19/09/2020 – A importância de um bom planejamento ao comprar um imóvel

O imóvel certo para se comprar é uma decisão que requer muito planejamento! Seja considerando o dinheiro que será investido ou pelo conforto que você busca em sua nova moradia, escolher casas à venda ou o apartamento ideal é algo que precisa de muita paciência e reflexão para concretizar o negócio certo.

E, para garantir que a sua aquisição seja da melhor forma possível, é importante considerar uma série de fatores para garantir que você esteja satisfeito com localização, características do imóvel e outros tópicos que farão da sua nova aquisição um excelente lugar para as suas ambições pessoais.

Pensando nisso, listamos cinco dicas que são muito importantes de serem consideradas antes de adquirir o seu novo imóvel e garantir que a sua nova moradia seja um doce lar para você.

Conheça a região onde vai morar

A primeira dica para escolher onde morar, primeiro de tudo, é ter em mente não apenas para qual região você pretende se mudar, mas como é o bairro e a região que você tem em mente para adquirir um imóvel, observando bem se o local escolhido combina com o teu projeto de vida pessoal e/ou profissional.

Primeiro de tudo, é importante verificar se o local pretendido para moradia combina com o teu estilo de vida, isso é, você prefere morar em um bairro mais movimentado ou mais calmo? A região que você quer estar é mais próxima ou longe do centro? Você quer todos os comércios perto ou estar mais afastado? Perguntas como essas e outras devem ser colocadas no papel e investigadas para optar onde é melhor adquirir o seu imóvel.

Além disso, é importante analisar o preço do metro quadrado em cada bairro e verificar qual se adequa melhor ao seu faturamento, não são raros os casos em que dois bairros que estão bem próximos um do outro possuírem uma variação bem grande de preço, consultar o motivo para isso e se a diferença vale a pena também deve ser considerado.

Por fim, é importante também verificar o potencial que o bairro possui, isso é, se há a possibilidade dele crescer no pequeno ou médio prazo, se ele pode valorizar e se isso pode ou não influenciar futuramente para você em relação ao seu planejamento de local ideal para se morar.

Adeque a escolha às suas possibilidades financeiras

Parece simples, mas uma coisa que precisa urgentemente ser levada em consideração está relacionada às suas possibilidades financeiras de poder adquirir o imóvel, uma vez que muitas pessoas resolvem comprar apartamento e ficam sem condições de arcar com as despesas depois.

Para evitar que o imóvel se torne um peso financeiro para você, é importante considerar toda a sua renda familiar e o preço das parcelas, sendo que elas não devem ocupar mais do que 30% de seus rendimentos, evitando assim imprevistos ou apertos financeiros futuramente.

Além disso, também deve-se considerar outros fatores que podem encarecer o imóvel lá na frente, como juros dos bancos e os trâmites burocráticos para que seja necessário registrar a propriedade em seu nome, sendo importante contar esses valores a mais nos 30%.

Por fim, outro aspecto que deve ser observado é a estabilidade de sua renda familiar: Por mais que imprevistos sempre aconteçam, existe a possibilidade de seus rendimentos caírem por qualquer motivo que seja ou é possível suportar com as finanças a médio prazo para que você possa arcar com as parcelas?

Ambições pessoais no futuro

O seu projeto de vida precisa se refletir no imóvel que será adquirido para você, uma vez que escolher uma moradia é uma decisão que irá se refletir nos seus próximos cinco ou dez anos, no mínimo!

Se você pretender se casar e ter filhos nesse tempo, é importante levar isso em conta para comprar uma casa maior, se você tem a intenção de trabalhar no sistema home office no futuro, também precisa ser levado em consideração para adquirir uma casa com um espaço que se adeque ao seu trabalho, por exemplo.

Deste modo, é possível que todas as tuas ambições, não só no presente, mas também no futuro, possam ser adequados ao seu novo imóvel e ele se tornar o mais aconchegante possível para, além de ser uma excelente moradia no presente, também se adeque ao seus planos futuros sem te deixar no aperto em casa.

Verifique as condições do imóvel

Talvez uma das dicas mais importantes que se deve ter em mente antes de comprar o imóvel: Antes de adquirir qualquer propriedade, sempre marque uma visita e verifique absolutamente todos os pontos, sejam interruptores, fiação elétrica, portas, ou qualquer outra coisa.

