08/07/2015 -> Quatro bondes de Santa Teresa entram em testes operacionais

Quatro bondes de Santa Teresa entram em testes operacionais

Quatro novos bondes estão sendo testados num trecho de 900 metros em Santa Teresa, onde obras foram refeitas. A Secretaria estadual de Transportes iniciou ontem os testes com quatro dos 14 bondes que circularão experimentalmente em Santa Teresa.

Durante a operação, que vai durar dez dias, os veículos percorrerão o trecho entre a estação Carioca e a Rua Joaquim Murtinho. O trajeto de 900 metros será feito sem passageiros, para avaliar os freios magnéticos (os novos bondes têm cinco tipos de freios, contra três dos antigos).

Por determinação do governo estadual, foi preciso cortar e rebaixar paralelepípedos entre o fim da Rua Joaquim Murtinho e o Largo do Curvelo. A altura do calçamento comprometia a atuação dos freios magnéticos sobre os trilhos. Os ajustes devem ser concluídos na próxima semana.

Segundo o secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osorio, a previsão é que, até o fim de julho, esses quatro bondes passem a levar passageiros entre a Estação Carioca e o Largo do Curvelo, das 11h às 16h, sem cobrança de tarifa.

– Acompanhados pelo fabricante dos bondes (T Trans), vamos fazer os ajustes necessários para recebermos a autorização e a garantia de que os veículos estão em perfeitas condições de uso – diz Osorio, informando que o consórcio responsável pelos trilhos tem até meados de julho para concluir as alterações.

Quatro novos bondes estão sendo testados num trecho de 900 metros em Santa Teresa, onde obras foram refeitas. A Secretaria estadual de Transportes iniciou ontem os testes com quatro dos 14 bondes que circularão experimentalmente em Santa Teresa.

Durante a operação, que vai durar dez dias, os veículos percorrerão o trecho entre a estação Carioca e a Rua Joaquim Murtinho. O trajeto de 900 metros será feito sem passageiros, para avaliar os freios magnéticos (os novos bondes têm cinco tipos de freios, contra três dos antigos).

(O Globo)

07/07/2015 -> Uma boa gestão vai além do que é previsto pela lei

Uma boa gestão vai além do que é previsto pela lei

Administrar um condomínio demanda diversas ações que, muitas vezes, os moradores e até os próprios gestores não sabem bem ao certo quais são as obrigações de um síndico.

Entre essas atribuições, as previstas por lei, são: representar o condomínio; cumprir e fazer cumprir a Convenção; diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns; convocar assembleia; elaborar orçamentos; realizar o seguro da edificação e cobrar dos condôminos suas contribuições.

Entretanto, apenas cumprir as exigências básicas não garante uma boa administração. Considerando que a gestão de um condomínio é uma tarefa multidisciplinar, o apoio de uma administradora de imóveis é importantíssimo. Essas empresas possuem especialistas para lidar com cada demanda e, por isso, garantem a prestação de um serviço profissional, evitando riscos de desvalorização das unidades.

Mas, além da parte burocrática, em uma época em que os condôminos se mostram mais exigentes e conscientes, os síndicos que conseguem atuações de destaque e bons resultados são aqueles que se preocupam com a sustentabilidade. A implementação de medidas que evitem desperdício, favoreçam o meio ambiente e garantam a boa convivência entre moradores e sociedade pode ser um verdadeiro diferencial na hora de gerir um condomínio.

Para ajudar nesse sentido, veja alguma medidas que não são previstas por lei, mas colaboram para uma gestão de sucesso:

• É muito importante saber lidar com pessoas (funcionários, fornecedores, condôminos) e geri-las, reforçando o trabalho em equipe;

• Um bom síndico é capaz de ser conciliador e apaziguador, promovendo a integração das pessoas, estimulando-as a participar das decisões da administração do condomínio que são tomadas nas assembleias;

• Estimular a comunicação entre os públicos também está entre as qualidades desejáveis de um gestor condominial;

• Manter-se atualizado sobre novas regras e possibilidades de atuação pode fazer a diferença na hora de administrar.

O Secovi Rio também é uma ferramenta importante para uma administração condominial bem sucedida, já que os condomínios adimplentes com as contribuições sindicais podem usufruir de uma série de benefícios disponibilizados pela entidade.

Atendimento jurídico especializado, cursos e palestras com especialistas em gestão de condomínio, acesso a pesquisas e publicações que podem contribuir para o desempenho da função de síndico são apenas alguns exemplos. Conheça aqui todos os benefícios de estar adimplente com suas contribuições com o Secovi Rio.

(Secovi Rio)

06/07/2015 Prefeito do Rio sanciona lei que multa locais que proibem amamentação em público

Prefeito do Rio sanciona lei que multa locais que proibem amamentação em público

O prefeito Eduardo Paes sancionou na terça-feira um projeto de lei que multa quem proibir a amamentação em público.

