13/02/2015 -> Santa Teresa deverá ter bondes circulando em trecho até o fim de março

Santa Teresa deverá ter bondes circulando em trecho até o fim de março
Uma mudança de estratégia do governo estadual promete começar a botar capítulos finais numa novela que parecia sem fim: a volta dos bondes de Santa Teresa. O secretário de Transportes, Carlos Osorio, afirmou, nesta quarta-feira, que os veículos retornarão à ativa até o fim de março, mas apenas num trecho com cerca de 2,7 quilômetros de trilhos, entre a estação Carioca e o Largo do Curvelo. Até o fim de maio, uma outra parte do trajeto, até o Largo dos Guimarães, deve ser reinaugurada.
— Decidimos fazer a inauguração em fases porque o carioca está com saudade dos bondes e nós também. O trecho até o Curvelo está totalmente pronto, falta apenas concluir um acesso até a garagem de manutenção para que possamos retomar a circulação. Inicialmente, o funcionamento será apenas em alguns horários, mas no fim de março já haverá o transporte regular de passageiros — garantiu Osorio.
O trecho Carioca-Curvelo é o mais emblemático, pois é onde estão os Arcos da Lapa. Apesar do avanço, o fim completo da novela ainda é uma incógnita. A inauguração total, até Silvestre e Neves, não tem prazo definido. As datas de conclusão devem ser anunciadas ao longo deste ano. Em dezembro passado, o estado previa terminar as obras até o fim de 2015.
Nesta quarta-feira, a Procuradoria do Estado entrou com recurso contra a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), publicada em 26 de janeiro, que penhorou os 14 novos bondinhos que estão sendo adquiridos pelo governo. Mesmo com a penhora, Osorio negou que haverá atrasos. Os veículos estão em fase de testes.
O curioso é que a penhora dos bondes ocorreu graças a uma ação do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, que cobra dívidas trabalhistas que chegariam a R$ 78,82 milhões. O contrato assinado pela Secretaria da Casa Civil com a empresa TTrans, em 2012, para a compra dos 14 veículos é de praticamente metade deste valor: R$ 39,9 milhões. E mais: apenas cinco composições já estão efetivamente no Rio para os testes. Até agora, foram empenhados apenas R$ 14,5 milhões nessa compra.
Os cinco bondes, segundo Osorio, serão suficientes para a primeira fase de retomada do transporte. Os outros chegarão à medida que as obras forem concluídas. O sistema parou de funcionar em 2011, depois que um acidente deixou seis mortos e 60 feridos.
(O Globo)

12/02/2015 -> Carnaval: Alterações no trânsito do Centro começam às 23 horas de quinta-feira

