06/08/2020 – A tecnologia na realização de assembleias condominiais

Novo jeito de se reunir, virtualmente, ainda gera dúvidas por parte dos síndicos, dos moradores e das administradoras de condomínios.

 

Por causa da pandemia do novo coronavírus e o distanciamento social para evitar o contágio, muita coisa mudou nos condomínios pelo interior de São Paulo. Uma delas, considerada importante pela saúde do condomínio, é a assembleia.

 

Ela não deixou de existir, mas mudou de formato. As assembleias virtuais têm despontado como alternativas às presenciais. Mas, esse novo jeito de se reunir ainda gera dúvidas por parte dos síndicos, dos moradores e das administradoras de condomínios.

 

A principal dúvida é em relação às convenções, que muitas delas não preveem a modalidade eletrônica de assembleia. Até porque, nunca imaginou que uma pandemia poderia vir e fazer com que as pessoas se isolassem.

 

Segundo o Secovi, o Sindicato da Habitação em São Paulo, é possível realizar assembleia eletrônica, desde que a convenção não tenha alguma cláusula que proíba.

 

“A assembleia virtual é muito democrática, porque viabiliza ainda mais o comparecimento dos condôminos. Há casos em que o número de presentes tem dobrado. Em outros, até mesmo atingido o quórum de 100%”, disse a advogada Moira Toledo, diretora executiva da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi.

 

A tecnologia tem ajudado nas assembleias, como os programas de reuniões virtuais. “Felizmente, temos notado como tecnologias que já eram acessíveis, porém pouco utilizadas, têm ganhado espaço no dia a dia das pessoas e das empresas”, diz Riad Elia Said, diretor regional do Secovi.

 

Fonte: G1

03/08/2020 – 5 ideias baratinhas de decoração para o quarto

Quando a gente descobre o poder que um simples quadrinho tem na decoração, não consegue mais viver sem mudar uma coisinha aqui ou ali em casa de vez em quando.

1. QUADRINHOS

Acredito que os quadrinhos são capazes de dar um visual novo e lindo para a decoração em questão de alguns minutinhos. E o mais legal é que você só precisa comprar ou reutilizar molduras legais que tenha em casa (dá para reaproveitar até moldura de porta-retrato) e imprimir imagens e frases bonitas e inspiradoras da internet.

2. PAREDE DECORADA

Outra maneira legal de decorar o quarto gastando pouco é personalizando uma parede. Dá para pintar, aplicar papel de parede ou até usar papel contact. No último caso, você pode desenhar e recortar algum desenho ou forma geométrica no papel contact e depois colar na parede. Dá para fazer coraçõezinhos, triângulos, bolinhas…

3. ADORÁVEL NOVO MÓVEL VELHO

Você já pensou em reformar algum móvel do quarto? Pode ser uma cômoda, um criado-mudo, a escrivaninha… Não é tão difícil quanto você pode pensar e o resultado é incrível! E dá para renovar um móvel velhinho usando tinta, tecido e até papel contact!

4. MUITA LUZ

Decoração é luz! Não adianta nada ter um quarto lindo, cheio de móveis caros e objetos de decoração ma-ra-vi-lho-sos se o ambiente não é bem iluminado, sabia? Experimente colocar um abajur ao lado da cama ou em cima da sua escrivaninha no quarto e você vai ver a diferença! Outra dica legal é reaproveitar aquelas luzes pisca-pisca do Natal do ano passado e usá-las para decorar a cabeceira da cama ou a janela! O resultado é incrível!

5. FAÇA VOCÊ MESMA

Que tal fazer algumas coisinhas lindas com as suas próprias mãos para decorar o quarto? Como um quadrinho varal de fotos para decorar a cômoda, um terrário geométrico feito com palitos de churrasco para deixar sobre o criado-mudo do ladinho da cama, um tapete de pompons… Tudo depende da sua criatividade, e, como já deu para perceber, são ideias que reaproveitam coisinhas que você já tem em casa, que reciclam objetos ou que são feitas com coisinhas muito baratas, como palitos de churrasco…

 

Fonte: Casinha Arrumada

30/07/2020 – Conheça as tendências de decoração pós pandemia

 

Nos primeiros meses de 2020, as tendências de decoração eram ‘de fazenda’ e ‘moderna’ ainda dominavam o cenário do design. 

