12/12/2019 – Fiquei preso no elevador, e agora?

Quem é claustrofóbico e até mesmo quem não sofre com lugares totalmente fechados, têm uma coisa em comum: agonia de ficar preso no elevador. Que ninguém quer passar pela experiência é fato, mas também é uma verdade que pode acontecer com qualquer um e, se acontecer, o que fazer?!

A primeira regra é não se apavorar. A maioria das pessoas acredita que o elevador é totalmente vedado, mas a realidade é que ele tem espaços por onde o ar entra, por isso, se acontecer de você ficar preso no elevador, controle a sua respiração e fale pouco.

Se você estiver preso no elevador com outras pessoas, acalme-as e oriente-as a fazer a mesma coisa.

Quanto menos oxigênio for usado, mais ar de qualidade vocês terão para respirar. Em seguida, aperte o botão que vai alarmar a portaria, assim eles vão chamar o corpo de bombeiros, que está habilitado para abrir o elevador e tirar todos lá de dentro.

Uma péssima ideia seria tentar abrir a porta do elevador, isso sim poderia causar acidentes.

Após ter avisado a administração do condomínio, espere e aproveite o tempo “livre” para avisar os amigos e a família que você talvez demore um pouco para chegar, porque está preso no elevador.

Essa atitude é importante por dois motivos: ajuda a passar o tempo e dá uma satisfação para que as pessoas que estiverem te esperando não fiquem preocupadas.

Quando o zelador e o síndico chegarem, é importante que eles tenham as informações completas de todo o cenário: quantas pessoas estão presas no elevador, qual a situação de cada uma delas e o que cada pessoa está fazendo.

Assim que os bombeiros chegarem, o síndico deve passar todos os detalhes para os profissionais, para que eles possam abrir o elevador com segurança e todos saírem de lá mais tranquilos.

Para evitar que mais ninguém fique preso no elevador, é importante observar que o síndico e o zelador devem fazer o procedimento de segurança correto:

  • travar os elevadores de todos os andares.
  • colocar aviso de que o elevador está com problemas, que já está sendo consertado.
  • agradecer a compreensão de todos.

Os técnicos responsáveis pela manutenção do elevador devem verificar e arrumar o problema o mais rápido possível, para que os condôminos não tenham o dia a dia afetado por muito tempo.

Via: Seu condomínio

11/12/2019 – Vendas de imóveis de alto padrão são retomadas em 2019

Localização, arquitetura, tecnologia e segurança são atributos essenciais de casas e apartamentos que chegam a custar mais de R$ 100 milhões. Diferenciais como estilo, comodidade e acabamento refinado também são exigências de um público formado por empresários, executivos e investidores. Um dos setores menos afetados pela recessão, o mercado de imóveis de luxo mantém-se valorizado. Vendas e lançamentos, que haviam desacelerado nos últimos anos, voltaram a subir, estimulados pelos sinais de recuperação econômica e pela queda dos juros.

Os negócios nesse mercado demandam discrição e exclusividade. Imobiliárias especializadas oferecem consultoria personalizada e investem em corretores de alto nível, bem informados também sobre outros assuntos e capazes de manter uma conversa variada com esse público.

No Rio, a RJZ Cyrela, braço carioca da Cyrela, vendeu na semana de lançamento, em novembro do ano passado, 80% das unidades de um empreendimento no Aterro do Flamengo, com 148 apartamentos, por preços entre R$ 3 milhões e R$ 3,5 milhões. Antiga sede do Clube de Regatas do Flamengo, com vista para o Parque do Flamengo e o Pão de Açúcar e batizado de Rio by Yoo, o prédio havia sido arrendado anteriormente por Eike Batista, para transformá-lo em hotel, projeto que acabou abandonado.

Hoje, de acordo com Marcelo Parreira, gerente-geral de incorporação e produto da RJZ Cyrela, resta só uma unidade. Do total de compradores, 22 arremataram mais de um apartamento.

Abalado por uma crise aguda e pela falta de controle da violência, o Rio reage mais lentamente. “É um mercado que está se recuperando aos poucos”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio). É também um mercado restrito, com poucos terrenos disponíveis, localizados na Zona Sul e alguns pontos da Barra da Tijuca.

