26/01/2021 – O que perguntar ao corretor de imóveis? 5 questionamentos essenciais!

Comprar um imóvel é um dos momentos mais importantes da vida de uma pessoa, e por se tratar de um investimento que envolve alto valor financeiro, é preciso ter alguns cuidados. Contar com um corretor de imóveis é fundamental nesse momento, mas só isso não basta. Os questionamentos certos também fazem toda diferença para uma escolha mais segura e acertada.

1. Quais os gastos totais e condições de pagamentos disponíveis na compra?

Para comprar um imóvel, a primeira coisa a ser feita é um bom planejamento financeiro. Estude todas as possibilidades e busque a forma de pagamento que melhor se encaixa nas suas condições financeiras. O corretor de imóveis conhece todas essas formas e facilidades, sendo capaz de esclarecer as dúvidas dos interessados com muita eficiência.

Condições de pagamento

Pergunte para o agente imobiliário quais são as opções para a quitação do bem, que podem variar entre à vista, por financiamento ou dando outro bem como parte do pagamento. Desta forma, é possível escolher a alternativa que melhor se adequa ao seu orçamento. Além disso, questione o consultor sobre a possibilidade de negociar o valor pedido e verifique se o preço está de acordo com o mercado imobiliário. Avalie junto ao agente os descontos nos pagamentos à vista, por exemplo.

Gastos totais

Na hora de comprar um imóvel, é essencial colocar no papel todos os custos da operação. Taxas, impostos, condomínios, tudo deve ser considerado, inclusivo, os custos pós-compra. Em casos de condomínios, avalie com o corretor se o imóvel participa do fundo de reserva ou outras taxas, como o rateio de serviços compartilhados, entre eles água e gás. Além disso, questione o agente imobiliário sobre o valor do IPTU e despesas, como taxa de transferência do imóvel.

2. Como está a documentação do imóvel?

Uma pergunta frequente e necessária é sobre a documentação do imóvel. Para evitar transtornos e prejuízos, é fundamental que os documentos exigidos sejam providenciados com antecedência. O corretor de imóvel conhece toda essa burocracia e providencia o que for necessário para a concretização da compra, desde o contrato de compra e venda até os documentos do imóvel.

3. Quando poderei ter as chaves do imóvel em mãos?

Outro fator importante a ser considerado é o prazo de entrega do imóvel. Isso porque o fato de comprar uma casa ou apartamento não garante a retirada imediata das chaves. Assim, vários fatores devem ser considerados e questionados, como o prazo de entrega das chaves e de conclusão do negócio. Em casos de imóveis em construção, é essencial consultar o agente imobiliário sobre o tempo previsto para a conclusão da obra.

4. O que a localização do imóvel tem a oferecer?

Um dos pontos mais importantes na hora de escolher um imóvel é conhecer bem a localização e saber o que ela tem para oferecer. Avalie a facilidade de acesso e de deslocamento para os locais importantes que fazem parte do seu dia a dia. Dê preferência para lugares que têm serviços e comércios essenciais, como supermercados, farmácias e academias, próximo ao imóvel.

Mobilidade

Questione o corretor sobre o trânsito do bairro, se o tráfego é muito intenso, quais as vias de acesso importantes existentes na região e se os carros fazem muito barulho durante a noite. Esses detalhes podem influenciar nas suas tarefas diárias e, por isso, é importante conhecer a movimentação da região para evitar surpresas desagradáveis.

Segurança

Pergunte ao corretor sobre as condições de segurança do bairro. Descubra se o imóvel está em um ponto seguro da região, se existe policiamento constante, como está a iluminação da rua e outras questões relacionadas aos serviços públicos, como pavimentação, coleta de lixo, urbanismo e arborização.

Diversão e lazer

Converse com seu corretor de imóveis sobre as opções de lazer e entretenimento da região. Para manter a qualidade de vida, é essencial viver em um local que ofereçam alternativas de diversão, como praças, quadras esportivas, bares, clubes e parques. Tudo isso contribui bastante para o bem-estar das pessoas que moram no entorno.

Vizinhos

Procure conhecer a vizinhança antes de fechar negócio. Questione o corretor de imóveis sobre o perfil do bairro e descubra se é mais comercial ou residencial, boêmio ou familiar. Descubra se seus vizinhos compartilham de bons hábitos e costumes. Busque o máximo de informações sobre o estilo de vida dos moradores da região e evite dores de cabeça.