Muitas vezes, é possível que haja alguma coisa que necessite ser revista antes de realizar qualquer negócio, mas isso só é possível de saber se for conferido pelo futuro proprietário antes da decisão pela compra ser realizada, uma vez que pode existir muitos reparos necessários.

Com isso, é possível que o apartamento ou a casa usada esteja em perfeito estado antes da conclusão do negócio e não haja nenhum incômodo em seu novo lar para morar com segurança.

Confira todas as documentações

Por fim, após escolher a localização, analisar o imóvel que condiz com as suas ambições e suas finanças, verificar todos os pontos da propriedade e serem realizados todos os ajustes necessários, é importante resolver todos os trâmites burocráticos de maneira correta para, de fato, possuir um bem em teu nome.

Apesar de ser um processo que vai requerer muitos momentos de leitura e muita análise, é importante verificar cada documento que for repassado durante a negociação e ficar de olho se não haverá nenhum erro em relação ao que fora proposto antes, evitando incômodos futuros por erro no contrato.

Também é importante garantir que todos os documentos necessários tenham sido repassados para você, uma vez que a falta de um ou mais deles pode inviabilizar o negócio e causar um despejo inesperado no futuro.

Seguindo estas dicas, é possível se planejar melhor para comprar o melhor imóvel para você e finalmente adquirir aquele que será o teu lar, doce lar.

Fonte: Pelo Mundo DF.

06/02/2020 – Como escolher o banco para o financiamento imobiliário

Os juros cobrados são o ponto de partida, mas veja se a instituição presta bom atendimento aos clientes

 

Quem está correndo atrás do sonho da casa própria com certeza também se prepara para escolher o banco para o financiamento imobiliário. Essa parte exige um pouco de pesquisa e paciência. Não saia assinando os papéis só porque a instituição tem a menor taxa de juros. O barato pode realmente sair caro.

 

Escolher o banco para o financiamento imobiliário passa por uma análise que inclui taxa de juros, valor total das parcelas – incluindo seguros e demais cobranças -, qualidade no atendimento e capacidade de resoluções de problemas. Um bom começo é pesquisar na internet, mas lembre-se que aquelas simulações feitas pelos site facilitam o nosso dia a dia, mas é interessante ir pessoalmente, tirar todas as dúvidas e conversar com outros clientes que já financiaram com o banco. Pegue referências como se fosse um serviço qualquer.

 

O motivo de tanta precaução? Você pode ter problemas ao longo do financiamento, como milhares de pessoas têm. Imagina atrasar parcelas, precisar negociar uma dívida e não ter quem te atenda. Ou se o atendimento for confuso e demorar séculos. Ou mesmo precisar transferir o financiamento para outro banco e não ter quem te oriente corretamente.

 

E se a instituição confiável e consolidada que você escolheu não tem juros atrativos, negocie! Lembre-se que o mercado atual está muito propício, com boa concorrência, incluindo abatimento nas taxas, principalmente para clientes com outros serviços. Seria a hora de abrir uma conta nova? Avalie.

 

O economista Eduardo Araújo, do Conselho Federal de Economia (Cofecon), explica que o primeiro passo é a consulta de preço. Para ele, o financiamento deve ser considerado como um serviço ou um produto que você compra.

“O consumidor se sente desestimulado de ir de instituição a instituição, porque toma muito tempo. A pessoa pode começar com uma consulta no site Banco Central, que disponibiliza as taxas de juros por instituição. Ainda que seja uma média das operações que foram feitas no ultimo mês, dá a ideia de qual instituição está praticando o preço mais baixo”, diz o economista.

 

Segundo Araújo, o consumidor pode selecionar as quatro instituições que têm as melhores taxas e focar nelas a pesquisa mais abrangente. Nesse caso, fazer uma tabela comparativa do que cada uma oferece ajuda na hora da decisão, diz ele.

 

“Naturalmente, ao iniciar as visitas nos locais, a pessoa vai perceber que tem instituições que oferecem um atendimento mais rápido, até pelo fato se serem privadas. Em bancos públicos, o consumidor pode penar um pouco. É uma questão pessoal: compensa pagar um preço maior por um atendimento mais rápido e personalizado?”.

O economista lembra que o processo de levantamento deve considerar o custo efetivo total. “Ás vezes, por conta da profissão da pessoa e do pouco tempo disponível, vale a pena pagar um pouco  mais por atendimento melhor. Mas é interessante sair da instituição sabendo quanto vai gastar em cada parcela”.

