28/12/2019 – Como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio?

Vivemos em um mundo cada vez mais perigoso, com maior incidência de crimes de diversas formas e engana-se quem pensa que isso só ocorre nas grandes capitais do país. Pessoas que escolhem morar em condomínios fechados, normalmente, o fazem buscando exatamente essa segurança a mais para suas famílias e, por isso, o trabalho da portaria e do sistema de monitoramento é tão importante.

 

Pensando nisso, trouxemos no post de hoje algumas dicas de como fazer um controle de visitantes eficiente no condomínio, garantindo a segurança de todos.

 

A importância do controle de visitantes

 

A segurança de um condomínio precisa ser garantida trabalhando alguns pontos críticos, como por exemplo, entradas e saídas do local. Dessa forma, o controle de visitantes deverá ser sempre rigoroso.

Especialmente em grandes condomínios, onde há grande número de pessoas circulando, como prestadores de serviço, entregadores, visitantes e claro, moradores.

 

Etapas do monitoramento e controle de visitantes

 

É importante definir um processo para o monitoramento de pessoas que acessam o local. O ideal é que todos passem pelos passos a seguir:

 

Identificação

 

Através de comunicação eletrônica ou de vidros blindados, sem ter acesso ao condomínio, o visitante deverá se identificar, informar o objetivo da entrada, em qual apartamento irá e o nome da pessoa com quem possui contato.

 

Confirmação

 

Com essas informações, o porteiro irá interfonar ao morador e verificar se o visitante está autorizado a ter o acesso ao local.

 

Acesso ao condomínio

 

Somente após a confirmação poderá ser permitida a entrada do visitante ao condomínio. Caso contrário, ele deve ser barrado e o porteiro deve ser orientado a jamais abrir exceções. Para esses casos, o visitante pode entrar em contato com o morador por seus próprios meios e averiguar como fazer o acesso.

 

Registro

 

Para um controle de informações mais adequado, recomendamos registrar os dados principais do visitante (nome, documento, apartamento visitado). Isso ajuda como forma de rastreabilidade em momentos de necessidade.

 

Principais cuidados

 

Seguido os passos acima, ainda há algumas boas práticas que precisam ser sempre seguidas para garantir a segurança do acesso de visitantes:

  • Caso não haja ninguém no apartamento em questão ou caso o morador não esteja esperando a visita de nenhuma pessoa/empresa, jamais deverá ser permitida a entrada;
  • Todas as entregas deverão ser retiradas pelo próprio morador. Não permita a entrada de entregadores. O porteiro também poderá fazer a coleta de encomendas caso o morador não esteja no local.

 

Controle de acesso à garagem

 

Caso o morador possua uma vaga de estacionamento para visitantes, antes do acesso é imprescindível que o veículo seja registrado em um sistema de Controle de Visitantes — no qual deve constar a placa do veículo e o apartamento responsável por ele.

Para controles gerais, uma solução mais prática é o condomínio criar adesivos de identificação ou crachás para os carros. Essa medida auxilia bastante no trabalho do porteiro, além de agilizar o processo.

O adesivo ou crachá poderá incluir, além de uma identificação particular do condomínio, o número do apartamento e bloco do morador, bastando assim o porteiro apenas verificar rapidamente essas informações, seja diretamente ou por monitoramento remoto.

Esperamos que você tenha gostado do nosso post de hoje e que essas informações possam ajudá-lo a tornar seu condomínio mais seguro por meio de boas práticas de controle de visitantes.

 

Fonte: Viva o Condomínio

26/12/2019 – Atenção redobrada: Uso do elevador durante as férias escolares

No período de férias, aumenta o número de crianças brincando dentro do condomínio e deve aumentar também a atenção dos pais e funcionários. A dor de cabeça dos funcionários de condomínios e do síndico começa no momento em que a criança menor de 10 anos utiliza o elevador sem a companhia de um adulto/responsável.

 

Segundo as normas para elevadores elaborada pela ABNT, é proibida a utilização dos elevadores por crianças menores de 12 anos desacompanhadas. Além disso, na cidade do Rio de Janeiro, a Lei Municipal nº 2.546/97 proíbe a locomoção de menores de 10 anos, se desacompanhados, sob pena de multa ao condomínio.

As crianças não têm maturidade para ficarem sozinhas no elevador, caso ocorra uma pane, elas não saberão contornar a situação e o nervosismo pode tornar o problema maior. É importante destacar que no elevador não se brinca, não deve pular e nem apertar vários botões. Essas brincadeiras danificam o elevador e incomodam outros usuários.