Carnaval: Alterações no trânsito do Centro começam às 23 horas de quinta-feira
O Rio deve ter cinco milhões de foliões neste carnaval, sendo 977 mil turistas. Para que tudo dê certo, a prefeitura montou uma megaoperação que envolve diversos órgãos e secretarias. O plano operacional foi apresentado na manhã desta segunda-feira , no Centro de Operações Rio. As alterações no trânsito do Centro começarão às 23h de quinta-feira, com o fechamento da Via Binário no sentido Santo Cristo, para o deslocamento de carros alegóricos.
A recomendação das autoridades é que as pessoas evitem ir ao Centro de carro durante o carnaval, dando preferência ao metrô e ao trem, que funcionarão 24 horas entre os dias 13 e 17, e também no dia 21, por causa do Desfile das Campeãs. Mas os foliões devem ter atenção, pois algumas estações serão fechadas. Por exemplo: quem quiser ir ao Cordão da Bola Preta, que sai no sábado de manhã, precisará descer na Estação Largo da Carioca, pois a Estação Cinelândia não vai funcionar.
— Pra gente o carnaval já começou há muito tempo. Mas a operação mesmo começa na quinta-feira. Será um momento complicado, pois os carros alegóricos deixam a Zona Portuária e passam pela Presidente Vargas. Este ano, tudo será mais difícil porque o Centro tem mais interdições do que em 2014. Não temos a Avenida Rio Branco (livre), por exemplo — disse o secretário municipal de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello, lembrando que foi decretado ponto facultativo na sexta-feira. — A maior preocupação é com a sexta, quando já temos desfile no Sambódromo. Pedimos às pessoas que evitem ir ao Centro de carro. Do contrário, a situação vai se complicar.
INTERRUPÇÕES SERÃO GRADUAIS
As interdições no Centro serão feitas gradualmente. Após o fechamento da Binário às 23h da quinta, uma hora depois será fechada a pista central da Presidente Vargas, sentido Praça da Bandeira, no trecho entre a Avenida Passos e a Estação Cidade Nova do metrô. Quando todos os carros alegóricos estiverem na via, às 6h de sexta, a Binário será reaberta.
Mais tarde, entre 11h e 15h, a Presidente Vargas será novamente fechada, entre a Estação Cidade Nova e a Rua Visconde da Gávea (de novo no sentido Praça da Bandeira), para reposicionamento das alegorias. Assim, a Binário será reaberta a partir desse horário. Os grandes fechamentos ao redor da Sapucaí começarão às 17h de sexta.
No sábado, devido ao desfile do Cordão da Bola Preta, que este ano acontece na Avenida Presidente Antônio Carlos, o trânsito deve piorar. A Rio Branco e a Primeiro de Março serão fechadas a partir das 6h. A interdição para o tradicional bloco passar vai durar até as 14h30.
— Quem não se planejar poderá ter problemas. Para quem vai ao Aeroporto Santos Dumont, o ideal é sair de casa mais cedo e ir pelo Aterro do Flamengo, pois há risco de o bloco invadir a Avenida Beira Mar. Mas montamos uma operação para impedir que isso ocorra — disse Antonio Pedro.
A liberação total do Centro da cidade ocorrerá somente na Quarta-feira de Cinzas, dia 18, às 5h. No Desfile das Campeãs, os fechamentos das pistas da Presidente Vargas começarão à meia-noite de sábado, dia 21.
— Trata-se da maior operação do mundo, com muitos eventos acontecendo ao mesmo tempo e um número cada vez maior de pessoas. É, sem dúvida, uma logística complexa — disse.
A prefeitura vai contar com 690 homens por dia em toda a operação, como guardas municipais e agentes de trânsito. Haverá 60 painéis espalhados pela cidade com informações, 60 veículos e 20 reboques. Já a Secretaria de Ordem Pública (Seop) terá 779 agentes no entorno do Sambódromo, com 34 barreiras montadas ao redor da Sapucaí, cinco comboios móveis de fiscalização e 16 reboques.
Carros estacionados irregularmente serão levados para o depósito da Rua Benedito Hipólito. Segundo o secretário de Ordem Pública, Leandro Matieli, foram credenciados 174 ambulantes em pontos fixos. A Comlurb vai mobilizar 1,2 mil garis; na Sapucaí, serão 80, com 1,1 mil contêineres de lixo.
A Secretaria Municipal de Saúde terá sete postos médicos, com 33 leitos, 30 médicos, 15 enfermeiros, 20 técnicos de enfermagem e 17 ambulâncias com equipes próprias. Em 2013, foram feitos 2.996 atendimentos, e no ano passado, 2.048. No carnaval de rua, foram atendidos entre 60 e 70 pessoas por semana.
Além de funcionar durante as 24 horas, a Supervia terá trens extras com ar-condicionado para a ida e a volta dos foliões, totalizando 100 mil lugares adicionais.
(O Globo)

11/02/2015 -> Vistoria de instalações a gás deveria ser paga por empresas, diz Secovi Rio