 

Fonte: SECOVIRIO

10/12/2019 – Animais em condomínios: como o síndico pode amenizar conflitos

Em maio de 2019, a Justiça decidiu que a convenção condominial não pode proibir animais em condomínios. Mas esse assunto, agora superado, estava longe de ser o tema mais controverso para os síndicos em relação aos pets. É o impacto da convivência diária com os bichinhos que gera conflitos entre moradores. Para amenizar esse cenário, além de bom senso, o síndico pode ter no regulamento interno um bom suporte, com normas claras e amplamente divulgadas.

As regras de convivência, entretanto, não podem se sobrepor ao que o Código Civil determina para condomínios (a Lei nº 10.406/2002). Dois exemplos de proibições que costumam constar equivocadamente em muitos regulamentos:

1. restringir raças (principalmente por causa do porte), e

2. exigir que os animais sejam transportados no colo.

Esse último caso se confunde com a norma que impede a permanência deles em áreas comuns. Fica liberado, portanto, o deslocamento do animal da unidade condominial até a saída — desde que utilizando coleira e guia.

Os animais podem permanecer em espaços específicos de convivência, que têm sido disponibilizados em vários condomínios devido ao aumento da quantidade de animais. São os chamados espaços pet, pet places ou play dogs. Nesses ambientes, aconselha-se que a administração do condomínio faça aplicação de substância carrapaticida.

Animais em condomínios: a assembleia norteia a decisão

Da mesma forma que existem pessoas que amam animais, há os que não gostam. E alguns deles costumam reclamar bastante — do barulho e da sujeira, principalmente. Cabe ao síndico compreender que queixas pontuais pouco contribuem para a harmonia. Ele deve intervir quando for uma inconveniência cujos relatos são recorrentes — e registrados no livro de ocorrências.

Outro ponto importante: o regulamento interno é aprovado em assembléia, portanto, é a arma mais poderosa para dirimir conflitos. Quando surgir um tema que não consta no documento, ele pode entrar na pauta da próxima deliberação.

O regulamento interno deve deixar claro quais são os fatos passíveis de notificação ou multa e, em último caso, da retirada do animal: aqueles que comprometem a segurança, a saúde e o sossego dos moradores.

Quando animais em condomínios afetam a vida dos moradores

Há duas ocasiões em que um animal pode colocar em risco a segurança dos moradores:

• no elevador, ou

• enquanto transita em área comum.

A responsabilidade é dos donos, mas o síndico pode se atentar à lei. Alguns estados brasileiros especificam quais raças devem usar focinheira — o que não exclui a possibilidade de um animal de pequeno porte morder alguém. Casos extremos assim, quando um condômino é agredido, podem resultar na determinação da retirada do pet, principalmente quando há reincidência.

Em relação à saúde, há casos em que o mau-cheiro exalado em uma unidade condominial pode caracterizar falta de higiene ou que o animal está com alguma doença. O morador poderá ser abordado, sobretudo se comprovada negligência no trato. Vale também incluir no regulamento interno a exigência de apresentação da carteira de vacinação do pet em dia, assinada por um veterinário.

No quesito sossego, vale a “lei do silêncio”, que veda barulho excessivo a partir das 22h. Mas se um cachorro late (ou um gato mia) durante todo o dia, quando o tutor está ausente, pode ser sinal de que nunca irá se acostumar a ficar sozinho. Aí, vale apelar para o bom senso do morador, que pode ser convencido de que seu pet não se adaptou a um apartamento.

Como lidar com cuidadores e DogHero?

Não são somente plataformas de locação por curto período (como o Airbnb) que têm causado dores de cabeça aos síndicos. O DogHero, que conecta donos de cachorros a quem se dispõe a hospedá-los temporariamente, já motivou ações judiciais no Brasil.

Há casos em que o juiz entendeu que o morador tem direito a manter animais em sua unidade condominial, mesmo sob o argumento do reclamante de que desvirtuou-se a finalidade do imóvel de residencial para comercial — ao lembrar que há quem tenha renda com home office fazendo marmitas, costurando ou produzindo conteúdo… Enfim, aí está um assunto para o síndico não se atrever a resolver sozinho; deve consultar um advogado sobre como agir.

