo nesse momento de instabilidade econômica. Ter uma casa em um bairro valorizado, seguro e bem localizado significa preservar seu patrimônio, além de abrir possibilidades muito lucrativas caso você resolva vender a propriedade um dia. Que tal?

Mercado favorável

Como o momento é de crise na economia brasileira, o volume de vendas no mercado imobiliário caiu bastante. Como consequência disso, os vendedores estão fazendo ofertas muito mais atrativas e com condições de pagamento facilitadas. Então, principalmente se você já estava se planejando para comprar seu primeiro imóvel, saiba que esta pode ser a melhor hora para fazer um bom negócio.

Desvantagens da compra

Custo elevado

Ao comprar um imóvel é preciso refletir muito bem sobre o padrão da propriedade, de modo que ela corresponda as suas expectativas e interesses de curto, médio e longo prazo. Pensa em morar sozinho? Ou pretende ter família grande? Prefere casa ou apartamento? Quer morar em um bairro planejado? Gostaria de um condomínio com área de lazer completa?

Essas e outras questões são importantíssimas para avaliar no momento da compra e que naturalmente acabam encarecendo o investimento. Portanto, você deve estar ciente de que comprar um imóvel requer um orçamento bem definido e a certeza de que a forma de pagamento será compatível com seu bolso.

Risco financeiro

Mesmo fazendo um excelente planejamento prévio, a compra de imóveis sempre carrega alguns fatores de risco, pois como sabemos, imprevistos acontecem. Então, mais do que se planejar de forma adequada, é recomendado ter uma reserva financeira para lidar com eventuais problemas no processo, como a necessidade de mudança ou revenda pelos mais variados motivos.

Mobilidade reduzida

Surgiu uma proposta de emprego irrecusável do outro lado da cidade ou em outro país? E agora? O que fazer com a casa? Pois é. Quando adquirimos um imóvel, invariavelmente ficamos com nossa mobilidade reduzida, já que a casa se torna nosso ponto fixo de residência. Se surgir a necessidade de mudança, é preciso estar disposto a renegociar o imóvel ou mesmo abrir mão de certas oportunidades.

Aluguel de imóvel

Embora os contratos de locação sejam bastante burocráticos, morar de aluguel permite uma grande flexibilidade aos moradores, sendo possível escolher o imóvel que melhor atenda a sua rotina no momento. Em seguida, explicamos os prós e contras dessa escolha.

Vantagens do aluguel

Possibilidade de planejamento

Muita gente prefere morar um tempo de aluguel em vez de arcar com um financiamento longo para adquirir a casa dos sonhos. Assim, é possível se planejar com calma para fazer a aquisição de forma mais segura, dando pelo menos uma entrada considerável e arcando com parcelas menores depois.

Além disso, durante o contrato de locação, o montante que está sendo acumulado para a casa própria pode ser investido em uma reserva rentável ou aplicação financeira. Dependendo do nível do investimento, dá para sair do aluguel e adquirir a casa própria antes mesmo do que se imagina.

Praticidade no dia a dia

A praticidade no dia a dia é outra vantagem para quem decide alugar um imóvel, já que a locação permite que você escolha um imóvel totalmente compatível com sua rotina. Distância até o trabalho, infraestrutura do bairro, oferta de serviços no entorno, questões de acesso e segurança… Tudo isso pode ser pensado de forma detalhada para que você encontre o aluguel ideal.

Rotina flexível

Além da praticidade, sua rotina também pode ser mais flexível quando você mora de aluguel. Por isso essa solução é a preferida dos casais jovens em início de carreira. Assim, conforme forem surgindo as oportunidades, dá para planejar a moradia de acordo com as propostas. Mudança de emprego, de bairro, de cidade etc. não é problema para quem mora de aluguel. É só desfazer o contrato e pronto!

Desvantagens do aluguel

Reparos e manutenções

Na maioria das vezes, um imóvel alugado vai demandar pequenos reparos e manutenções para oferecer mais conforto aos moradores. Isso porque antes de você morar ali provavelmente muitas pessoas já passaram pelo local. Como as instalações têm certa vida útil, muitas delas vão precisar de manutenção para garantir o perfeito estado de funcionamento.

Burocracias do contrato

Um contrato de locação é cheio de cláusulas e minúcias que podem atrapalhar um pouco a vida do morador. Os reparos e manutenções, por exemplo, geralmente dependem de um acordo prévio entre locador e locatário quanto às despesas do conserto. A comprovação de renda, a necessidade de fiadores e a fidelidade no prazo contratual também costumam ser empecilhos para quem precisa alugar um imóvel.

Preço instável

O valor do aluguel nunca tende a diminuir, pelo contrário. Mesmo com as oscilações do mercado imobiliário, os contratos de locação são reajustados anualmente e dependem de muitas variáveis para ter seu preço estipulado. A localização da propriedade e as ofertas do bairro são exemplos de critérios que encarecem bastante os custos.

Com todas essas ressalvas, ficou mais fácil você se decidir se vale mais a pena alugar ou comprar um imóvel. Tudo vai depender da sua situação financeira no momento e, claro, dos seus interesses de curto, médio e longo prazo.

Qualquer que seja sua decisão, é essencial saber onde procurar o imóvel para encontrar boas oportunidades no mercado.

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Fonte: Imovelweb Blog