11/10/2019 – Checklist: o que comprar para cada cômodo na hora de mobiliar a casa

Saiba quais são os itens indispensáveis para você viver confortavelmente

Você está prestes a se mudar e precisa mobiliar a casa toda? Vá com calma! Por mais que os detalhes de decoração sejam os itens que mais saltam aos olhos, focar no que é essencial nesse momento é muito importante.

Leve em consideração o básico que você precisará para viver bem e deixe o supérfluo para depois. Você pode seguir a lista abaixo, separada por cômodos, para não esquecer nada e ter uma casa pronta para morar.

QUARTO

Essencial:

– Colchão e box (ou cama);
– Guarda-roupa e cômoda (caso seja necessária);
– Jogos de cama e travesseiros;
– Criado-mudo (senão, aonde você vai apoiar itens como celular, água, etc?);
-Espelho.

Supérfluos

– Luminárias especiais;
– Abajur;
– Cortinas;
-Quadros;
– Almofadas;
– TV.

BANHEIRO

Essencial

– Armário;
-Espelho;
-Porta-toalhas;
– Porta-escovas de dente;
– Porta-shampoos;
– Porta-papel higiênico;
– Toalhas;

Supérfluo

– Nichos para colocar itens de decoração;
– Porta-sabonete.

SALA DE ESTAR

Essencial

– Sofá;
– Estante ou rack;
– Televisão (se você for do tipo que prefere que ela fique na sala).

Supérfluo

– Almofadas;
– Poltrona;
– Painel para a tv;
– Mesa de centro;
– Tapete.

SALA DE JANTAR

Essencial

– Mesa de jantar de pelo menos quatro cadeiras – tudo vai depender do tamanho da sua família.

Supérfluo

– Aparador.

LAVANDERIA

Essencial

– Máquina de lavar;
– Tábua de passar;
– Armário para guardar produtos de limpeza;
–  Varal;
– Cesto de roupa suja;
– Vassoura;
– Rodo;
– Balde.

Supérfluo

– Secadora de roupas (tudo vai depender da sua preferência, mas você pode comprar depois ou comprar uma máquina que já faça os dois).

COZINHA

Essencial

– Fogão;
– Geladeira;
– Micro-ondas;
– Armários;
– Jogo de panelas;
– Louças;
– Faqueiro;
– Liquidificador:
– Escorredor de pratos.

Supérfluo

– Forno elétrico;
– Depurador;
– Máquina de lavar louças;
– Batedeira;
– Processador;
– Sanduicheira;
– Mixer.

Via ZAP em Casa

10/10/2019 – Lei 8.533 de 25 de setembro de 2019

Foi sancionada no último dia 25 de setembro, a Lei 8.533/2019, que dispõe sobre a obrigatoriedade dos prédios pertencentes às pessoas jurídicas de direito privado de estarem conectados à rede de coleta e tratamento de esgoto ou disporem de sistema próprio de coleta e tratamento do seu esgoto.

A norma determina que prédios pertencentes às pessoas jurídicas de direito privado, com faturamento bruto anual superior a cem milhões de reais, sediadas no Estado do Rio de Janeiro, devem estar conectados à rede de coleta e tratamento de esgoto.

Não havendo rede de coleta de esgoto e estação de tratamento de esgoto, as pessoas jurídicas, enquadradas na lei, deverão implantar o sistema próprio de coleta de esgoto de todas as edificações sob sua responsabilidade. As que se encontrem em desacordo com lei, tem prazo, improrrogável, de doze meses para as devidas adequações.

O descumprimento acarretará multa de 2 mil UFIR’S, aproximadamente R$ 6.842,20, por edifício não conectado à rede de coleta e tratamento de esgoto.

Os destinatários da norma, localizados em regiões não atendidas pela rede pública coletora de esgotos, devem apresentar projeto para tratamento de seus efluentes em até 6 meses ao órgão ambiental competente e mais 6 meses após a apresentação do mesmo, para iniciar a execução do seu respectivo projeto.