Quanto ao acesso de cuidadores de pets quando o morador viaja, já é ponto pacífico que a permissão prévia da entrada desse profissional garante sua permanência como visitante — desde que respeite igualmente as regras, como não manter o animal em espaços comuns.

Via: Kiper

05/12/2019 – Pesquisa revela o lado bom e o lado ruim de ser síndico

Pesquisa realizada por startup da área de condomínios, identificou as principais angústias, dificuldades, satisfações e expectativas dos síndicos.
O levantamento qualitativo ouviu 15 síndicos com idade entre 32 e 73 anos, de diferentes perfis de condomínios localizados na cidade de São Paulo – com valores de mensalidade que variam de R$ 540 a R$ 2.100 – ao longo de 30 horas de entrevistas.
A pesquisa constatou três principais motivos que os levaram a se tornar síndicos e participar da gestão do condomínio em que viviam: a preocupação com a degradação do valor do patrimônio, a necessidade de empreender ou viabilizar um plano B para a carreira profissional e a necessidade de um novo emprego ou complementação de renda em meio à crise.
Dentre os desafios que enfrentam, o estudo destacou o baixo engajamento dos moradores, a falta de apoio e segurança na previsibilidade de manutenção dos prédios, o fato de o mercado estar bastante pulverizado com muita oferta de cursos e capacitação, a baixa qualificação de mão de obra predial e resistência à tecnologia em condomínios com moradores não digitais.
Os entrevistados afirmaram que se sentem pressionados a modernizarem os serviços e as instalações, mas sentem necessidade de um apoio na curadoria de fornecedores, pois se deparam com uma ampla oferta de aplicativos, serviços e novas ferramentas.
Quando questionados sobre a relevância de um auxílio especializado, os síndicos endossam a importância de contar com uma administradora transparente que simplifica a prestação de contas e apoia o síndico na gestão de fornecedores, integração de serviços e tecnologia. Em geral, os síndicos disseram que se houvesse uma gestão de condomínio mais eficiente, seria possível economizar o equivalente ou mais do que o valor de um boleto mensal.
Dentre os entrevistados revelou-se que raros são os síndicos não profissionais que conseguem dedicar-se à função em tempo integral. Para a maioria, ser síndico é uma camada de suas realidades e que precisa ser encaixada aos outros afazeres. Cerca de 50% dos entrevistados afirmam que se houvesse maior reconhecimento e valorização sobre a função de síndico, fariam disso sua profissão principal. Os síndicos profissionais entrevistados, cerca de 40% da amostra, contam que o trabalho traz uma qualidade de vida melhor com possibilidade de trabalho remoto, administrar cronogramas e horários quando mais conveniente, não possuir chefe e poder otimizar partes da função com as tecnologias.
Estima-se que existam cerca de 30 mil condomínios na cidade de São Paulo, segundo levantamento do Secovi-SP. Dos cerca de 420 mil síndicos que existem no Brasil, 22 mil são considerados profissionais, com certificação e contratados como prestadores de serviços de um condomínio, de acordo com a ABRASSP (Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais).

03/12/2019 – Aquaponia em condomínio: Conheça projeto que estimula produção de peixes e vegetais

Projeto de aluno de Aquicultura da IFSC Itajaí vai estimular produção de peixes e hortaliças em condomínios.

Aquaponia, a técnica que reúne a piscicultura e a hidroponia, se revela uma boa opção para o cultivo de hortaliças e peixes dentro de condomínios

Aquaponia Urbana é uma realização de Gilbram Westarb Borgonovo, em parceria com os demais discentes do curso de Técnico em Aquicultura do IFSC – Instituto Federal de Santa Catarina, criado com o intuito de promover alimentação saudável e aumentar a produção da aquaponia.

A ideia do projeto é consolidar os benefícios da produção do pescado e colheita de hortaliças e vegetais, sendo orgânico e biológico.