Para evitar problemas no funcionamento dos elevadores é necessário sempre estar de olho na manutenção. Será que está em dia? Um elevador que não possui sua manutenção periódica em dia pode ocasionar acidentes além, é claro, de prejuízos ao condomínio. 

É extremamente importante que os cuidados com a limpeza e a conservação das cabines sejam feitos diariamente. Não somente os funcionários do prédio devem estar atentos às condições de higiene das cabines, como também os moradores devem colaborar, evitando entrar molhados no elevador, além de, obviamente, não descartarem papel ou quaisquer lixos na cabine. As medidas de conservação devem ser feitas com o elevador desligado.

18/12/2019 – De quem cobrar quando morador inadimplente falece?

Não são raros os casos em condomínio que, contando com o imprevisto, deparam-se com o falecimento do devedor das cotas condominiais, deixando valores em aberto com a seguinte pergunta: quem pagará as taxas de condomínio atrasadas do proprietário que faleceu?

Os herdeiros! Esta pode ser a resposta mais lógica à questão. Porém, mesmo que instintiva, está equivocada, uma vez que o herdeiro não é responsável por pagar as dívidas do falecido, e esta análise vem como o objetivo de esclarecer esta questão.

No Direito brasileiro, diante do falecimento, os bens e direitos da pessoa falecida transformam-se em uma massa única e “indivisível”, chamada de espólio, que aparece antes da partilha aos herdeiros.

Ainda segundo o ordenamento jurídico, os bens deixados pelo falecido serão responsáveis pelo pagamento das dívidas deixadas em vida, como determina o art. 597 do Código Civil:

 

 

“O espólio responde pelas dívidas do falecido; mas, feita a partilha, cada herdeiro responde por elas na proporção da parte que na herança lhe coube”.

Em outras palavras, tudo que foi deixado pelo de cujus se prestará a pagar pelas dívidas feitas em vida. Mas isso não é o suficiente para responder à questão.

A forma de acesso aos bens deixados pelo falecido é por meio do inventário, que será o encarregado de pagar as dívidas que o devedor deixou. Porém, o que poucos sabem é que o inventário também poderá ser aberto pelo credor, o condomínio, no caso, se os herdeiros não o fizer. Caso o inventário já tenha sido aberto, é oportunizado ao condomínio se manifestar para que este tenha seu direito de pagamento garantido e satisfaça a dívida advinda antes do falecimento.

Se o inventário tiver sido feito via cartório, no caso, apenas uma ação judicial poderá resguardar o direto do condomínio de receber, sendo importante esclarecer que, em ambas as oportunidades, com o inventário já aberto, o inventariante, pessoa escolhida para administrar os bens do falecido, na época do inventário, será o representante responsável do espólio para o pagamento da dívida.

No caso tratado neste conteúdo é sempre recomendado a consulta prévia ao advogado de confiança do síndico para adotar o melhor caminho a ser traçado para a cobrança da dívida condominial que poderá ser paga, mesmo após o falecimento.

 

Via: Síndico NET

16/12/2019 – Chega de desculpas: 2020 sem dívidas!

Um passo importante para iniciar 2020 com o pé direito, é começar planejando seus gastos. O período de férias vai chegando, e, com  ele, as confraternizações, festas, presentes e as despesas inevitáveis. Mas, que tal dar um start no novo ano com aquelas super dicas para você conseguir organizar melhor seus gastos?

 

Passo 1: Quite suas dívidas!

 

Ao invés de utilizar o 13º salário para compras de Natal, você pode usá-lo para quitar as dívidas com juros mais altos. Fuja sempre do crédito especial, e tome cuidado com crédito rotativo.

 

Passo 2: Planeje todos os seus gastos!

 

Separe seus todas as suas despesas, depois, elimine todos os gastos que não são super urgentes. E principalmente, evite comprar por impulso.

 

Passo 3: Crie listas!

 

Escreva bem detalhadamente sua lista de compras, deixando bem claro o valor que você tem para gastar. Se necessário, utilize aplicativos ou sites em que você acha o local que vende o produto procurado pelo preço mais baixo. 

 

Passo 4: Presentes que cabem dentro do seu bolso!

 

Primeiro, estipule o valor que você pode gastar. Presentear pessoas é maravilhoso, mas, melhor ainda, é não fazer com que esse bom momento se torne uma grande dívida no meses seguintes. Busque sempre por coisas úteis, dentro do preço que você pode pagar.

