21/07/2021 – Tudo que o síndico precisa saber sobre infiltração no condomínio

Para desempenhar a função de síndico, é fundamental ter muito preparo e responsabilidade.

Sobretudo quando surgem problemas que coloquem os moradores e seu patrimônio em risco. Um cuidado que nunca pode ser subestimado é o que diz respeito à infiltração no condomínio.

As infiltrações de maneira geral são muito nocivas a qualquer edificação, e precisam ser reparadas da maneira mais breve possível.

Quando essas infiltrações ocorrem nas áreas privativas, cabe ao síndico cobrar que o responsável promova o conserto.

Já quando a infiltração aparece na área comum, quem tem que pôr a mão na massa é o síndico.

Para não ser pego de surpresa, siga esse guia prático:

1. Detecção da infiltração

Uma infiltração só pode ser detectada depois que já aconteceu, seja pela aparição de manchas no teto, seja pelo gotejamento, então fique de olho!

Não espere alguém reclamar para tomar uma atitude.

As garagens e as lajes do último andar são as maiores vítimas de vazamento no condomínio.

Ter um plano de manutenção que seja cumprido à risca permite que você seja o primeiro a saber do problema.

Dessa forma, a ação corretiva pode ser tomada de forma rápida, diminuindo sensivelmente os estragos.

2. Isolamento do local atingido

Tão logo a infiltração seja constatada, e esteja acontecendo na garagem e bem em cima de alguma vaga de estacionamento, o mais prudente é isolar essa vaga até que o reparo seja executado.

A água que passa pela laje carrega junto com ela sais minerais do concreto, que quando entram em contato com a lataria do carro, danificam sua pintura.

Para os casos onde possam haver móveis, tapetes e carpetes, vale o mesmo.

3. Busca de ajuda profissional

Não tente resolver um problema complexo como esse com o “faz tudo” do prédio.

As falhas da impermeabilização que dão origem às infiltrações costumam acontecer por conta do emprego de materiais incorretos ou pelo uso de mão de obra sem especialização.

Fuja dos aventureiros.

Busque empresas idôneas e com boas referências no mercado, que possam dar garantia dos serviços prestados e que contem com mão de obra qualificada.

4. Escolha do sistema

Dê preferência por sistemas com tecnologias mais modernas, que possam te oferecer durabilidade e qualidade.

5. Finalização do reparo

Com a impermeabilização reparada, basta providenciar os serviços de reparo nos forros, tetos e paredes que eventualmente tenham sido atingidos pela infiltração.

Fonte: Fiber Sals / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/tudo-que-o-sindico-precisa-saber-sobre-infiltracao-no-condominio/

20/07/2021 – Saiba como fazer a manutenção da parte elétrica do prédio

A manutenção da parte elétrica do prédio é fundamental para trazer segurança, economia de energia e redução de custos dos equipamentos e aparelhos que param de funcionar.

Ela é responsável por revisar e trocar componentes que não são usados corretamente ou que já não estão mais funcionando. Durante a vistoria é verificado quais são os motivos pelos quais os problemas aparecem nos prédios.

Neste artigo, você saberá as principais informações sobre a manutenção elétrica.

Quem é a responsabilidade da manutenção;

Quando fazer a manutenção;

Quais são as consequências de não fazer a manutenção;

Como fazer a manutenção elétrica do prédio.

Vamos lá?

De quem é a responsabilidade da manutenção elétrica?

O síndico tem co-responsabilidade na segurança dos moradores. Sendo assim, ele deve ter um cuidado especial com a manutenção elétrica. Os condôminos podem conferir o seu quadro de luz, a fiação e até os eletrodomésticos e equipamentos que estão em sua residência.

No entanto, se a manutenção do prédio não estiver em ordem, o síndico pode ter vários problemas em seu condomínio.

Quando fazer manutenção elétrica do prédio?

A manutenção elétrica de um condomínio não pode ser executada somente uma vez. Além disso, o síndico não pode ter cuidado com essa questão apenas quando têm um problema no prédio.

A manutenção deve ser realizada de forma preventiva para evitar os riscos que um sistema desgastado pode trazer para os moradores. Além disso, quando tudo está funcionando sem nenhum defeito, os condôminos têm mais economia com a conta de luz. Portanto, o ideal é que a manutenção seja feita a cada ano.

Uma das formas de identificar o momento exato de fazer manutenção na parte elétrica de um prédio é por meio do histórico das contas de energia do condomínio. Verifique o consumo e analise se ele aumenta com frequência sem nenhum motivo.