A lei prevê ainda que, as despesas com a execução da norma correrão por conta do particular.

Clique aqui para ver a íntegra da Lei 8.533/2019.

Via Secovi Rio

09/10/2019 – Por que eu preciso pagar aluguel de salão de festas se já pago o condomínio?

Leitora – Camila Oliveira: Por que eu preciso pagar aluguel de salão de festas se já pago o condomínio?

É plenamente legal a cobrança de taxas para uso de áreas comuns como salão de festas e churrasqueira, por exemplo. Os valores arrecadados são convertidos para uso e benefício do condomínio. São geralmente utilizados para limpeza e manutenção do próprio ambiente (água, energia, pintura, utensílios, móveis etc). As regras para uso dos espaços citados, bem como valores, devem constar na convenção condominial ou regimento interno.

Fonte: Revista Área Comum – Consultoria de Lidiane Praxedes Oliveira da Costa, advogada, professora, palestrante e sócia-fundadora do escritório de advocacia”

07/09/2019 – Hortas urbanas: alimentos orgânicos em casa

Ação de sustentabilidade em condomínios ajuda na qualidade da alimentação, na integração entre os moradores e pode servir até como terapia

Em tempos de uso indiscriminado do agrotóxico, poder contar com produtos fresquinhos na mesa e ter a certeza de que estão livres de qualquer tipo de veneno é um privilégio, e tem incentivado o consumo de orgânicos. Tanto que segundo levantamento do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis), a parcela de pessoas que tem consumido orgânicos pelo menos uma vez por mês subiu de 15%, em 2017, para 19%, em 2019. Em Santa Catarina, quarto maior produtor no Brasil de acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), no início do ano o Estado implementou uma Política Estadual de Incentivo às Feiras de Produtos Orgânicos.

Economia verde

A qualidade na alimentação é apenas uma das vantagens quando se fala dos benefícios das hortas urbanas. Em São José, no bairro Forquilhas, os moradores do Residencial Garden Ville foram premiados. Além de morar em um espaço bem estruturado e com várias áreas de lazer, o condomínio ainda conta com mais uma vantagem: os condôminos podem receber produtos orgânicos colhidos na hora. E o melhor, sem precisar tirar o carro da garagem.

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Ana Paula Palmezan, síndica do Residencial Garden Ville e o produtor de alimentos orgânicos Claudio Hoffmam

O edifício tem como vizinho o agricultor Claudio Hoffmam, morador do local há 20 anos e proprietário de um terreno de quatro hectares, onde planta vários tipos de hortaliças. Semanalmente ele prepara uma cesta com os alimentos que foram previamente encomendados, via grupo no Whatsapp, e entrega na porta do prédio ou os próprios condôminos pegam no local. O mix de variedades conta com mais de 20 tipos de hortaliças, entre elas alface e temperos em geral.

Por semana é colhido aproximadamente uma tonelada de alimentos, sendo que a maior parte da produção abastece duas grandes redes de supermercados de Florianópolis. Do condomínio, 50 famílias aproveitam essa facilidade, mas segundo a síndica Ana Paula Palmezan, a ideia é investir ainda mais na divulgação formal e tornar o serviço mais conhecido entre os 16 blocos, que somam 512 unidades.

“A tranquilidade de poder comprar produtos naturais sem agrotóxicos, na porta de casa, não tem preço. Eu sou uma das freguesas do senhor Hoffman e vejo a importância dos condomínios incentivarem e proporcionarem a criação de hortas comunitárias. Ou ainda buscar produtores da sua região que possam atender a essa demanda”, pontua Ana Paula.

