18/03/2021 – Conflitos em condomínios? Saiba como evitá-los.

Morar em condomínio tem suas vantagens e desafios. Entre os itens que mais agradam os residentes estão a segurança, privacidade e comodidade que essas grandes estruturas oferecem. Por outro lado, as situações que mais geram conflitos envolvem principalmente os relacionamentos pessoais.

Compartilhar espaços com quem têm hábitos e comportamentos diferentes exige uma boa dose de psicologia, habilidade para lidar com pensamentos e atitudes de moradores que desrespeitam às regras internas, desagradam os vizinhos e prejudicam a harmonia do local.

Para evitar conflitos em condomínios, nada melhor do que ouvir quem tem experiência no assunto.

Leia: https://paranashop.com.br/2021/03/5-dicas-para-evitar-conflitos-em-condominios/

16/03/2021 – Como evitar a propagação da dengue nos condomínios

Quem mora em condomínio, além de fazer sua parte cuidando da própria casa, deve ficar de olho para ver se os vizinhos ou mesmo os funcionários do conjunto residencial estão fazendo a sua parte na prevenção das doenças. Com as chuvas de verão, é normal o acúmulo de água em calhas, lages, pneus, vasos de plantas e objetos desprotegidos em sacadas, áreas de circulação, jardins ou quintais. E, caso não haja uma limpeza, eles se tornam criadouros de mosquitos”, orientam especialistas.

Saiba mais: http://abadi.com.br/combate-ao-mosquito-dentro-dos-condominios/

08/03/2021 – 10 Brasileiras mais influentes da atualidade

No Dia Internacional da Mulher, além das flores, carinho e reconhecimento, é importante também destacar as mulheres que vem ganhando espaço nos cenários nacional e internacional. Seja por seu trabalho, eficiência, ações afirmativas ou qualquer outro predicado, conhecer sua trajetória é inspirador para todos: mulheres, homens, meninas ou meninos.

10 – Luiza Helena Trajano, importante líder do setor varejista

9 – Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank

8 – Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter

7 – Paula Bellizia, vice-presidente de Vendas, Marketing e Operações da Microsoft América Latina

6 – Tânia Cosentino, presidente da Microsoft Brasil

5 – Cristina Palmaka, CEO da SAP Brasil

4 – Sônia Hess transformou a Dudalina em uma marca de moda e hoje atua em projetos sociais

3 – Rachel Maia, CEO da Lacoste no Brasil

2 – Maria Eduarda Kertész, presidente da unidade de consumo HealthE da Johnson & Johnson nos Estados Unidos

1 – Gabriella Di Laccio, fundadora do Projeto Donne: Women in Music, Brasil

Você conhece as mulheres citadas? Que tal aprender sobre suas jornadas? Confira neste link: https://incrivel.club/inspiracao-gente/conheca-as-10-mulheres-brasileiras-mais-influentes-e-inspiradoras-da-atualidade-791910/

Ah, e como não podia faltar: Feliz Dia Internacional da Mulher! 

02/03/2021 – Vazamento nos condomínios: de quem é a responsabilidade?

Vazamento em condomínios é um problema que causa muita dor de cabeça aos síndicos e moradores. Normalmente quando isso acontece, o condômino ou morador já comunica o zelador (se houver), ou procura, diretamente, a administradora ou o síndico. É importante lembrar que nem sempre a responsabilidade é do condomínio.

Prédios possuem duas redes de encanamento: a horizontal e a vertical. 

Quando o vazamento provém de cano horizontal, ramais que ligam uma unidade à outra, a responsabilidade é do condômino. Ou seja, o vazamento tem origem na parte interna do apartamento, por exemplo, um vaso sanitário. Deve ser analisado de onde a água vaza, se da própria unidade ou do apartamento superior.

Já os vazamentos que provém de coluna, a responsabilidade é do condomínio. Essas colunas que conhecemos também por prumadas fazem parte das áreas comuns do condomínio. 

O síndico do condomínio possui como uma de suas obrigações, diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores, conforme inciso V, do artigo 1.348, do Código Civil. A rede geral de distribuição de água é propriedade comum dos condôminos.

Dessa maneira, para que se evite grandes problemas de vazamentos entre unidades do condomínio, manutenções preventivas nas colunas do prédio devem ser realizadas de maneira periódica, além da manutenção preventiva dos próprios moradores em suas unidades. 