 

Passo 5: Evite os parcelamentos no cartão de crédito!

 

O cartão de crédito ao mesmo tempo em que pode ser o salvador da pátria, ele também pode ser um grande vilão. Principalmente, quando estamos falando de parcelamento. Na maioria das vezes, ficamos com aquele pensamento de “ah!, mas só vence mês que vem” e acabamos fazendo compras com valores mais altos do que realmente podemos pagar. Deixe o limite do seu cartão de crédito para investimentos maiores, como uma televisão nova ou geladeira. 

 

Ainda em 2019, faça seu planejamento financeiro, coloque no papel suas metas e guarde dinheiro para colocá-las em prática. Não deixe para pensar nisso quando já estiver no próximo ano preocupado com as dívidas.

 

Referências: 

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Infomoney 

06/12/2019 – 7 fatores que influenciam o valor de um imóvel

Você sabia que o valor de um imóvel é afetado por vários fatores? Localização, metragem, número de quartos e a situação da economia do país são os mais comuns. No entanto, há outros detalhes que também fazer oscilar o preço dos imóveis. Livia Rigueiral, do setor imobiliário, , listou quatro aspectos que contribuem na valorização e três que ajudam na desvalorização na hora da venda de um imóvel. Confira:

– Vista livre: A entrada de iluminação natural e a vista livre podem influenciar diretamente na avaliação da propriedade. Casas ou apartamentos com janelas de frente para o prédio vizinho a uma distância pequena valem menos do que uma unidade semelhante com uma boa vista, com circulação de ar. Se as janelas forem voltadas para paisagens, como parques, praias ou lagoas, a valorização será ainda mais acentuada.

– Segurança: Imóveis localizados em regiões mais seguras, com baixos índices de criminalidade, são mais valorizados do que aqueles em áreas perigosas. A valorização também ocorre em condomínios que investem em segurança: um imóvel com porteiro 24 horas, portão eletrônico e câmeras de monitoramento pode cobrar um preço mais elevado do que outro semelhante, mas em um prédio sem portaria e monitoramento, onde os próprios moradores abrem o portão com chaves.

– Espaços de lazer: Áreas de recreação, tanto dentro do imóvel quanto no condomínio, são outro fator que podem aumentar o preço. Em casas ou apartamentos maiores, são levados em conta varandas com churrasqueiras e piscinas, espaços gourmet, quadras de esporte e playground. Tudo isso entra na conta na hora de definir o preço final do imóvel.

– Mobilidade: Nas grandes cidades, a distância entre casa e trabalho é geralmente maior. Por isso, a facilidade de acesso a transportes públicos, como corredores de ônibus e estações de metrô, atrai compradores e pode valorizar imóveis nessa faixa. Mesmo assim, o ideal é que os pontos de embarque não sejam tão próximos, afinal a movimentação intensa na porta de casa pode ser, na verdade, um incômodo.

Fatores que podem desvalorizar um imóvel:

– Estado de conservação: Manter o imóvel em um estado de conservação ruim, com necessidade de muitas reformas, pode reduzir seu valor. Afinal, o possível comprador irá descontar do preço do imóvel o valor que será gasto com obras e dificilmente vai aceitar desembolsar o mesmo que pagaria em uma propriedade em bom estado.

– Espaços mal planejados: A metragem pode ser boa e o número de quartos também. Talvez o apartamento tenha inclusive uma sala ampla e quartos grandes. Mas, na cozinha, não cabem no mesmo cômodo, a geladeira e o fogão. A área de serviço só tem espaço para o tanque e a máquina de lavar tem que ficar dentro do banheiro. Este são apenas alguns exemplos que ajudam a ilustrar como imóveis com espaços mal planejados podem comprometer o valor final de venda.

– Garagem: Alugar uma garagem em capitais e grandes cidades pode ultrapassar os R$ 300 mensais. Ninguém quer ter um gasto extra desses todos mês ou ter que disputar uma vaga na rua, tarefa muitas vezes difícil, e que ainda deixa os carros expostos. Por isso, imóveis sem garagem perdem valor em relação a outros semelhantes com vagas para carros. Mesmo se houver vaga disponível para alugar no próprio prédio, o imóvel sofrerá desvalorização.

Livia ressalta ainda que, como o processo de compra e venda de um imóvel é complexo e ocorre, em média, apenas uma vez na vida das pessoas, a presença de um corretor é indispensável para uma negociação segura.