Com as mãos na massa

Se nem todos têm a sorte de morar ao lado de uma grande horta urbana, vale lembrar que é possível criar iniciativas dentro do próprio condomínio. E é exatamente isso que estão fazendo vários síndicos e moradores que, através de práticas sustentáveis, estão colocando na mesa alimentos mais saudáveis e, ao mesmo tempo, criando um ambiente cooperativo nos edifícios. Para as pessoas que se envolvem com todo o processo, do plantio à colheita, mexer na terra ainda pode ter função terapêutica.

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As moradoras Helena de Souza e Edite de Morais na hora do Condomínio Mirante Quatro Estações

Também de São José, o Condomínio Mirante Quatro Estações, localizado no bairro Serraria, cultiva uma horta comunitária desde 2016. Reivindicada pelos moradores, através do Conselho de Meio Ambiente do prédio, a estrutura foi construída em uma parte do boulevard onde já estavam instalados canteiros com grama. E o que começou com 30 m², hoje ocupa uma área de 120 m². O condomínio conta com um espaço total de 46 mil m², sendo seis torres com 240 apartamentos. Os quase 1.200 condôminos desfrutam de uma infraestrutura completa com salões de festas, brinquedoteca, cinema, piscina, academia, parques infantis, campo, quadra, pista de skate, espaço pet e pista de caminhada de 900m.

De acordo com o síndico Dalmo Tibincoski, que há quatro anos comanda o espaço, todos os moradores podem participar dos cuidados com a horta, conforme a disponibilidade de cada um, sendo que as moradoras Helena de Souza e Edite Balem de Morais são as responsáveis por coordenar as atividades. Com o apoio da administração e da empresa de jardinagem que atende ao condomínio, elas dão o ritmo ao trabalho, plantio, cuidados, colheita, entre outras demandas. Todos os alimentos produzidos são disponibilizados gratuitamente aos moradores e para incentivar ainda mais o consumo e o envolvimento de crianças e adultos no projeto, o síndico irá organizar aos sábados o “Dia da Colheita”, sempre que houver produtos prontos para o consumo.

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A moradora Helena de Souza mostra a área de compostagem do condomínio

“Independentemente do tamanho, da localização ou das características do condomínio, sempre há alguma melhoria que pode ser implantada em relação ao cuidado com o meio ambiente e sustentabilidade. Convide os moradores para participar, peça a ajuda, ideias, comece e aos poucos com certeza todos irão contribuir de alguma forma”, avalia Tibincoski. O condomínio ainda desenvolve um trabalho de compostagem nos fundos do empreendimento, com o material orgânico coletado pelos condôminos. O adubo é utilizado como fertilizante natural na horta e em toda a área verde entre os prédios.

Iniciativa dos moradores

Outro bom exemplo de que o movimento das hortas comunitárias está crescendo e veio para ficar é de Florianópolis, no bairro Abraão, Condomínio Ilha do Sol. Sob o comando do síndico Carlos Brasil há três anos, o projeto do plantio teve seu início dois anos antes dele assumir o cargo, por iniciativa própria dos moradores. Mas foi só realmente este ano que ele ganhou força, quando mais pessoas abraçaram os cuidados necessários para manter o local. Construído há 41 anos, o empreendimento tem 92 apartamentos distribuídos em sete blocos.

Seguindo a risca o ditado popular ‘a união faz a força’, cada morador voluntário contribuiu com alguma coisa – tijolo pra cercar os canteiros, mudas, sementes, enxada, regadores – e o sonho se tornou realidade. Para montar a horta o condomínio aproveitou uma área verde que não estava sendo utilizada e hoje já tem temperos, legumes e verduras da época. Entre as opções de colheita no momento estão alface, cenoura, couve, brócolis, salsa e cebolinha. Os alimentos produzidos não são comercializados, sendo toda a variedade disponibilizada e dividida entre os moradores e funcionários do condomínio.