Ao surgir a dúvida quanto à origem do problema de vazamento, o ideal é o condomínio contratar um encanador, um profissional especialista ou empresa especializada para que a identifique.

Porém, nem sempre essa identificação da origem do vazamento é tão fácil ou simples assim. Apenas um bom profissional poderá encontrar de onde provém o problema, para que se evite maiores conflitos entre o condomínio e o condômino, ou entre os próprios condôminos, havendo casos que chegam até o Poder Judiciário. Tais conflitos podem ser resolvidos de maneira pacífica e salutar.

Caso o vazamento ocorra entre unidades, e não haja qualquer responsabilidade do condomínio, este até pode colaborar para tentar ajudar a solucionar o problema, sem interferir em qualquer decisão, apenas como intermediário, mediador.

Se o problema for de responsabilidade do condomínio, o condômino deverá fornecer o acesso ao prestador do serviço ou empresa que fará o serviço. Caso impeça a realização dos reparos, o condomínio pode interpor medida judicial.

Não são raros os casos, nos apartamentos de veraneio em condomínios do litoral, da ocorrência de grandes vazamentos que chegam a alagar as unidades e corredores dos andares. Na maioria dos casos, o condômino não está presente no local para conceder o acesso ao seu apartamento para os reparos necessários.

Nesta hipótese, a entrada na unidade é urgente, tendo em vista a imensidão do vazamento. Desse modo, o condomínio pode, por intermédio do síndico, adentrar na unidade, informando ao proprietário da necessidade, e contratar a realização dos reparos. Frise-se que o apartamento deve ser devolvido nas mesmas condições em que foi encontrado, e caso não seja possível, deve ser tudo negociado com o condômino, ou até mesmo em uma assembleia.

Problemas de vazamento nos condomínios são recorrentes, mas transtornos e conflitos podem ser evitados com bastante diálogo, bom senso e boa vontade entre todos os envolvidos. 

Viver em condomínio requer empatia entre os moradores e gestores condominiais.

Via Diário do Litoral – Por Sabrina Sayeg, advogada especializada em direito imobiliário e questões condominiais

24/02/2021 – Segurança é um pilar essencial nos condomínios

Somente com todos procedimentos e participação dos moradores é que teremos a melhor performance da segurança, não só nos condomínios, mas em todos os lugares que estivermos.

Todos os dias ouvimos falar de tentativas de invasão em condomínios. Geralmente a invasão acontece pela porta da frente, e se aproveitam da fragilidade e da falta de treinamento de alguns funcionários para saquear os apartamentos. Neste momento de pandemia, vimos muitas vezes criminosos se passando por agentes de saúde, outras vezes por entregadores de delivery, instaladores de internet, TV a cabo, etc. Podem ter o auxílio de outras pessoas que ligam nos apartamentos para informar que o sistema precisa de manutenção e que é necessário receber um técnico. Também já vimos alguns problemas relacionados a prestadores de serviços que entram nas unidades para fazer reparo e acabam entendendo a rotina da família, e usam deste conhecimento para roubar ou repassar a informação para outras pessoas cometerem o delito.

São tantos os métodos utilizados que fica difícil encontrar uma única solução para resolver o problema. Mas uma coisa é certa, a segurança só funciona se tiver o engajamento de todos, sejam funcionários bem treinados, tecnologias voltadas para área da segurança como câmeras, iluminação por sensor de movimento, cartão de identificação, biometria ou reconhecimento facial, sistema de identificação de veículos na entrada da garagem, e a colaboração do morador para fechar o ciclo do que chamamos o tripé da segurança.

Uma solução que vem sendo implementada nos condomínios, tanto comerciais como residenciais, é um sistema de cadastro de visitantes, amigos e parentes pelo celular, que gera uma imagem QR Code para, somente assim, fazer a liberação de entrada. A inovação evita qualquer contato desnecessário, pois ao fazer a leitura, que o próprio condômino envia a seu convidado, automaticamente a portaria confere todo o cadastro e agiliza o processo de entrada, de forma segura e eficiente. Este modelo tem sido muito utilizado por todos os tipos de visitantes, até mesmo aos que alugam apartamentos por curta temporada, em plataformas digitais.

