29/06/2020 – 4 chás que irão melhorar sua saúde

Grandes aliados no fortalecimento do sistema imunológico, todos os chás contêm polifenóis que inibem o desenvolvimento de células cancerígenas, impedem o fornecimento de sangue ao tumor e incentivam a autodestruição das próprias células cancerígenas. Entre alguns exemplos para revigorar sua saúde, estão:

Chá de Camomila: ajuda na diminuição da ansiedade e insônia;

Erva Doce: auxilia no controle da pressão arterial e contribui para criação de novas células;

Hortelã: com aroma agradável e sabor refrescante, possui efeito calmante e ajuda na digestão;

Cidreira: contém propriedades que diminuem as dores menstruais.

 

De acordo com Nairana Borim, nutricionista do Hospital Oswaldo Cruz, “Os chás também contribuem para a diminuição dos níveis do ‘colesterol mau’, pois melhoram o metabolismo lipídico e têm um efeito antibacteriano significativo, purificando o organismo, eliminando toxinas e combatendo a retenção de líquidos”.

 

Fonte: Hospital Oswaldo Cruz e Hapvida Saúde

 

30/04/2020 – Alerj aprova regras para condomínios durante a pandemia da Covid-19

Dois projetos importantes foram aprovados pelos deputados estaduais, em sessão virtual realizada ontem (28/04/2020):

-Projeto de Lei nº 2097/2020 que proíbe temporariamente a execução de obras e reparos não emergenciais em condomínios comuns e edilícios durante o plano de contingência para combate da doença Covid-19 causada pelo novo coronavírus;

-Projeto de Lei nº 2182/2020 que trata da proteção e defesa da saúde pública nos condomínios edilícios no Rio de Janeiro durante a pandemia da doença Covid-19.

Vale lembrar que o Código Civil já dispõe de regras gerais e as Convenções de regras específicas para os condomínios. Em relação às obras, o texto aprovado proíbe temporariamente a realização de obras e/ou reparos não emergenciais seja na área comum ou nas unidades autônomas, sob pena de multa de até 5 (cinco) vezes o valor das contribuições mensais.

Por sugestão do Secovi Rio, feito ajuste ao PL 2097/2020 para esclarecer que cabe aos síndicos dos condomínios edilícios a autorização para a eventual proibição, sendo que os pequenos reparos não emergenciais poderão ser realizados, desde que não haja a necessidade de interrupção do fornecimento de água, não ocasione o aumento da circulação de pessoas nas áreas comuns e os prestadores de serviço estejam utilizando devidamente os equipamentos de proteção individual (EPI).

Com o apoio do Secovi Rio, aprovado PL 2182/2020 que recomenda e autoriza os condomínios edilícios a promoverem a interdição de áreas de uso comum, dentre as quais salões de festas, bares, playgrounds, pátios, parques infantis, piscinas, saunas, espaços de ginástica, academias e quadras de quaisquer esportes; a não realizar assembleias gerais por meio materialmente presencial e a ofertar equipamento de proteção individual (EPI) aos trabalhadores e trabalhadoras que prestam serviços diretos ou terceirizados.

Atenção. As regras ainda não estão valendo. Os projetos ainda serão analisados pelo Governador que poderá sancioná-los ou não, no prazo de 15 dias. Fique atento aos nossos comunicados e saiba primeiro.

Veja os textos na íntegra:

Projeto de Lei nº 2097/2020

Projeto de Lei nº 2182/2020

Fonte: Secovi Rio

23/04/2020 – Como organizar as chaves no condomínio?

Organizar as chaves do condomínio é essencial, especialmente em situações emergenciais em que as chaves devem ser encontradas com facilidade. Veja nossas dicas.

 

Como sabemos, organização é característica imprescindível para os síndicos. Objetivando ajudar nesta tarefa, este artigo vai abordar o tema chaves no condomínio.

 

Tudo começa pela distinção entre o que são chaves do condomínio e chaves dos moradores. Mas vai muito além disso.

Confira nossas dicas de organização no condomínio.

 

Chaves na portaria do condomínio: Um perigo que muitos não se dão conta

 

Muitos moradores têm o hábito de deixar suas chaves na portaria do condomínio.

Seja porque vão apenas dar uma caminhada ou devido a uma viagem mais longa.

Há ainda quem as deixe pra entrada de diaristas e outros prestadores de serviços.

 

O síndico deve ser firme quanto aos cuidados que este assunto exige.

As razões pra que isso não ocorra são várias e não se trata de desconfiança em relação aos porteiros ou zeladores.

A prática não é recomendada em situação alguma porque compromete a segurança.

