29/07/2021 – Minimercado, coworking e feiras livres: condomínios se reinventam e adaptam áreas comuns para novo modo de vida

Isolamento social, regras de distanciamento, home office e novas regras de higiene. A vida do cidadão em todas as partes do planeta teve que passar por mudanças drásticas desde que foi decretada a pandemia de coronavírus, ainda no início de 2020. Escritórios, comércios, escolas e outros serviços foram totalmente ou parcialmente fechados. De acordo com dados disponíveis pela pesquisa Pnad Covid, em novembro 7,3 milhões de brasileiros estavam atuando em modelo home office. Dados da Abadi (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis) revela que, somente no ano passado, 45% das salas comerciais do centro do Rio fecharam suas portas.

Com a flexibilização do retorno das atividades, algumas empresas reabriram e outras decidiram adotar, de vez, o modelo de trabalho remoto. Muitas pessoas que se fixaram nesse modelo ainda encontram algumas dificuldades no dia a dia. É o caso de Beatriz Teixeira. Em casa desde março de 2020, ela decidiu se mudar para um apartamento maior, porém mais longe da sede da empresa que trabalha. Com as constantes obras no edifício e após inúmeras reclamações dos moradores, o síndico encontrou uma solução: disponibilizar o salão de festas para espaço de coworking. “O prédio é novo, todos somos primeiros locatários dos apartamentos, então muita gente ainda está adaptando os espaços para morar. Durante uma reunião de condomínio, surgiu essa ideia e o síndico não levou nem dez dias para transformar o salão de festas, que está em desuso há meses, como espaço para quem quiser trabalhar fora do ambiente de casa, mas ainda assim, com segurança”, afirma.

Alguns condomínios transformaram áreas comuns em minimercado, para que os moradores não precisem se deslocar para fazerem suas compras em locais mais cheios. Uma famosa marca da rede instalou a primeira loja idealizada exclusivamente para condomínios no Rio de Janeiro, um minimercado totalmente informatizado em um condomínio na Barra da Tijuca, onde os moradores podem comprar utilizando aplicativo.

De acordo com Marcelo Borges, Diretor de Condomínio e Locação da Abadi, a utilização de espaços comuns pode ser uma tendência para os tempos modernos, ampliando a criatividade das novas construções para espaços de conveniência até então não pensados. Com o aumento no tempo de permanência das pessoas nos imóveis, seja para trabalhar ou estudar, será necessária uma modernização na característica das áreas comuns, objetivando melhor qualidade de vida no cotidiano condominial.

Fonte: Abadi

28/07/2021 – Importância de praticar a comunicação não violenta nos condomínios

Para quem vive em condomínios, os estresses cotidianos podem ser muitos. O clima geral de desconforto pode levar a comportamentos agressivos e brigas desnecessárias. Para tentar controlar esses ânimos, é importante que síndicos e administradoras estimulem a comunicação não violenta.

Além disso, com o distanciamento social, devido ao novo coronavírus, isso pode ter se agravado em muitos deles. Barulhos, furadeiras, gritarias, crianças à solta, são apenas alguns dos fatores que podem gerar conflitos – com mais pessoas em casa, por mais tempo.

A comunicação não violenta (CNV) é uma técnica que visa estimular as relações de cooperação e entre as pessoas. O foco é em estabelecer um diálogo empático e eficaz, sem abrir margens para os desentendimentos.

A metodologia foi criada pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg, que a descreveu no livro “Comunicação Não-Violenta: técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais”.

Ela já era bastante difundida nos ambientes corporativos, porém pode funcionar muito bem em outros ambientes conflituosos, como os condomínios.

Como funciona a comunicação não violenta

A CNV se baseia em quatro conceitos básicos, os quais devemos valorizar durante o processo de comunicação:

As observações (ao invés dos julgamentos)

Os sentimentos (ao invés das avaliações)

As necessidades (ao invés de estratégias)

Os pedidos (ao invés das ordens).

Para percorrer essas etapas, há um elemento muito importante, a inteligência emocional. Ou seja, exercitar a empatia e a capacidade de reconhecer e avaliar sentimentos, tanto os seus quanto os dos outros.

Assim, ao invés de dirigir-se aos outros de forma agressiva, deve-se priorizar uma abordagem construtiva. E isso vale tanto para os condôminos, quanto para a própria gestão do condomínio.

Por exemplo, se a cobrança pelo atraso da taxa condominial for conduzida de forma indelicada, pode-se esperar um desentendimento com o responsável da unidade. É de bom grado desenvolver o relacionamento de forma consultiva, buscando entender o motivo do atraso, para tentar resolver da forma mais dinâmica e positiva possível para os dois lados.