Via Revista Área Comum

04/12/2019 – Regras em condomínios são indispensáveis nas comemorações de fim de ano

A vida em condomínio exige regras de convivência que velem para pessoas com hábitos diferentes, por dividirem o mesmo espaço comum. Com a proximidade das festas de fim de ano, surgem dúvidas relacionadas ao que é permitido ou não.

Para o síndico profissional, especialista em gestão condominial, João Xavier, o salão de festas é um dos principais pontos de grande relevância, por ser uma área locável, e que muitos condôminos têm interesse em usar nas vésperas de natal e ano novo para confraternizar com amigos e familiares. “Para resolver quem poderá locar ou utilizar nessas datas festivas, o ideal é realizar um sorteio entre os interessados. Devem enviar um e-mail para administração, que fará o sorteio pelo menos 10 dias antes das datas solicitadas. É importante que os candidatos estejam presentes neste sorteio para maior transparência no processo”, explica.

Outro ponto que se deve levar em consideração é com relação ao horário de encerramento das festas. O que determina o regulamento interno? E como conciliar o desejo de confraternizar ao horário permitido?

“Normalmente, se o salão de festas ou a área reservada é muito próximo dos primeiros andares do condomínio, deve-se fazer uma pesquisa com os moradores desses andares, haja vista que se ultrapassar o horário permitido no regulamento interno pode vir a prejudicar o sossego e conforto desses moradores, gerar notificações e até mesmo multas”, diz o especialista. Normalmente o regulamento interno dos condomínios permite que as festas sejam realizadas até as 22h ou no máximo até a meia noite.

Também, por parte dos moradores, é importante enviar para a administração do condomínio a relação de convidados, para que seja elaborada uma prévia operação, de recepcionar os convidados com segurança e conforto. Existem condomínios que contratam serviços de valet para manobrar os veículos, e recreadores para divertir e cuidar das crianças. “Este custo extra sempre é da unidade que solicitou os serviços, não podendo em hipótese alguma ser rateado entre todos os proprietários. Isso também ajuda a fluir melhor o volume de pessoas, que passam pela portaria e evita filas”.

Outro fato bem relevante e curioso é sobre soltar fogos de artifícios dentro dos condomínios. “É expressamente proibido a queima de fogos nas áreas do condomínio, varandas, jardim, playgrounds, entre outros. Viver em condomínio é respeitar a si e aos outros. Sabemos que algumas pessoas têm pavor de fogos de artificio, os pets também não gostam, então para uma boa convivência entre todos, vale a pena reforçar esta proibição. Sem contar o risco de incêndio, não é? Vale a pena correr tantos riscos? A comunicação e conscientização da população condominial é fundamental para que tudo corra bem no período de festas”, finaliza.

Via Bonde e Redação Bonde com Assessoria de Imprensa

06/11/2019 – Bandeira tarifária de energia elétrica será vermelha em novembro

A bandeira tarifária de energia elétrica volta para o vermelho em novembro, no patamar 1, ou seja, haverá um acréscimo de R$ 4 para cada 100 quilowatts/hora consumidos.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apesar do período marcar o início da temporada chuvosa nas principais bacias hidrográficas do país, o regime de chuvas está abaixo da média histórica.

Esse cenário faz com que as usinas termelétricas sejam acionadas, mas o custo de produção é mais alto, o que impacta diretamente no custo da energia.

Em outubro, a bandeira tarifária estava na cor amarela.

Via TV ZOOM

25/10/2019 – A segurança das crianças do condomínio

A segurança das crianças é sempre uma das nossas maiores preocupações no dia a dia, e não é diferente quando elas estão brincando no playground do condomínio. Adotando algumas medidas simples, como protetores de tomadas e pisos emborrachados em alguns ambientes, é possível e fácil deixar os pequenos mais seguros. 

Quando o assunto é a piscina, todo cuidado é pouco, pois afogamentos são a segunda maior causa de mortes entre crianças no Brasil, segundo pesquisa feita pela ONG Criança Segura – perdendo apenas para acidentes de trânsito. Instalar portões ou grades no entorno da piscina é uma forma de evitar que crianças desacompanhadas tenham acesso a área, assim como pisos antiderrapantes ao seu redor evitam que elas escorreguem e caiam. Além disso, é obrigatória a presença de um guardião em todo o tempo de funcionamento do espaço.

O playground, em geral, também pode oferecer alguns perigos aos pequenos. Para que eles não se machuquem com parafusos soltos, é importante que estejam com protetores, e as quinas dos brinquedos devem ser arredondadas. Em brinquedos que têm apoios de mãos, é recomendado que tenham algum tipo de proteção de borracha, para que não os machuquem. 

