04/10/2021 – A Zirtaeb está completando 75 anos de existência!

Agradecemos, em especial, à todos os nossos colaboradores, clientes e parceiros que fazem parte da nossa história!

Seguimos sempre dedicados à nossa missão de ser a melhor opção para os síndicos, condôminos, proprietários e locatários pela excelência em Administração de Condomínios e Bens imóveis.

Que venham mais muitos anos de sucesso e parceria para todos nós!

24/09/2021 – Lei estabelece obrigatoriedade na opção de pagamento antes da suspensão de serviços públicos

A Câmara Municipal do Rio publicou, em 22 de abril, a Lei nº 6.871, que estabelece a obrigatoriedade das concessionárias de serviços públicos a oferecem a opção de pagamento antes da suspensão do serviço. A lei é da autoria da vereadora Vera Lins.

De acordo com a Lei, as empresas concessionárias fornecedoras de água, gás e energia elétrica no âmbito da Cidade do Rio de Janeiro deverão, obrigatoriamente, oferecer ao consumidor a possibilidade de quitar débitos pendentes no ato do corte do serviço fornecido e, para isso, deverão oferecer a opção de pagamento por meio de cartão de débito. A máquina de cartão para o referido pagamento do débito será de porte obrigatório dos agendes concessionários que efetuem as suspensões de fornecimento.

A Lei nº 6.871/21 diz que a possibilidade de pagamento do débito deverá ser ofertada no mesmo dia e em momento anterior à suspensão do serviço e o pagamento impossibilitará a suspensão do fornecimento do serviço.

Caso o agente concessionário esteja sem a máquina de cartão para recebimento dos valores devidos, a suspensão do serviço não poderá ser realizada.

A lei já está em vigor desde a data de sua publicação, em 22 de abril de 2021.

Fonte: ABADI

22/09/2021 – Confira dados do cenário residencial na cidade até setembro de 2021

O Secovi Rio acaba de divulgar o novo relatório sobre o cenário imobiliário residencial no Rio de Janeiro, com dados de setembro de 2020 a setembro de 2021.

Venda Residencial

O valor do m² de venda residencial em setembro chegou a R$ 8.961, com variação de 0,16% em relação ao mês anterior. Analisando as regiões, a que apresentou a maior variação foi a Zona Oeste, com o valor do m² ofertado para venda de R$ 3.778 e variação de 1,31% com relação a agosto.

Locação Residencial

O valor do m² de locação residencial em setembro chegou a R$ 31,02, com variação de -0,19% em relação ao mês anterior. Analisando as regiões, a que a presentou a maior variação foi a “Barra e adjacências”, com o valor do m² ofertado para locação de R$ 28,44 e variação de 0,89%.

A região “Barra e adjacências” é composta dos bairros: Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Itanhangá, Vargem Grande, Vargem Pequena e toda a região de Jacarepaguá.

Para conferir o relatório completo sobre a variação de valores em todas as regiões da cidade e outras informações detalhadas, acesse aqui: https://www.secovirio.com.br/wp-content/uploads/2021/09/cenario-imobiliario-residencial-set20-a-set21.pdf

19/08/2021 – Condomínio deve indenizar por corte de água de moradora que não pagou multa

O corte indevido do fornecimento de água, um elemento básico para a vida digna, configura dano moral. O entendimento é da 33ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo ao condenar um condomínio a indenizar pelo corte da água de uma moradora que não pagou uma multa condominial.

Consta dos autos que a moradora foi multada por não respeitar as regras sobre circulação de animais de estimação pelas áreas comuns, além de não recolher as fezes de sua cachorra. A multa foi incluída no boleto do condomínio, mas a moradora se recusou a efetuar o pagamento por não concordar com a infração.

Diante do não pagamento do boleto, o condomínio decidiu cortar a água do apartamento, o que levou a moradora a ajuizar a ação indenizatória. Em primeiro e segundo graus, os magistrados reconheceram a validade da multa, pois entenderam que a moradora desrespeitou as regras do prédio.

Continua: https://www.conjur.com.br/2021-ago-10/condominio-indenizara-cortar-agua-moradora-nao-pagou-multa

18/08/2021 – Pagamento de despesas comuns por lojas térreas

Em prédios compostos de unidades autônomas residenciais e comerciais, com lojas situadas no pavimento térreo independentes dos demais compartimentos do prédio, com entrada autônoma e exclusiva, com acesso direto para a via pública, devem participar do rateio das despesas de manutenção, conservação, limpeza e reparos, bem como do pagamento de impostos e quota de seguro obrigatório?