Saiba mais e veja exemplos de comunicação não violenta aqui: https://blog.superlogica.com/condominios/comunicacao-nao-violenta-condominios/

23/07/2021 – O impacto do delivery na produção de lixo per capta

A necessidade do distanciamento social trouxe muitas mudanças de hábitos na vida dos brasileiros. Passando mais tempo em casa, a nossa produção e o consumo de alimentos se modificou bastante e isso também implicou num aumento da produção de resíduos. De acordo com uma pesquisa realizada pela Mobilis, os gastos com aplicativos de entregas, em especial os deliverys de comidas prontas, cresceram 149% durante o ano de 2020. Os que tiveram a maior demanda, segundo a pesquisa, foram o iFood, com crescimento de 172%, o Rappi (121%) e o Uber Eats (37%).

Acontece que quando pedimos comida, ela vem em embalagens desenvolvidas exclusivamente para esse fim com materiais como isopor e papel alumínio. Além disso, a produção de plástico também sobe com talheres, sacos e copos. E não é só delivery. As compras pela internet também tiveram um salto nos últimos meses.

A pesquisa “Shopping During The Pandemic”, realizada pela Ipsos com 20.504 entrevistados em 28 países apontou que, no Brasil, 47% dos habitantes têm feito mais compras on-line do que faziam antes da pandemia. Já um estudo da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Neotrust, mostrou que mais de 20 milhões de brasileiros realizaram sua primeira compra pela internet no ano passado. Todas essas compras também chegam às residências em embalagens com sacos, isopores, papelão etc.

Mas para onde vai todo esse lixo? A resposta é simples: para o mesmo lugar que ia antes, só que agora, em quantidades maiores.

Um levantamento inédito feito pela Abrelpe, a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, mostrou que a geração de resíduos sólidos urbanos (domiciliares e de limpeza pública), em junho de 2020, registrou um aumento médio de pouco mais de 2%.

“Com a flexibilização de alguns espaços de uso comum e a retomada de atividades econômicas, como comércio e serviços, observou-se uma maior movimentação de pessoas, o que intensificou a atuação dos serviços de limpeza urbana. Esse mesmo movimento trouxe uma percepção de que o pior momento da economia já passou, levando a uma volta às compras, o que tem impacto direto no descarte de materiais”, avalia Carlos Silva Filho, diretor presidente da ABRELPE e vice presidente da ISWA – Associação Internacional de Resíduos Sólidos, que no Brasil é representa pela entidade brasileira.

Continua: https://www.revistasindico.com.br/sustentabilidade/2021/delivery-de-hoje-lixo-de-amanha/484382

21/07/2021 – Tudo que o síndico precisa saber sobre infiltração no condomínio

Para desempenhar a função de síndico, é fundamental ter muito preparo e responsabilidade.

Sobretudo quando surgem problemas que coloquem os moradores e seu patrimônio em risco. Um cuidado que nunca pode ser subestimado é o que diz respeito à infiltração no condomínio.

As infiltrações de maneira geral são muito nocivas a qualquer edificação, e precisam ser reparadas da maneira mais breve possível.

Quando essas infiltrações ocorrem nas áreas privativas, cabe ao síndico cobrar que o responsável promova o conserto.

Já quando a infiltração aparece na área comum, quem tem que pôr a mão na massa é o síndico.

Para não ser pego de surpresa, siga esse guia prático:

1. Detecção da infiltração

Uma infiltração só pode ser detectada depois que já aconteceu, seja pela aparição de manchas no teto, seja pelo gotejamento, então fique de olho!

Não espere alguém reclamar para tomar uma atitude.

As garagens e as lajes do último andar são as maiores vítimas de vazamento no condomínio.

Ter um plano de manutenção que seja cumprido à risca permite que você seja o primeiro a saber do problema.

Dessa forma, a ação corretiva pode ser tomada de forma rápida, diminuindo sensivelmente os estragos.

2. Isolamento do local atingido

Tão logo a infiltração seja constatada, e esteja acontecendo na garagem e bem em cima de alguma vaga de estacionamento, o mais prudente é isolar essa vaga até que o reparo seja executado.

A água que passa pela laje carrega junto com ela sais minerais do concreto, que quando entram em contato com a lataria do carro, danificam sua pintura.

Para os casos onde possam haver móveis, tapetes e carpetes, vale o mesmo.

3. Busca de ajuda profissional

Não tente resolver um problema complexo como esse com o “faz tudo” do prédio.

As falhas da impermeabilização que dão origem às infiltrações costumam acontecer por conta do emprego de materiais incorretos ou pelo uso de mão de obra sem especialização.