A iniciativa partiu dos moradores, mas a administração contribuiu com um sistema de captação de água da chuva com torneira e mangueira, que ajuda bastante nos períodos de estiagem. “O nosso próximo objetivo é plantar essa ideia nos que ainda não participam do projeto, oferecendo os resultados. Mais que um fornecedor de alimento, a horta tem atuado na sociabilização de todos. A relação entre os moradores não está somente na colheita, pelo contrário, existe um vinculo maior e isso é forte igual a uma raiz. O cuidado e o zelo deles é que faz a coisa funcionar”, comenta Brasil.

Entre os maiores incentivadores do projeto está a senhora Margarida Santi, que há 22 anos mora no edifício e é apaixonada pelo espaço. Filha de agricultores, ela sabe os benefícios que vêm da terra, ainda mais aproveitando um espaço, que estava ocioso, para o bem de todos. “Eu amo a horta e cuido um pouquinho todos os dias. Pra mim ela funciona como terapia, uma forma de desacelerar da correria do dia a dia. Gosto de plantar, ver os frutos nascendo, crescendo, tudo dentro do seu próprio tempo. Acho maravilhoso aproveitar a terra pra fazer algo útil para os condôminos. Aqui nós temos a oportunidade de comer alimentos orgânicos, saudáveis e de graça”, salienta.

Como estratégia para envolver os demais moradores, entre os próximos passos do grupo está disponibilizar uma caixa com os produtos da horta na portaria. Assim, as pessoas que não têm o hábito de ir até o canteiro poderão conhecer um pouco mais do trabalho e quem sabe até despertar a vontade de participar do grupo.

Comece uma horta

  • O primeiro passo é aprovar o projeto em Assembleia e definir como será o processo de implantação. Escolha um local com o máximo de iluminação solar que não esteja sendo utilizado. Caso o condomínio não tenha áreas permeáveis, o indicado é construir ou comprar canteiros prontos. Ou ainda, se não tiver muito espaço, é possível montar uma pequena horta vertical;
  • No caso das hortas maiores, é recomendado que também seja criado um centro de compostagem. Além de adubo natural, os moradores terão um destino mais sustentável para todo o lixo orgânico;
  • Forme um grupo que será o responsável direto por todas as demandas do espaço. Isso é fundamental para garantir o bom andamento do projeto;
  • Na hora do plantio, escolha as espécies de acordo com o espaço, profundidade do solo e época do ano. Aproveite o momento para promover a sociabilização entre os moradores, além de promover um momento de relaxamento e de contato com a natureza;
  • Nas hortas menores dê preferência para o plantio de ervas, temperos e chás. Em caso de hortaliças, opte pelas de cuidado mais simples, como alface, salsinha, cebolinha, coentro, entre outras;
  • Não se esqueça de regar e fique de olho na manutenção: retire as ervas daninhas, previna contra pragas com receitas caseiras e faça a poda das plantas;
  • Tenha bom senso na hora de colher os alimentos. Vale definir em grupo se cada morador poderá pegar do canteiro ou se terá alguém responsável pela distribuição.

Fonte: Portal do Condomínio

04/10/2019 – Como é uma república? Veja as vantagens e desvantagens

É uma chance de economizar e dividir as despesas, mas é preciso conciliar vários gostos

A maior vantagem de uma república é poder despesas. Numa cidade como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, onde o custo de vida é alto, muitas vezes é possível morar numa região mais rica em serviços e transporte público, com espaço suficiente para compartilhar e ainda gastar menos do que morando sozinho. Está com dúvida de como é uma república?

arquiteta Fernanda Okuyama afirma que a convivência pode ser uma vantagem para quem está disposto a isso, mas também uma grande desvantagem. “Você pode se deparar com discórdias financeiras, assim como hábitos e rotinas. É importante manter o diálogo aberto e combinar tudo previamente”.

A arquiteta acha que é possível delimitar espaços íntimos e de uso coletivo. Os dormitórios podem ser ambientes total ou parcialmente privativos, com acesso mais restrito, “tudo vai depender do grau de intimidade que você tem com os demais moradores”.

