26/12/2014 -> Prédios verdes já somam 10% do total do PIB de edificações no Brasil

Prédios verdes já somam 10% do total do PIB de edificações no Brasil
O valor das construções com projetos registrados para receber certificações de obra sustentável já atinge 10% do total do PIB de edificações – subdivisão do PIB da construção civil, que exclui obras de infraestrutura. Há quatro anos, os prédios verdes não ultrapassavam 3% do PIB setorial.
Os dados são de estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young) em levantamento que analisa a movimentação econômica da construção verde no Brasil, mostrando um aumento considerável de empreendimentos sustentáveis na composição do PIB de Edificações ao longo dos últimos três anos.
Saiba mais no blog Condomínios Verdes.

23/12/2014 -> Fim de ano é um bom momento para reformas

Fim de ano é um bom momento para reformas
Começar o ano de casa nova, aproveitar as férias escolares, investir o 13º salário, por vários motivos, o fim de ano é um período escolhido para fazer as tão desejadas reformas nos imóveis. Seja alugado ou próprio, é possível fazer adaptações na moradia, para que reflitam a personalidade do morador. A época também favorece as obras de fachadas em edifícios, já que é possível planejar as taxas para o ano seguinte, sem pesar no bolso do condômino.
Para evitar dor de cabeça, é importante saber as dicas de profissionais da área, como o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ), Sydnei Menezes. Para ele, o primeiro passo para uma reforma é a contratação de um profissional, nesse caso mais especificamente, de uma arquiteto e urbanista. Toda reforma ou intervenção deve ser acompanhada pelo profissional por questão de segurança estrutural, e isso é fiscalizado pelo conselho.
“Um arquiteto e urbanista tem a qualificação e habilitação para intervir nos espaços. Ele é responsável técnico pela obra, garantindo que as mudanças ou intervenções sejam feitas com segurança. Cada obra em que o arquiteto esteja trabalhando deve ser comunicada ao CAU através do Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), o que possibilita que o conselho tome conhecimento da intervenção e fiscalize o desenvolvimento do trabalho”, explica Sydnei Menezes.
O final do ano geralmente é época com grandes promoções no mercado da construção civil, nas lojas de material de obra e de acabamento, conforme explica a arquiteta Cinthia Dimas França. Além disso, há ainda a questão do aumento de mão de obra qualificada no setor, já que muitos profissionais que trabalham na construção civil aproveitam o recesso do período de festas ou até mesmo férias coletivas, como ocorre em várias empresas, para trabalhar em outros empreendimentos e aumentar a renda familiar.
“São vários fatores que influenciam o aumento nas reformas nesse período. Existem algumas pessoas que optam por investir em uma obra, aproveitando o pagamento do 13º salário. Há ainda, no fim de ano, as ofertas de materiais que podem trazer grande economia para o cliente. A mão de obra, hoje em dia, é mais difícil de encontrar. Existe também a questão de que, no período das férias e os recessos, as pessoas têm mais disponibilidade para acompanhar de perto a obra”, diz Cinthia.
O fim de ano também é um período escolhido por muitos síndicos para indicar intervenções em prédios e condomínios devido à possibilidade de promoções em material para obra, mas também para compor as taxas extras começando a cobrança no próximo ano.
Para as obras que tenham como fundamento apenas a estética do imóvel, ou para a implantação de equipamentos úteis, é necessário que seja convocada uma assembleia, com aprovação por voto da maioria dos condôminos. Já no caso da obra ser necessária e, claro, não envolver despesas excessivas, é possível que o síndico a contrate sem convocação dos moradores. Há ainda, no caso de imóveis que tenham gestão, a possibilidade de utilizar os valores arrecadados durante o ano para realizar intervenções nos imóveis.
Quem estiver pensando em reformar a casa precisa saber ainda quais as obrigações devem ser cumpridas antes de iniciar a obra. A colocação de placas informando o responsável técnico, assim como sua respectiva inscrição no CAU, são exemplos. Ambas são exigência do código de posturas dos municípios em determinadas intervenções. Além disso, existem leis municipais, como as normas gerais de direito de vizinhança, que devem ser respeitadas para que não haja problemas de embargos da obra.
Mesmo se o imóvel for alugado é possível fazer intervenções, sejam estéticas, como mudar as cores das paredes, ou alteração de cômodos, como a abertura de espaço para colocar um ar-condicionado. Entretanto, tais mudanças devem ser autorizadas pelo locador, já que o inquilino está condicionado ao contrato, em que consta o laudo de vistoria com as condições em que o imóvel foi recebido.
“Se a reforma for apenas de natureza voluptária, ou seja, refira-se apenas à estética do imóvel, o locador deve ser contatado para que autorize e tudo deverá ser registrado para que não haja problemas na entrega do imóvel. Os direitos e deveres do locador e do locatário estão descritos na Lei do Inquilinato. No caso de pinturas, caso queira mudar a cor de paredes e portas, ele ficará obrigado a devolver o imóvel com as cores originais. Da mesma forma, caso queira quebrar uma parede, modificando algum cômodo ou mesmo abrindo um buraco para instalação de ar-condicionado, terá sempre que retornar ao estado original”, explica Luiz Claudio Oliveira Moreira, diretor da Self Administradora.
Há casos em que a reforma é necessária para consertar algo que não esteja funcionando no imóvel alugado, e a responsabilidade é do proprietário, segundo Moreira. O locador deve permitir a obra e arcar com os custos. Se a intervenção durar mais de dez dias, pode-se solicitar o abatimento no valor do aluguel proporcional aos dias em que durar. Já se passar de 30 dias, pode-se requerer a rescisão do contrato sem pagar multa, sendo todos os termos regidos pela Lei.
(O Fluminense)