 

Afinal, condomínio não é hotel, pousada ou hostel, certo?

Deixar as chaves na portaria do condomínio fere uma questão administrativa.

É uma vulnerabilidade porque os funcionários da portaria têm muitas outras obrigações e responsabilidades.

 

Eles não podem e nem devem perder tempo, colocando suas atenções aos cuidados das chaves dos condôminos.

 

No caso das diaristas, o síndico deve orientar o morador no seguinte sentido: quando ele contrata este tipo de serviço pra ser realizado dentro de sua casa, precisa confiar 100% no profissional escolhido.

Diante disso, uma cópia da chave deve ficar em poder da diarista.

 

Deve, ainda, pedir que ele avise a portaria sobre os dias e horários que a pessoa tem autorização para entrar no prédio e no apartamento em questão.

Para proteção dele mesmo e de toda a comunidade condominial.

 

Veja agora mais dicas de organização no condomínio

Zelador não é corretor

 

Atente-se, ainda para os casos em que proprietários de apartamentos no seu condomínio querem deixar a chave de suas unidades na portaria porque estão querendo vender ou alugar seus imóveis.

Esta é outra situação que permite a entrada de desconhecidos no condomínio 24 horas por dia.

 

Pense na seguinte situação.

Um condômino entrega as chaves do seu apartamento ao porteiro pedindo para entregá-las a um corretor.

Este recebe as chaves e ao mostrar para algum interessado, ocorre um dano ao imóvel.

Neste caso, o morador não tem direito de exigir reparação.

É complicado e melhor evitar.

 

Ou o condômino entrega as chaves ao zelador e o orienta a só entregar para a esposa que chegará mais tarde.

Por engano, o funcionário passa para um estranho que entra e rouba objetos de valor.

Se acionado judicialmente, o zelador pode ter que indenizar o condômino.

É muita dor de cabeça.

 

Responsabilidade jurídica

 

Você sabia que no caso de ocorrências como furtos, danos no imóvel e entrada de pessoas não autorizadas, a responsabilidade jurídica pelo problema também é do condomínio?

 

Se houver furto ou dano e provas de que o fato estava relacionado a uma ação do porteiro ou zelador que naquele momento tinha o poder das chaves, o condomínio pode ser responsabilizado nos termos do artigo 86 e 927 do Código Civil.

 

Organização das chaves no condomínio ordena o dia a dia

 

Falamos bastante do aspecto segurança.

Mas as dicas de organização no condomínio também são fundamentais para que o síndico organize o dia a dia do condomínio, garanta agilidade, acesso às áreas comuns do prédio e também aos locais mais restritos.

 

Por exemplo, quem fica com as chaves da área da piscina, salão de jogos, espaço de garagens, casa das máquinas, áreas de caixas d’água, de churrasqueiras e de antenas coletivas?

Estas sim podem ficar a cargo dos funcionários do edifício.

 

E é bem importante que os conselheiros, administradora e empresa de segurança também tenham ciência dos locais para agir em casos de emergência.

O síndico deve garantir, ainda, que a organização das chaves no condomínio respeite o regimento interno se este abordar o assunto.

 

Fonte: Tudo Condo

14/04/2020 – Secovi Rio entrevista: cuidados com o tapete de porta

Para esclarecer dúvidas relacionadas ao combate do novo coronavírus, o Secovi Rio entrevistou a médica Adriana Coracini, infectologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, que falou sobre os riscos dos tapetes de porta.

Veja o que diz especialista e as dicas de higiene:

1- Os tapetes de porta devem ser removidos por conta do acúmulo de sujeira, especialmente em tempos de combate ao coronavírus?

Depende. Se os sapatos são retirados antes de entrar em casa, não há necessidade de remoção dos tapetes. Agora, se os sapatos são retirados depois, deve-se limpar os tapetes. O chão da entrada ou do local onde o tapete fica tem que ser higienizado com frequência.

 

2- Quanto tempo o vírus do coronavírus consegue sobreviver em cima do tapete?

 

Dependerá do material do tapete. Se ele for de plástico, são 72 horas de sobrevida do vírus. Os demais materiais não foram testados e, desta maneira, não conseguimos saber sobre o tempo que ele consegue sobreviver.

 

3- Qual melhor forma de lavar os tapetes ou limpar os sapatos ao entrar em casa?

Para os tapetes e os solados dos sapatos, a melhor forma é usar água e sabão, produtos com cloro (hipoclorito) e quaternário de amônio.