5. Quais as perspectivas de valorização do imóvel?

Essa pergunta também é muito importante de ser feita ao corretor de imóveis. Esse profissional tem acesso e acompanha diariamente os índices do mercado imobiliário. Entre outras informações, ele conhece as melhorias feitas na região e como está o movimento de expansão comercial. Por isso, não deixe de questionar sobre a expectativa de alta e de depreciação do imóvel em questão, considerando curto e longo prazo.

Portanto, o esclarecimento de cada uma dessas dúvidas faz muita diferença na hora da compra de um imóvel. Por isso, saber o que perguntar ao corretor de imóveis, é essencial para garantir uma negociação segura e confiável. Questione esse profissional sobre todas as suas dúvidas, além de conversar com moradores e comerciantes da região. Desta forma, é possível fazer um bom investimento e evitar dores de cabeça.

Fonte: Trisul

06/02/2020 – Como escolher o banco para o financiamento imobiliário

Os juros cobrados são o ponto de partida, mas veja se a instituição presta bom atendimento aos clientes

 

Quem está correndo atrás do sonho da casa própria com certeza também se prepara para escolher o banco para o financiamento imobiliário. Essa parte exige um pouco de pesquisa e paciência. Não saia assinando os papéis só porque a instituição tem a menor taxa de juros. O barato pode realmente sair caro.

 

Escolher o banco para o financiamento imobiliário passa por uma análise que inclui taxa de juros, valor total das parcelas – incluindo seguros e demais cobranças -, qualidade no atendimento e capacidade de resoluções de problemas. Um bom começo é pesquisar na internet, mas lembre-se que aquelas simulações feitas pelos site facilitam o nosso dia a dia, mas é interessante ir pessoalmente, tirar todas as dúvidas e conversar com outros clientes que já financiaram com o banco. Pegue referências como se fosse um serviço qualquer.

 

O motivo de tanta precaução? Você pode ter problemas ao longo do financiamento, como milhares de pessoas têm. Imagina atrasar parcelas, precisar negociar uma dívida e não ter quem te atenda. Ou se o atendimento for confuso e demorar séculos. Ou mesmo precisar transferir o financiamento para outro banco e não ter quem te oriente corretamente.

 

E se a instituição confiável e consolidada que você escolheu não tem juros atrativos, negocie! Lembre-se que o mercado atual está muito propício, com boa concorrência, incluindo abatimento nas taxas, principalmente para clientes com outros serviços. Seria a hora de abrir uma conta nova? Avalie.

 

O economista Eduardo Araújo, do Conselho Federal de Economia (Cofecon), explica que o primeiro passo é a consulta de preço. Para ele, o financiamento deve ser considerado como um serviço ou um produto que você compra.

“O consumidor se sente desestimulado de ir de instituição a instituição, porque toma muito tempo. A pessoa pode começar com uma consulta no site Banco Central, que disponibiliza as taxas de juros por instituição. Ainda que seja uma média das operações que foram feitas no ultimo mês, dá a ideia de qual instituição está praticando o preço mais baixo”, diz o economista.

 

Segundo Araújo, o consumidor pode selecionar as quatro instituições que têm as melhores taxas e focar nelas a pesquisa mais abrangente. Nesse caso, fazer uma tabela comparativa do que cada uma oferece ajuda na hora da decisão, diz ele.

 

“Naturalmente, ao iniciar as visitas nos locais, a pessoa vai perceber que tem instituições que oferecem um atendimento mais rápido, até pelo fato se serem privadas. Em bancos públicos, o consumidor pode penar um pouco. É uma questão pessoal: compensa pagar um preço maior por um atendimento mais rápido e personalizado?”.

O economista lembra que o processo de levantamento deve considerar o custo efetivo total. “Ás vezes, por conta da profissão da pessoa e do pouco tempo disponível, vale a pena pagar um pouco  mais por atendimento melhor. Mas é interessante sair da instituição sabendo quanto vai gastar em cada parcela”.

 

Araújo acha que 2020 é um excelente ano para escolher o banco para o financiamento imobiliário. “Estamos com a menor taxa de juros histórica. Não sabemos por quanto tempo vai permanecer nesse patamar. Há perspectiva de que essa taxa permaneça ao longo de 2020. Hoje o consumidor tem a certeza que vai fazer um financiamento pela taxa mais baixa já existente no País”.