22/12/2014 -> Prédios verdes já somam 10% do total do PIB de edificações no Brasil

Prédios verdes já somam 10% do total do PIB de edificações no Brasil
O valor das construções com projetos registrados para receber certificações de obra sustentável já atinge 10% do total do PIB de edificações – subdivisão do PIB da construção civil, que exclui obras de infraestrutura. Há quatro anos, os prédios verdes não ultrapassavam 3% do PIB setorial.
Os dados são de estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young) em levantamento que analisa a movimentação econômica da construção verde no Brasil, mostrando um aumento considerável de empreendimentos sustentáveis na composição do PIB de Edificações ao longo dos últimos três anos.
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19/12/2014 -> Horta comunitária é tendência em centros urbanos

Horta comunitária é tendência em centros urbanos
Verduras e legumes frescos à disposição para o almoço e jantar. Parece complicado? Aparentemente pode dar trabalho, pois a terra exige cuidados e a conservação dos alimentos deve ser feita com atenção. No entanto, a Quinta da Estância, maior fazenda de turismo rural e pedagógica do Brasil, aposta na ideia da horta comunitária para os grandes centros urbanos.
“Essa opção é muito utilizada no exterior e pode ser facilmente aplicada no Brasil. É preciso apenas que os vizinhos conversem e concordem em dividir um espaço saudável”, revela Sônia Goelzer, fundadora da Fazenda.
Locais como Reino Unido, Canadá e Estados Unidos permitem que esses espaços se tornem públicos e os utilizam, inclusive, para estreitar laços entre a vizinhança. “Reúna os vizinhos de um condomínio ou mesmo de um bairro e sugira a ideia. Um espaço protegido do sol e que comporte terra é o essencial. Sempre temos algum cantinho que ainda não foi utilizado”, explica.
A ideia deve ganhar força nos próximos anos, pois as pessoas se preocupam mais com a alimentação. “O consumo de orgânicos aumenta e a busca pela saúde tem se tornado prioridade nas famílias brasileiras”, conta.
Vale lembrar que algumas prefeituras disponibilizam sementes gratuitamente e já proporcionam instrutores para dar dicas à comunidade. “Se informe com a prefeitura da sua cidade e verifique quais são as possibilidades de ajuda”, sugere. Para a horta, Sônia aconselha que cada um tenha seu espaço e se torne responsável pelo cultivo do que escolheu plantar.
“As famílias devem ter liberdade de escolha e respeitar o espaço do outro. No entanto, compartilhar os alimentos é uma forma de tornar a horta realmente comunitária”, conclui.
(Quinta da Estância)