 

Fonte: Secovi Rio

Como emitir a 2ª via do boleto do meu condomínio ou aluguel

Olá! 😊

Se por alguma razão você não recebeu seu boleto, saiba que é possível emiti-lo através da Área do Cliente em nosso site ou pelo aplicativo da Zirtaeb, disponível na App Store e no Google Play.

Se por acaso você não estiver conseguindo gera a segunda via do seu boleto por estes meios. Entre em contato conosco através do e-mail zirtaeb@zirtaeb.com, informando seu nome completo, condomínio, unidade e telefone, que logo entraremos em contato com você.

28/12/2019 – Como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio?

Vivemos em um mundo cada vez mais perigoso, com maior incidência de crimes de diversas formas e engana-se quem pensa que isso só ocorre nas grandes capitais do país. Pessoas que escolhem morar em condomínios fechados, normalmente, o fazem buscando exatamente essa segurança a mais para suas famílias e, por isso, o trabalho da portaria e do sistema de monitoramento é tão importante.

 

Pensando nisso, trouxemos no post de hoje algumas dicas de como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio, garantindo a segurança de todos.

 

A importância do controle de visitantes

 

A segurança de um condomínio precisa ser garantida trabalhando alguns pontos críticos, como por exemplo, entradas e saídas do local. Dessa forma, o controle de visitantes deverá ser sempre rigoroso.

Especialmente em grandes condomínios, onde há grande número de pessoas circulando, como prestadores de serviço, entregadores, visitantes e claro, moradores.

 

Etapas do monitoramento e controle de visitantes

 

É importante definir um processo para o monitoramento de pessoas que acessam o local. O ideal é que todos passem pelos passos a seguir:

 

Identificação

 

Através de comunicação eletrônica ou de vidros blindados, sem ter acesso ao condomínio, o visitante deverá se identificar, informar o objetivo da entrada, em qual apartamento irá e o nome da pessoa com quem possui contato.

 

Confirmação

 

Com essas informações, o porteiro irá interfonar ao morador e verificar se o visitante está autorizado a ter o acesso ao local.

 

Acesso ao condomínio

 

Somente após a confirmação poderá ser permitida a entrada do visitante ao condomínio. Caso contrário, ele deve ser barrado e o porteiro deve ser orientado a jamais abrir exceções. Para esses casos, o visitante pode entrar em contato com o morador por seus próprios meios e averiguar como fazer o acesso.

 

Registro

 

Para um controle de informações mais adequado, recomendamos registrar os dados principais do visitante (nome, documento, apartamento visitado). Isso ajuda como forma de rastreabilidade em momentos de necessidade.

 

Principais cuidados

 

Seguido os passos acima, ainda há algumas boas práticas que precisam ser sempre seguidas para garantir a segurança do acesso de visitantes:

  • Caso não haja ninguém no apartamento em questão ou caso o morador não esteja esperando a visita de nenhuma pessoa/empresa, jamais deverá ser permitida a entrada;
  • Todas as entregas deverão ser retiradas pelo próprio morador. Não permita a entrada de entregadores. O porteiro também poderá fazer a coleta de encomendas caso o morador não esteja no local.

 

Controle de acesso à garagem

 

Caso o morador possua uma vaga de estacionamento para visitantes, antes do acesso é imprescindível que o veículo seja registrado em um sistema de Controle de Visitantes — no qual deve constar a placa do veículo e o apartamento responsável por ele.

Para controles gerais, uma solução mais prática é o condomínio criar adesivos de identificação ou crachás para os carros. Essa medida auxilia bastante no trabalho do porteiro, além de agilizar o processo.

O adesivo ou crachá poderá incluir, além de uma identificação particular do condomínio, o número do apartamento e bloco do morador, bastando assim o porteiro apenas verificar rapidamente essas informações, seja diretamente ou por monitoramento remoto.

Esperamos que você tenha gostado do nosso post de hoje e que essas informações possam ajudá-lo a tornar seu condomínio mais seguro por meio de boas práticas de controle de visitantes.

 

Fonte: Viva o Condomínio

26/12/2019 – Atenção redobrada: Uso do elevador durante as férias escolares

No período de férias, aumenta o número de crianças brincando dentro do condomínio e deve aumentar também a atenção dos pais e funcionários. A dor de cabeça dos funcionários de condomínios e do síndico começa no momento em que a criança menor de 10 anos utiliza o elevador sem a companhia de um adulto/responsável.

 

Segundo as normas para elevadores elaborada pela ABNT, é proibida a utilização dos elevadores por crianças menores de 12 anos desacompanhadas. Além disso, na cidade do Rio de Janeiro, a Lei Municipal nº 2.546/97 proíbe a locomoção de menores de 10 anos, se desacompanhados, sob pena de multa ao condomínio.