Mas então aconteceu o sem precedentes: com uma pandemia global, o mundo do comércio e do design sofreu um enorme impacto. Lojas fechadas, funcionários demitidos, marcas começaram a mudar suas prioridades. O envio foi atrasado e os lançamentos das coleções planejadas foram adiados.

Agora, estamos considerando um estilo de vida instável, em que muitas pessoas na força de trabalho passam mais tempo em casa do que nunca. Com restrições em sair de casa, de repente os espaços em que vivemos assumiram um novo significado. A decoração da casa começa a parecer uma necessidade para configurar um lar para várias pessoas.

O que isso significa para as tendências de decoração? Pode parecer uma questão discutível, mas, de certa forma, será um ponto de referência interessante quando olharmos para trás neste momento. Como é a nossa casa e por quê?

Estética x Praticidade

Especialistas em design sugerem alguns temas comuns neste momento: interesse pela sustentabilidade, pelo exterior e pela praticidade.

A designer Liz Caan, de Boston, diz que veremos uma tendência de criar um interior acolhedor em termos de conforto e segurança, muito além de apenas preocupações estéticas.

“Estamos aprendendo que vírus e bactérias podem viver em plásticos e alguns metais por mais tempo do que os materiais orgânicos naturais”, diz Caan. “As pessoas se importam menos com manchas e mais com uma vida saudável. Qual é o propósito de ter um sofá coberto por um material que não mancha, mas tem toneladas de germes invisíveis vivendo nele?”

Tendência home office

O vice-presidente de estilo da Modsy, Alessandra Wood, diz que a empresa notou um aumento nas compras práticas de móveis no último mês. Devido principalmente à decoração do escritório em casa, indica tendências de compra em um futuro próximo.

“As pessoas procuram peças elegantes e funcionais que possam ser facilmente convertidas nas muitas necessidades que temos em nossos espaços”, diz Wood à Hunker. Caan ecoa essa afirmação, prevendo que veremos mais interesse em peças de móveis que “podem se adaptar ou servir a vários propósitos”.

Tendência da decoração estética

Isso não significa que ainda não podemos nos divertir um pouco com a decoração – mas pode estar mais dentro da razão. Isso se torna especialmente evidente quando se trata de um escritório em casa. Dayna Isom Johnson, especialista em tendências de decoração, diz que cada vez mais clientes estão “procurando maneiras pequenas, mas impactantes, de adicionar um pouco de alegria ao seu espaço”.

Entre 1º de março e 30 de abril, em comparação com o mesmo período do ano passado, um site de móveis registrou um aumento de 523% na pesquisa de decoração ou arte em paredes de escritórios domésticos; um aumento de 39% nas pesquisas de mesa ou acessórios de mesa; e um aumento de 64% nas pesquisas por vasos ou plantas.

Os itens que poderíamos ter escolhido inicialmente para estética antes precisam resistir ao teste de uso prolongado, especialmente para quem trabalha remotamente.

“Peças simples e duráveis ​​têm precedência sobre cores fortes e estampas vibrantes”, disse a designer de interiores Amalia Graziani, do Noor Property Group. “Depois de passar tanto tempo em casa, veremos um conjunto diferente de considerações ao escolher itens. Talvez esse papel de parede com folhas de bananeira não seja tão bom depois de vê-lo todos os dias por alguns meses!”

Divisão dos espaços

Caan diz que tendências como “uma sala de lição de casa” e zonas específicas para exercícios estão voltando à moda quando repensamos os layouts. “Estamos pensando muito em como maximizar e utilizar melhor nossos espaços internos, provavelmente mais do que nunca”, diz Caan.

Por fim, as pessoas com áreas externas provavelmente as abraçarão agora e mais do que nunca; como aproveitar ao máximo seu potencial é um interesse crescente entre os amantes da decoração.

“Quando o nevoeiro se dissipar após a pandemia de 2020, embora eu acredite que as pessoas não estejam correndo para locais lotados, elas ainda desejam ter a sensação de poder sair para o barzinho ou partir para o seu lugar favorito.”, disse Keita Turner, presidente e diretora criativa da Keita Turner Design.