18/12/2014 -> Zona Portuária é palco de lançamentos

Zona Portuária é palco de lançamentos
Fora da Zona Oeste carioca, uma região do Rio que também tem atraído muitos projetos é a região portuária, graças ao Porto Maravilha,projeto de revitalização em curso naquela área. O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp), Alberto Silva, diz que a reurbanização valoriza a região,traz mais qualidade de vida aos moradores e a quem trabalha na área.
“Pelo menos três quartos da área do Porto Maravilha correspondem à Área de Proteção do Ambiente Cultural Saúde, Gamboa e Santo Cristo (Apac Sagas), onde há muitos imóveis degradados e subutilizados. A expectativa é que os donos destes imóveis percebam a oportunidade,os recuperem e deem novos usos a eles”, disse.
O presidente da Cdurp lembra que o porto vem recebendo investimentos em mobilidade urbana, impulsionando a valorização dos imóveis. Por isso,na avaliação dele,o local está cada vez mais atraente.
“Temos novas vias, conforto em infraestrutura e a redescoberta da região portuária pela cidade. Nós investimos na cultura e na indústria criativa, o que fez com que moradores de outras áreas descobrissem o local e passassem a frequentá-lo. A integração é um dos ganhos da revitalização”,afirmou.
Os novos empreendimentos imobiliários são fundamentais no processo de revitalização do porto,de acordo com o presidente da Cdurp.Isso porque,a partir da aquisição de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), o setor imobiliário custeia a requalificação urbana da região.
Os Cepacs são títulos que garantem às companhias do setor imobiliário construir empreendimentos maiores que o definido no zoneamento da região,oferecendo desta forma um incentivo para atrair recursos. Os investimentos totais no processo de revitalização do porto estão estimados em R$ 8 bilhões.
Alberto Silva explica que as obras públicas inseridas no projeto Porto Maravilha começaram em 2010 e os investimentos logo começaram a ser anunciados. “Atualmente, há empreendimentos privados em construção. A Tishman Speyer,que também está à frente do Pátio da Marítima, inaugurou o Port Corporate. O prédio ao lado do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) é emblemático para a mudança da cidade”, completa.
(Jornal do Commercio)

17/12/2014 -> Cresce procura por sistema de captação de água da chuva

Cresce procura por sistema de captação de água da chuva

 

RIO – Em Itu, uma das cidades do interior paulista que mais sofrem com a falta d’água, muitos moradores vêm improvisando formas para captar água da chuva e usar em toda a casa. Na capital, aliás, já existe até um movimento chamado “Cisterna já”, que prega justamente a construção e instalação de modelos simples, no melhor estilo “faça você mesmo”. Mas será que essas medidas, um tanto improvisadas, são realmente boas soluções?
Depende. Embora caia do céu, a água captada da chuva não é assim tão limpa e, muito menos, potável. Por isso, seu uso só é indicado para fins bem simples: lavagem de pisos, carros e roupas, irrigação de jardins e nas descargas de bacias sanitárias. Para qualquer outra finalidade, a questão é polêmica até mesmo entre quem atua no setor.

RETORNO FINANCEIRO EM 4 A 5 ANOS

Há quem defenda que o uso de cloro, como num tratamento parecido com o das piscinas, seria suficiente para matar os micro-organismos que possam estar presentes nessa água, tornando assim seu uso possível para tomar banho, cozinhar, beber. Mas, para a maioria, a prática está longe de ser recomendável. E só seria aceitável em situações realmente emergenciais, num momento de muita crise, como as secas do Nordeste, e a que vive Itu atualmente.

— Existe um nível de potabilidade exigido pelo Ministério da Saúde. E isso, um leigo não consegue controlar em casa. Até porque o tratamento deve ser permanente e esses níveis variam muito — diz o engenheiro sanitarista Eduardo Pacheco, do Portal Tratamento da Água.