Em um sistema integrado chamado de “aquaponia”. Aquaponia? É um sistema de cultivo que une a Piscicultura (cultivo de peixes) e a Hidroponia (cultivos de plantas sem o uso de solo, com as raízes submersas. cujo objetivo é desenvolvimento de um meio de produção de alimentos em larga escala sustentável, que não necessita de tantos recursos e menos poluente do que meios tradicionais. Valorizando os alimentos produzidos de forma responsável. A origem dos alimentos, o impacto ao meio ambiente, a valorização da comunidade produtora, condomínios, condômino, tudo isto deve ser buscado com esse simples modelo de negócio.

Já existem fazendas urbanas com aquaponia em países como Austrália, Israel e Estados Unidos. “Eles produzem dentro das cidades”.

Dá para alimentar as famílias e se tornar uma fonte de renda. Por aqui, o objetivo é desenvolver novas tendências para condôminos promovendo o pescado e cultivo de vegetais orgânico  em um sistema biológico. Valorizando os alimentos produzidos de forma responsável, argumenta “Gilbram Aquaponia Urbana oferta todo o sistema e manejo dentro dos condomínios. Os custos são dividido entre os condôminos. Que reverte em colheita de vegetais e despesca. Podendo consumir ou comercializar os mesmo.
Gilbram faz estudos com sistemas de aquaponia dentro do IFSC – Instituto Federal de Santa Catarina, no campus de Itajaí. Ele diz que apesar da aquaponia criar novas opções para o crescimento sustentável de vegetal e animal seu uso ainda é escasso. Esta técnica é pouco difundida e exige técnicas para seu manejo.

Visando uma maior difusão desta tecnologia e maior qualidade de vida para as pessoas, seria interessante que houvesse um serviço prestado dentro dos condomínios.

O principal objetivo dos sistemas aquapônicos é produzir peixes, legumes e verduras, de forma sustentável.

Na aquaponia, tanto a porção animal quanto a vegetal crescem de forma integrada e completamente autossustentável. Dessa forma, dispensa o uso de fertilizantes industriais para as plantas alimentícias, ao mesmo tempo em que mantêm a água limpa e oxigenada para o crescimento saudável dos peixes e crustáceos.

No mundo todo, a tilápia é a espécie mais empregada em sistemas aquapônicos, lambari rosa, pacu, camarão-d’água-doce vem se desenvolvendo bem. Entre os vegetais, os de folhas verdes são facilmente cultivados.

Todavia o destaque fica por conta do alface, do manjericão, repolho chinês, pimentão, melão acapulco, quiabo, tomate, feijão, agrião, inhame, ervilha, morango, nabo, cenoura, batata-doce, entre outros.

É um sistema que resolve um problema da piscicultura solucionando um problema da hidroponia. Basta alimentar os peixes que o ciclo se fecha. O excremento produzido pelos peixes é rico em nutrientes que alimentam as plantas, que por sua vez filtram a água para os peixes.

Os dois sistemas estão fisicamente separados e interligados por um sistema de bombeamento que leva a água com fezes de peixe para o sistema hidropônico e devolve a água limpa do sistema hidropônico para o tanque com os peixes.

Qualquer condomínios em Santa Catarina poderá solicitar participação deve ser inscrita através de (CNPJ). Deverá estar em dia com suas obrigações legais.

Será somado número de imóveis e número de famílias, Assim teremos a capacidade de produção. Depois será feita uma avaliação física para implementação.

O sistema pode ser integrado ao paisagismo dentro do condomínio.

Uma visão 360 graus do ambiente

No final o sistema vai produzir  fertilizantes orgânicos. Os jardins do condomínio são áreas importantes para o convívio dos condôminos e para a valorização do patrimônio. A falta de uma manutenção adequada pode se tornar um problema, fora o alto custo de manutenção.

O projeto visa usar os compostos orgânicos tirado do manejo da aquaponia para alimentar jardim, plantas do condomínio. Como a adubação orgânica pode substituir, parcial ou até completamente, a adubação comum, o condomínio consegue obter uma redução significativa em seus custos de manutenção.

Além da vantagem econômica, o fertilizante produzido por meio da aquaponia também apresenta benefício ambiental. Esta característica sustentável se deve à reciclagem de matéria orgânica e nutrientes que seriam desperdiçados.