Turner também imagina que veremos mais tons de terra por dentro e “tons que imitam a beleza da natureza”. Com as empresas anunciando peças perfeitas para uso interno e externo, as linhas entre as duas seções continuarão embaçadas.

“Os espaços ao ar livre estão definitivamente se tornando mais habitáveis ​​com a introdução de uma decoração ao ar livre mais cuidadosa”, afirma Lance Thomas, do serviço de quarto, diz. Caan também diz que seus clientes parecem especialmente interessados ​​em iluminação e decoração ao ar livre, a fim de criar uma seção ao ar livre mais parecida com extensões de suas casas.

Turner também vê a indústria do design caminhando para “escolhas mais conscientes quando se trata de produzir e comprar decoração“.

É difícil prever exatamente o que está do outro lado desse novo normal, mas as ações e atitudes que mudam no mundo do design são apenas uma maneira de ver essa readaptação refletida.

Fonte: Viva o condomínio

28/07/2020 – Como adaptar a casa para as atividades de trabalho e escola em família?

O “novo normal” que será vivido pós-pandemia impactará também a vida das crianças. Com mais tempo em casa, a difícil tarefa em manter os pequenos ocupados com atividades além eletrônicos se tornará permanente.

 

Assim como a criação de uma rotina, tornou-se superimportante para a organização do espaço delas, pois a permanência em casa se tornou um desafio para os pequenos e para os pais, que precisam alinhar a educação dos filhos, brincadeiras e entretenimento com o home office.

 

O escritório Go Up Arquitetura, especializado em soluções para reformas, percebeu o aumento na demanda de adaptações de casas e apartamentos nos últimos meses, desde o começo da quarentena, através de um trabalho que chamam de Fast Decor, onde o escritório projeta intervenções e melhorias no espaço daquele lar, e os clientes fazem as transformações em casa, coordenados à distância.

 

“Tivemos um aumento de 50% na busca por esse tipo de projeto, inclusive para apartamentos com crianças. Como as pessoas não saem de casa, muitas buscam maneiras de adaptação a baixo custo, criativas e que elas mesmo possam fazer. Inclusive, podemos incluir a atividade com a criançada, que adora”, revela Juliana Silva, arquiteta e sócia da Go Up Arquitetura, de São Paulo.

 

Como sugestão, as arquitetas da Go Up Arquitetura Amanda Mori e Juliana C. Silva, sugerem algumas ações que podem ser feitas e adequar espaços para os pais em home office e a criançada em home schooling. “As dicas são fáceis de implementar e podem ser feitas por quem mora em casa ou apartamento, mesmo que pequeno. Um profissional de arquitetura pode projetar a melhor forma de adaptação e indicar os móveis e utilidades e até mesmo os melhores locais para encontrá-los com facilidade”, explica Amanda Mori, sócia da Go Up Arquitetura e responsável por projetos.

 

Essas dicas são muito fáceis de implantar e podem ser feitas por quem mora em qualquer tipo de casa ou apartamento, mesmo que pequeno. É só planejar e botar a mão na massa para fazer o “Home Schoooling” e o “Espaço Seguro”

 

Espaço Seguro

Durante o Home Office dos pais, como dica, pode-se separar dois ambientes da casa para as atividades e da rotina da criança, enquanto os pais trabalham.  O primeiro deles, seria o “Espaço Seguro”, um ambiente propício para criança ficar por pequenos períodos sem supervisão direta (enquanto os pais estão em uma reunião, por exemplo e não podem ter interrupções), onde ela  poderá criar, desenvolver, estudar, ler e fazer qualquer atividade com autonomia.

 

Segundo Juliana, o “Espaço Seguro” deve ser livre de quinas, móveis fáceis de subir e sem objetos que possam oferecer risco. “Pode ser o quarto da criança ou então uma varanda pequena. O local deve ser claro, preferencialmente de luz natural, organizado e estimulante de atividades individuais como pintar e desenhar, para a criança se divertir sem necessitar de acompanhamento dos pais. Se puderem disponibilizar de uma parede ainda para essa criatividade, melhor ainda. Depois, nada que uma nova “mão de tinta” não resolva”, ressalta a arquiteta da Go Up Arquitetura.