Pacheco alerta ainda para os riscos de acidente durante a manipulação dos produtos químicos. Segundo ele, esse é um tipo de serviço que só deveria ser feito por profissionais treinados:

— Imagina se o porteiro de um prédio vai jogar cloro na água e esse cloro pinga em seu olho. Há risco de cegueira.
Por isso, antes de investir num sistema de captação da chuva, que custa, em média, R$ 9 mil para cisternas de até cinco mil litros, é preciso checar até que ponto o uso dessa água justificaria os gastos com a instalação.

Em geral, o retorno financeiro demora de quatro a cinco anos, de acordo com os gastos da família. Em média, o gasto diário de água de uma família de quatro pessoas é de 800 litros. E para que o sistema valha a pena, ele deve proporcionar uma economia de pelo menos um terço dessa quantidade.

— Armazenar água da chuva só para regar jardim pode não fazer sentido. Até porque, se está chovendo, ele não precisa ser regado. Mas há situações em que o sistema se torna interessante. Então, tem de verificar os índices pluviométricos, as capacidades de captação (tamanho do telhado) e armazenamento — ensina Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech Engenharia, uma consultoria de sustentabilidade.

O funcionamento do sistema em si é simples e pode ser dividido em duas partes. A captação é feita por uma calha no telhado, que pode ou não ter uma grade para barrar folhas e galhos. A água passa por um filtro que vai retirar a maior parte dos resíduos. Um “freio” — nada mais que uma curva na tubulação — diminui o ritmo de entrada da água na cisterna decantando detritos menores que se depositam no fundo.

A medida mantém a água limpa o suficiente para os usos não potáveis. Na segunda parte, que nem sempre é instalada, uma tubulação leva a água para um reservatório exclusivo. Daí ela pode seguir para bacias sanitárias, máquinas de lavar roupa e tanques.

 

Em alguns casos, geralmente em construções novas, conjugam-se dois sistemas: o que faz a captação da chuva com o que faz o reuso de águas cinzas, aquelas que saem de chuveiros, pias e lavagem de roupas. Indicadas para os mesmos usos não potáveis, essas águas podem ser levadas ao mesmo reservatório, mas esse sistema exige uma segunda tubulação. Há ainda um realimentador que aciona o hidrômetro geral quando a quantidade da água de reuso ou a da chuva não é suficiente.

Vale lembrar: não há qualquer ligação da tubulação que carrega essas águas com a da caixa potável.

PROCURA POR SISTEMAS CRESCEU 300%

Com a crise dos últimos meses, a procura por sistemas de captação da água da chuva e de reuso cresceu enormemente, especialmente em São Paulo. Só na Ecocasa, uma das empresas que fornece o sistema para residências, a procura aumentou 300%.

Boa parte dessa demanda é para construções já existentes. Mas, nesses casos, a instalação de sistemas completos, além de cara, é bastante trabalhosa já que exige uma obra extensa e complexa, justamente para separar as tubulações — afinal, as águas cinzas e da chuva não podem ser misturadas à potável, fornecida pela concessionária. O que vem acontecendo é que muita gente tem optado por instalar apenas a primeira parte, justamente para fugir da obra.

— Não faço projetos que não contem com sistemas assim. A gente tem que ter responsabilidade com os recursos naturais. Em casas ou prédios prontos, a obra é complexa, mas, ainda assim, válida — diz o arquiteto Antônio Goulart.

Segundo Goulart, com cerca de R$ 5 mil seria possível instalar um sistema mais simples com cisterna de até 3 mil litros, o suficiente para cerca de 15 dias. A defesa principal, nesse caso, é que não se pode mais usar água potável para lavar as áreas comuns de prédios ou irrigar jardins. E é também dessa ideia que nascem movimentos como o paulista “Cisterna já”, que vem realizando encontros para ensinar a construir uma cisterna artesanal, feita com bombonas.