Vistoria de instalações a gás deveria ser paga por empresas, diz Secovi Rio
A CEG e as distribuidoras de botijão deveriam arcar com os gastos da vistoria obrigatória das instalações de gás nas residências e no comércio, que passará a ser exigida em todo o estado, a partir de 18 de março. A opinião é do Secovi Rio, entidade representante dos condomínios, segundo o qual o ônus não deveria ser dos consumidores.
Pela nova Lei 6.890 — sancionada em 2014, mas ainda pendente de regulamentação —, a cada cinco anos os moradores e os comerciantes do Rio deverão contratar o serviço de verificação, sob pena de pagarem multa, mas o valor da vistoria ainda não foi fixado.
“(A lei) transfere para os consumidores um ônus que deveria ser da concessionária e das empresas distribuidoras (de gás). Afinal, a responsabilidade da concessionária com as instalações não pode se restringir até o medidor. O consumidor necessita que a concessionária possa periodicamente atestar que todo o sistema de fornecimento e de utilização de gás canalizado se encontra em conformidade com as normas de segurança”, argumentou Pedro Wähmann, presidente do Secovi Rio, durante a tramitação do projeto na Assembleia Legislativa (Alerj).
A entidade pondera também que a vistoria nas instalações a gás já está prevista na Lei 6.400/2013, que prevê a autovistoria predial. O Artigo 1º deteremina que a inspeção também se estende às instalações a gás.
— A lei da autovistoria abrange todas as questões ligadas à segurança da edificação. No momento em que já estou obrigado a fazer a autovistoria, não há necessidade de impor ao condomínio a nova obrigação de algo que ele já fez —, disse Alexandre Corrêa, vice-presidente de Assuntos Condominiais do Secovi Rio, segundo o qual dificilmente a nova lei vai “vingar”:
— Não orientamos o descumprimento, mas a lei é de difícil aplicação. Exige que o consumidor faça a vistoria. Mas quem vai obrigá-lo? A dificuldade de traduzir a lei para a operação gera a necessidade da regulamentação. Não apoiamos a lei.
Regulamentação nem começou a ser discutida
Faltando apenas 37 dias para entrar em vigor, a Lei 6.890 ainda precisará ser regulamentada pelo Poder Executivo. Segundo a assessoria do governo, no entanto, sequer foi formada uma comissão para dar início ao preparo do decreto.
“O Estado ainda está trabalhando em uma regulamentação, pois a Lei só vai entrar em vigor em18 de março”, declarou, em nota.
A nova legislação foi sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão em setembro de 2014 e previa um prazo de seis meses para começar a vigorar. De acordo com a lei, a CEG e as distribuidoras deverão divulgar uma relação de empresas credenciadas para o serviço.
(Extra)