As escadas também são fonte de preocupação, como as crianças gostam de correr por lá, é interessante que piso ou faixas antiderrapante eram instalados. No caso dos elevadores, é imprescindível que estejam sempre supervisionadas. 

É importante que as crianças, especialmente as menores, não fiquem desacompanhadas no playground. No mais, também devemos sempre instruí-las sobre como se comportar da melhor maneira possível, para garantir sua segurança. 

24/10/2019 – Qual a função de uma administradora de imóveis?

Muitas pessoas acabam ficando confusas sobre quais são as reais responsabilidades, qual o papel de uma administradora. Para sanar essas dúvidas, resolvemos falar, na matéria de hoje, sobre qual a função de uma administradora de imóveis. Continue lendo e entenda melhor esse universo.

Uma administradora ajudará na missão de manter um condomínio tranquilo, com relação às questões legais, possíveis conflitos entre moradores e responsabilidades recorrentes, auxiliando o síndico a exercer melhor sua função, dando suporte em diversas questões.

Entre os assuntos que o síndico conta com o apoio da administradora estão, por exemplo, as receitas e despesas do condomínio, folha de pagamentos dos funcionários e serviços terceirizados, cotas condominiais e unidades em atraso no pagamento, prestação de contas mensais, e vários outros.

Durante uma assembleia geral, por exemplo, tão importante para o condomínio, é a administradora (ou algum representante dela) que a rege. Suas funções abrangem, de fato, muitos serviços, essenciais para o bom funcionamento de qualquer condomínio. Para melhor entendimento, separamos as responsabilidades por tópicos.

Assuntos administrativos:

  • Gerenciamento de arquivos e cadastros;
  • Atendimento dos condôminos, com soluções a seus questionamentos e problemas;
  • Assessoria a reuniões, assembleias e afins;
  • Emissão e distribuição de cartas, circulares, atas etc.;
  • Coleta de orçamentos de obras/reformas e outros serviços que se fizerem necessários;
  • Gerenciamento do seguro de incêndio e de responsabilidade civil;
  • Gestão da manutenção de equipamentos de segurança, levando em consideração normas, como as dos Bombeiros e da ABNT;
  • Gestão de conservação de elevadores, aparelhos eletrônicos, centrais telefônicas, jardins, portões automáticos etc.;
  • Documentos para prestação de contas;
  • Gestão de contratos de prestação de serviços terceirizados;
  • Vistoria técnica periódica nas instalações e áreas comuns, emitindo relatórios.

Recursos humanos:

  • Recrutamento e seleção de funcionários, incluindo contratos de experiência;
  • Treinamento dos funcionários;
  • Atualização constante das fichas de registro de todos os funcionários;
  • Preenchimento de declarações para aposentadoria, concessão de outros benefícios e auxílios, como vale refeição e convênios de assistência médica;
  • Atualização do quadro de horário de trabalho, incluindo escalas de revezamento e férias;
  • Formalização de advertências disciplinares;
  • Elaboração da folha de pagamentos e comprovantes dos mesmos;
  • Controle de horas extras;
  • Elaboração e recolhimento de guias dos impostos a serem pagos;
  • Aquisição e controle de uniformes;
  • Procedimentos das rescisões contratuais de trabalho;

 

Financeiros:

  • Elaboração e acompanhamento de previsões orçamentárias;
  • Elaboração de recibos, boletos bancários e controle de pagamentos;
  • Cobrança de devedores;
  • Controle de vencimentos das contas a pagar;
  • Gestão tributária;
  • Prestações de contas mensais e elaboração de balancetes anuais;
  • Gestão da conta bancária do condomínio e investimentos no mercado financeiro.

 

Jurídicos:

  • Atualização permanente sobre a legislação de condomínios;
  • Consultoria tributária, fiscal e trabalhista;
  • Assessoria na alteração da Convenção e Regimentos Internos do condomínio;
  • Assessoria na contratação de serviços;
  • Ações e acompanhamento de cobrança judicial a devedores e outras ações.

 

Ufa! Além de todas essas mencionadas, a administradora é responsável por várias outras coisas! Esperamos que com, com esse post, tenha ficado mais fácil entender sua importância, bem como valorizá-la. Se ainda restaram dúvidas, entre em contato com a gente, que tentaremos ajudar! 

 

08/10/2019 – Funções de um supervisor de segurança no condomínio

O supervisor de segurança no condomínio é o profissional responsável por coordenar as equipes de campo e garantir que os procedimentos operacionais sejam cumpridos. Grandes condomínios precisam da figura de um líder para tratar com os funcionários e suas diferentes funções, engajando-os no cumprimento das tarefas.