Somente com todos procedimentos e participação dos moradores é que teremos a melhor performance da segurança, não só nos condomínios, mas em todos os lugares que estivermos.

Fonte: CAMPO GRANDE NEWS – Por João Xavier, gestor empresarial, síndico profissional, especialista em gestão condominial e especialista em implantação de novos condomínios.

23/02/2021 – O mercado imobiliário será melhor em 2021

UM DOS SÓCIOS FUNDADORES DA GESTORA DE RECURSOS EMPÍRICA, E RESPONSÁVEL PELOS INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS, ESPECIALISTA AVALIA QUE AS PERSPECTIVAS PARA O SETOR SÃO MUITO POSITIVAS EM 2021.

O mercado imobiliário esteve mais aquecido em 2020?
Sem dúvida. Vamos olhar a cidade de São Paulo, que é o mercado mais dinâmico. A média de lançamentos vinha sendo um pouco abaixo de 30 mil unidades por ano. No período entre 2016 e 2019, depois da crise econômica, o número de lançamentos caiu para cerca de 23 mil unidades por ano. Mas em 2020, segundo as estimativas preliminares do setor, o número de lançamentos foi de 50 mil unidades. O mercado compensou parte do atraso. E acredito que em 2021 os números serão ainda melhores.

Não vai sobrar imóvel?
As pessoas não percebem que o mercado é dinâmico. O melhor exemplo é o do Japão. A população é de 126 milhões de pessoas e não cresce, o déficit habitacional é zero e, mesmo assim, são lançados cerca de 1 milhão de imóveis novos todos os anos, apenas para reposição.

Isso vale para o Brasil?
No Brasil a situação demográfica é muito diferente. A população cresce e o déficit habitacional é enorme. São lançados de 200 mil a 300 mil imóveis novos todos os anos no País, e mesmo assim, o déficit habitacional permanece elevado. Ou seja, há muita demanda por imóveis, tanto de quem já possui casa própria e quer comprar outra como investimento quanto de quem procura seu primeiro imóvel. Nos últimos meses houve casos de edifícios que foram integralmente vendidos em poucos dias, logo após o lançamento.

Por que o mercado se aqueceu em 2020?
A diferença agora é a queda dos juros. Ficou mais barato financiar, e o aluguel passou a render mais em comparação com as aplicações conservadoras. As pessoas voltaram a comprar imóveis como investimento, especialmente depois da queda da rentabilidade da renda fixa.

Quais os riscos?
Para este ano, não vejo grandes ameaças. Ao contrário, os negócios devem ser mais exuberantes. O mercado imobiliário foi bom em 2020 e será ainda melhor em 2021. Já para 2022 não é possível prever o que vai ocorrer.

Por quê?
A eleição promete ser nervosa e não é possível prever como ficarão os juros, que no caso desse financiamento é um elemento essencial.

E do ponto de vista do investidor?
Os fundos de base imobiliária, que compram ativos físicos e não títulos, oferecem boas oportunidades. Assim como aqueles que investem em “build-to-suit”.

FUNDOS

FIDCs de fintechs superam R$ 12 bi

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) das 828 fintechs que atuaram no Brasil até setembro de 2020 já somam mais de R$ 12 bilhões, de acordo com um estudo realizado pela BizCapital, fintech de soluções financeiras para micro e pequenas empresas e dona de um FIDC com mais de R$ 85 milhões. O FIDC é um investimento em títulos de crédito e existem alguns especializados em crédito com ou sem garantia, para pessoas físicas ou jurídicas, de prazos curtos e longos. Em um FIDC, o investidor, muitas vezes, pode escolher se quer menos risco, recebendo uma renda fixa pelo investimento, ou mais risco, acompanhando a performance do fundo.

MERCADO DE CAPITAIS

Itaú BBA lidera ranking Anbima

O Itaú BBA liderou pelo quarto ano consecutivo o ranking da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), que mostram as instituições responsáveis pelas operações de renda fixa em 2020. Tanto na originação (emissões de títulos como debêntures, CRIs, CRAs etc.), com R$ 43,3 bilhões, quanto na distribuição desses papéis aos investidores, movimentando R$ 10,4 bilhões. Apesar da liderança, os dados foram afetados no período pela pandemia de Covid-19, com volumes caindo 38,2% e 73,3%, respectivamente, em relação a 2019. O movimento foi acompanhado por todo o mercado. No segundo lugar veio Bradesco BBI (R$ 33,1 bilhões).

