07/11/2019 – Fazer um consórcio imobiliário vale a pena?

Especialista explica como funciona essa modalidade e traz dicas para comprar o imóvel com segurança

Compre um imóvel com segurança e sem juros(Foto: Pexels)

Adquirir um imóvel é um investimento para o futuro. Para muitas famílias, representa a garantia de ter um lar próprio e adequado às necessidades familiares nos anos que virão.

Por outro lado, é uma oportunidade de negócio. Seja ao comprar um terreno para vender depois, seja ao garantir um novo estabelecimento comercial, a segurança de ter um bem imóvel é muito bem-vinda.

Fica então a dúvida de qual é a melhor forma de aquisição para quem pensa nesse planejamento de longo prazo. Nesse sentido, uma modalidade de financiamento destaca-se com diversas vantagens para o público interessado. Confira.

Aumenta a busca pelo consórcio imobiliário

Em 2018 houve um aumento na procura pelo consórcio imobiliário como modalidade de financiamento. Foram aproximadamente 2,6 milhões de novos consorciados no período, entre bens móveis e imóveis, e os consórcios imobiliários terminaram o ano com 885 mil participantes ativos, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O perfil do público interessado no último ano, ainda de acordo com a ABAC, foi majoritariamente das classes C e D (39% e 34%). A classe B vem logo em seguida, com 20% do total, depois de cair dos 26% em 2016 para 12% em 2017, recuperando-se.

A mesma pesquisa mostra também que a maioria tem idade entre os 30 e 39 anos (35%), seguida pelas faixas entre 40 e 49 anos (29) e mais de 50 (25%).

Nota-se nessas características econômicas e de momento de vida, com muitas despesas associadas, a necessidade de programar a compra do imóvel de forma que não prejudique o orçamento familiar. Isso e a garantia de entrega do bem adquirido são os principais fatores que levam à busca por essa modalidade de financiamento.

Por que não a poupança ou o banco?

O consórcio imobiliário vale a pena para quem não tem pressa de adquirir o imóvel e deseja fazer a compra programada conforme sua disponibilidade financeira. Nesse projeto de longo prazo, fazer uma poupança ou contratar um financiamento bancário surgem como outras opções

Altemir Baccin, especialista de representante autorizada e principal parceira do maior banco privado do Brasil, faz a comparação entre os modelos e esclarece as vantagens de ser consorciado.

Primeiramente, com relação ao financiamento bancário, um consórcio como o do o maior banco privado do Brasil não tem juros, taxa de adesão ou valor de entrada. Os juros, como se sabe, viram uma bola de neve com o passar do tempo e tornam a compra do imóvel mais difícil. No consórcio, só há uma taxa de administração fixada em contrato e muito mais acessível, além das parcelas mensais.

No caso da poupança, o especialista sugere a hipótese de uma família querer adquirir um imóvel na faixa dos R$ 475 mil. Se conseguir guardar R$ 2,5 mil por mês, terá de esperar até 190 meses para mudar-se, com o rendimento baixo da poupança e ainda sob risco de desvalorização do poder de compra com o passar do tempo.

Enquanto isso, no consórcio imobiliário, desde o primeiro mês a mesma família pode ser contemplada com uma carta de crédito para aquisição do bem. Ela pode escolher entre mudar-se logo para reduzir as despesas de ter dois imóveis ou alugar para garantir uma renda extra que facilite o pagamento das parcelas até o final do contrato.

Como funciona o consórcio de imóveis

Na hora de fazer o contrato, o consorciado decide o valor da carta de crédito que pretende adquirir. Essa escolha baseia-se no padrão de imóvel que deseja para seu futuro.

Então são definidos o tempo de contrato e o valor da parcela, conforme o orçamento disponível. Essa capacidade de ajustar o financiamento à própria realidade financeira é outra grande vantagem dos consórcios, ressalta Altemir Baccin. Como exemplo, o Consórcio de Imóveis do maior banco privado do Brasil permite o parcelamento em até 192 meses.

A liberação da carta de crédito pode acontecer de duas formas: por sorteio em assembleia ou por lance vencedor. Todos os meses, nas assembleias realizadas pela administradora, os consorciados de um mesmo grupo concorrem entre si por um número predefinido de contemplações em sorteios da Loteria Federal. Essa contemplação pode ocorrer a qualquer momento do contrato, desde o primeiro até o último mês.

Já no caso do lance, também em assembleia ordinária, os participantes podem ofertar valores em um leilão para antecipar a retirada da carta de crédito. Utilizar o FGTS é uma boa opção para complementar esse lance. No entanto, vale ressaltar que o consorciado continua pagando as mensalidades até o fim do contrato, mesmo que seja contemplado antes.