 

Amanda Mori, profissional da Go Up Arquitetura sugere um espaço de trabalho compartilhado – o “Home Schooling”. Este é um ambiente híbrido e funcional. Por exemplo, se os pais estão fazendo Home Office na mesa da sala, é interessante manter um espaço na mesma mesa para a criança fazer suas atividades escolares juntos, com o apoio dos pais quando necessário. ” Caso a criança não tenha idade e altura suficiente para compartilhar uma mesa tamanho adulto, existem diversas mesas e cadeiras infantis que podem ser inseridas neste contexto, e que podem fazer, ainda, parte da decoração da casa, mantendo o ambiente organizado mesmo nas horas de descanso”, revela Mori.

 

Fonte: TERRA

27/07/2020 – Entenda a importância da tecnologia em condomínios

 

Não é novidade que a tecnologia está fazendo cada vez mais parte do dia a dia das pessoas, e os condomínios não poderiam ficar de fora. É por isso que a automatização tem transformado a vida de síndicos, ajudando na melhora do bem estar de todos que ali residem ou trabalham.

Pensando nisso, o portal Síndico Legal trouxe diversas informações para ajudar a entender como funciona a automatização do condomínio e qual a sua importância.

 

O que é a automatização?

Por mais que pelo nome pareça ser uma coisa complicada. A automatização é bem simples, nada mais é que a utilização de sistemas mecânicos e eletrônicos para aprimorar a administração de algo. Ou seja, é aproveitar a utilização das máquinas, da tecnologia a nosso favor para agilizar e otimizar a rotina do condomínio.

 

As tecnologias que podem ser utilizadas são as mais diversas, e não é de se espantar que todo os dias surgem novos meios!

Listamos algumas práticas conhecidas de automatização para te ajudar a se familiarizar com esse termo, são elas:

-Softwares de gestão

-Controle de acesso com QR Codes ou biometria em algumas portarias

-Centrais de segurança remota

-Armazenamento de arquivos na nuvem

-Câmeras de segurança eletrônica

-Reconhecimento facial de placas de veículos

-Catracas eletrônicas para estacionamentos

-Portaria remota ou portaria virtual para condomínios

-Aplicativos de automatização de tarefas

-Medição das pressões na tubulação de água

-Controle da bomba das piscinas

-Sistema de controle da iluminação

-Interligação dos equipamentos de segurança contra incêndio

-Controle de estoque de materiais de limpeza

-Reserva online de salão de festas

 

Mas porque automatizar o condomínio?

Não é preciso lembrar que a tecnologia é uma aliada na administração e pode ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas, como também ajuda na economia e na segurança dos condôminos. É com a ajuda da automatização que o controle e o monitoramento do condomínio de forma mais eficiente, além de também ajudar os síndicos na gestão financeira.

Veja alguns dos pontos em que a automatização pode ajudar na administração do condomínio:

Diminuir as despesas

 

Pode se usar os meios tecnológicos para controlar o sistema de iluminação, tubulação e até bombas de piscinas. Por exemplo, sensores de movimentos acendem as luzes somente quando existe uma pessoa no local, ou em locais que possuem uma boa iluminação durante o dia, podem ter sua iluminação programada para acender das 18h às 8h, assim evitar um gasto grande de energia elétrica durante o dia.

Segurança melhorada 

Com o aumento da violência, os condomínios estão criando grandes fortalezas, e não tem medido esforços para intensificar a segurança.

A automatização da portaria possibilita o controle de acesso de pessoas e veículos, muitas vezes contando com equipamento de biometria, reconhecimento facial, e até mesmo câmeras que reconhecem as placas dos veículos, liberando a entrada apenas se estiverem cadastrados.

A portaria remota também contribui para a tranqüilidade dos condôminos já que ajudam a evitar que o porteiro seja rendido por criminosos.

Equipamentos como os sensores de fumaça fazem parte da automatização dos condomínios, já que esses aparelhos são inteligentes e conseguem detectar fumaça, além de possuírem um alarme para o caso de um possível incêndio no condomínio.