 

Araújo acha que 2020 é um excelente ano para escolher o banco para o financiamento imobiliário. “Estamos com a menor taxa de juros histórica. Não sabemos por quanto tempo vai permanecer nesse patamar. Há perspectiva de que essa taxa permaneça ao longo de 2020. Hoje o consumidor tem a certeza que vai fazer um financiamento pela taxa mais baixa já existente no País”.

 

Fonte: Zap em Casa

07/11/2019 – Fazer um consórcio imobiliário vale a pena?

Especialista explica como funciona essa modalidade e traz dicas para comprar o imóvel com segurança

Compre um imóvel com segurança e sem juros(Foto: Pexels)

Adquirir um imóvel é um investimento para o futuro. Para muitas famílias, representa a garantia de ter um lar próprio e adequado às necessidades familiares nos anos que virão.

Por outro lado, é uma oportunidade de negócio. Seja ao comprar um terreno para vender depois, seja ao garantir um novo estabelecimento comercial, a segurança de ter um bem imóvel é muito bem-vinda.

Fica então a dúvida de qual é a melhor forma de aquisição para quem pensa nesse planejamento de longo prazo. Nesse sentido, uma modalidade de financiamento destaca-se com diversas vantagens para o público interessado. Confira.

Aumenta a busca pelo consórcio imobiliário

Em 2018 houve um aumento na procura pelo consórcio imobiliário como modalidade de financiamento. Foram aproximadamente 2,6 milhões de novos consorciados no período, entre bens móveis e imóveis, e os consórcios imobiliários terminaram o ano com 885 mil participantes ativos, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O perfil do público interessado no último ano, ainda de acordo com a ABAC, foi majoritariamente das classes C e D (39% e 34%). A classe B vem logo em seguida, com 20% do total, depois de cair dos 26% em 2016 para 12% em 2017, recuperando-se.

A mesma pesquisa mostra também que a maioria tem idade entre os 30 e 39 anos (35%), seguida pelas faixas entre 40 e 49 anos (29) e mais de 50 (25%).

Nota-se nessas características econômicas e de momento de vida, com muitas despesas associadas, a necessidade de programar a compra do imóvel de forma que não prejudique o orçamento familiar. Isso e a garantia de entrega do bem adquirido são os principais fatores que levam à busca por essa modalidade de financiamento.

Por que não a poupança ou o banco?

O consórcio imobiliário vale a pena para quem não tem pressa de adquirir o imóvel e deseja fazer a compra programada conforme sua disponibilidade financeira. Nesse projeto de longo prazo, fazer uma poupança ou contratar um financiamento bancário surgem como outras opções

Altemir Baccin, especialista de representante autorizada e principal parceira do maior banco privado do Brasil, faz a comparação entre os modelos e esclarece as vantagens de ser consorciado.

Primeiramente, com relação ao financiamento bancário, um consórcio como o do o maior banco privado do Brasil não tem juros, taxa de adesão ou valor de entrada. Os juros, como se sabe, viram uma bola de neve com o passar do tempo e tornam a compra do imóvel mais difícil. No consórcio, só há uma taxa de administração fixada em contrato e muito mais acessível, além das parcelas mensais.

No caso da poupança, o especialista sugere a hipótese de uma família querer adquirir um imóvel na faixa dos R$ 475 mil. Se conseguir guardar R$ 2,5 mil por mês, terá de esperar até 190 meses para mudar-se, com o rendimento baixo da poupança e ainda sob risco de desvalorização do poder de compra com o passar do tempo.

Enquanto isso, no consórcio imobiliário, desde o primeiro mês a mesma família pode ser contemplada com uma carta de crédito para aquisição do bem. Ela pode escolher entre mudar-se logo para reduzir as despesas de ter dois imóveis ou alugar para garantir uma renda extra que facilite o pagamento das parcelas até o final do contrato.

Como funciona o consórcio de imóveis

Na hora de fazer o contrato, o consorciado decide o valor da carta de crédito que pretende adquirir. Essa escolha baseia-se no padrão de imóvel que deseja para seu futuro.

Então são definidos o tempo de contrato e o valor da parcela, conforme o orçamento disponível. Essa capacidade de ajustar o financiamento à própria realidade financeira é outra grande vantagem dos consórcios, ressalta Altemir Baccin. Como exemplo, o Consórcio de Imóveis do maior banco privado do Brasil permite o parcelamento em até 192 meses.