Sobre o autor

Gilbram Westarb Borgonovo é Ítalo-brasileiro, formado em Marketing pela UNINTER, Certified Six Sigma Green Belt™, aluno de técnico em aquicultura pela IFSC, autor do Scrum Meetings LSP, Kaizen LSP, Ho’oponopono LSP e suas certificações globais, baseadas em Lego® Serious Play®. Ao longo do tempo o autor vem desenvolvendo metodologias de gestão e marketing em diversos mercados. Boa parte dos gestores estão voltados para a busca de eficiência em estruturas e ambientes relativamente estáveis e não para a introdução ágil de novos produtos, serviços ou modelos de negócio. Há desse modo, uma carência na construção de habilidades empreendedoras que Gilbram busca suprir.

  • Leia mais sobre o projeto aqui.

Via Síndico Net e Release Aquicultura da IFSC.

02/12/2019 – Bandeira tarifária para o mês de dezembro é amarela

Para alívio dos consumidores a bandeira tarifária de energia elétrica em dezembro de 2019 é amarela. Com isso o custo de cada 100 quilowatts-hora consumidos fica em R$ 1,343, bem abaixo dos R$ 4,169 de novembro, quando a bandeira foi a vermelha.

A melhora das previsões meteorológicas, que sinalizam chuva sobre as principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN), refletindo diretamente nos principais reservatórios.

Porém, com a condição intermediária repercutirá na capacidade de produção das hidrelétricas, ainda será preciso demandar acionamento de parte do parque termelétrico, com impactos diretos na formação do preço da energia.

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Lembrando que em qualquer uma das três bandeiras tarifárias, a recomendação é uso consciente da energia e combate ao desperdício.

Via http://www.acritica.net/ – Por Katiuscia Fernandes – Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

29/11/2019 – O bem-estar dos idosos nos condomínios é prioridade

Além da acessibilidade, contar com profissionais capacitados e outros cuidados são importantes

No Brasil, a população idosa vem crescendo cada vez mais – dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 14,3% dos 204,9 milhões de brasileiros têm mais de 60 anos. E esse assunto vem levantando algumas questões, como os direitos dos idosos nos condomínios residenciais.

O pontapé inicial para que os moradores idosos tenham qualidade de vida é oferecendo acesso a todas as áreas comuns do condomínio. Para isso, há, inclusive, regulamentações, como a Lei de Acessibilidade, em vigor desde 2004, e um manual específico para tratar do assunto nos prédios residenciais, lançado em 2003 no Rio de Janeiro.

“Os condomínios novos já devem ser construídos com os ambientes adaptados para a acessibilidade das pessoas. Quanto aos antigos, as administrações deverão atender a eventuais demandas e solicitações, sempre analisando a possibilidade técnico-arquitetônica e, para isso, orientamos uma consulta com profissionais especializados para entender a viabilidade”, comenta Marcelo Borges, diretor de Condomínio e Locação da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (ABADI).

Mas, o direito dos idosos dentro dos condomínios vai muito além da acessibilidade. É importante que todos estejam alinhados com a inclusão social desse público.

“Promover ações e benfeitorias que possam melhorar a locomoção, o uso das áreas comuns e a convivência é fundamental. Por mais que o ambiente seja privado, se servir de profissionais capacitados para uma orientação é muito importante”, destaca Marcelo.

O que mais faz parte do direito dos idosos nos condomínios

Há muitas regras e leis para as garagens e é considerável destacar que por mais que o condomínio não seja obrigado a reservar vagas para os idosos, o síndico não deve estar omisso ao tema. Trazer o assunto para uma assembleia pode facilitar a convivência.

Além disso, o condomínio pode promover uma série de atividades voltadas para os idosos. É comum que haja esse tipo de ação nas férias escolares, mas esses diferenciais também podem ser pensados para a terceira idade, como, por exemplo, equipamentos de ginástica específicos, aulas de dança, hidroginástica e outros.

Via ABADI

28/11/2019 – Como conscientizar os colaboradores em relação à nova carteira de trabalho digital?

Implementada há pouco mais de um mês, a novidade tem gerado dúvidas entre profissionais. As empresas devem orientar a equipe e informar que os direitos trabalhistas serão cumpridos da mesma forma.