 

Mas vale ressaltar que para a automatização do condomínio funcionar corretamente é preciso que os funcionários sejam treinados, e principalmente, é preciso que os moradores tenham consciência da sua importância e eficiência.

Faz parte do trabalho do síndico procurar novos meios de atuação e medidas que possam ajudar na melhoria do condomínio, proporcionando qualidade de vida, segurança e conforto aos condôminos. Não se deve ter medo da tecnologia, aproveite os benefícios dela, e use a seu favor!

Fonte: Síndico Legal

22/07/2020 – Dificuldades econômicas da pandemia despertam criatividade em condomínio

Afetados com a crise, condôminos dedicam parte do dia para preparar alimentos que serão vendidos para os próprios vizinhos. A rede de solidariedade chega a quase duas mil pessoas, que aos poucos estão superando os problemas financeiros causado pelo novo coronavírus.

 

O condomínio do bem é o Vida Bella, localizado na Rua Abel Scuissiato, no bairro Vila Yara. São 45 blocos, o que corresponde a 900 apartamentos. Com uma vizinhança bem participativa e com vontade de ajudar ao outro, o comércio é legalizado e atrai a atenção dos moradores. O processo de venda é simples. Anuncia-se no grupo de mensagens do próprio condomínio e o cliente faz o pedido. A entrega ocorre minutos depois seguindo todas as medidas de proteção contra o covid-19 e com um cardápio recheado que vai de salgados, bolos, pipoca, espetinho, sopas, feijoada, hambúrguer, doces, pães e até a tradicional marmita.

 

Até aí, nada tão diferente, mas com a crise, alguns moradores descobriram o lado empreendedor e desafiaram a temida cozinha. Nairana de Abreu Santos Mansano, 32 anos, é cerimonialista e seu último trabalho oficial foi no dia 14 de março. Depois disto, a pandemia adiou os casamentos e causou um enorme prejuízo no bolso. A partir daí, a renda familiar ficou a cargo do esposo Wesley, supervisor de uma empresa de acabamentos. Com o objetivo de reforçar o caixa da família e ainda seguir com uma ocupação, surgiu a ideia de vender bolos para a vizinhança. “Confesso que fiquei meio sem rumo, mas foi importante dar aquele passo. Os bolos começaram a sair e deu confiança”, comentou Nairana.

 

Acidente mudou o rumo

Tudo estava indo bem no negócio, mas aí pintou um acidente de trabalho. No fim de março, quando estava finalizando um bolo de chocolate que seria entregue no condomínio, Nairana colocou a mão em uma cobertura quente.

 

O resultado provocou uma queimadura de segundo grau e foi parar no Hospital Angelina Caron. Além da dor e do custo alto em remédio, Nai ficou preocupada com o acidente e decidiu mudar o cardápio. Saiu dos bolos para a batata suíça.

 

Fiquei meio traumatizada com tudo e no condomínio tem outras pessoas que também vendem bolo ou doces. Já a batata, todos gostam e dão um lucro maior. Não é fácil descascar o dia inteiro batata, mas está valendo o esforço. Em média, vendemos de seis a oito batatas suíças e já estamos tendo retorno com a Quero Batata, nome da nossa marca.

 

Digo até, que é possível no futuro, de fazermos um investimento para fazer algo maior”, explicou a nova empreendedora do condomínio que além das batatas suíças, também personaliza canecas, camisetas e máscaras.

 

Fui demitida e agora?

 

Além de reforçar a renda mensal, no condomínio tem casos em que a venda se tornou opção de vida. Danieli Monteiro, 39 anos, trabalhava na área de Comunicação do grupo Boticário. Com a pandemia, acabou perdendo o emprego e não deu margem para a tristeza. Avançou em um projeto que tanto queria receber um dia, mas que nunca chegou na sua casa – a de uma cesta gourmet. Produtos frescos, sem industrialização e com o charme da regionalização como diferencial.