Outro ponto importante é que você deve informar aos moradores sobre os cuidados com a conta de energia para evitar manutenções frequentes. Lembre-se de repassar essas orientações na assembleia de condomínio.

Existem alguns procedimentos que ajudam a evitar vários problemas em seu condomínio como: reapertos de terminais e limpeza dos contatos. A manutenção também deve ser realizada quando a vida útil dos equipamentos estiver acabando. Sendo assim, não espere que objetos estraguem para executar esse procedimento.

É fundamental que o seu condomínio trabalhe com a manutenção de forma preventiva. O síndico que tem esse pensamento consegue ter mais economia e menos trabalho para consertar os equipamentos.

Então, é interessante que você entre em contato com um eletricista para executar a manutenção anual. Ah, não se esqueça de orientar o zelador para que ele faça as vistorias do prédio. Neste momento, o mais indicado é observar os componentes do sistema elétrico para ver se há algum defeito.

Quais são as consequências de não fazer manutenção?

O condomínio que não faz a manutenção da parte elétrica do prédio com frequência tem uma série de prejuízos. Um deles é em relação ao consumo de energia, uma vez que a conta de luz dos moradores pode aumentar rapidamente.

Outro prejuízo é com a segurança do condomínio. Para se ter uma ideia, o sistema elétrico ineficiente causa vários desastres como fuga de corrente, curto – circuito e até descargas de energia, que pode resultar em mortes. Os incêndios também são muito comuns quando a manutenção elétrica não está em dia.

Como fazer a manutenção da parte elétrica?

O segredo para fazer a manutenção elétrica corretamente é criar um checklist com as principais questões que deve-se analisar no condomínio.

Uma das formas de evitar curtos e acidentes no prédio é verificar a qualidade dos fios, os itens que compõem a rede elétrica e a sobrecarga. Aqui, não se esqueça de olhar o cabeamento, plugues e os interruptores.

Os equipamentos e dispositivos de segurança são outros pontos que deve ser analisado com cuidado. A falta de manutenção pode resultar em incêndios e outras consequências que prejudicam a saúde dos moradores.

Portanto, se estiverem com problemas precisam ser trocados na mesma hora. A vistoria deve ser realizada por um profissional eletricista.

O síndico também deve observar a vida útil dos equipamentos. Fique de olho não só na validade mas também naqueles que não são utilizados há muito tempo. Se forem ligados novamente podem trazer riscos para os moradores e profissionais do condomínio.

A manutenção elétrica traz mais segurança e economia para o síndico. Nesses casos, a regra é clara: a manutenção corretiva gera mais prejuízo do que a preventiva. Sendo assim, não marque bobeira. Coloque esse procedimento como parte da sua rotina e mantenha os condômino informados sobre a manutenção.

Fonte: Adm Casa / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/saiba-como-fazer-a-manutencao-da-parte-eletrica-do-predio/

16/06/2021: Secovi Rio divulga relatório de negociações concretizadas até maio de 2021

Cidade registrou crescimento de 179% nas vendas residenciais e 230% nas transações comerciais, com o Centro superando a Barra da Tijuca na procura por salas e lojas

Dados apurados pelo Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Secovi Rio (Cepai) apontam que, no mês de maio de 2021, houve aumento de 179% no número de negociações residenciais e de 230% nas transações comerciais fechadas no município do Rio, na comparação com o mesmo mês de 2020.

O relatório também aponta bom desempenho entre janeiro a maio deste ano, com crescimento de 80% nas negociações residenciais e de 60% nas comerciais neste período, em relação aos mesmos meses do ano passado.

Na análise dos imóveis residenciais negociados apenas no mês de maio, podemos observar que 2021 teve o melhor resultado desde o ano de 2012. Num ranking dos 15 locais que apresentaram mais contratos fechados, o destaque fica para a Zona Oeste da cidade, com os bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá tendo bastante procura.

Em relação aos imóveis comerciais, o Secovi Rio observou que o resultado de maio foi o melhor desde o ano de 2018. Considerando o período que engloba os meses de janeiro a maio de 2021, o mercado imobiliário comercial da cidade teve o melhor período desde 2013. Dentro os 15 bairros mais procurados para salas e lojas, o Centro apareceu como destaque pela primeira vez, superando a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes.

Veja o relatório completo aqui.

Fonte: https://www.secovirio.com.br/maio-de-2021-registra-aumento-de-179-no-numero-de-negociacoes-residenciais-no-rio/

11/06/2021 – Doar sangue salva vidas!

Os bancos de sangue por todo o País continuam necessitando da colaboração da população, ainda mais nestes tempos de pandemia.