10/02/2015 -> Nasce um novo bairro em Niterói: Jardim Santa Rosa

Nasce um novo bairro em Niterói: Jardim Santa Rosa
Apontada como uma das principais áreas para lançamentos de novos empreendimentos a partir de 2015, o Jardim Santa Rosa – como foi batizado pelo setor imobiliário –, é uma espécie de “novo bairro” dentro de Santa Rosa, porém, com maior potencial para investimentos e uma valorização acima do entorno.
Além disso, o Jardim Icaraí permanece como líder em lançamentos, juntamente ao Centro, que também se destaca a partir desse ano, em função da localização e dos investimentos em melhorias, segundo especialistas do setor.
Já faz algum tempo que as proximidades de Icaraí permanecem no topo dos lançamentos imobiliários em Niterói. No entanto, até mesmo pela falta de terrenos, outros bairros começam a se destacar em número de empreendimentos na cidade, como é o caso da área que construtoras e imobiliárias chamam de Jardim Santa Rosa. Segundo Jorge Rucas, diretor nacional de negócios da João Fortes, o “novo bairro” será sem dúvida a principal área de concentração de lançamentos do mercado em 2015.
“Atualmente, o Jardim Santa Rosa vem tendo o maior número de investimentos, apesar de bairros tradicionais como São Francisco, Ingá e Charitas também terem voltado a oferecer novidades. Vale destacar que, em função dos preços mais acessíveis, o bairro tem atraído um público que basicamente está começando a vida, comprando seu primeiro imóvel. No entanto, a valorização da área é grande, pois a demanda não para de crescer”, destaca Rucas.
Preços – O que se convencionou chamar de Jardim Santa Rosa pelo setor imobiliário, é um quadrante delimitado pelas ruas Noronha Torrezão, Santa Rosa, Siqueira Campos e Vereador Duque Estrada. A área se destaca pela valorização acima do entorno, e, de acordo com a Julio Fortes, se comparado em um valor de mercado atual, o metro quadrado em Santa Rosa está custando em torno de R$ 6,4 mil, já no Jardim Santa Rosa, o preço atual é de R$ 7,4 mil.
O engenheiro Domingos Reis, de 36 anos, há dois anos escolheu o Jardim Santa Rosa para comprar um imóvel. O bairro, segundo ele, oferece uma boa mobilidade e ampla oferta de comércio. Apesar de satisfeito, Domingos destaca a importância da localidade se preparar para o aumento habitacional que está acontecendo.
“Na época da compra, eu estava recém-casado, procurando um imóvel e já pude perceber o potencial do Jardim Santa Rosa, com diversas ofertas de empreendimentos que começariam a ser construídos. Já era a área com mais opções há dois anos. Como trabalho no Rio, acho que o bairro tem uma boa localização para quem precisa fazer esse trajeto. Também vejo o local como sossegado e com bastante oferta de comércio e serviços. Para se ter uma ideia do crescimento, só na vizinhança do meu condomínio três prédios novos estão sendo construídos ao mesmo tempo. Apesar de todas as ruas das proximidades terem sido asfaltadas, acho que deveria haver mais investimento na infraestrutura para receber esse aumento de moradores”, ressalta.
Independente do quadrante mais valorizado, Santa Rosa sempre foi uma boa opção para se morar e com boa demanda, segundo Naum Ryfer, diretor da Pinto de Almeida Engenharia. De acordo com ele, trata-se de um bairro tranquilo, mas ao mesmo tempo próximo a um comércio sofisticado, serviços de qualidade, boas escolas e excelentes restaurantes, além de estar próximo a Icaraí e com fácil acesso à saída para a Ponte Rio-Niterói, ao Centro de Niterói e à Região Oceânica.
“Os terrenos em Icaraí estão cada vez mais escassos e o resultado natural é a procura por bairros vizinhos. O Eldorado II, lançamento da Pinto de Almeida na rua Professor Otacílio, em Santa Rosa, foi um exemplo de grande sucesso de vendas na região. No final de semana de lançamento, ou seja, em apenas 48 horas, o empreendimento teve 60% dos seus apartamentos vendidos. Acreditamos também que Pendotiba, com a breve implantação de uma nova legislação, através da criação de seu Plano Regional de Urbanismo (PUR), será uma boa aposta”, afirma.
Lançamentos – Além de Jardim Santa Rosa, o Centro, que começa a ser beneficiado com investimentos na infraestrutura, promete ser destaque em lançamentos este ano. Segundo o vice-presidente do Sindicato de Habitação (Secovi Rio), Leonardo Schneider, os moradores de Niterói conseguem ter qualidade de vida a um custo menor do que no Rio de Janeiro, estando ao mesmo tempo próximo da cidade. Por essa razão, para ele o Centro de Niterói também vem se tornando um ótimo local para morar e por este motivo tem recebido cada vez mais empreendimentos.
“No Centro há muitas casas que podem se tornar terrenos para empreendimentos e também uma excelente infraestrutura ao lado do Rio de Janeiro e dos principais centros comerciais. A região de São Domingos, que fica ao lado do Centro e perto de Icaraí, também conta com muitas casas e as mesmas vantagens”, destaca.
Infraestrutura – Para o diretor da Pinto de Almeida, o Centro de Niterói será uma das vedetes do mercado imobiliário nos próximos anos com sua revitalização eminente, facilidade de transportes, serviços e comércio.
“Nosso último lançamento no bairro foi o Blue Bay, na Rua Visconde de Uruguai, próximo às Barcas, Ponte, Rodoviária e Plaza Shopping. Serão apartamentos de 56 a 75 metros quadrados, com dois quartos, sendo uma suíte, e coberturas lineares, com piscina, deck e churrasqueira. O condomínio possui área de lazer com brinquedoteca, piscinas, sauna, sala de repouso, salão de festas e jogos, fitness e espaço gourmet, a partir de R$ 317 mil”, destaca Ryfer.
Líderes de venda – Mas nem todos os bairros com grande número de novos empreendimentos serão novidade em 2015. Segundo Schneider, a região de Jardim Icaraí permanece entre as áreas que lideram em quantidade os lançamentos imobiliários em Niterói. Ele afirma, ainda, que essa procura intensa já acontece há muitos anos nas redondezas por serem locais próximos à boa infraestrutura que Icaraí oferece.
“São muitas as vantagens que atraem o interesse por moradias perto de Icaraí, tais como a Rua Moreira César, que é um shopping a céu aberto, com as principais grifes e a consolidação do “Baixo Jardim Icaraí”, com diversos restaurantes. Além disso, essas regiões estão próximas das Barcas e do Catamarã, que são os principais meios de transportes alternativos para atravessar para o Rio de Janeiro”, conta.
(O Fluminense)