A carteira de trabalho digital entrou em vigor há pouco mais de um mês e, de acordo com especialista em auditoria e consultoria empresarial, a nova tecnologia gerou dúvidas entre os trabalhadores brasileiros. A principal preocupação é se todas as obrigações trabalhistas serão respeitadas.

“A equipe de Recursos Humanos das companhias deve realizar ações de conscientização junto aos colaboradores. É importante informar que a plataforma é segura e, sim, todos os direitos trabalhistas serão cumpridos. Como agora tudo pode ser feito de forma digital, alguns profissionais acham que, se não for registrado na carteira física, poderá levar um ‘golpe’”, afirma Juliana Melo, gerente sênior da área de BPO de empresa auditoria e consultoria empresarial.

Juliana ainda acrescenta que ter os dados trabalhistas no aplicativo é um benefício para o colaborador. “Com as informações digitais ele não corre o risco de perder nada. Já a carteira física, pode ser perdida e, quando isso acontece, é preciso correr atrás de todas as empresas na qual a pessoa trabalhou”.

Para os empregadores, a desburocratização e o ganho de tempo são vantagens fundamentais para o dia a dia. “Em um processo de admissão, 30% do tempo era perdido com esse trâmite para se preencher uma única carteira de trabalho. Quando falamos de uma grande empresa, com 80 mil colaboradores, por exemplo, o tempo para atualizar as carteiras era ainda maior. Como agora todas as informações lançadas no eSocial migram de forma automática para a carteira digital, a otimização de tempo é muito grande”, ressalta Juliana.

Como funciona a nova carteira digital de trabalho

As empresas, para adotarem todo o processo digital, devem usar o eSocial, pois todo o registro das informações será feito por ele. Os trabalhadores podem habilitar o documento pelo site http://www.gov.br/trabalho ou baixar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital e acompanhar todas as anotações.

O governo receberá todas as informações relativas aos trabalhadores de forma unificada: os vínculos empregatícios, as contribuições previdenciárias e folhas de pagamentos.

Via SEGS

27/11/2019 – Condomínio: confira regras de etiqueta para áreas de uso comum

Os condomínios modernos, em geral, oferecem aos moradores infraestrutura de lazer, que pode incluir piscina, churrasqueira, salão de festas e academia. Alguns vão além e contam com horta, pomar e até redário, ideal para quem gosta de relaxar em redes. Criadas para entretenimento e convívio entre os condôminos, essas áreas comuns requerem dos usuários a obediência a algumas regras de etiqueta, para que o descanso e a diversão não se transformem em advertência pelo mau uso do espaço — ou ainda em multa, em casos de penas mais severas.

— Todo condomínio tem uma convenção e uma regulamento interno, que disciplinam o que pode ou não ser feito nessas áreas de convívio. O que vale em todas as situações é respeitar a individualidade do outro e preservar o ambiente, ou seja, não danificar as estruturas — orienta o advogado especialista em direito imobiliário Carlos Samuel Freitas, presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi).

Churrasqueira e salão de festas

Esses espaços costumam exigir agendamento de dia e hora para utilização. Segundo Freitas, é primordial que os usuários respeitem o horário do silêncio, das 22h às 6h, para não incomodar os vizinhos. Outra questão é o abuso no consumo de álcool.

— No auge da diversão, há quem exagere e acabe fazendo bobagens. o condômino que está se responsabilizando pelo uso daquela área deve cuidar dos seus convidados, para que, depois, uma sanção por alguma atitude inconveniente não recaia sobre ele — ressalta.

É preciso verificar no regulamento do condomínio se a limpeza do ambiente pelo usuário é necessária após a utilização.

Piscina

O morador deve procurar se informar sobre restrições de uso de protetores e bronzeadores, que podem prejudicar a qualidade da água. Também é importante observar o que dizem as normas do condomínio sobre comer e beber dentro da piscina. Muitas vezes, nenhum dos dois é permitido.

— Na hora de dar um mergulho, a pessoa tem que ter cuidado para não machucar outros banhistas. E, claro, respeitar o decoro em relação aos trajes de banho — diz o presidente da Abadi.