Número da semana

US$ 722,4 milhões

Foi o déficit acumulado na balança comercial brasileira em seu saldo até a segunda semana de fevereiro, conforme informação do Ministério da Economia. Na segunda semana, a balança registrou saldo positivo de US$ 413,8 milhões, com exportações somando US$ 3,946 bilhões e as importações, US$ 3,532 bilhões. Em janeiro, a balança registrou déficit de US$ 1,125 bilhão. No acumulado de 2021, o saldo é negativo em US$ 1,848 bilhão. As importações registraram aumento de 13,4% em fevereiro, com crescimento de US$ 1,11 milhão (6,0%) em Agropecuária; queda de US$ 5,35 milhões (-12,8%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 101,64 milhões (15,1%) em produtos da Indústria de Transformação.

Já as exportações recuaram 11,9%, com queda de US$ 61,87 milhões (-43,4%) em Agropecuária; crescimento de US$ 16,7 milhões (7,3%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 57,29 milhões (-11,7%) em produtos da Indústria de Transformação.

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

20/02/2021 – Condomínio: o mais novo canal de venda do varejo

O condomínio oferece um novo espaço para a implantação de um canal de venda sustentável e em ascensão. Isso porque mais de 68 milhões de brasileiros moram nesses locais, o que gera uma movimentação de mais de 165 bilhões de reais por ano, segundo a Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais.

Além disso, as moradias tiveram seu sentido ressignificado por conta da pandemia de Covid-19. O espaço que antes servia apenas para descanso se tornou o lugar onde tudo acontece: trabalho, estudo, refeições, exercícios físicos e etc.

Unindo isso ao fato de que, por questões sanitárias, o distanciamento social é o mais seguro neste momento, quem oferece conveniência, comodidade e bons produtos sai na frente. Esse é o caso dos negócios voltados aos condomínios.

Como funciona esse canal de venda?

Imagine só perceber que algum ingrediente está faltando somente na hora em que está cozinhando. Ou que a sua bebida favorita acabou e que já está bem tarde para sair e comprar. Para quem tem um minimercado no espaço comum do condomínio, por exemplo, isso não é problema. É a solução.

Com o produto indo até o consumidor, o cliente adquire não só o que estava faltando em casa, mas novas experiências. Algumas empresas surgiram com a ideia de instalar contêineres com itens de diversos setores nos condomínios, automatizando o atendimento para que nenhum funcionário precisasse ficar no local.

Assim, o morador escolhe os produtos de sua preferência, registra-os em um totem e realiza o pagamento via cartão de débito ou crédito. Em certos casos, a loja possui um aplicativo próprio em que é possível gerenciar todos esses processos.

Os custos variam de empresa para empresa, mas algumas cobram apenas o valor da instalação e chegam a repassar parte dos lucros obtidos ao condomínio como forma de estimular o consumo.

Outra vertente deste mesmo mercado são os marketplaces 100% exclusivos para condôminos e condomínios, como é o caso da QiSar Home, pioneira no ramo.

“Isso surgiu durante a quarentena para ser uma opção segura e vantajosa de compras online para os condôminos, possibilitando economia na aquisição de itens básicos do dia a dia. As funcionalidades da marca podem ser adotadas para condomínios de qualquer porte e perfil. Esse é um modelo mais vantajoso, porque os condomínios não precisam disponibilizar espaço físico e infraestrutura para um terceirizado operar nas dependências do empreendimento”, afirma o CEO Nilson Brizoti.

E este modelo de negócio, pensado especificamente para os condomínios, tem potencial para expansão. “Além da economia quando compra no marketplace, o condômino tem como benefício coletivo o cashback da Qisar, destinado ao condomínio, para este fazer suas compras. Parte do valor da receita que tivermos com as compras dos moradores retorna como desconto para as compras do condomínio, reforçando o conceito B2B2C”, explica o especialista.

Benefícios e potencialidades do ramo

O e-commerce cresceu mais de 40% durante a pandemia no Brasil, segundo o estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro” do BigData Corp em parceria com a PayPal.