Na decoração, o espaço pode refletir cada um dos moradores, mas muita informação pode atrapalhar na organização. “Os ambientes compartilhados podem ser mantidos mais neutros, com elementos pontuais da personalidade de cada um. Por exemplo, conciliar mobiliários maiores (sofás, estante) com cores e design mais básicos”.

Barulho nas repúblicas

A arquiteta Raquel Furlan lembra que o ambiente de república costuma ser de muito entra e sai e festas. “Quando uma pessoa quer estudar, pode estar rolando um barulho, isso é uma desvantagem. E do ponto de vista de dividir custos, às vezes uma pessoa acaba pagando um pouco mais que outra”.

Para Raquel o ideal é cada pessoa ou dupla ter seu quarto, com chave. “No quarto é possível dividir o ambiente de várias formas: com armários, gabinetes, cômodas, biombos, cortinas. São muitas possibilidades para dividir o ambiente”.

Mas, se depois desse conteúdo, você mudou de ideia e pretende alugar um imóvel, visite o nosso portal. Temos diversos opções de casas e apartamentos disponíveis para locação!

Via ZAP em Casa

03/10/2019 – Bandeira tarifária de outubro será amarela, diz Aneel

Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na tarde de sexta-feira (27) que a bandeira tarifária de outubro será amarela. Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A medida representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando a agência adotou a bandeira tarifária vermelha, no patamar 1, com acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos.

Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse a Aneel, em nota.


Aneel anunciou que a bandeira tarifária de outubro será amarela. Reprodução

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com base nas condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que “diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas”, possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.

Fonte: Agência Brasil

02/10/2019 – Projeto garante por lei presença de animais em condomínios; entenda

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) analisa um projeto de lei que reconhece o direito de criação de animais domésticos em condomínios.
O PL 4.969/2019 é de autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) e dá ao condômino o direito de criar os animais em seus apartamentos. Desde que, claro, atenda aos requisitos do prédio, como não provocar danos ou colocar a segurança dos outros moradores em risco.
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Em entrevista ao Senado Notícias, o senador assinala que “não há razão por que a sua criação seja vedada pelas convenções ou regimentos internos dos condomínios de edifícios, o que, no nosso entender, será capaz de regular o tema de maneira mais razoável e adequada”.
Enquanto faz um cafuné no seu animal de estimação, você deve estar achando estranho a autorização formal para criar cães e gatos em condomínios. O síndico ou comissões de moradores não podem vetar a presença dos bichos domésticos.
Mas, acredite, o impedimento acontece. Por isso o posicionamento da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a presença de animais domésticos em condomínios baseada no caso de uma moradora que entrou com ação para poder criar sua gata no apartamento onde mora.
Quanto ao PL 4.969/2019, o projeto tramita em decisão terminativa na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda o recebimento de emendas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui por volta de 132,4 milhões de animais domésticos.
Fonte: Hypeness

01/10/2019 – MP estipula substituir eSocial por sistema mais simples

Plataforma deverá ser substituída por outros dois sistemas

A Medida Provisória que está sendo discutida prevê que o eSocial (Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas), que unifica o envio de dados sobre trabalhadores, deverá ser substituído por um sistema simplificado de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas.

Atualmente, o eSocial reúne os dados trabalhistas, fiscais e previdenciários das empresas em uma única plataforma. No início, somente patrões de empregados domésticos eram obrigados a usar a plataforma.

Contudo, houve mudanças e desde janeiro deste ano, os empregadores do Simples Nacional (incluindo MEI), empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos foram obrigados a aderir ao sistema.

Como e quando vai haver novas mudanças? 

A MP proposta ainda não tem definição de prazo para a substituição do eSocial, tampouco como deverá ser a nova plataforma ou as informações que deixarão de ser solicitadas. Em julho, no entanto, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, já tinha confirmado que o eSocial só deverá funcionar até janeiro.