09/02/2015 -> Praça da Bandeira será reinaugurada após dois anos

Praça da Bandeira será reinaugurada após dois anos
Apontando o celular para o topo do mastro, o comerciante Robson Oliveira registra o ensaio da Guarda Municipal para a cerimônia de hasteamento da bandeira do país.
– Ficou bonita – disse, arregalando os olhos por trás dos óculos.
Trabalhando em São Cristóvão, ele diz que agora terá um lugar para descansar depois do almoço. Mas sua preocupação é se as enchentes vão persistir.
– Cansei de ficar ilhado no trabalho, esperando o alagamento passar – lembra.
Em obras desde maio de 2013, a Praça da Bandeira está de volta. O prefeito Eduardo Paes irá hastear a bandeira hoje de manhã e reinaugurar a praça. O projeto, que teve investimento de R$ 215 milhões, revitalizou toda a área e construiu um reservatório com capacidade para armazenar 18 milhões de litros de água.
– É uma grande intervenção. A praça foi revitalizada, mas o investimento para a contenção de chuvas continua. Essa foi só a primeira parte. A Grande Tijuca sempre sofreu com as chuvas e, agora, está sendo atendida – disse o secretário Pierre Batista, recém nomeado para comandar a Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos.
Diferentemente do antigo projeto, o atual tem um anfiteatro e espaço para patinação e uso de skate. A prefeitura também instalou aparelhos para exercícios físicos e mesas para carteado, damas e dominó. Para atenuar o sol em dias de céu aberto, foram plantadas 27 árvores. Segundo a secretaria municipal de obras, a iluminação da bandeira também foi reforçada – oito refletores foram instalados de frente para o mastro.
Especialista na História do Rio, o historiador Milton Teixeira comentou a reforma:
– A Praça da Bandeira é um local histórico. Há 200 anos, ali era o ponto que dividia a capital do Império do subúrbio carioca. Antigamente, todas as praças tinham calçadas de pedra portuguesa. Agora, usam cimento. Prefiro como eram antigamente.
(O Globo)

26/01/2015 -> Hemorio faz campanha para garantir estoques de sangue durante o carnaval

Hemorio faz campanha para garantir estoques de sangue durante o carnaval
O Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (Hemorio) lançou hoje (22) a campanha “Vista a Fantasia da Solidariedade”, que objetiva reforçar os estoques de sangue durante o carnaval, período em que geralmente há queda de 50% no volume de doações voluntárias.
O lançamento ocorreu na sede do instituto, no centro da cidade, e contou com as presenças de integrantes da bateria da Escola de Samba Vila Isabel e da porta-bandeira Selminha Sorriso, da Beija-Flor.
Para Esther Lopes, chefe do serviço de Hemoterapia do instituto, os feriados festivos e os meses de férias são ocasiões com grande queda nos estoques. “Muita gente viaja, inclusive doadores regulares, ocasionando baixas no estoque. Isto ocorre nos momentos em que mais precisamos, porque, infelizmente, no carnaval são muitos acidentes. Consequentemente, são mais pessoas nos hospitais precisando de sangue. Realizamos esta campanha há 12 anos e sempre tivemos sucesso. Espero que este ano não seja diferente”, disse.
Selminha Sorriso acredita que é possível se divertir no carnaval sem deixar a causa de lado. “Há alguns anos faço parte da campanha como voluntária, porque acho que dá para sambar, brincar o carnaval e, ao mesmo tempo, se dedicar a algo tão nobre. Temos de colaborar e ajudar a salvar a vida de outro ser humano. É preciso se colocar no lugar do outro e não esquecer que nesses períodos pessoas precisam de ajuda”.
Doando sangue pela segunda vez, a estudante Crissiana Figueiredo, 29 anos, ressaltou que doar sangue não dói. “Hoje estou aqui para ajudar uma amiga que precisa, mas, da primeira vez, foi como voluntária. Sempre tive vontade de participar de campanhas desta natureza, mas tinha receio de dor ou de passar mal depois. Foi muito tranquilo, o que me motiva a doar sangue mais vezes”, admitiu.
O Hemorio abastece com sangue e derivados 200 unidades de saúde conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre elas grandes emergências, maternidades e unidades de Terapia Intensiva. De acordo com o órgão, a média normal são 300 doadores por dia, exceto em épocas festivas.
O instituto tem capacidade para receber o dobro. Hoje, apenas 2% da população brasileira doa sangue com regularidade. O percentual recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é 5%.
Para doar sangue, é preciso estar bem de saúde, documento oficial com foto, ter entre 18 e 68 anos e pesar mais de 50 quilos. Jovens com 16 e 17 anos também podem doar, mas somente com autorização dos pais ou responsáveis. Não é necessário estar em jejum. O voluntário deve evitar alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e bebidas alcoólicas 12 horas antes.
(Agência Brasil)