Pais devem ficar atentos às crianças devido ao risco de afogamento, ainda que haja um guardião na piscina.

Academia

Para as academias em condomínio, valem as mesmas regras de etiquetas aplicáveis a qualquer outro ambiente de ginástica e musculação. É preciso guardar os acessórios depois do uso e zelar pela higiene do local — ou seja, limpar o suor que ficar em algum equipamento após o exercício.

Horta e pomar

Em alguns casos, hortas e pomares comunitários são apenas para visitação e lazer — para aproveitar a sombra de uma árvore e ler um livro, por exemplo. Mas há condomínios que permitem que os moradores cultivem as espécies autorizadas pela convenção. Nesses casos, é preciso marcar horário com o cuidador do espaço, já que a atividade só pode ser feita na presença do profissional. O mesmo vale para a coleta.

Como a área é comum, isso significa que o cultivo de uma pessoa não é exclusivo dela. Todos podem usufruir de tudo.

— É raro que os condomínios permitam que os usuários façam uma horta individualizada — afirma Freitas.

Nos pomares, o mais usual é que o encarregado faça a coleta dos frutos e avise aos condôminos que os alimentos estão à disposição. Assim, é realizada uma espécie de feirinha, e os moradores que chegam a tempo têm direito de pegar uma quantidade determinada de frutos.

Via Extra Online

26/11/2019 – Rio como referência em segurança energética

O governador Wilson Witzel assinou, no final de outubro, o decreto que institui o novo Programa Rio Capital da Energia. A iniciativa tem o objetivo de consolidar o Estado do Rio de Janeiro como referência em segurança no abastecimento nacional, além de se tornar protagonista na transição energética do Brasil para uma matriz mais diversificada. A ideia é ainda diminuir as emissões de gases de efeito estufa e aumentar a competitividade do custo da energia.

– Queremos definitivamente ser a capital de energia, queremos dar segurança jurídica, permitir mais investimentos nas usinas termelétricas e possibilitar mais investimentos na cadeia do gás no Rio de Janeiro. É importante ressaltar que estamos preocupados em garantir o fornecimento de energia limpa, tendo sempre a clareza de que é preciso preservar o meio ambiente – afirmou o governador.

A governança do programa será feita por um Conselho Estratégico, uma Secretaria Executiva e dois Comitês Técnicos. Ao conselho, que será presidido pelo governador, caberá a proposição de políticas energéticas, pesquisas e a construção de grupos de trabalho que assegurarão a execução das diretrizes e ações do programa. A Secretaria Executiva será exercida por um indicado da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais. Ela será responsável pela convocação de reuniões, além de fornecer suporte técnico aos trabalhos do Conselho e dos Comitês Executivos.

O Conselho Estratégico do programa será composto ainda por um representante das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais; do Ambiente e Sustentabilidade; de Ciência, Tecnologia e Inovação; da Empresa de Pesquisa Energética; Firjan; Instituto Brasileiro de Petróleo; e Fundação Getúlio Vargas.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Lucas Tristão, o programa ajudará na consolidação da economia fluminense e mitigará os riscos de eventuais crises de abastecimento.

– A transição energética visa a construção de uma matriz mais limpa e também sem sazonalidades. Nesse sentido, o Rio de Janeiro será o estado que garantirá a segurança energética do país, com fornecimento de energia limpa, estável e mais barata, com potencial  para atrair investimentos, especialmente nos setores de serviço e indústria – disse.

O decreto foi assinado às vésperas da abertura da OTC Brasil 2019, que acontece hoje. Estavam presentes na solenidade, no Palácio Guanabara, entre outros representantes do setor, o diretor-geral da ANP, Décio Oddone; o presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), José Firmo; o membro do Conselho da OTC Global, João Carlos de Luca; a chairman global da OTC e presidente do Conselho da British Petroleum América, Cindy Yelding; e o presidente do Comitê Organizador da OTC Brasil 2019, Marcos Assayag. O vice-governador Cláudio Castro e o secretário de Governo, Cleiton Rodrigues, entre outras autoridades, também participaram do evento.

Via ABADI e O Fluminense