 

Aí surgiu a Sabores da Dani, que já ultrapassa o muro dos blocos. “Sempre desejei uma cesta gourmet da forma como faço, com o coração. Ela chega quentinha na sua casa. Estou fazendo até macarrão caseiro e a estratégia é utilizar as coisas de Colombo. Um vinho da Colônia, queijos e salames. Tenho clientes lá do Ecoville que gostam no meu trabalho e faço tudo. Compro, monto, organizo e ainda entrego”, completou Danieli que já vendeu mais de 60 cestas em menos de dois meses de correria.

 

Poder empreendedor

 

Tornar-se comerciante de um dia para o outro requer alguns cuidados, especialmente no aspecto financeiro. João Luis Moura, é consultor do Sebrae, e neste período de pandemia percebeu o aumento de iniciativas empreendedoras. Esta ação ganhou até o nome de empreendedorismo por necessidade, quando a pessoa perde a principal fonte de renda e não consegue perceber no mercado de trabalho a possibilidade de retorno. “Este movimento vai se acentuar ainda mais, pois passamos por um período difícil da economia.

 

O brasileiro em geral, é muito criativo e isto é um ponto positivo, mas não existe um preparo com um capital de giro ideal, pois basicamente ela precisa vender para ter uma nova receita. Isto reforça muito o nosso jeito de correr atrás e não se abater muito com a situação”, disse João Moura.

 

Experiente no assunto, o consultor do Sebrae aconselha aos novos comerciantes que tenham muita paciência e controle da ansiedade.

 

“Antes de dar um passo maior e até fazer um investimento, entenda bem quem é o cliente que você quer atender.

 

Faça testes com publicações nas redes sociais para perceber qual a saída dos produtos e até de preços. Ás vezes, a gente imagina que o valor é aquele, mas o mercado não paga isto. A correção é necessária e vai fortalecendo aquilo que é o diferencial dela”, salientou o especialista.

 

 

Fonte: Tribuna PR

21/07/2020 – Conheça o maior perigo do coronavírus em piscinas

O vírus provavelmente não sobrevive às condições da piscina, mas aglomerações na água apresentam mesmo risco de transmissão fora dela

 

Ao mesmo tempo em que os períodos de quarentena se estendem em diferentes regiões, a vontade de diversificar as atividades de lazer e a reabertura de áreas comuns em condomínios, como academias e piscinas, aumenta. Com relação às salas de ginástica, o uso compartilhado de aparelhos para exercícios físicos inviabiliza considerar a retomada neste momento. Por outro lado, fala-se pouco sobre a possibilidade de transmissão do coronavírus pela água.

 

De acordo com um relatório feito pelo Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC, na sigla em castelhano), a pedido da Secretaria de Estado de Turismo, a água não é um ambiente amigável para o Sars-Cov-2, mas a aglomeração dentro dela tem o mesmo efeito percebido em qualquer outro lugar. O documento foi produzido com base em pesquisas sobre a transmissão do coronavírus.

 

O relatório pontuou que as soluções desinfetantes das piscinas, como o uso de cloro, deveriam ser suficientes para acabar com o vírus. No mar, a presença de sal e o efeito de diluição do microorganismo são elementos que provavelmente contribuem para uma diminuição da carga viral e a sua inativação. De acordo com o chefe de doenças infecciosas da Escola de Medicina Perelman, da Universidade de Pensilvânia, Ebb Lautenbach, “não há nada inerente sobre a água do oceano ou especialmente a água de piscinas que seja perigoso. O vírus não é transmitido por uma via aquática”.

 

Contudo, o risco de transmissão de pessoa para pessoa, a principal forma de contaminação pela Covid-19, se mantém em qualquer meio, seja no mar ou em uma piscina, da mesma maneira como ocorre fora da água.

 

 

Fonte: Veja Abril

17/07/2020 – A importância do Hall: o cartão de visitas do seu condomínio

Tendo um importante papel nos condomínios, sejam eles residenciais ou comerciais, o Hall de entrada é considerado o cartão de visitas do prédio.

Devido a isso, a decoração feita nesse ambiente, poderá desde valorizar mais o empreendimento, até mesmo passar uma má impressão. Ele deve sempre proporcionar aos moradores e visitantes uma sensação boa, que transmita uma certa receptividade, além disso, precisa ser clean e bastante confortável.”