— Após a contemplação, não existe limite de tempo para comprar o imóvel, basta seguir pagando as parcelas mensais e, quando achar o imóvel de seu interesse, iniciar o processo de aquisição. Caso o cliente não compre um imóvel até o término do plano, ele receberá em um prazo médio de 60 dias o valor da carta de crédito em espécie na conta, acrescida de rendimentos — destaca o especialista.

Escolha uma empresa de confiança

Concluindo, Altermir oferece dicas para contratar um consórcio:

— Tome muito cuidado com promessas de contemplação com lance muito baixo, contemplação programada por lance fixo e outras promessas que naturalmente acendem aquela luz de desconfiança.

Por isso, é fundamental escolher uma empresa com história e reputação no mercado!

Via NSC Total

04/11/2019 – Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge no imóvel?

Especialista responde dúvida de leitor sobre financiamento imobiliário. Envie você também sua pergunta

Pergunta do leitor: Tenho 50% de um imóvel com minha ex-esposa; o imóvel está quitado. Na matrícula do imóvel nosso estado civil consta divorciado. Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge?

O coproprietário de um imóvel pode usar o seu fundo de garantia para a compra do percentual remanescente de qualquer pessoa, que pode ser parente, cônjuge, amigo ou não ter nenhum vínculo pessoal. Mas é preciso provar que é coproprietário desse imóvel, apresentando a matrícula atualizada em que consta essa informação.

Quando o imóvel está quitado, a pessoa pode usar o FGTS para comprar até 80% dos 50% da parte do ex-conjuge, desde que tenha sido a pessoa que perdeu o direito de morar no imóvel, portanto, quem ficou sem o imóvel após a separação. Além disso, é necessário preencher os demais requisitos do regulamento do FGTS, como não ter outro imóvel, por exemplo.

Em imóveis que ainda estejam financiados, não pode usar FGTS para comprar a parte do outro. O FGTS só pode ser usado como amortização.

Para comprar a outra parte, não é necessária a outorga conjugal (anuência). Se o bem era dos dois, o cônjuge que vai vender não deve anuir, mas manifestar vontade própria de vender sua parte.

Via EXAME – Por Marcelo Tapai é advogado, professor e sócio do escritório Tapai Advogados. Especialista em direito imobiliário e consumidor, é membro efetivo da Comissão Permanente de Direitos do Consumidor da OAB/SP e autor das cartilhas do Procon-SP sobre dicas para compra de imóveis.

30/10/2019 – Aproveite o 13º para comprar o seu imóvel

O benefício pago entre novembro e dezembro pode te ajudar a ter o seu imóvel próprio

Quando ouvimos falar de décimo terceiro salário, é fácil de imaginar que ele será gasto com presentes ou viagens, certo? Acontece que ele pode considerado na hora de realizar o sonho da casa própria, uma vez que ele pode ser dado como entrada em um imóvel do programa Minha Casa Minha Vida.

O programa tem algumas maneiras diferentes de ajudar no financiamento de imóveis novos ou na planta, e estas condições mudam conforme a faixa de renda de cada família. Nesse caso, o décimo terceiro pode ser um grande aliado em ações promocionais que oferecem taxas baixas e descontos.

Caso o imóvel tenha sido comprado na planta, o décimo terceiro pode ajudar nos custos da documentação, ITBI, registro e também a escritura. Já para quem possui um imóvel, é possível fazer uma amortização para quitar as parcelas obtendo um grande desconto ou uma redução de parcelas!

Já imaginou morar em um apartamento com piscina, salão de festas, quadra esportiva, playground? Acesse nosso portal e confira diversos imóveis disponíveis!

Via Imóvel Web

16/10/2019 – Como saber se chegou a hora de vender o meu imóvel?

Com os indicadores do setor imobiliário em alta, talvez essa seja uma boa hora para liquidar aquele seu apartamento.

Vender uma casa ou apartamento é um grande passo independente do motivo. Seja para realocar o valor em outros investimentos, cobrir dívidas ou até mesmo dar entrada em outros imóveis, é importante sempre estar de olho no mercado para aproveitar o melhor momento de liquidá-lo, maximizando o seu lucro. Alguns indicativos de que o momento é propício para esse tipo de transação deixam claro quando é e também quando não é uma boa colocar o seu imóvel à venda.

Maior número de vendas do que de lançamentos.

Com 30.607 unidades lançadas no país desde o começo de 2019 e 32.813 vendas, 2019 tem sido um cenário positivamente atípico para investidores do setor imobiliário, segundo dados da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção. As pessoas estão comprando apartamentos em um ritmo que supera a quantidade de lançamentos. Os números animadores são puxados principalmente pelas regiões sudeste, onde há uma grande concentração de renda e poder aquisitivo, e pela região centro-oeste, tradicionalmente estável financeiramente devido ao agronegócio. A alta na demanda por imóveis é uma boa notícia para quem busca vender uma casa ou apartamento pois pode reduzir o tempo de espera para fazer negócio já que em momentos menos aquecidos da economia a demora ultrapassa anos.