No site do HEMORIO é possível agendar a solicitação através de “chatbot” (chamada de Livia.bot), baixar o termo de autorização para jovens que queiram ser doadores e estão com 16 ou 17 anos e também ter acesso aos canais de comunicação para esclarecimento de dúvidas.

Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre. No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente.

Para saber mais: http://www.hemorio.rj.gov.br/

21/05/2021 – Seu condomínio já aproveita as facilidades digitais?

Grande parte da rotina condominial pode se beneficiar da digitalização e outras inovações tecnológicas. Em um primeiro momento, a adoção de processos digitais pode provocar receios, afinal, muitos não se sentem à vontade com mudanças ou mesmo com a informatização.

Saiba que, na realidade, é tudo muito simples: nada muito diferente do que acessar os já populares aplicativos de redes sociais, mensagens e outros tão comuns na nossa rotina atual.

Por exemplo, com o aplicativo da Zirtaeb, síndicos e condôminos conseguem realizar, em alguns cliques, várias ações que antes eram burocráticas.

Veja alguns exemplos:

Segunda via de boletos – ao invés de ligar ou enviar email para o setor de cobrança da administradora, informar os dados e aguardar a resposta, basta entrar no aplicativo e clicar em um botão para receber a cobrança.

Reserva de áreas comuns – o que antes envolvia duas ou mais pessoas, necessidade de consulta a agenda, dependia da disponibilidade do síndico ou subsíndico, agora é feito pelo app: o condômino escolhe o dia livre e o sistema registra sua reserva.

Troca de mensagens – e-mail e WhatsApp podem ser grandes aliados no dia a dia, mas existe uma forma ainda mais eficiente de comunicação, com registro de tudo o que foi conversado, inclusive as fotos: a função de mensagens do aplicativo do seu condomínio.

Transparência – para os condomínios que ainda não aderiram à digitalização, uma simples consulta de um condômino ou membro do conselho vira uma verdadeira tarefa: há a necessidade de buscar documentos em pastas e arquivos, gerar uma cópia para cada solicitante e disponibilizá-las fisicamente nas caixas de correspondência ou entregá-las pessoalmente. Com a digitalização, cada solicitante pode entrar diretamente no site ou app e consultar os documentos que desejar, sem o auxílio do síndico.

Quer trazer seu condomínio para a era digital? Fale com a Zirtaeb: https://zirtaeb.com/administracao-de-condominio/

20/05/2021 – Uma assembleia para alterar a convenção não atingiu o quórum. O síndico pode buscar os votos depois “porta a porta”?

Pergunta: Se uma assembleia para alterar a convenção do condomínio não atingiu o quórum mínimo de aprovação, pode o síndico buscar os votos posteriormente “porta a porta”?

Resposta: A questão da leitora resume-se em saber se as assinaturas posteriores dos condôminos (ratificação da decisão assemblear) tem ou não o condão de suprir a falta de quórum verificada em assembleia realizada para a alteração da convenção condominial.

No entendimento atual do Superior Tribunal de Justiça, não. Como se sabe, a alteração da convenção exige uma ampla discussão entre os condôminos e é na assembleia, por ser um órgão eminentemente deliberativo, que as discussões, vontades e votos dos condôminos são expressadas.

Não por acaso o art. 1.354 do Código Civil determina que “a assembleia não poderá deliberar se todos os condôminos não forem convocados para a reunião”.

Leia na íntegra: https://condominiosc.com.br/canal-aberto/4488-uma-assembleia-para-alterar-a-convencao-nao-atingiu-o-quorum-o-sindico-pode-buscar-os-votos-depois-porta-a-porta

19/05/2021 – Lei do Stalking: O que muda nos condomínios?

Quem vive em condomínio provavelmente já passou por alguma situação ou conhece alguém que já sofreu com perseguições, principalmente em ambiente virtual. Isso ocorre com mais frequência pela internet, porque com o avanço da tecnologia, a maior parte da comunicação atualmente é realizada através de grupos em redes sociais, que teriam como objetivo principal, facilitar o diálogo e a interação entre os moradores daquela comunidade condominial.

Porém, a utilização dessas ferramentas ao invés de facilitar a convivência, em muitos momentos determinados debates, acabam em ameaças, discussões, ofensas, chegando ao ponto de se tornarem motivos para perseguições. Essa situação ocorre visto que algumas pessoas se sentem mais encorajadas pelo fato de não estarem presente fisicamente.

Todavia, o que muitos moradores e síndicos desconhecem é que as ocorrências apontadas acima, podem ser enquadradas num tipo penal, podendo tais condutas serem repelidas inclusive com prisão.