O bom relacionamento do supervisor de segurança com as pessoas é essencial. Isso porque a maioria dos problemas de segurança em um condomínio está relacionado a falhas humanas, ou seja, provavelmente alguém não cumpriu os procedimentos de segurança.

Diferente do gerente, que atua em tarefas administrativas, o supervisor de segurança é alguém mais próximo da execução. É interessante que a pessoa contratada para o cargo tenha experiência nas atividades que irá coordenar. Como atuará como mentor, precisa conhecer a fundo as dificuldades de cada função, bem como o modo correto de tratar e motivar os demais funcionários.

A seguir, detalhamos algumas funções de um supervisor de segurança do condomínio:

5 Funções de um supervisor de segurança no condomínio

O mínimo que o supervisor de segurança deve ter é o conhecimento total dos equipamentos e respectivas tecnologias. Além disso, também deve dominar os procedimentos de segurança dentro do condomínio. Esse é o básico. Listamos, a seguir, outras funções específicas do supervisor de segurança do condomínio.

Elaborar e zelar pelo cumprimento de regras

Caso o condomínio não possua o conjunto de normas de segurança descritos no manual, é função do supervisor de segurança participar ativamente da elaboração. Ele é um dos atores principais nesse processo, pois ao mesmo tempo em que pensa estrategicamente e compreende o ponto de vista administrativo do condomínio, também conhece as dificuldades práticas.

Com um documento que está bem próximo da realidade, fica muito mais fácil exigir o cumprimento do que foi acordado. Qualquer deslize no dia a dia é de responsabilidade do supervisor e cabe à ele chamar a atenção de quem permitiu a brecha na segurança.

Delegar tarefas

Na rotina de segurança de um condomínio, surgem diversas tarefas além do esperado. É papel do supervisor de segurança determinar quem as executará, bem como o prazo para a entrega. O mesmo vale para escalas de plantão, gerenciamento de folgas e atestados médicos. Por mais que não seja a função do supervisor encaminhar a documentação em casos como esses, é importante que ele aja em parceria com o gerente para encontrar soluções provisórias para o desfalque da equipe.

Atender os condôminos

É função do supervisor de segurança do condomínio ser o ponto de referência dos moradores. Por estar próximo, conhecer a fundo a rotina e entender da parte administrativa e operacional, é a pessoa ideal para solucionar conflitos e agir em prol do cumprimento das regras. O ideal é que os problemas sejam resolvidos internamente, sem a necessidade de repassar aos superiores. Porém, caso seja necessário, cabe ao supervisor fazer essa ponte.

É importante ressaltar que a função de liderança do supervisor deve estar clara para todos os moradores. Caso contrário, o condômino acaba não sabendo a quem recorrer e se sente desamparado quando há algum problema. Quando tem a quem recorrer, aumentam a sensação de segurança e o êxito da equipe como um todo.

Ser o porta-voz da equipe

Assim como o supervisor de segurança do condomínio deve ser o ponto de referência dos moradores, ele também precisa ser a pessoa na qual a equipe pode confiar. Caso algum problema recorrente ocorra, cabe a ele ouvir e reportar aos superiores. Também é desejável que ele observe se algum dos funcionários está com um desempenho aquém do esperado, procure saber o que está acontecendo e o ajude a encontrar uma solução.

É por isso que é tão importante nomear um supervisor que tenha a característica da liderança. Cabe a ele conhecer cada um dos funcionários, motivá-los e agir para que todos trabalhem em alta performance.

Elaborar relatórios

A partir de todos os dados coletados no dia a dia, é fundamental que o supervisor de segurança do condomínio tenha o hábito de enviar relatórios aos supervisores periodicamente. Tal prática ajuda os administradores a compreender se as atitudes tomadas estão surtindo efeito, uma vez que eles não acompanham tão de perto a rotina do condomínio . Isso ajuda a melhorar as decisões sobre a segurança do local. O documento pode ser simples, mas deve conter informações como: relatos de problemas vindos de moradores ou funcionários, ocorrências, problemas estruturais, necessidades de pequenos reparos em itens de segurança, entre outras informações.

Lembre-se de que, acima de tudo, o supervisor de segurança do condomínio deve ser um líder e atuar para que as regras sejam cumpridas. O mais importante é que o maior objetivo — a segurança — seja alcançado.

Fonte: Blog Intelbras