De acordo com o texto, publicado no Diário Oficial do Município, mulheres poderão amamentar bebês em qualquer espaço do território municipal, seja ele público ou privado, aberto ou fechado.

O projeto foi apresentado em 2014 pelos vereadores Dr. João Ricardo e Marcelo Arar, mas só nesta terça-feira foi sancionado pelo prefeito.

De acordo com a nova lei, as empresas que determinarem a proibição de amamentar em público sem motivo definido serão punidas com multa de R$ 2 mil por cada bebê que for impedido de mamar. Esse valor pode pular para R$ 10 mil caso os motivos apresentados para a proibição sejam falsos.

Ainda de acordo com a determinação, os órgãos municipais terão avisos informando que é permitido amamentar, com a indicação da lei.

Em abril, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou uma lei similar que prevê multa de R$ 500 para quem constranger mães que amamentam em público.

Assim como no Rio, a punição vale para estabelecimentos fechados ou abertos destinados a atividades comerciais, culturais, recreativas ou de prestação de serviço público ou privado.

(O Globo)

02/07/2015 -> Contratação de seguro de condomínio é obrigatória e responsabilidade do síndico

Contratação de seguro de condomínio é obrigatória e responsabilidade do síndico

A contratação do seguro de condomínio é obrigatória e cabe ao síndico essa responsabilidade. É o que determina o Artigo 13 da Lei nº 4.591/1964, que prevê ainda que esse seguro proteja o imóvel e as áreas comuns contra danos causados por incêndio ou outro sinistro que cause sua destruição parcial ou total, computando o prêmio como despesa ordinária do condomínio.

A lei determina ainda que, no caso de conjunto de edificações, os imóveis assegurados devem ser discriminados e que essa contratação deve se dar em até 120 dias após a emissão do Habite-se, sob pena de multa correspondente a 1/12 do imposto predial.

De uma corretora de seguros, André Coutinho, esclarece que a lei determina como obrigatória apenas a contração da cobertura básica simples do seguro de condomínio. Porém, desde julho de 2011, o mercado oferece a opção da cobertura básica ampla, em conformidade com a Resolução nº 218/2010 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

“Essa modalidade foi criada com o intuito de tornar o seguro de condomínio o mais completo possível. Entretanto, em função do valor para sua contratação, a cobertura básica simples continua sendo a mais utilizada pelos condomínios”, comenta Coutinho.

Coutinho explica que a diferença de valores está diretamente relacionada à composição e ao funcionamento de cada cobertura. Ainda que ambas protejam obrigatoriamente o condomínio contra incêndio, raio, explosão, fumaça e queda de aeronaves, a modalidade básica simples permite que as demais coberturas sejam contratadas individualmente, com valores de indenização definidos pelo contratante.

Já a modalidade básica ampla inclui em sua apólice o resguardo ao empreendimento contra uma diversidade maior de sinistros, abrangendo vendaval; impacto de veículos; danos elétricos; quebra de vidros; chuveiros automáticos (sprinklers); tumulto; greve; Lock Out (bloqueio); danos materiais aos portões; alagamento; desmoronamento; vazamento de tanques e tubulações.

Quanto ao cálculo do valor da indenização, Coutinho explica que na modalidade básica ampla do seguro de condomínio há um Limite Máximo de Indenização (LMI) único, “ou seja, é estipulado um valor para todas as coberturas, deduzido a cada indenização”. Como exemplo, considera-se a contratação de um seguro de condomínio com verba única de R$ 4 milhões. No caso de um sinistro de R$ 200 mil de vendaval, esse limite global reduz automaticamente para R$ 3,8 milhões.

Para o diretor da corretora, a decisão por uma modalidade ou outra é uma decisão pessoal do síndico com os demais condôminos. Coutinho lembra ainda que o valor do prêmio deve ser definido com base no custo de reconstrução de cada unidade por metro quadrado.

“Muitas pessoas acreditam que deve ser contratada para a cobertura básica o valor de mercado do imóvel, mas a seguradora vai pagar somente o referente ao preço real de reconstrução do mesmo. Além disso, vale lembrar que se o valor contratado não for condizente com a realidade, o síndico responde legalmente, ativa e passivamente, em juízo e fora dele, caso comprove-se que ele o fez de forma insuficiente ou inadequada”, alerta.

Coutinho diz ainda que nos condomínios com casas ou apartamentos financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) pode ocorrer a dupla contratação do seguro, a do condomínio e a do mutuário, ambos obrigatórios.

Nesse caso, o seguro de condomínio pode ser complementar, protegendo o mutuário contra a possibilidade de um sinistro superar a importância segurada no contrato com o banco, já que o contrato de financiamento do seu imóvel obrigatoriamente tem cobertura contra incêndio e outros sinistros que possam causar a destruição total ou parcial da sua unidade, garantindo a reposição integral.