— A gente precisa aliviar a demanda sobre os nossos reservatórios. Até ontem, a sociedade brasileira achava que estava nadando em água. A hora de começar uma transição é agora — defende Claudia Visoni, jornalista e ambientalista que participa do movimento “Cisterna já”.

Luiz Henrique Ferreira, da Inovatech, concorda. Para ele, o problema é o desperdício:

— Se a gente usasse água potável somente para beber, tomar banho e cozinhar, essa discussão estaria fora do contexto.

Para o engenheiro sanitarista Eduardo Pacheco, a questão é de planejamento governamental. Ainda que seja válida a instalação de sistemas caseiros, a solução para a atual crise hídrica é que esses sistemas sejam em larga escala:
— Tem que aproveitar água da chuva, tratar esgoto, fazer o reuso de efluentes domésticos em vez de jogá-los no mar. Isso já é feito em outros países e é a solução para qualquer metrópole. Desde que feito em larga escala, pelos governos.

Fonte: O Globo Online

 

16/12/2014 -> Crédito imobiliário desacelera em 2014

Crédito imobiliário desacelera em 2014
O desempenho ruim da economia brasileira afetou o ritmo de crescimento do crédito imobiliário, que deve encerrar 2014 com alta de 5%, resultado bem abaixo dos 15% projetados no início do ano e ainda mais distante do avanço de 32% registrado em 2013, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Para os especialistas, o cenário econômico atual impacta diretamente no crescimento do crédito. “Os preços subiram e as construtoras lançaram menos que nos anos anteriores”, explica Claudio Borges, diretor da área de crédito imobiliário do Bradesco. Além disso, também houve queda na venda de imóveis e maior rigidez na concessão do crédito por parte dos bancos ao longo deste ano, segundo Jean Michel Galiano, vice-presidente de lançamento e marketing do Secovi/PR. “O mercado imobiliário não está em crise, é o Brasil que está em um momento de maior insegurança”, reforça.

Ainda assim, eles afirmam que o cenário não é preocupante, porque os financiamentos continuam subindo, mesmo que em ritmo menor. “Estávamos crescendo a partir de uma base cada vez maior, na casa dos dois dígitos e com um crédito de R$ 100 bilhões ao ano. Então, fica mais difícil crescer nesse mesmo ritmo”, afirma Basílio Jafet, presidente da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (FIABCI).

O diretor de crédito imobiliário do Santander, Gilberto Duarte de Abreu, afirma que a diminuição do ritmo já era esperada. Além do alto crescimento do crédito imobiliário – que saltou de R$ 3 bilhões para R$ 109 bilhões em apenas dez anos– essa modalidade também aumentou a porcentagem de participação em relação ao PIB, de 1,5% e para cerca de 9% nesse período.

Vantagens

Para continuar com o mercado aquecido, os bancos têm procurado reforçar as vantagens do crédito imobiliário. Entre elas, estão a baixa taxa de juros – que está em 8,7%, ainda longe do patamar máximo de 12% que pode ser cobrado em financiamentos com recursos da poupança – e a baixa taxa de inadimplência que foi de apenas 1,8% em 2013. “Nós oferecemos prestações atrativas, liberação de recursos ao cliente em até 15 dias e financiamentos de até 80% do imóvel”, ressalta Borges, do Bradesco. As condições fizeram com que o crédito imobiliário do banco crescesse 42% nos últimos 12 meses.

O Santander oferece financiamentos há dez anos com ampliação das operações em até 35 anos e aposta na qualidade do atendimento ao cliente para alavancar o crédito imobiliário. “Temos uma equipe de especialistas para apoiar o cliente, tirar dúvidas e acompanhar todo esse processo burocrático do processo de financiamento”, diz Abreu.