Leia: https://bh.papocondominial.com.br/informe-se/juridico/lei-do-stalking-o-que-muda-na-relacao-entre-sindico-e-morador

18/05/2021 – Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Nesta terça-feira (18) é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A data instituída pela Lei Federal 9.970/00 é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro.

Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória, No Espírito Santo, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli.

Ela tinha oito anos de idade, quando foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime até hoje está impune.

O balanço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos anunciado em Junho de 2019, aponta mais de 76 mil vítimas durante 2018.

A pedagoga Caroline Arcari, Mestra em Educação Sexual e escritora, disse que a pedofilia geralmente é praticada por alguém que está próximo à família ou por um membro da própria família da criança.

Ela disse que primeiramente, o abusador conquista a confiança de todos antes de praticar o crime. Afirmou também que o pedófilo faz a criança ou adolescente se sentir culpado pelo assédio, o que facilita que a vítima guarde segredo.

A pedagoga informou ainda que as meninas negras ainda são as maiores vítimas de violência sexual. Os homens são os que mais praticam pedofilia, mas há mulheres que também praticam o crime.

Para denunciar abuso sexual basta ligar para o Disque 100. A ligação é gratuita e a pessoa não precisa se identificar.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/

13/05/2021 – Vendas de imóveis residenciais crescem 55,3% e negociações de espaços comerciais aumentam 31%

O Centro de Pesquisas e Análise da Informação do Secovi Rio (Cepai) acaba de fechar um relatório inédito sobre o total de imóveis negociados no primeiro quadrimestre de 2021, na cidade do Rio de Janeiro. O estudo, feito a partir de dados coletados com a prefeitura, comparou os resultados obtidos desde 2011 até os dias atuais.

Segundo a análise, o total de transações imobiliárias residenciais, de janeiro a abril de 2021, chegou a 13.012, contra 8.378 registrados no mesmo período de 2020.

Já as negociações comerciais fecharam o primeiro quadrimestre em 1.746, contra 1.333 contabilizadas no ano anterior.

Esses dados analisados pelo Secovi Rio representam um aumento de 55,3% para imóveis residenciais e de 31% para os espaços comerciais.

A Barra da Tijuca foi o bairro mais procurado para venda de casas e apartamentos, com 1.338 transações no período. Em seguida, aparecem Recreio dos Bandeirantes (1.237), Jacarepaguá (842), Copacabana (716) e Tijuca (577).

A região da Barra da Tijuca também está entre as mais buscadas para imóveis comerciais, como salas e lojas, contabilizando 259 negociações entre janeiro e abril de 2021, fato que também reforça a relevância da Zona Oeste da cidade para o mercado imobiliário carioca.

Para ver o relatório completo e conferir os dados na íntegra, basta acessar aqui: https://www.secovirio.com.br/wp-content/uploads/2021/05/transacoes-imobiliarias-itbi-1o-quadrimestre.pdf

Confira a matéria divulgada no jornal O Globo sobre este assunto: https://www.secovirio.com.br/coluna-do-ancelmo-gois-divulga-pesquisa-do-secovi-rio-sobre-alta-nas-vendas-residenciais-e-comerciais/

12/05/2021 – Aluguel por temporada ou por meio de aplicativos? ABADI fala sobre as diferenças e vantagens de cada um

No mês de abril o Superior Tribunal de Justiça decidiu que condomínios podem proibir a mobilidade de aluguel por meio de aplicativos como o Airbnb. A decisão da 4ª turma do STJ entende que o sistema de aluguel por meio de plataformas digitais é um tipo de “contrato atípico de hospedagem”, e não um serviço residencial – a modalidade é diferente de locação por temporada ou da hospedagem em hotéis.

Para que a decisão fosse tomada, foi alegado que a locação de imóveis nesse formato causa alta rotatividade de pessoas, gerando perturbação aos demais moradores, além de desviar a natureza residencial da edificação.

Porém, algumas dúvidas a respeito das locações através de aplicativos ou por contrato de temporada. O modelo atual de aluguel por aplicativos não é ilícito, mas deve respeitar a convenção do condomínio e demais normas internas. “Quando há desvios do uso normal da propriedade, violando a natureza do edifício, torna-se justificável a busca de uma modulação, concedendo à convenção o papel regulatório”, afirma Rafael Thomé, presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis – ABADI.

Continua: https://abadi.com.br/aluguel-por-temporada-ou-por-meio-de-aplicativos-abadi-fala-sobre-as-diferencas-e-vantagens-de-cada-um/