22/01/2015 -> Aquisição de imóvel na planta pode ser um bom negócio, mas exige cuidados

Aquisição de imóvel na planta pode ser um bom negócio, mas exige cuidados
Com a desaceleraçáo da economia do País, o mercado de imóveis está menos aquecido – o que não significa, no entanto, que adquirir uma unidade ficou mais fácil. Os preços ainda estão altos e exigem um investimento pesado dos compradores. Quem deseja mudar de casa e ainda não possui uma quantia considerável para pagá-la pode recorrer a uma propriedade que ainda será construída.
“Não é um imóvel mais barato, mas seu pagamento pode ser diluído em um maior número de parcelas”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio. Mas atenção: o número de reclamações de quem comprou um imóvel na planta ainda é grande e os consumidores devem ter cuidado ao fechar o negócio.
Dados do Proton-SP apontam que em 2014 as queixas devido à cobrança de taxa indevida aumentaram 4,6% em relação .a. 2013. “Alguns valores como corretagem devem ser arcados pelo fornecedor e a assessoria imobiliária tem de ser opcional”, diz Renata Reis, supervisora de assuntos financeiros e habitação do Procon-SP.
“Mesmo se a venda for concluída, o consumidor deve reclamar e receber o dinheiro de volta”, diz ela.
Na balança
As vantagens e as desvantagens ao adquirir de uma unidade que será construída
Pontos positivos
PARCELAMENTO: É possível pagar a compra em um prazo major, o que diminui o valor das prestações
LANÇAMENTO: Um apartamento novo demanda menos manutenção elétrica e hidráulica e possui um design moderno
VALORIZAÇÃO: Adquirir uma unidade pode ser um bom investimento – principalmente se sua região se desenvolver
Pontos negativos
DATA DE ENTREGA: A compra não é indicada para quem tern pressa em mudar de casa. Atraso na entrega também e urn problema recorrente
IMPREVISTOS: A chance de ocorrer contratempos com um imóvel na planta é maior, corno problemas durante sua construção
MUDANÇAS: O imóvel pronto pode não ficar exatamente como o consumidor imaginou
(Istoé)

16/01/2015 -> Confirmado: Caixa eleva juros de financiamento

Confirmado: Caixa eleva juros de financiamento
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (15/1) uma alta nas taxas de financiamento da casa própria para operações contratadas com recursos da poupança (SBPE).

Segundo a assessoria de imprensa, imóveis financiados usando recursos do FGTS ou pelo programa Minha Casa, Minha Vida não sofrerão alterações.

A nova taxa passa a valer a partir da próxima segunda-feira (19/1), e será aplicada somente aos imóveis financiados depois deste dia.

A Caixa afirmou que está elevando as taxas por causa do aumento da taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 11,75% ao ano.

Sistema Financeiro da Habitação

O Sistema Financeiro Habitacional regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil, como os que são tomados com recursos da poupança e do FGTS.

Para se enquadrar neste sistema, o imóvel deve custar, no máximo, R$ 750 mil em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos outros Estados, o limite máximo do imóvel é de R$ 650 mil.

No SFH, a taxa balcão (padrão, para quem foi mantida em 9,15%; para quem já tem relacionamento com o banco, os juros subiram de 8,75% para 9%.

Para quem já tem relacionamento com o banco e recebe o salário por ele, a taxa subiu de 8,25% para 8,7%.
Para servidores que já têm relacionamento com o banco, a taxa subiu de 8,6% para 8,7%; para servidores com relacionamento e salário, os juros subiram de 8% para 8,5%.

Sistema de Financiamento Imobiliário

O Sistema Financeiro Imobiliário regula todas as transações que não se enquadram no SFH.

No SFI, a taxa balcão (para clientes sem relacionamento com o banco) subiu de 9,2% para 11%; para clientes com relacionamento, o juro passou de 9,1% para 10,7%.

Quem, além de ter conta no banco, receber salário por ele, vai passar a pagar 10,5% de juros no financiamento (ao invés dos 9% atuais).

Para servidores com relacionamento, a taxa sobe de 9% para 10,5%; e para servidores com relacionamento e salário, os juros vão de 8,8% para 10,2%.