Valorização do metro quadrado e dos imóveis em geral.

Desde o início de 2017, o valor dos apartamentos em geral recebeu uma alta real em torno de 8% acima da inflação. O que quer dizer que o seu imóvel, dependendo da localização, pode ter recebido uma boa valorização. Uma boa forma de acompanhar esse número e ter uma base na hora de precificar o seu imóvel é acompanhar a evolução do valor do metro quadrado ao longo dos últimos anos. Uma curva crescente geralmente aponta para alta nos próximos meses, tornando-se esse um momento ideal para a maximização dos lucros no momento da venda. Do contrário, a curva para baixo indica que o momento é de aguardar mais um pouquinho até o reaquecimento do mercado.

A realização das transações ficou muito mais fácil.

Um dos motivos para a alta na venda de apartamentos é a forma como esse negócio tem sido realizado. Antigamente, a média de cinco anos e as dezenas ou até mesmo centenas de visitas ao imóvel eram desanimadoras para qualquer um que buscava liquidar um imóvel. De lá para cá, o setor de corretagem de imóveis tornou-se mais objetivo e é capaz, por meio da tecnologia, de traçar o perfil ideal de quem busca determinado tipo de imóvel para colocar mais rapidamente ambas as partes em contato, reduzindo muito o tempo de espera para quem compra e também para quem vende. Além disso, os trâmites burocráticos envolvidos nessa modalidade de negócios também tiveram seu tempo de execução reduzido, facilitando para que todo o processo ocorra de forma mais fluida e dinâmica.

Com o mercado aquecido, demandas acima das ofertas, valorização do metro quadrado e muitas facilidades na hora de fechar negócio, 2019 tem sido um ótimo ano para vender o seu apartamento e, ao que tudo indica, 2020 não será muito diferente do que estamos vivendo até aqui. Boa sorte em seus negócios e até a próxima!

Via JBr.

23/09/2019 – Alugar ou comprar: como identificar o que é melhor para você?

A escolha do imóvel ideal depende de vários critérios. Localização, segurança e padrão da obra, por exemplo, são fatores cruciais na hora de escolher uma moradia. Do mesmo modo, o orçamento disponível, a situação financeira e o tempo de permanência também interferem na decisão. É aí que bate a dúvida: alugar ou comprar um imóvel?

A escolha do imóvel ideal depende de vários critérios. Localização, segurança e padrão da obra, por exemplo, são fatores cruciais na hora de escolher uma moradia. Do mesmo modo, o orçamento disponível, a situação financeira e o tempo de permanência também interferem na decisão. É aí que bate a dúvida: alugar ou comprar um imóvel? A primeira coisa a saber é que não existe certo ou errado nessa questão.

Cada uma das opções tem seus prós e contras. Por se tratar de uma escolha bastante pessoal, a decisão vai depender basicamente de quais são suas necessidades no momento. Se você já tem certa estabilidade financeira, pode ser interessante investir na casa própria. Mas se ainda está planejando seu orçamento, o aluguel caberá melhor no bolso.

O importante mesmo é refletir com cuidado e paciência para não agir por impulso, correndo o risco de jogar dinheiro fora. Neste post, descrevemos as vantagens e desvantagens da compra e do aluguel de imóveis para ajudar você a fazer uma escolha inteligente. Acompanhe a leitura e planeje-se!

Compra de imóvel

Ter residência fixa é, sem dúvida, a maior vantagem da compra de imóvel. Por outro lado, no dilema entre alugar ou comprar, a aquisição acaba dificultando a mobilidade do comprador. Em seguida, explicamos os prós e contras dessa escolha.

Vantagens da compra

Residência permanente

Quem mora de aluguel tem que lidar com fatores de risco rondando a moradia. Por exemplo: se o preço subir ou a família aumentar, pode ser necessário fazer uma mudança às pressas. Comprando um imóvel não existe esse risco. Afinal, você terá escolhido um local compatível com suas necessidades e interesses, que será parte do seu patrimônio para o resto da vida.

Valorização da propriedade

potencial de valorização do imóvel é algo bastante positivo na compra, sobretudo nesse momento de instabilidade econômica. Ter uma casa em um bairro valorizado, seguro e bem localizado significa preservar seu patrimônio, além de abrir possibilidades muito lucrativas caso você resolva vender a propriedade um dia. Que tal?

Mercado favorável

Como o momento é de crise na economia brasileira, o volume de vendas no mercado imobiliário caiu bastante. Como consequência disso, os vendedores estão fazendo ofertas muito mais atrativas e com condições de pagamento facilitadas. Então, principalmente se você já estava se planejando para comprar seu primeiro imóvel, saiba que esta pode ser a melhor hora para fazer um bom negócio.