“Um não invalida ou substitui legalmente o outro. O condomínio também não tem a obrigação de isentar o proprietário do imóvel financiado do custo do seguro, já que essa é uma despesa ordinária. No entanto, o dono de um imóvel financiado deve solicitar ao síndico que exclua a sua unidade do cálculo da cobertura básica obrigatória, já que tem a garantia do seguro habitacional”, orienta Coutinho.

(Bem Paraná)

24/06/2015 -> Trilhos do VLT mudam a paisagem na Rio Branco

Trilhos do VLT mudam a paisagem na Rio Branco

Os cariocas começam a ter uma noção de como ficará o Centro com o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que vai conectar toda a região central da cidade e a Zona Portuária.

Na Avenida Rio Branco, que tem uma extensão de 1.800 metros, foram instalados os primeiros 288 metros de trilhos que já servem como aperitivo para quem quiser imaginar a via com a volta do bonde, só que em versão moderna.

Os trilhos foram instalados em dois trechos: entre a Praça Mauá e a Presidente Vargas, e entre a Avenida Almirante Barroso e a Cinelândia.

O VLT promoverá a integração dos usuários dos diversos sistemas de transporte públicos, interligando a Rodoviária Novo Rio, a Central do Brasil (trens e metrô), Barcas e o Aeroporto Santos Dumont, além dos BRTs, linhas de ônibus convencionais, terminal de cruzeiros marítimos e o Teleférico do Morro da Providência.

O protótipo do veículo está aberto à visitação, na Cinelândia, de segunda a sexta, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h. O público pode visitar as instalações internas e receber informações detalhadas sobre o projeto.

(O Dia)

23/06/2015 -> Definido valor de reajuste salarial para empregados de condomínios

Definido valor de reajuste salarial para empregados de condomínios

Os empregados de edifícios residenciais, comerciais e mistos do Rio, da Baixada Fluminense e Região dos Lagos terão reajuste salarial de 8%, com vigência a partir de 1º de abril, conforme o estabelecido na convenção coletiva de trabalho firmada entre o Secovi Rio e o sindicato laboral.

Os pisos, que estão fixados na cláusula terceira, passam a ser:

a) Porteiro, porteiro noturno, vigia e zelador: R$ 1.076,70
b) Guardiões de piscina: R$ 1.052,70
c) Servente, faxineiro e demais empregados da categoria profissional: R$ 929,28
d) Funcionários do setor administrativo de shoppings e apart-hotéis: R$ 1.069,29

As diferenças salariais advindas da aplicação da convenção deverão, preferencialmente, ser pagas em parcela única, juntamente com o salário do mês de junho de 2015, admitindo-se, entretanto, que o pagamento seja feito em no máximo duas parcelas, sendo a primeira com o salário de junho, se o empregador não tiver disponibilidade financeira para honrá-las em parcela única.

A convenção se aplica aos seguintes municípios: Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Belford Roxo, Cabo Frio, Casimiro de Abreu, Duque de Caxias, Guapimirim, Iguaba Grande, Itaguaí, Japeri, Magé, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, Rio das Ostras, Rio de Janeiro, São João de Meriti e São Pedro da Aldeia.

A íntegra da Convenção pode ser acessada no link “negociações coletivas” deste site.

19/06/2015 -> Índice que baseia reajustes de aluguel tem alta de 0,59%

Índice que baseia reajustes de aluguel tem alta de 0,59%

A segunda prévia de junho do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 0,59%. A taxa é superior ao 0,41% observado na segunda prévia de maio.

Com o resultado da prévia de junho, o índice, usado no reajuste de contratos de aluguel, acumula taxa de 5,51% em 12 meses.

A alta da taxa na passagem de maio para junho foi provocada pelos preços no varejo e na construção. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, subíndice do IGP-M que analisa o varejo, passou de 0,52% na prévia de maio para 0,75% na prévia de junho.

Já a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,3% para 1,67% no período.

Por outro lado, os preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, tiveram uma inflação mais moderada na prévia de junho: 0,35%. Na prévia de maio, a taxa havia ficado em 0,39%.

(Exame Online)

18/06/2015 -> Especialista defende selo verde para novas obras

Especialista defende selo verde para novas obras

A engenheira Virgínia Sodré, da Infinitytech, defende mudança no perfil das edificações para gastar menos água e luz. Um caminho, segundo ela, é obter certificações de construção sustentável como Aqua-Hqe e Green Building, além do Procel Edifica, programa do governo de eficiência energética. “O cenário crítico demonstra necessidade urgente de maior preocupação com a água” disse.

De acordo com o Green Building Council (GBC) Brasil ,estudos feitos nos Estados Unidos mostram que empreendimentos certificados economizam até 30% de energia e reduzem até 50% o consumo de água.