E para a QiSar Home, este é o futuro, pois aplicar esforços no nicho digital e otimizar experiências gera valor ao ecossistema visado, no caso, o de condomínios. Entre os pontos positivos de se oferecer este tipo de serviço tem-se:

  • Círculo vicioso: a relação condomínio-empresa-condômino se estreita;
  • Fidelização do cliente: a praticidade por estar praticamente dentro da casa do cliente e cashbacks de até 10% estimulam a realização de novas compras;
  • Negociações: é possível executar transações de maior volume entre a empresa e seus fornecedores;
  • Comodidade e segurança: o indivíduo tem suas vontades atendidas rapidamente sem sair do condomínio e se expor a diversos riscos.

4 grandes cases de sucesso

Vislumbrando todos esses aspectos, startups de todo o Brasil aderiram ao modelo e, hoje, oferecem experiências diversificadas aos seus clientes:

1. Preços imbatíveis

Condôminos em março de 2020, no início da pandemia de Covid-19, quando conseguiam comprar um frasco de 500ml de álcool em gel, pagavam R$ 35,00. A Qisar por sua vez, conseguiu oferecer galões de 5 litros por R$ 60,00.

2. De 80 para mais de 300

Empresa criada em São Carlos (SP), a Onii instala contêineres de minimercados em condomínios residenciais. Tudo é feito de forma autônoma e automatizada, sem funcionários. A expectativa para 2020 era implantar 80 novos pontos, mas a procura por conta da pandemia foi tanta, que a demanda fez o número aumentar para mais de 300.

3. No Sul do país

A SuperPocket investiu em uma loja de conveniência que funciona 24h por dia em um condomínio em Porto Alegre (RS). Com mais de 400 itens à venda para os moradores, os sócios-proprietários projetam o investimento em assinaturas semanais de pães e de cestas com legumes e verduras neste mesmo esquema.

4. Honest Market

Já no Nordeste, em Fortaleza (CE), a startup InHouse Market notou o crescimento do conceito de Honest Market no mercado estrangeiro e resolveu investir nessa ideia. Já são mais de 50 unidades na cidade.

Prepare-se para um novo perfil de consumidores

Investir em um canal de venda simples, prático e unificado é uma alternativa que atenderá os anseios dos consumidores em 2021, segundo estudo feito pela Worth Global Style Network (WGSN).

Devido ao rápido avanço da internet e das redes sociais digitais, os indivíduos estão cansados de tomar decisões o tempo todo. Com o isolamento social, isso se amplificou, e o excesso de informações enfraquece o interesse pelo consumo.

Dessa forma, a previsão para o cotidiano pós-pandemia é de que o consumidor irá optar por estabilidade e praticidade. Entender e aplicar tudo isso pode ser a diferença entre a evolução e a estagnação de qualquer negócio.

Fonte: Consumidor Moderno

16/02/2021 – 7 dicas para tornar o trabalho em casa mais produtivo

Algumas soluções simples de decoração e organização podem trazer mais foco para o seu dia

Um home office eficiente pode aumentar a sua produtividade no trabalho e impactar positivamente o seu dia. Por causa da pandemia de Covid-19, muitas empresas dispensaram os funcionários do escritório para trabalharem em casa – e isso pode estar ajudando o meio ambiente. Os autônomos que já conviviam nesse esquema sabem que dividir os ambientes de descanso e trabalho pode ser um desafio. Mas, algumas dicas e medidas simples podem melhorar a rotina do seu escritório em casa.

Confira 7 dicas para aumentar a produtividade no home office:

1. Tenha um espaço para trabalhar

Preferencialmente, tenha um ambiente fechado (com portas ou divisórias) especialmente para trabalhar. Afinal, sem o deslocamento até o escritório da empresa e o convívio com os colegas, nem sempre é fácil para o corpo e a mente entenderem que é hora de desligar a atenção para a casa e focar nas tarefas de trabalho. Por isso, evite também trabalhar no mesmo lugar que você descansa, como o quarto e a cama.

2. Móveis e equipamentos ergonômicos

A longo prazo, usar mesa e cadeira de jantar como espaços de trabalho, por exemplo, pode te causar problemas na coluna. É fundamental ter equipamentos ergonômicos para trabalhar, como mesa e cadeira adequadas, suportes para os pés e um monitor na altura certa.