O que fortalece a importância de se criar e executar um bom projeto decorativo para este local.

Para fazer uma boa decoração, valorizar o imóvel e causar uma boa impressão a quem passa pelo hall de entrada, existem vários aspectos a serem considerados, tais como: combinação de cores, objetos e móveis bem posicionados, e uma boa iluminação que enalteça o ambiente, dando a sensação agradável de estar ali. Tudo precisa estar em harmonia.

Vale lembrar que por ser considerado uma área comum do condomínio, o hall de entrada está sujeito às regras do empreendimento, devendo seguir as normas da Convenção e do Regimento Interno, e se tiver alguma questão relacionada a decoração é preciso ser averiguada antes de qualquer alteração, além de também de ser necessária a aprovação da Assembleia.

O portal Síndico Legal juntou algumas dicas de decoração para o hall de entrada do seu condomínio, veja:

Iluminação: geralmente são recomendados o uso dos spots, para realçar alguma peça específica e interessante. Mas não se pode deixar de lado a iluminação central, que também ajuda muito no destaque do ambiente. Uma dica, se tiver o pé direito alto, capriche num lustre, ele irá dar um certo requinte para o local.

Piso: se puder escolher, opte pelos laváveis, já que possuem mais duração e é mais fácil de dar manutenção. Se quiser dar mais destaque, os pisos de cerâmicas, mármores, granitos e porcelanatos em cores claras. Não é recomendado o uso de madeira e carpete, já que possui uma higienização mais difícil.

Paredes: podem ser pintadas ou até mesmo ser revestidas de papel de parede, de preferência nas cores claras. Se o ambiente tiver pé direito baixo, pode abusar das listras verticais.

Mas se o local for pequeno e apertado, as listras horizontais irão ajudar a dar amplitude. E se o espaço for grande, pode utilizar papel de parede com estampas grandes. E para realçar o ambiente, pode pintar apenas uma parede com tonalidades quentes, como vermelhos, laranjas ou amarelos.

Mobília: a circulação não pode ser prejudicada, coloque um aparador para enfeitar o ambiente. Use espelhos, para dar charme no hall de entrada.

Plantas: opte por colocar plantas naturais, mas desde que não precisem de muita manutenção e nem luz direta.

 

Fonte: Viva o Condomínio

13/07/2020 – Porteiros são essenciais no combate à Covid-19

 

Porteiros e porteiras são responsáveis por controlar a entrada e saída de pessoas, mercadorias e correspondências nos condomínios diariamente. Com a pandemia, houve algumas adaptações nas rotinas dos prédios e no desempenho deste serviço considerado essencial.

 

“A pandemia está deixando muito clara a importância do trabalhador de condomínio”, afirma Paulo Roberto Ferrari, presidente do Sindifícios (Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo). Para ele, o cenário evidencia a necessidade de uma pessoa para ajudar e orientar, como porteiros e zeladores, em vez de substituí-los por máquinas.

 

Carlos Alberto Azevedo, assessor jurídico do Secovi-SP, diz que os porteiros são responsáveis por zelar pela ordem do condomínio, manter o espaço de trabalho limpo e higienizado, registrar as movimentações e orientar os outros com base nas regras dos prédios.

 

Ele explica que, na prática, esta função é ainda mais abrangente, pois o profissional se envolve na cultura do condomínio e pode participar de outras atividades, com gentilezas, por exemplo.

 

Alexandre Berthe, advogado especializado em direito condominial, afirma que é importante diferenciar gentilezas de obrigações. Quando o funcionário faz tarefas diárias que não são parte do seu trabalho em si, pode haver consequências na Justiça pelo desvio de funções.

 

Azevedo diz que é recomendável que os condomínios estabeleçam um regulamento prevendo quais são as competências do porteiro, que sejam compatíveis com a sua função, e um manual de operações com as regras do prédio. É importante que os profissionais recebam treinamento constantemente.

 

Segundo Ferrari, entre as dificuldades no dia a dia do trabalho dos porteiros está o descumprimento de regras por moradores que acabam resultando em conflitos. Quando os porteiros têm algum problema durante o trabalho, é necessário procurar um superior hierárquico, como zelador, síndico ou integrante do conselho. Ferrari lembra que o sindicato também atua com amparo legal para os profissionais.