Desvantagens da compra

Custo elevado

Ao comprar um imóvel é preciso refletir muito bem sobre o padrão da propriedade, de modo que ela corresponda as suas expectativas e interesses de curto, médio e longo prazo. Pensa em morar sozinho? Ou pretende ter família grande? Prefere casa ou apartamento? Quer morar em um bairro planejado? Gostaria de um condomínio com área de lazer completa?

Essas e outras questões são importantíssimas para avaliar no momento da compra e que naturalmente acabam encarecendo o investimento. Portanto, você deve estar ciente de que comprar um imóvel requer um orçamento bem definido e a certeza de que a forma de pagamento será compatível com seu bolso.

Risco financeiro

Mesmo fazendo um excelente planejamento prévio, a compra de imóveis sempre carrega alguns fatores de risco, pois como sabemos, imprevistos acontecem. Então, mais do que se planejar de forma adequada, é recomendado ter uma reserva financeira para lidar com eventuais problemas no processo, como a necessidade de mudança ou revenda pelos mais variados motivos.

Mobilidade reduzida

Surgiu uma proposta de emprego irrecusável do outro lado da cidade ou em outro país? E agora? O que fazer com a casa? Pois é. Quando adquirimos um imóvel, invariavelmente ficamos com nossa mobilidade reduzida, já que a casa se torna nosso ponto fixo de residência. Se surgir a necessidade de mudança, é preciso estar disposto a renegociar o imóvel ou mesmo abrir mão de certas oportunidades.

Aluguel de imóvel

Embora os contratos de locação sejam bastante burocráticos, morar de aluguel permite uma grande flexibilidade aos moradores, sendo possível escolher o imóvel que melhor atenda a sua rotina no momento. Em seguida, explicamos os prós e contras dessa escolha.

Vantagens do aluguel

Possibilidade de planejamento

Muita gente prefere morar um tempo de aluguel em vez de arcar com um financiamento longo para adquirir a casa dos sonhos. Assim, é possível se planejar com calma para fazer a aquisição de forma mais segura, dando pelo menos uma entrada considerável e arcando com parcelas menores depois.

Além disso, durante o contrato de locação, o montante que está sendo acumulado para a casa própria pode ser investido em uma reserva rentável ou aplicação financeira. Dependendo do nível do investimento, dá para sair do aluguel e adquirir a casa própria antes mesmo do que se imagina.

Praticidade no dia a dia

A praticidade no dia a dia é outra vantagem para quem decide alugar um imóvel, já que a locação permite que você escolha um imóvel totalmente compatível com sua rotina. Distância até o trabalho, infraestrutura do bairro, oferta de serviços no entorno, questões de acesso e segurança… Tudo isso pode ser pensado de forma detalhada para que você encontre o aluguel ideal.

Rotina flexível

Além da praticidade, sua rotina também pode ser mais flexível quando você mora de aluguel. Por isso essa solução é a preferida dos casais jovens em início de carreira. Assim, conforme forem surgindo as oportunidades, dá para planejar a moradia de acordo com as propostas. Mudança de emprego, de bairro, de cidade etc. não é problema para quem mora de aluguel. É só desfazer o contrato e pronto!

Desvantagens do aluguel

Reparos e manutenções

Na maioria das vezes, um imóvel alugado vai demandar pequenos reparos e manutenções para oferecer mais conforto aos moradores. Isso porque antes de você morar ali provavelmente muitas pessoas já passaram pelo local. Como as instalações têm certa vida útil, muitas delas vão precisar de manutenção para garantir o perfeito estado de funcionamento.

Burocracias do contrato

Um contrato de locação é cheio de cláusulas e minúcias que podem atrapalhar um pouco a vida do morador. Os reparos e manutenções, por exemplo, geralmente dependem de um acordo prévio entre locador e locatário quanto às despesas do conserto. A comprovação de renda, a necessidade de fiadores e a fidelidade no prazo contratual também costumam ser empecilhos para quem precisa alugar um imóvel.

Preço instável

O valor do aluguel nunca tende a diminuir, pelo contrário. Mesmo com as oscilações do mercado imobiliário, os contratos de locação são reajustados anualmente e dependem de muitas variáveis para ter seu preço estipulado. A localização da propriedade e as ofertas do bairro são exemplos de critérios que encarecem bastante os custos.

Com todas essas ressalvas, ficou mais fácil você se decidir se vale mais a pena alugar ou comprar um imóvel. Tudo vai depender da sua situação financeira no momento e, claro, dos seus interesses de curto, médio e longo prazo.

Qualquer que seja sua decisão, é essencial saber onde procurar o imóvel para encontrar boas oportunidades no mercado.

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Fonte: Imovelweb Blog