As crianças não têm maturidade para ficarem sozinhas no elevador, caso ocorra uma pane, elas não saberão contornar a situação e o nervosismo pode tornar o problema maior. É importante destacar que no elevador não se brinca, não deve pular e nem apertar vários botões. Essas brincadeiras danificam o elevador e incomodam outros usuários.

Para evitar problemas no funcionamento dos elevadores é necessário sempre estar de olho na manutenção. Será que está em dia? Um elevador que não possui sua manutenção periódica em dia pode ocasionar acidentes além, é claro, de prejuízos ao condomínio. 

É extremamente importante que os cuidados com a limpeza e a conservação das cabines sejam feitos diariamente. Não somente os funcionários do prédio devem estar atentos às condições de higiene das cabines, como também os moradores devem colaborar, evitando entrar molhados no elevador, além de, obviamente, não descartarem papel ou quaisquer lixos na cabine. As medidas de conservação devem ser feitas com o elevador desligado.

18/12/2019 – De quem cobrar quando morador inadimplente falece?

Não são raros os casos em condomínio que, contando com o imprevisto, deparam-se com o falecimento do devedor das cotas condominiais, deixando valores em aberto com a seguinte pergunta: quem pagará as taxas de condomínio atrasadas do proprietário que faleceu?

Os herdeiros! Esta pode ser a resposta mais lógica à questão. Porém, mesmo que instintiva, está equivocada, uma vez que o herdeiro não é responsável por pagar as dívidas do falecido, e esta análise vem como o objetivo de esclarecer esta questão.

No Direito brasileiro, diante do falecimento, os bens e direitos da pessoa falecida transformam-se em uma massa única e “indivisível”, chamada de espólio, que aparece antes da partilha aos herdeiros.

Ainda segundo o ordenamento jurídico, os bens deixados pelo falecido serão responsáveis pelo pagamento das dívidas deixadas em vida, como determina o art. 597 do Código Civil:

 

 

“O espólio responde pelas dívidas do falecido; mas, feita a partilha, cada herdeiro responde por elas na proporção da parte que na herança lhe coube”.

Em outras palavras, tudo que foi deixado pelo de cujus se prestará a pagar pelas dívidas feitas em vida. Mas isso não é o suficiente para responder à questão.

A forma de acesso aos bens deixados pelo falecido é por meio do inventário, que será o encarregado de pagar as dívidas que o devedor deixou. Porém, o que poucos sabem é que o inventário também poderá ser aberto pelo credor, o condomínio, no caso, se os herdeiros não o fizer. Caso o inventário já tenha sido aberto, é oportunizado ao condomínio se manifestar para que este tenha seu direito de pagamento garantido e satisfaça a dívida advinda antes do falecimento.

Se o inventário tiver sido feito via cartório, no caso, apenas uma ação judicial poderá resguardar o direto do condomínio de receber, sendo importante esclarecer que, em ambas as oportunidades, com o inventário já aberto, o inventariante, pessoa escolhida para administrar os bens do falecido, na época do inventário, será o representante responsável do espólio para o pagamento da dívida.

No caso tratado neste conteúdo é sempre recomendado a consulta prévia ao advogado de confiança do síndico para adotar o melhor caminho a ser traçado para a cobrança da dívida condominial que poderá ser paga, mesmo após o falecimento.

 

Via: Síndico NET

16/12/2019 – Chega de desculpas: 2020 sem dívidas!

Um passo importante para iniciar 2020 com o pé direito, é começar planejando seus gastos. O período de férias vai chegando, e, com  ele, as confraternizações, festas, presentes e as despesas inevitáveis. Mas, que tal dar um start no novo ano com aquelas super dicas para você conseguir organizar melhor seus gastos?

 

Passo 1: Quite suas dívidas!

 

Ao invés de utilizar o 13º salário para compras de Natal, você pode usá-lo para quitar as dívidas com juros mais altos. Fuja sempre do crédito especial, e tome cuidado com crédito rotativo.

 

Passo 2: Planeje todos os seus gastos!

 

Separe seus todas as suas despesas, depois, elimine todos os gastos que não são super urgentes. E principalmente, evite comprar por impulso.

 

Passo 3: Crie listas!

 

Escreva bem detalhadamente sua lista de compras, deixando bem claro o valor que você tem para gastar. Se necessário, utilize aplicativos ou sites em que você acha o local que vende o produto procurado pelo preço mais baixo. 

 

Passo 4: Presentes que cabem dentro do seu bolso!