3. Vista-se para o trabalho

Da mesma maneira que não é recomendável trabalhar de pijama, não é preciso vestir roupas sociais e sofisticadas que vão te dar trabalho depois para passar com o ferro. Caso seu cargo permita, vista-se com um look meio termo, ou seja: que te dê conforto ao mesmo tempo que faça o seu corpo entender que aquele é o momento de trabalhar. Cuidado com partes de baixo da roupa também, porque você pode se distrair em uma reunião por vídeo e acabar aparecendo com pijama.

4. Planejamento e organização

Tenha em mente as tarefas que você precisa realizar e deixe-as à sua vista da maneira como achar mais prático. Alguns exemplos são agendas virtuais, planners impressos, folhas de papel adesivo (que você pode colocar no computador ou parede sem danificá-los) e lousas. O importante é que você consiga visualizar facilmente o que tem a fazer no dia ou semana e possa ir riscando o que já foi concluído.

5. Cromoterapia

Tons pastel como o amarelo podem inspirar a criatividade, comunicação e alegria no ambiente de trabalho. Confira mais sete cores que influenciam na produtividade e como aplicar a cromoterapia em diversos ambientes da casa.

6. Iluminação

O projeto luminotécnico é uma das partes mais importantes da montagem de um espaço. Confira os tons de luz e os tipos de lustres indicados para o escritório. A lâmpada de LED é uma das mais econômicas e, por isso, recomendada para cômodos que ficam com as luzes ligadas por muitas horas.

7. Neuroarquitetura

Se possível, sente-se próximo à janela com vista para uma área verde, como um jardim ou copas de árvores — de acordo com a neuroarquitetura, a proximidade com a natureza impacta positivamente nosso humor. Você também pode causar esta sensação de bem-estar com plantas e flores no ambiente. A janela também auxilia na ventilação e iluminação naturais.

Fonte: CASA.COM.BR

04/02/2021 – Coworking em condomínios: como a pandemia influenciou esse espaço?

Não é novidade para ninguém que, com a vinda da pandemia, muitas pessoas tiveram que trabalhar em casa e ainda há empresas se adaptando ao home office. A boa notícia é que, a partir da crise, várias construtoras atentaram-se para atender à essa nova necessidade e estão investindo em coworking em condomínios.

Coworking é um escritório ou espaço compartilhado para trabalho — ou até mesmo para estudos. É um local para os moradores trabalharem em home office — no mesmo ambiente —, sem estar propriamente dentro de casa, mas nas dependências do condomínio.

Essa é uma tendência que já vinha ganhando força e, com a chegada da Covid-19, se tornou uma urgência nos empreendimentos. Continue a leitura para entender como o coworking pode ser uma solução inteligente para comprar seu próximo imóvel, seja para morar, seja para investir.

O que caracteriza um espaço compartilhado como um coworking?

Para ser considerado um coworking, o local deve oferecer soluções que o profissional utilizaria se estivesse na empresa: estação de trabalho (ou uma mesa com cadeira), computador, energia elétrica, sinal de internet e recursos básicos como água e banheiro.

Muitas pessoas que já trabalham à distância, mas que não contam com um bom espaço em casa, costumam alugar salas compartilhadas com empresas especializadas em oferecer esse tipo de serviço. Porém, empreendimentos que oferecem coworkings próprios facilitam isso para o cliente.

Isso acontece porque eles ganham tanto por oferecer um local mais atrativo para o comprador — já que esse é um modelo de trabalho que veio para ficar e já conta com mais de 20 milhões de brasileiros —, quanto por oferecer a possibilidade de seus moradores economizarem com aluguel. Acompanhe outros benefícios no tópico a seguir.

Quais as vantagens de escolher um imóvel com coworking?

O coworking nasceu, principalmente, para aliar duas coisas muito importantes no dia a dia dos profissionais: trabalho e qualidade de vida. Mas ele chegou trazendo diversas outras vantagens que, normalmente, todo trabalhador precisa para ter uma rotina de atividades mais saudável. Veja quais são algumas delas.

Sem estresse com trânsito

O trânsito é uma das piores chateações enfrentadas por quem trabalha fora. Principalmente se você mora e trabalha em cidade grande, o cenário é este: acordar cedo e chegar tarde devido ao tempo que perde no deslocamento de casa até o trabalho e vice-versa.