Ainda de acordo com Marinho, a plataforma será substituída por dois sistemas: um da Receita Federal e outro de Trabalho e Previdência, mas que ambos serão “bem mais simples”.

Já o secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, afirmou que a intenção do novo sistema é cortar as informações exigidas das empresas de 900 para cerca de 500.

Fonte: Portal Jurista.com.br (Com informações do G1)

30/09/2019 – Feiras capacitam para o desafio de ser síndico de condomínio

Eventos nos dias 29 e 30 de outubro ajudam administradores a cumprirem obrigações que a função exige

Rio – Dois eventos podem ajudar no “desafio” de ser síndico de condomínios, função que atualmente, requer cada vez mais conhecimentos e capacitação. Isto porque tanto os condomínios residenciais quantos os comerciais funcionam como uma “empresa”, com várias obrigações a cumprir. Uma das formas de estar preparado é participar da Expo Síndico e do IV Congresso APSA de Síndicos Profissionais e Gestores de Propriedades Urbanas, nos dias 29 e 30 de outubro. As duas feiras ocorrem no Copacabana Palace Hotel.“Nossa expectativa é reunir mais de três mil síndicos nos dois dias de feira. São dois eventos de peso acontecendo juntos para que o síndico tenha a oportunidade de conhecer as novidades e de participar de palestras com temas super atuais para o universo condominial”, conta Dil Melo, diretora do Grupo DM Eventos, empresa organizadora dos dois encontros que têm objetivo de capacitar os administradores para que tenham uma gestão mais assertiva, fiquem atualizados sobre o mercado, as legislações e outras decisões de impacto.

De acordo com Dil Melo, entre os destaques da programação está a atração internacional Pepe Gutierrez, um dos mais reconhecidos gestores de condomínios, que lançará o livro “os melhores gestores de propriedades no mundo” em primeira mão no Brasil.

“Também teremos palestra sobre empreendedorismo e outros temas como o futuro dos condomínios, as tecnologias e novidades disponíveis, segurança condominial, cuidados com os elevadores, e sobre os segredos para ser um síndico de sucesso”, completa.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em https://bit.ly/2lBiTOp. Para visitar a feira é necessário doar 1 kg de alimento não perecível. Já para ter acesso às palestras do dia, o ingresso custa R$ 50.

Expo Síndico – 29 de outubro

Credenciamento e Visitação a expositores – das 8h às 9h

Abertura do evento – das 9h às 9h10 Dil Melo (Diretora Grupo DM Eventos)

Os segredos para ser um síndico de sucesso – das 9h10 às 10h30 – Marcio Raschkovsky (advogado especialista).

Como lidar com a atual complexidade da gestão condominial e ainda gerar oportunidades – das 10h30 às 11h- Julio Paim (CEO Sindiconet).

Painel Secovi – Estatísticas de síndicos e condomínios – das 11h às 11h30 – Maurício Eiras (coordenador Estatístico do CEPAI – Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Secovi Rio).

Painel Jurídico – Carolina Roque, Alexandre Franco e Rodrigo Coelho – das 11h30 às 12h30 – advogados especialistas.

Palestra Grupo DM Eventos – das 12h30 às 13h

Networking com patrocinadores – das 13h às 14h

Novidades do Mercado Imobiliário – das 14h às 14h30 – Cristiane Campos (jornalista rádio JBFM)

Palestra Kless – das 14h30 às 15h10

Coffee Break – das 15h10 às 15h30

O futuro chegou – Seu condomínio está preparado? – das 15H30 às 16H – Odirley Rocha (diretor Comercial Kipper)

A importância da apresentação e comunicação do síndico com os moradores – das 16H às 16H40 – Alex Fabiano (gerente de Negócios Apsa)

Cuidado com os Elevadores. “A importância da manutenção preventiva e as alternativas para modernização” – das 16h40 às 17h20 – Fábio Aranha (Sete Servic)