A circunstância das lojas  que tenham entradas autônomas, não as fazem unidades apartadas do edifício, na medida em que o acesso a logradouro público é apenas uma das partes comuns a todos pertencentes, na forma do § 2° do art. 1331 do Código Civil, segundo o qual “o solo, a estrutura do prédio, o telhado, a rede geral de distribuição de água, esgoto, gás e eletricidade, a calefação e refrigeração centrais, e as demais partes comuns, [inclusive o acesso ao logradouro público,] são utilizados em comum pelos condôminos, não podendo ser alienados separadamente, ou divididos.”

As lojas estão alicerçadas em terreno único que está em comunhão de todos os proprietários, consoante externa o Código Civil brasileiro, no § 3° do art. 1.331, segundo o qual: “A cada unidade imobiliária caberá, como parte inseparável, uma fração ideal no solo e nas outras partes comuns […]”, o mesmo ocorrendo com as fundações, paredes externas, o teto, as áreas internas de ventilação, que, sem autorização dos demais coproprietários, não podem sofrer alteração de modo a comprometer a segurança e o conforto, nem subverter a conformação inicial.

Portanto, as lojas situadas no pavimento térreo, ainda que tenham acesso independente à via pública, fazem parte do condomínio (inclusive tendo também direito a presença ou voto em assembleia de qualquer natureza), razão pela qual se submetem ao pagamento do seguro obrigatório do prédio, bem como pelas obras de reforma da fachada do edifício, de conservação e manutenção do passeio, do telhado, da marquise, dos sistemas de água e esgoto que estejam estritamente ligados entre todas as unidades, dentre outros, conforme previsão expressa no Código Civil, art. 1.336 do CC, segundo o qual “(…) contribuir para as despesas do condomínio na proporção das suas frações ideais, salvo disposição em contrário na convenção.” ¹

¹ Correspondente na Lei 4.591/64, art. 12, § 1°

Continue a leitura: https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/pagamento-de-despesas-comuns-por-lojas-terreas/ 

06/08/2021 – Dicas para home office: barulhos externos

Muito já se falou sobre o aumento do número de trabalhadores que passaram a atuar no sistema home office e precisaram promover adaptações em casa – iniciado de uma maneira improvisada, muitos brasileiros já dedicaram um espaço exclusivo para as atribuições do horário de expediente. Mas e quando a tranquilidade é atrapalhada por barulhos externos?

Recentemente, a Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Birigui, no interior de São Paulo, concedeu a uma mulher, que trabalha em sistema remoto, a proibição de seu vizinho reproduzir música em volume excessivo. Os barulhos externos, que aconteciam em períodos diurnos e noturnos, sofreram restrições de horário, uma vez que, no entendimento do juiz à frente do caso, a pandemia do Covid-19 demanda a adequação das pessoas que vivem no entorno.

“Sem dúvidas, a poluição sonora é uma das vilãs do bem-estar que o trabalhador precisa para suas atividades em home office”, argumenta Allan Lopes, fundador e diretor global Healthy Building Certificate (HBC), empresa especialista na consultoria e certificações de construções saudáveis.

A seguir, Allan e o CEO da HBC, Marcos Casado, abordam algumas recomendações, incluindo janelas acústicas, isolantes no ambiente, cenário para reuniões e outras soluções para melhorar o bem-estar sonoro de quem deixou o escritório tradicional para trabalhar em casa: https://sindicojf.com.br/dicas/dicas-de-experts-para-um-home-office-sem-barulhos-externos/

05/08/2021 – A chegada das férias e a circulação das crianças nas áreas comuns do condomínio

Estamos em momento de férias escolares, momento em que o fluxo das crianças é bem maior nas quadras, playgrounds, brinquedoteca, e pátio dos condomínios. Mesmo com a pandemia, grande parte dos condomínios flexibilizou as regras para abertura de áreas comuns, permitindo a utilização de alguns espaços mediante restrições de horários, agendamento, uso obrigatório de máscaras, álcool gel, e distanciamento entre os frequentadores.

Todos nós sabemos que a criança tem como um de seus direitos fundamentais, o direito de brincar e divertir-se, conforme inciso I, do artigo 16, do Estatuto da Criança e do Adolescente, mais conhecido como o ECA. Porém, muitos cuidados devem ser tomados com relação às crianças que brincam sozinhas nos espaços comuns dos prédios.

A cada ano aumenta o número de famílias com crianças que buscam morar em condomínio, pela segurança, assim como em razão do lazer proporcionado pelas áreas voltadas ao público infantil.

E por residirem em condomínios, os pais ou responsáveis acreditam estarem mais seguros, permitindo que as crianças transitem sozinhas pelas áreas comuns.