Quando há possibilidade de trabalhar no condomínio onde mora, o trabalhador tem mais qualidade de vida, pois não será submetido ao estresse que o trânsito causa diariamente. Por isso, ele poderá acordar mais tarde, chegar pontualmente ao trabalho, voltar para casa mais cedo e com a tranquilidade de dar poucos passos.

Mais conforto

Apesar de o home office ser uma necessidade para muitas empresas, nem todo mundo conta com um ambiente confortável e adequado dentro de casa para trabalhar. Com a disponibilização do coworking, o profissional terá um espaço específico para desempenhar suas tarefas, além de mais comodidade.

Menos distrações

Trabalhar em casa é uma tendência, mas acontece que, justamente por ficar mais tempo em casa, o trabalhador se depara com várias distrações: cama confortável, TV, geladeira, conversas familiares, entre outros fatores. No coworking isso não acontece, você sabia?

Como o coworking é um espaço elaborado e utilizado para atender fins profissionais, todas as distrações típicas de um lar não estarão ali para atrapalhar a produtividade do profissional. Com isso, ele terá muito mais foco para realizar as tarefas que realmente precisa.

Mais economia

Falamos aqui sobre o fato de poder economizar com aluguel de salas e escritórios para trabalhar, certo? Acontece que a economia pode ir além disso. É possível gastar bem menos com transporte ou combustível até o trabalho, assim como estacionamento e alimentação.

Também podemos citar a economia com vestuário social. Afinal, se você está trabalhando dentro do próprio condomínio, é mais fácil substituir a roupa social que seria utilizada na empresa por uma roupa mais confortável e adequada ao ambiente.

Melhores oportunidades para fazer networking

Quem atua em home office tende a ficar mais isolado, pois, em casa, é só o profissional e seu equipamento de trabalho. No coworking há mais possibilidades de conhecer novas pessoas e ampliar sua rede de contatos, já que outros trabalhadores estarão no mesmo ambiente. É uma ótima forma de trocar experiências!

Como escolher o melhor imóvel com coworking em condomínios?

Como vimos, o coworking é bastante vantajoso. Mas, para tirar o máximo proveito dessa tendência e ter uma boa experiência ao investir em um empreendimento que ofereça tal recurso, é importante considerar alguns pontos:

Visite o local antes de fechar o negócio

Conhecer o imóvel antes de comprar ou alugar não é uma dica nova. Mas e quanto à visitação do espaço em que você vai trabalhar todos os dias? Já pensou nisso? Ou observou apenas as fotos do local?

Tenha em mente que, tão importante quanto conhecer pessoalmente todos os detalhes do apartamento em que vai morar, também é preciso entender como é o espaço de trabalho. Por fotos ou vídeos não é possível saber se a infraestrutura oferece o que você precisa, como boa internet, privacidade, ventilação e iluminação adequadas, entre outros.

Atente-se às políticas de utilização do local

É necessário entender bem como funcionam as regras para utilização do local antes de fechar o negócio, pois pode haver particularidades que não serão vantajosas para você. Por exemplo: horário mínimo e máximo para utilização, taxas e condições para uso do espaço.

Pesquise várias opções

Escolher um imóvel nem sempre é uma tarefa fácil e, muitas vezes, o morador pode ficar em dúvida entre duas ou mais alternativas. Se você está procurando esse tipo de espaço para trabalhar, a infraestrutura do local pode ser determinante no momento da escolha.

Imagine que um empreendimento ofereça um espaço mais amplo do que o outro e ambos têm preços equivalentes. Ou um imóvel em que o coworking fica próximo à área de lazer. Isso pode ser uma desvantagem em relação a outro que disponibilize um local mais tranquilo e menos barulhento. Vale a pena pesquisar com atenção antes de se decidir.

Ficou claro como o coworking em condomínios veio para revolucionar o segmento imobiliário em todos os sentidos? Ele oferece melhores oportunidades de negócios para as construtoras, benefícios para os moradores e vantagens competitivas para quem investe em imóveis. Por isso, não há dúvidas de que é uma forte tendência de mercado.

O espaço compartilhado de trabalho é uma alternativa interessante para você? Se adequaria a esse estilo? Divida a sua opinião com a gente deixando o seu comentário!

Fonte: Blog Trisul