A liberação da carta de crédito pode acontecer de duas formas: por sorteio em assembleia ou por lance vencedor. Todos os meses, nas assembleias realizadas pela administradora, os consorciados de um mesmo grupo concorrem entre si por um número predefinido de contemplações em sorteios da Loteria Federal. Essa contemplação pode ocorrer a qualquer momento do contrato, desde o primeiro até o último mês.

Já no caso do lance, também em assembleia ordinária, os participantes podem ofertar valores em um leilão para antecipar a retirada da carta de crédito. Utilizar o FGTS é uma boa opção para complementar esse lance. No entanto, vale ressaltar que o consorciado continua pagando as mensalidades até o fim do contrato, mesmo que seja contemplado antes.

— Após a contemplação, não existe limite de tempo para comprar o imóvel, basta seguir pagando as parcelas mensais e, quando achar o imóvel de seu interesse, iniciar o processo de aquisição. Caso o cliente não compre um imóvel até o término do plano, ele receberá em um prazo médio de 60 dias o valor da carta de crédito em espécie na conta, acrescida de rendimentos — destaca o especialista.

Escolha uma empresa de confiança

Concluindo, Altermir oferece dicas para contratar um consórcio:

— Tome muito cuidado com promessas de contemplação com lance muito baixo, contemplação programada por lance fixo e outras promessas que naturalmente acendem aquela luz de desconfiança.

Por isso, é fundamental escolher uma empresa com história e reputação no mercado!

Via NSC Total

04/11/2019 – Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge no imóvel?

Especialista responde dúvida de leitor sobre financiamento imobiliário. Envie você também sua pergunta

Pergunta do leitor: Tenho 50% de um imóvel com minha ex-esposa; o imóvel está quitado. Na matrícula do imóvel nosso estado civil consta divorciado. Posso usar o FGTS para comprar a participação do ex-cônjuge?

O coproprietário de um imóvel pode usar o seu fundo de garantia para a compra do percentual remanescente de qualquer pessoa, que pode ser parente, cônjuge, amigo ou não ter nenhum vínculo pessoal. Mas é preciso provar que é coproprietário desse imóvel, apresentando a matrícula atualizada em que consta essa informação.

Quando o imóvel está quitado, a pessoa pode usar o FGTS para comprar até 80% dos 50% da parte do ex-conjuge, desde que tenha sido a pessoa que perdeu o direito de morar no imóvel, portanto, quem ficou sem o imóvel após a separação. Além disso, é necessário preencher os demais requisitos do regulamento do FGTS, como não ter outro imóvel, por exemplo.

Em imóveis que ainda estejam financiados, não pode usar FGTS para comprar a parte do outro. O FGTS só pode ser usado como amortização.

Para comprar a outra parte, não é necessária a outorga conjugal (anuência). Se o bem era dos dois, o cônjuge que vai vender não deve anuir, mas manifestar vontade própria de vender sua parte.

Via EXAME – Por Marcelo Tapai é advogado, professor e sócio do escritório Tapai Advogados. Especialista em direito imobiliário e consumidor, é membro efetivo da Comissão Permanente de Direitos do Consumidor da OAB/SP e autor das cartilhas do Procon-SP sobre dicas para compra de imóveis.

30/10/2019 – Aproveite o 13º para comprar o seu imóvel

O benefício pago entre novembro e dezembro pode te ajudar a ter o seu imóvel próprio

Quando ouvimos falar de décimo terceiro salário, é fácil de imaginar que ele será gasto com presentes ou viagens, certo? Acontece que ele pode considerado na hora de realizar o sonho da casa própria, uma vez que ele pode ser dado como entrada em um imóvel do programa Minha Casa Minha Vida.

O programa tem algumas maneiras diferentes de ajudar no financiamento de imóveis novos ou na planta, e estas condições mudam conforme a faixa de renda de cada família. Nesse caso, o décimo terceiro pode ser um grande aliado em ações promocionais que oferecem taxas baixas e descontos.

Caso o imóvel tenha sido comprado na planta, o décimo terceiro pode ajudar nos custos da documentação, ITBI, registro e também a escritura. Já para quem possui um imóvel, é possível fazer uma amortização para quitar as parcelas obtendo um grande desconto ou uma redução de parcelas!

Já imaginou morar em um apartamento com piscina, salão de festas, quadra esportiva, playground? Acesse nosso portal e confira diversos imóveis disponíveis!

Via Imóvel Web