O ideal é o regimento interno prever as normas de utilização das áreas comuns; a idade mínima, e em quais locais, crianças podem estar acompanhadas de um adulto responsável, dentre outras regras pertinentes, devendo sempre observar de forma protetiva, o Estatuto da Criança e do Adolescente. Quanto aos elevadores, cada município possui sua própria determinação por lei específica.

Qualquer ocorrência dentro de um condomínio que envolva crianças e adolescentes deve ser vista com bastante cautela pelos gestores condominiais e síndicos.

Continue a leitura: https://www.ocondominio.com.br/noticias/3602/criancas-nas-areas-comuns-dos-condominios

02/08/2021 – Inverno é a melhor estação para cuidar da piscina

Para aproveitar em dias mais quentes, o cuidado com a piscina do condomínio começa no inverno. Use essa época do ano para realizar a manutenção da piscina.

É tempo de frio em diversas regiões do país. E como nesta época do ano as baixas temperaturas costumam afastar as pessoas das piscinas, esse período se torna o mais indicado para obras de reparo, troca de revestimentos e restauração de pisos e decks.

Os dois tipos mais comuns de piscinas instaladas em condomínios são as de resina poliéster com fibra de vidro, menos suscetíveis a furos e vazamentos. E as piscinas feitas de vinil, fáceis de montar e econômicas, por não precisarem de rejuntes.

Em ambos os casos, com o passar dos tempos, invariavelmente elas precisam passar por manutenção. E é isso que iremos tratar a seguir.

Veja agora o que deve pode ser observado pelo síndico, na área da piscina, aproveitando o pouco uso desse espaço em períodos mais frios. 

1- Infiltrações e rachaduras

2- Troca de rejunte e azulejo

3- Troca do vinil da piscina

4- Troca de borda e manutenção do piso no entorno da piscina

Saiba como fazer cada uma destas correções e outras dicas importantes para a manutenção e o tratamento da água da piscina: https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/inverno-e-tempo-de-observar-a-manutencao-da-piscina/ 

Por: Guilherme de Paula Pires

Redação Viva o Condomínio

21/07/2021 – Tudo que o síndico precisa saber sobre infiltração no condomínio

Para desempenhar a função de síndico, é fundamental ter muito preparo e responsabilidade.

Sobretudo quando surgem problemas que coloquem os moradores e seu patrimônio em risco. Um cuidado que nunca pode ser subestimado é o que diz respeito à infiltração no condomínio.

As infiltrações de maneira geral são muito nocivas a qualquer edificação, e precisam ser reparadas da maneira mais breve possível.

Quando essas infiltrações ocorrem nas áreas privativas, cabe ao síndico cobrar que o responsável promova o conserto.

Já quando a infiltração aparece na área comum, quem tem que pôr a mão na massa é o síndico.

Para não ser pego de surpresa, siga esse guia prático:

1. Detecção da infiltração

Uma infiltração só pode ser detectada depois que já aconteceu, seja pela aparição de manchas no teto, seja pelo gotejamento, então fique de olho!

Não espere alguém reclamar para tomar uma atitude.

As garagens e as lajes do último andar são as maiores vítimas de vazamento no condomínio.

Ter um plano de manutenção que seja cumprido à risca permite que você seja o primeiro a saber do problema.

Dessa forma, a ação corretiva pode ser tomada de forma rápida, diminuindo sensivelmente os estragos.

2. Isolamento do local atingido

Tão logo a infiltração seja constatada, e esteja acontecendo na garagem e bem em cima de alguma vaga de estacionamento, o mais prudente é isolar essa vaga até que o reparo seja executado.

A água que passa pela laje carrega junto com ela sais minerais do concreto, que quando entram em contato com a lataria do carro, danificam sua pintura.

Para os casos onde possam haver móveis, tapetes e carpetes, vale o mesmo.

3. Busca de ajuda profissional

Não tente resolver um problema complexo como esse com o “faz tudo” do prédio.

As falhas da impermeabilização que dão origem às infiltrações costumam acontecer por conta do emprego de materiais incorretos ou pelo uso de mão de obra sem especialização.

Fuja dos aventureiros.

Busque empresas idôneas e com boas referências no mercado, que possam dar garantia dos serviços prestados e que contem com mão de obra qualificada.

4. Escolha do sistema

Dê preferência por sistemas com tecnologias mais modernas, que possam te oferecer durabilidade e qualidade.

5. Finalização do reparo

Com a impermeabilização reparada, basta providenciar os serviços de reparo nos forros, tetos e paredes que eventualmente tenham sido atingidos pela infiltração.

Fonte: Fiber Sals / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/tudo-que-o-sindico-precisa-saber-sobre-infiltracao-no-condominio/

20/07/2021 – Saiba como fazer a manutenção da parte elétrica do prédio

A manutenção da parte elétrica do prédio é fundamental para trazer segurança, economia de energia e redução de custos dos equipamentos e aparelhos que param de funcionar.