Tecnologia aplicada à segurança condominial – das 17h20 às 18h – Caio Souza e Daniel Flausino (Fenixx Segurança e Transporte de Valores)

Palestra Grupo DM Eventos – das 18h às 18h30

Visita à feira e happy hour patrocinador – das 18h30 às 21h

IV Congresso APSA de Síndicos Profissionais e Gestores de Propriedades Urbanas – 30 de outubro

Abertura – das 09h às 9h10 – Fernando Schneider (diretor superintendente na área de gestão condominial e negócios imobiliários)

A Jornada do Seu Futuro – das 9h10 às 10h30 – fundador Vai Voa e Master Tech

Painel Cases: Como convencer os moradores da necessidade de novas tecnologias no seu condomínio – das 10h30 às 11h – Participantes: Marcelo Eller e Síndicos GPUS parceiros

A tecnologia no dia a dia do seu condomínio – das 11h às 11h50 – Edgar Poschetzky (gerente de Negócios APSA)

Impacto jurídico das transformações digitais nos condomínios – das 11h50 às 13h – Marcelo Borges – Valter Vivas – André Junqueira (advogados especialistas)

Networking com patrocinadores – das 13h às 14h

O futuro da gestão condominial no mundo e o lançamento do Livro “Os Melhores gestores de propriedades no mundo” – das 14h às 15h – Pepe Gutierrez – gestor condominial.

Coffee Break – das 15h às 15h30

– Empreendedorismo – das 15h30 às 17h – Flávio Fachel (jornalista e apresentador do jornal Bom dia Rio da Rede Globo).

– Encerramento e premiação GPU do ano – das 17h às 17h30 – Fernando Schneider e Marcelo Eller

– Visita à feira e happy hour patrocinador – 18h30 às 21h

Fonte: ISTOÉ – Independente 

27/09/2019 – Morar perto do metrô é cômodo, mas tem desvantagens

Ter fácil acesso ao transporte é excelente, mas barulho pode incomodar os mais sensíveis

Sair de casa, andar um pouco e já estar no metrô é uma comodidade que a maioria das pessoas gostaria de ter. Ainda mais em cidades como São Paulo, onde o trânsito é sempre um caos. Então, anote a primeira vantagem: metrô perto é qualidade de vida.

Outro ponto positivo é a eficiência desse meio de transporte. Rápido, pontual e com amplo horário de funcionamento. Isso quer dizer que se você conseguir sair de casa, dar alguns passos e pegar uma linha direto para o trabalho, será um ser privilegiado e jamais poderá arrumar desculpas para atrasos.

Tem outra coisa boa, que é a valorização dos imóveis. Os que ficam a menos de um quilômetro de distância de uma estação são vendidos por até 30% mais do que os distantes com as mesmas características e metragens.

Para listar mais uma vantagem, vamos falar sobre a infraestrutura urbana local. Ao redor das estações, obviamente, o movimento é contínuo e essas pessoas precisam de comércio e serviços. Portanto, morar perto vai te facilitar a vida, porque a região costuma ser bem desenvolvida.

Desvantagens de morar perto do metrô

A primeira delas é o barulho constante, a qualquer hora do dia. Lembre-se que são milhares de pessoas para lá e para cá. E elas não apenas entram e saem as estações, mas falam, comem, enfim, utilizam o que está disponível no caminho. E, acredite, o trânsito costuma ser mais cheio nessas áreas próximas às estações. Ou seja, não espere silêncio e tranquilidade.

Outro ponto a ser levado em consideração é o aumento do número de roubos e furtos no entorno das estações. Os ladrões frequentam os locais onde podem fazer mais vítimas. Se isso não assusta você, está na hora de mudar para perto o metrô.

Quer encontrar os imóveis disponíveis perto do metrô? Visite o nosso portal e conheça todas as opções.

Fonte: ZAP em Casa