Fonte: Site Gazeta do Povo (PR)

09/12/2014 -> Morar Carioca entrega 120 apartamentos

Morar Carioca entrega 120 apartamentos
Foram entregues na quinta-feira, 120 apartamentos do programa Morar Carioca, no Parque Proletário da Penha, na Zona Norte. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, lembrou que o processo de pacificação foi para o avanço de obras como essa, cujos investimentos foram de R$ 144,6 milhões. Ele participou da entrega ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes.
“Com escolas, creches, ensino fundamental, com as Unidades de Ponto Atendimento (UPAs), com as escolas que vamos colocar em horário integral, estamos traçando o caminho que queremos para todas as comunidades. A casa própria muda a vida das pessoas”, afirmou o governador.
As unidades entregues pela Prefeitura são destinadas às famílias que foram realocadas pelas obras na comunidade ou que moravam em área de risco.
“O processo de pacificação foi muito importante para que conseguíssemos trazer mais creches e escolas, infraestrutura, iluminação pública, contenção de encostas e alcançar 75% de atendimento do Programa de Saúde da Família, além da urbanização de ruas e do sistema de transporte BRT”, disse o prefeito.
(Jornal do Commercio)

08/12/2014 -> Obra do metrô fecha retornos na Av. Epitácio Pessoa, na Lagoa

Obra do metrô fecha retornos na Av. Epitácio Pessoa, na Lagoa

O fechamento de dois retornos na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa, deverá causar reflexos no trânsito a partir desta segunda-feira, primeiro dia útil após a interdição. As saídas foram fechadas na manhã de sábado para a construção de um novo acesso de passageiros à Estação General Osório (Linha 1 do metrô), localizada em Ipanema. Placas de sinalização instaladas nos locais indicam os retornos mais próximos. Além disso, agentes de tráfego da CET-Rio vão orientar os motoristas.

O primeiro retorno interditado fica próximo ao Corte do Cantagalo, para quem segue no sentido Ipanema, e o outro, em direção ao Humaitá, na altura da Rua Joana Angélica. De acordo com a prefeitura, as intervenções foram definidas em conjunto com a CET-Rio.

Com as mudanças, o motorista que estiver na Avenida Epitácio Pessoa, na pista sentido Ipanema, e desejar ir para o Humaitá deverá fazer a volta na altura da Rua Joana Angélica, em um retorno que era duplo e, agora, funcionará em apenas um sentido. Já quem estiver na pista sentido Humaitá e quiser voltar para o Leblon deverá pegar outra saída, poucos metros à frente, próximo à Rua Vinicius de Moraes.

O canteiro central localizado na altura do Parque do Cantagalo já está sendo preparado para receber, provisoriamente, o tráfego de veículos da via. Dessa forma, a escavação subterrânea da galeria, para criação do novo acesso do metrô, poderá ser feita sem a necessidade de novas interdições na região.

De acordo com a previsão, as obras deverão ser concluídas no primeiro semestre de 2016, quando um novo retorno de veículos será construído próximo ao Parque do Cantagalo e o da Joana Angélica voltará a operar em sentido duplo.

O novo acesso da Linha 1 do metrô será criado no canteiro central da Avenida Epitácio Pessoa, na altura do Parque Tom Jobim, entre os números 2.014 e 1.976, próximo a um sinal de trânsito e a uma faixa de pedestres. Com isso, quem estiver na Lagoa poderá ter acesso à estação do metrô.

(Fonte: O Globo)

05/12/2014 -> Secovi Rio apoia Projeto Porteiro Amigo do Idoso

Secovi Rio apoia Projeto Porteiro Amigo do Idoso
A Bradesco Seguros, em parceria com o Secovi Rio e Senac, vai voltar a oferecer o projeto Porteiro Amigo do Idoso, que visa dar aprimoramento profissional aos profissionais de portaria que lidam com idosos diretamente em seu dia-a-dia de trabalho.
O projeto será oferecido nas unidades do Senac de Copacabana, Barra da Tijuca (Marapendi), Vista Alegre (Irajá) e Botafogo e contará com a carga horária de 12 horas dividas em 3 dias de aulas.
O programa também é uma forma de reconhecer o trabalho dos porteiros que lidam adequadamente com os idosos e contribuem para a valorização da cidadania da população idosa do Rio de Janeiro.
SecoviRJ