 

Fonte: Zap em Casa

07/11/2019 – Fazer um consórcio imobiliário vale a pena?

Especialista explica como funciona essa modalidade e traz dicas para comprar o imóvel com segurança

Compre um imóvel com segurança e sem juros(Foto: Pexels)

Adquirir um imóvel é um investimento para o futuro. Para muitas famílias, representa a garantia de ter um lar próprio e adequado às necessidades familiares nos anos que virão.

Por outro lado, é uma oportunidade de negócio. Seja ao comprar um terreno para vender depois, seja ao garantir um novo estabelecimento comercial, a segurança de ter um bem imóvel é muito bem-vinda.

Fica então a dúvida de qual é a melhor forma de aquisição para quem pensa nesse planejamento de longo prazo. Nesse sentido, uma modalidade de financiamento destaca-se com diversas vantagens para o público interessado. Confira.

Aumenta a busca pelo consórcio imobiliário

Em 2018 houve um aumento na procura pelo consórcio imobiliário como modalidade de financiamento. Foram aproximadamente 2,6 milhões de novos consorciados no período, entre bens móveis e imóveis, e os consórcios imobiliários terminaram o ano com 885 mil participantes ativos, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O perfil do público interessado no último ano, ainda de acordo com a ABAC, foi majoritariamente das classes C e D (39% e 34%). A classe B vem logo em seguida, com 20% do total, depois de cair dos 26% em 2016 para 12% em 2017, recuperando-se.

A mesma pesquisa mostra também que a maioria tem idade entre os 30 e 39 anos (35%), seguida pelas faixas entre 40 e 49 anos (29) e mais de 50 (25%).

Nota-se nessas características econômicas e de momento de vida, com muitas despesas associadas, a necessidade de programar a compra do imóvel de forma que não prejudique o orçamento familiar. Isso e a garantia de entrega do bem adquirido são os principais fatores que levam à busca por essa modalidade de financiamento.

Por que não a poupança ou o banco?

O consórcio imobiliário vale a pena para quem não tem pressa de adquirir o imóvel e deseja fazer a compra programada conforme sua disponibilidade financeira. Nesse projeto de longo prazo, fazer uma poupança ou contratar um financiamento bancário surgem como outras opções

Altemir Baccin, especialista de representante autorizada e principal parceira do maior banco privado do Brasil, faz a comparação entre os modelos e esclarece as vantagens de ser consorciado.

Primeiramente, com relação ao financiamento bancário, um consórcio como o do o maior banco privado do Brasil não tem juros, taxa de adesão ou valor de entrada. Os juros, como se sabe, viram uma bola de neve com o passar do tempo e tornam a compra do imóvel mais difícil. No consórcio, só há uma taxa de administração fixada em contrato e muito mais acessível, além das parcelas mensais.

No caso da poupança, o especialista sugere a hipótese de uma família querer adquirir um imóvel na faixa dos R$ 475 mil. Se conseguir guardar R$ 2,5 mil por mês, terá de esperar até 190 meses para mudar-se, com o rendimento baixo da poupança e ainda sob risco de desvalorização do poder de compra com o passar do tempo.

Enquanto isso, no consórcio imobiliário, desde o primeiro mês a mesma família pode ser contemplada com uma carta de crédito para aquisição do bem. Ela pode escolher entre mudar-se logo para reduzir as despesas de ter dois imóveis ou alugar para garantir uma renda extra que facilite o pagamento das parcelas até o final do contrato.

Como funciona o consórcio de imóveis

Na hora de fazer o contrato, o consorciado decide o valor da carta de crédito que pretende adquirir. Essa escolha baseia-se no padrão de imóvel que deseja para seu futuro.

Então são definidos o tempo de contrato e o valor da parcela, conforme o orçamento disponível. Essa capacidade de ajustar o financiamento à própria realidade financeira é outra grande vantagem dos consórcios, ressalta Altemir Baccin. Como exemplo, o Consórcio de Imóveis do maior banco privado do Brasil permite o parcelamento em até 192 meses.