 

Primeiro, estipule o valor que você pode gastar. Presentear pessoas é maravilhoso, mas, melhor ainda, é não fazer com que esse bom momento se torne uma grande dívida no meses seguintes. Busque sempre por coisas úteis, dentro do preço que você pode pagar.

 

Passo 5: Evite os parcelamentos no cartão de crédito!

 

O cartão de crédito ao mesmo tempo em que pode ser o salvador da pátria, ele também pode ser um grande vilão. Principalmente, quando estamos falando de parcelamento. Na maioria das vezes, ficamos com aquele pensamento de “ah!, mas só vence mês que vem” e acabamos fazendo compras com valores mais altos do que realmente podemos pagar. Deixe o limite do seu cartão de crédito para investimentos maiores, como uma televisão nova ou geladeira. 

 

Ainda em 2019, faça seu planejamento financeiro, coloque no papel suas metas e guarde dinheiro para colocá-las em prática. Não deixe para pensar nisso quando já estiver no próximo ano preocupado com as dívidas.

 

Referências: 

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Infomoney 

06/12/2019 – 7 fatores que influenciam o valor de um imóvel

Você sabia que o valor de um imóvel é afetado por vários fatores? Localização, metragem, número de quartos e a situação da economia do país são os mais comuns. No entanto, há outros detalhes que também fazer oscilar o preço dos imóveis. Livia Rigueiral, do setor imobiliário, , listou quatro aspectos que contribuem na valorização e três que ajudam na desvalorização na hora da venda de um imóvel. Confira:

– Vista livre: A entrada de iluminação natural e a vista livre podem influenciar diretamente na avaliação da propriedade. Casas ou apartamentos com janelas de frente para o prédio vizinho a uma distância pequena valem menos do que uma unidade semelhante com uma boa vista, com circulação de ar. Se as janelas forem voltadas para paisagens, como parques, praias ou lagoas, a valorização será ainda mais acentuada.

– Segurança: Imóveis localizados em regiões mais seguras, com baixos índices de criminalidade, são mais valorizados do que aqueles em áreas perigosas. A valorização também ocorre em condomínios que investem em segurança: um imóvel com porteiro 24 horas, portão eletrônico e câmeras de monitoramento pode cobrar um preço mais elevado do que outro semelhante, mas em um prédio sem portaria e monitoramento, onde os próprios moradores abrem o portão com chaves.

– Espaços de lazer: Áreas de recreação, tanto dentro do imóvel quanto no condomínio, são outro fator que podem aumentar o preço. Em casas ou apartamentos maiores, são levados em conta varandas com churrasqueiras e piscinas, espaços gourmet, quadras de esporte e playground. Tudo isso entra na conta na hora de definir o preço final do imóvel.

– Mobilidade: Nas grandes cidades, a distância entre casa e trabalho é geralmente maior. Por isso, a facilidade de acesso a transportes públicos, como corredores de ônibus e estações de metrô, atrai compradores e pode valorizar imóveis nessa faixa. Mesmo assim, o ideal é que os pontos de embarque não sejam tão próximos, afinal a movimentação intensa na porta de casa pode ser, na verdade, um incômodo.

Fatores que podem desvalorizar um imóvel:

– Estado de conservação: Manter o imóvel em um estado de conservação ruim, com necessidade de muitas reformas, pode reduzir seu valor. Afinal, o possível comprador irá descontar do preço do imóvel o valor que será gasto com obras e dificilmente vai aceitar desembolsar o mesmo que pagaria em uma propriedade em bom estado.

– Espaços mal planejados: A metragem pode ser boa e o número de quartos também. Talvez o apartamento tenha inclusive uma sala ampla e quartos grandes. Mas, na cozinha, não cabem no mesmo cômodo, a geladeira e o fogão. A área de serviço só tem espaço para o tanque e a máquina de lavar tem que ficar dentro do banheiro. Este são apenas alguns exemplos que ajudam a ilustrar como imóveis com espaços mal planejados podem comprometer o valor final de venda.

– Garagem: Alugar uma garagem em capitais e grandes cidades pode ultrapassar os R$ 300 mensais. Ninguém quer ter um gasto extra desses todos mês ou ter que disputar uma vaga na rua, tarefa muitas vezes difícil, e que ainda deixa os carros expostos. Por isso, imóveis sem garagem perdem valor em relação a outros semelhantes com vagas para carros. Mesmo se houver vaga disponível para alugar no próprio prédio, o imóvel sofrerá desvalorização.

Livia ressalta ainda que, como o processo de compra e venda de um imóvel é complexo e ocorre, em média, apenas uma vez na vida das pessoas, a presença de um corretor é indispensável para uma negociação segura.

Via Revista Área Comum