Ela é responsável por revisar e trocar componentes que não são usados corretamente ou que já não estão mais funcionando. Durante a vistoria é verificado quais são os motivos pelos quais os problemas aparecem nos prédios.

Neste artigo, você saberá as principais informações sobre a manutenção elétrica.

Quem é a responsabilidade da manutenção;

Quando fazer a manutenção;

Quais são as consequências de não fazer a manutenção;

Como fazer a manutenção elétrica do prédio.

Vamos lá?

De quem é a responsabilidade da manutenção elétrica?

O síndico tem co-responsabilidade na segurança dos moradores. Sendo assim, ele deve ter um cuidado especial com a manutenção elétrica. Os condôminos podem conferir o seu quadro de luz, a fiação e até os eletrodomésticos e equipamentos que estão em sua residência.

No entanto, se a manutenção do prédio não estiver em ordem, o síndico pode ter vários problemas em seu condomínio.

Quando fazer manutenção elétrica do prédio?

A manutenção elétrica de um condomínio não pode ser executada somente uma vez. Além disso, o síndico não pode ter cuidado com essa questão apenas quando têm um problema no prédio.

A manutenção deve ser realizada de forma preventiva para evitar os riscos que um sistema desgastado pode trazer para os moradores. Além disso, quando tudo está funcionando sem nenhum defeito, os condôminos têm mais economia com a conta de luz. Portanto, o ideal é que a manutenção seja feita a cada ano.

Uma das formas de identificar o momento exato de fazer manutenção na parte elétrica de um prédio é por meio do histórico das contas de energia do condomínio. Verifique o consumo e analise se ele aumenta com frequência sem nenhum motivo.

Outro ponto importante é que você deve informar aos moradores sobre os cuidados com a conta de energia para evitar manutenções frequentes. Lembre-se de repassar essas orientações na assembleia de condomínio.

Existem alguns procedimentos que ajudam a evitar vários problemas em seu condomínio como: reapertos de terminais e limpeza dos contatos. A manutenção também deve ser realizada quando a vida útil dos equipamentos estiver acabando. Sendo assim, não espere que objetos estraguem para executar esse procedimento.

É fundamental que o seu condomínio trabalhe com a manutenção de forma preventiva. O síndico que tem esse pensamento consegue ter mais economia e menos trabalho para consertar os equipamentos.

Então, é interessante que você entre em contato com um eletricista para executar a manutenção anual. Ah, não se esqueça de orientar o zelador para que ele faça as vistorias do prédio. Neste momento, o mais indicado é observar os componentes do sistema elétrico para ver se há algum defeito.

Quais são as consequências de não fazer manutenção?

O condomínio que não faz a manutenção da parte elétrica do prédio com frequência tem uma série de prejuízos. Um deles é em relação ao consumo de energia, uma vez que a conta de luz dos moradores pode aumentar rapidamente.

Outro prejuízo é com a segurança do condomínio. Para se ter uma ideia, o sistema elétrico ineficiente causa vários desastres como fuga de corrente, curto – circuito e até descargas de energia, que pode resultar em mortes. Os incêndios também são muito comuns quando a manutenção elétrica não está em dia.

Como fazer a manutenção da parte elétrica?

O segredo para fazer a manutenção elétrica corretamente é criar um checklist com as principais questões que deve-se analisar no condomínio.

Uma das formas de evitar curtos e acidentes no prédio é verificar a qualidade dos fios, os itens que compõem a rede elétrica e a sobrecarga. Aqui, não se esqueça de olhar o cabeamento, plugues e os interruptores.

Os equipamentos e dispositivos de segurança são outros pontos que deve ser analisado com cuidado. A falta de manutenção pode resultar em incêndios e outras consequências que prejudicam a saúde dos moradores.

Portanto, se estiverem com problemas precisam ser trocados na mesma hora. A vistoria deve ser realizada por um profissional eletricista.

O síndico também deve observar a vida útil dos equipamentos. Fique de olho não só na validade mas também naqueles que não são utilizados há muito tempo. Se forem ligados novamente podem trazer riscos para os moradores e profissionais do condomínio.

A manutenção elétrica traz mais segurança e economia para o síndico. Nesses casos, a regra é clara: a manutenção corretiva gera mais prejuízo do que a preventiva. Sendo assim, não marque bobeira. Coloque esse procedimento como parte da sua rotina e mantenha os condômino informados sobre a manutenção.

Fonte: Adm Casa / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/saiba-como-fazer-a-manutencao-da-parte-eletrica-do-predio/