A Even, número 1 no ranking das incorporadoras no Top Imobiliário, já vende prédios verdes “com mensuração de vantagens para o consumidor”, afirma o vice-presidente de Operações, João Azevedo, apostando no diferencial do seu produto, com selo Aqua-Hqe, da Fundação Vanzolini.

A crise da água, segundo ele, colocou a sustentabilidade em evidência. “Desde 2012, nossos residenciais são certificados pelo Aqua”, afirma.

Azevedo não diz quanto uma obra certificada sai mais cara que a convencional – “tem sobrecusto, mas é pequeno” -, mas destaca o retorno em termos de imagem: “Ser uma empresa sustentável agrega confiança, favorece a marca.”

A empresa pensa em qualificar o uso operacional porque o apartamento sustentável só cumpre sua função se o uso for consciente. Um bom exemplo, na opinião de Azevedo, é o chuveiro. “Não dá para usar aqueles panelões gigantes com enorme vazão de água”, afirma.

Durante o seminário de sistemas prediais, organizado pelo Sinduscon, o diretor técnico da Tecnisa, Fábio Villas-Bôas, defendeu os retentores de vazão, peça que gera economia ao ser acoplada na ducha. “Nove litros por minuto é mais do que suficiente, mas tivemos de criar um dispositivo com a Deca, para que isso fosse feito direto no tubo”, conta Villas-Bôas. “Quando é aplicado na interface do chuveiro, o cliente arranca.”

Virginia Sodré apresentou no evento dados do Programa de Pesquisa em Saneamento Básico (Prosab) que apontam o chuveiro como maior gastão em edifícios residenciais, com 37% do total, seguido pela bacia sanitária (22%), pia da cozinha (18%) e lavadora de roupa (9%).

Villas-Bôas também falou dos sistemas de economia de energia, citando o Procel Edifica. “Infelizmente, 91% dos prédios certificados no Brasil são da Tecnisa”, disse, observando que sua empresa não tem muitos prédios. “Quase ninguém está fazendo. Não é mérito nosso. É demérito do mercado, que não comprou o programa.”

(O Estado de São Paulo)

16/06/2015 -> Economia de água em construções sustentáveis

Economia de água em construções sustentáveis

Um dos principais desafios do país atualmente é encontrar soluções econômicas e significativas para superar as dificuldades em relação ao cenário energético e hídrico pelas quais o Brasil passa. O abastecimento de água enfrenta grandes desafios. A escassez e os investimentos necessários em infraestrutura já impactam no custo da água para a população.

Vários são os projetos para tentar amenizar os problemas de abastecimento. Dentre eles, podemos citar as obras para transposição de rios, o trabalho de despoluição e a proteção de mananciais. Todas estas alternativas requerem altos investimentos, tempo para planejamento e execução de obra, gerando benefícios no médio e longo prazo. Em paralelo a isso, soluções de curto prazo podem e devem ser adotadas para a melhor utilização da água, tais como a redução do desperdício, e maior eficiência também no reaproveitamento.

Nos grandes centros urbanos do país, as edificações – tanto no segmento comercial, residencial ou público – são responsáveis pelo maior consumo de água potável. Nesse ponto, pode-se destacar que o movimento da construção sustentável, que preza pelo consumo inteligente desse recurso, desde a execução da obra, até no momento de uso e de manutenção, tem contribuído de forma significativa para a mudança desse quadro.

Leia mais no blog Condomínios Verdes.

15/06/2015 -> Crea-RJ dará treinamento para vistoria de gás

Crea-RJ dará treinamento para vistoria de gás

O Crea-RJ iniciará um ciclo de treinamentos para profissionais da engenharia a fim de esclarecer os principais pontos da lei que obriga a inspeção de segurança nas instalações de gás, que foi recentemente regulamentada no Estado.

O primeiro treinamento será destinado apenas às empresas de engenharia e acontecerá no próximo dia 24, entre 9h e 13h, com o workshop Inspeção de Segurança nas Instalações de Gás.

O evento contará com a presença de representantes da Secretaria de Desenvolvimento do Estado, do Corpo de Bombeiros, da CEG, do Inmetro e da Agenersa (Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio).

Em uma segunda etapa, este mesmo treinamento será oferecido a técnicos e engenheiros.

O objetivo é tirar dúvidas sobre todos os equipamentos que devem ser inspecionados e atender a demanda por profissionais da engenharia para elaborar os laudos técnicos de vistoria de instalações de gás.

O evento acontecerá na sede do Crea-RJ, no centro do Rio, e em todo o Estado por meio das Inspetorias do Conselho. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo e-mail: sheila.gutierrez@crea-rj.or.br.

No título do e-mail, incluir: Curso de vistoria de instalação de gás domiciliar. Mais informações: (21) 2179-2087.