A liberação da carta de crédito pode acontecer de duas formas: por sorteio em assembleia ou por lance vencedor. Todos os meses, nas assembleias realizadas pela administradora, os consorciados de um mesmo grupo concorrem entre si por um número predefinido de contemplações em sorteios da Loteria Federal. Essa contemplação pode ocorrer a qualquer momento do contrato, desde o primeiro até o último mês.

Já no caso do lance, também em assembleia ordinária, os participantes podem ofertar valores em um leilão para antecipar a retirada da carta de crédito. Utilizar o FGTS é uma boa opção para complementar esse lance. No entanto, vale ressaltar que o consorciado continua pagando as mensalidades até o fim do contrato, mesmo que seja contemplado antes.

— Após a contemplação, não existe limite de tempo para comprar o imóvel, basta seguir pagando as parcelas mensais e, quando achar o imóvel de seu interesse, iniciar o processo de aquisição. Caso o cliente não compre um imóvel até o término do plano, ele receberá em um prazo médio de 60 dias o valor da carta de crédito em espécie na conta, acrescida de rendimentos — destaca o especialista.

Escolha uma empresa de confiança

Concluindo, Altermir oferece dicas para contratar um consórcio:

— Tome muito cuidado com promessas de contemplação com lance muito baixo, contemplação programada por lance fixo e outras promessas que naturalmente acendem aquela luz de desconfiança.

Por isso, é fundamental escolher uma empresa com história e reputação no mercado!

Via NSC Total

04/11/2019 – Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge no imóvel?

Especialista responde dúvida de leitor sobre financiamento imobiliário. Envie você também sua pergunta

Pergunta do leitor: Tenho 50% de um imóvel com minha ex-esposa; o imóvel está quitado. Na matrícula do imóvel nosso estado civil consta divorciado. Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge?

O coproprietário de um imóvel pode usar o seu fundo de garantia para a compra do percentual remanescente de qualquer pessoa, que pode ser parente, cônjuge, amigo ou não ter nenhum vínculo pessoal. Mas é preciso provar que é coproprietário desse imóvel, apresentando a matrícula atualizada em que consta essa informação.

Quando o imóvel está quitado, a pessoa pode usar o FGTS para comprar até 80% dos 50% da parte do ex-conjuge, desde que tenha sido a pessoa que perdeu o direito de morar no imóvel, portanto, quem ficou sem o imóvel após a separação. Além disso, é necessário preencher os demais requisitos do regulamento do FGTS, como não ter outro imóvel, por exemplo.

Em imóveis que ainda estejam financiados, não pode usar FGTS para comprar a parte do outro. O FGTS só pode ser usado como amortização.

Para comprar a outra parte, não é necessária a outorga conjugal (anuência). Se o bem era dos dois, o cônjuge que vai vender não deve anuir, mas manifestar vontade própria de vender sua parte.

Via EXAME – Por Marcelo Tapai é advogado, professor e sócio do escritório Tapai Advogados. Especialista em direito imobiliário e consumidor, é membro efetivo da Comissão Permanente de Direitos do Consumidor da OAB/SP e autor das cartilhas do Procon-SP sobre dicas para compra de imóveis.

30/10/2019 – Aproveite o 13º para comprar o seu imóvel

O benefício pago entre novembro e dezembro pode te ajudar a ter o seu imóvel próprio

Quando ouvimos falar de décimo terceiro salário, é fácil de imaginar que ele será gasto com presentes ou viagens, certo? Acontece que ele pode considerado na hora de realizar o sonho da casa própria, uma vez que ele pode ser dado como entrada em um imóvel do programa Minha Casa Minha Vida.

O programa tem algumas maneiras diferentes de ajudar no financiamento de imóveis novos ou na planta, e estas condições mudam conforme a faixa de renda de cada família. Nesse caso, o décimo terceiro pode ser um grande aliado em ações promocionais que oferecem taxas baixas e descontos.

Caso o imóvel tenha sido comprado na planta, o décimo terceiro pode ajudar nos custos da documentação, ITBI, registro e também a escritura. Já para quem possui um imóvel, é possível fazer uma amortização para quitar as parcelas obtendo um grande desconto ou uma redução de parcelas!

Já imaginou morar em um apartamento com piscina, salão de festas, quadra esportiva, playground? Acesse nosso portal e confira diversos imóveis disponíveis!

Via Imóvel Web