 

De acordo com os especialistas, entre as mudanças provocadas pelo novo coronavírus está a limpeza de superfícies e objetos e o uso de equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas. “As regras de higiene estão sendo muito bem-vistas como forma de evitar a propagação [do vírus]”, afirma Berthe.

 

Folhapress/Larissa Teixeira

 

Fonte: Bonde

10/07/2020 – Recomendações da Vigilância Sanitária do Rio para combater a Covid-19 no setor de comércio de prestação de serviços

Com o objetivo de promover a conscientização nesta fase de reabertura da economia na cidade do Rio de Janeiro, a Prefeitura do Rio, por meio da Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses, enviou um ofício à Fecomércio com diversas recomendações a serem repassadas a todo setor de comércio de prestação de serviços sobre as medidas de prevenção da Covid-19 necessárias para o bom funcionamento destes estabelecimentos.

 

Entre as medidas de manutenção a serem adotadas e a documentação exigida, destacam-se a troca constante dos elementos filtrantes dos bebedouros, que devem ter a certificação dos órgãos competentes. Além disso, os ambientes com ar condicionado precisam que o ar seja renovado de acordo com o exigido pela legislação (27m³/hora/pessoa). Caso não haja ar condicionado, as janelas e portas dos ambientes devem ser mantidas abertas.

 

Os estabelecimentos devem, ainda, apresentar os seguintes documentos durante uma fiscalização sanitária: Plano de Manutenção, Operação e Controle de Ar-Condicionado; comprovante de limpeza de ductos de ar condicionado anual, laudo de qualidade do ar com validade semestral, certificado semestral de higienização dos reservatórios de água de consumo e o laudo de potabilidade da água com validade semestral.

 

Também é fundamental que todos os estabelecimentos e prestadores de serviços sigam as Regras de Ouro divulgadas pela Prefeitura do Rio no Decreto nº 47.488, de 02 de junho de 2020, com ações mitigar a transmissão do coronavírus no município.  São elas:

 

1- Higienização das mãos, preferencialmente com água e sabão líquido, ou com álcool em gel setenta por cento;

2- Uso da máscara facial em todas as áreas comuns, e só retirá-la durante as refeições;

3- Observância do distanciamento de dois metros entre pessoas ou de ocupação máxima de uma pessoa a cada quatro metros quadrados nos ambientes fechados de acesso público, devendo ser evitado o uso de elevador e limitada a sua ocupação;

4- Manutenção dos ambientes arejados, com janelas e portas abertas e sistemas de ar-condicionado com manutenção e controle em dia;

5- Disponibilização de máscaras, luvas, toucas e outros equipamentos de proteção individual para as equipes de limpeza e demais funcionários, de acordo com a atividade exercida;

6- Sensibilização quanto à etiqueta respiratória;

7- Restrição de acesso às dependências dos estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviço, de clientes e colaboradores em estado febril ou com sintomas de contaminação;

8- Limpeza concorrente de todas as superfícies nos estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviço, a cada três horas, e a limpeza terminal após o expediente, com atenção à necessidade da limpeza imediata;

9- Divulgação, em pontos estratégicos, de materiais educativos e de outros meios de informação sobre as medidas de prevenção à Covid-19, como as Regras de Ouro e o número de telefone da Central de Atendimento 1746.

Vale lembrar que os estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços podem requerer o Selo de Conformidade com as Medidas Preventivas da Covid-19 para atestar o compromisso com as normas de saúde e com as Regras de Ouro. Para isso, é preciso estar licenciado junto à Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses, cumprir as Regras de Ouro e todas as outras medidas de prevenção específicas para cada atividade.

 

Cabe reforçar que o descumprimento às Regras de Ouro e ausência de Licenciamento Sanitário constitui infração de natureza sanitária, podendo resultar no pagamento de multa e até a interdição do estabelecimento.

 

Para ler o documento na íntegra e ver todas as recomendações, clique aqui.

 

Fonte: Secovi Rio