Fonte: site UOL

13/01/2015 -> Mercado imobiliário vive fase de maturidade, aponta vice-presidente do Secovi Rio

Mercado imobiliário vive fase de maturidade, aponta vice-presidente do Secovi Rio
Os dados não mentem: imóveis acima da inflação, lançamentos de empreendimentos superando a expectativa, financiamentos a todo vapor e mais bairros como opção de moradia. Segundo especialistas, o mercado imobiliário ficou mais robusto e o que antes era visto como desaquecimento ou recessão, passou a ser percebido como maturidade.
E o que reserva para mercado imobiliário para 2015? Haverá valorização acima da média ou ruídos de uma bolha se tornarão palpáveis? Qual será a tendência do crédito imobiliário, aumento ou retração? Esses e outros questionamentos foram destaque do Tema Livre da quarta-feira (7), que contou com o vice-presidente do Secovi Rio (Sindicato da Habitação), Leonardo Schneider.
Para ouvir o programa na íntegra, clique aqui. O Tema Livre vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 10h04, pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
(Rádio Nacional)

09/01/2015 -> Prédio centenário do Rio é restaurado e abrigará ‘Casa das Águas’

Prédio centenário do Rio é restaurado e abrigará ‘Casa das Águas’
Em comemoração aos 450 anos do Rio, um edifício centenário na região da Cruz Vermelha, no Centro do Rio, está sendo restaurado para abrigar o futuro Centro Cultural Casa das Águas. O imóvel, onde já funcionou a sede da antiga Inspeção Geral de Obras Públicas da Capital, entre outros órgãos públicos, será o primeiro espaço dedicado a falar, exclusivamente, sobre a água no Brasil.
As obras estão na última fase de implantação, mas ainda não há data prevista para o início do funcionamento do centro cultural, apesar de o espaço ter sido inaugurado em dezembro de 2014. A fachada, que data do século passado, foi preservada e inteiramente restaurada, ao contrário da parte interna, que passou por um grande processo de modernização. O projeto também investiu em sustentabilidade e implementou um sistema de captação e aproveitamento de água da chuva.
Segundo o presidente da Cedae, Wagner Victer, em todo o prédio foi realizada uma recuperação estrutural, com implantação de novas instalações elétricas, hidráulicas, de esgoto e de ar condicionado, construção de novas escadas e instalação de elevadores para serem usados pelo público.
Após sua inauguração, a Casa das Águas vai exibir filmes, oferecer atividades educativas e jogos, além de investir em eventos para aumentar a consciência ecológica dos visitantes, principalmente em relação ao uso racional da água.
O espaço foi idealizado para convidar o visitante a aumentar seu conhecimento sobre a água: seu ciclo, seus estados e seus usos no Brasil e no mundo, através do tempo. Elementos cenográficos vão representar a história de como a água chega a nossas casas, como ela está distribuída em nosso planeta e quais são os problemas enfrentados pelo homem para que consiga preservar este bem.
Imóvel centenário
Construído no final do século 19, na Rua Mata Cavalo, hoje Riachuelo, o prédio foi adquirido em 1901 pelo Governo da República, por meio do Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas para servir de sede à Inspeção Geral de Obras Públicas da Capital Federal. Em 1930, o órgão e o imóvel passaram a pertencer ao Ministério da Educação e Saúde Pública.
Plantas de 1966 a 1968 mostram que o edifício foi cadastrado como Companhia Estadual de águas da Guanabara (Cedag), atual Cedae. O prédio recebeu o nome Engenheiro Ataulpho Coutinho em homenagem ao engenheiro sanitarista de mesmo nome nas décadas de 1950 e 1960.
Em 1992, com o decreto municipal que determinou o tombamento ou preservação das edificações da região da Cruz Vermelha e adjacências, o prédio principal passou a integrar o Corredor Cultural da Lapa.
Em 1995, o Arquivo Público do Estado foi transferido do prédio do Tribunal de Contas (TCE) para a Rua do Riachuelo, mas devido à falta de manutenção no local, o acervo foi retirado e desde então o imóvel vinha sofrendo a ação do tempo, até que em 2011 a restauração foi decidida para abrigar naquele espaço um centro cultural para contar a história da água.
Desde então, o imóvel vem sofrendo a ação do tempo e da falta de manutenção, até que, em 2011, surgiu a ideia de restaurá-lo e construir ali um Centro Cultural que contasse a história da água.
(G1)