Fuja dos aventureiros.

Busque empresas idôneas e com boas referências no mercado, que possam dar garantia dos serviços prestados e que contem com mão de obra qualificada.

4. Escolha do sistema

Dê preferência por sistemas com tecnologias mais modernas, que possam te oferecer durabilidade e qualidade.

5. Finalização do reparo

Com a impermeabilização reparada, basta providenciar os serviços de reparo nos forros, tetos e paredes que eventualmente tenham sido atingidos pela infiltração.

Fonte: Fiber Sals / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/tudo-que-o-sindico-precisa-saber-sobre-infiltracao-no-condominio/

20/07/2021 – Saiba como fazer a manutenção da parte elétrica do prédio

A manutenção da parte elétrica do prédio é fundamental para trazer segurança, economia de energia e redução de custos dos equipamentos e aparelhos que param de funcionar.

Ela é responsável por revisar e trocar componentes que não são usados corretamente ou que já não estão mais funcionando. Durante a vistoria é verificado quais são os motivos pelos quais os problemas aparecem nos prédios.

Neste artigo, você saberá as principais informações sobre a manutenção elétrica.

Quem é a responsabilidade da manutenção;

Quando fazer a manutenção;

Quais são as consequências de não fazer a manutenção;

Como fazer a manutenção elétrica do prédio.

Vamos lá?

De quem é a responsabilidade da manutenção elétrica?

O síndico tem co-responsabilidade na segurança dos moradores. Sendo assim, ele deve ter um cuidado especial com a manutenção elétrica. Os condôminos podem conferir o seu quadro de luz, a fiação e até os eletrodomésticos e equipamentos que estão em sua residência.

No entanto, se a manutenção do prédio não estiver em ordem, o síndico pode ter vários problemas em seu condomínio.

Quando fazer manutenção elétrica do prédio?

A manutenção elétrica de um condomínio não pode ser executada somente uma vez. Além disso, o síndico não pode ter cuidado com essa questão apenas quando têm um problema no prédio.

A manutenção deve ser realizada de forma preventiva para evitar os riscos que um sistema desgastado pode trazer para os moradores. Além disso, quando tudo está funcionando sem nenhum defeito, os condôminos têm mais economia com a conta de luz. Portanto, o ideal é que a manutenção seja feita a cada ano.

Uma das formas de identificar o momento exato de fazer manutenção na parte elétrica de um prédio é por meio do histórico das contas de energia do condomínio. Verifique o consumo e analise se ele aumenta com frequência sem nenhum motivo.

Outro ponto importante é que você deve informar aos moradores sobre os cuidados com a conta de energia para evitar manutenções frequentes. Lembre-se de repassar essas orientações na assembleia de condomínio.

Existem alguns procedimentos que ajudam a evitar vários problemas em seu condomínio como: reapertos de terminais e limpeza dos contatos. A manutenção também deve ser realizada quando a vida útil dos equipamentos estiver acabando. Sendo assim, não espere que objetos estraguem para executar esse procedimento.

É fundamental que o seu condomínio trabalhe com a manutenção de forma preventiva. O síndico que tem esse pensamento consegue ter mais economia e menos trabalho para consertar os equipamentos.

Então, é interessante que você entre em contato com um eletricista para executar a manutenção anual. Ah, não se esqueça de orientar o zelador para que ele faça as vistorias do prédio. Neste momento, o mais indicado é observar os componentes do sistema elétrico para ver se há algum defeito.

Quais são as consequências de não fazer manutenção?

O condomínio que não faz a manutenção da parte elétrica do prédio com frequência tem uma série de prejuízos. Um deles é em relação ao consumo de energia, uma vez que a conta de luz dos moradores pode aumentar rapidamente.

Outro prejuízo é com a segurança do condomínio. Para se ter uma ideia, o sistema elétrico ineficiente causa vários desastres como fuga de corrente, curto – circuito e até descargas de energia, que pode resultar em mortes. Os incêndios também são muito comuns quando a manutenção elétrica não está em dia.

Como fazer a manutenção da parte elétrica?

O segredo para fazer a manutenção elétrica corretamente é criar um checklist com as principais questões que deve-se analisar no condomínio.

Uma das formas de evitar curtos e acidentes no prédio é verificar a qualidade dos fios, os itens que compõem a rede elétrica e a sobrecarga. Aqui, não se esqueça de olhar o cabeamento, plugues e os interruptores.

Os equipamentos e dispositivos de segurança são outros pontos que deve ser analisado com cuidado. A falta de manutenção pode resultar em incêndios e outras consequências que prejudicam a saúde dos moradores.

Portanto, se estiverem com problemas precisam ser trocados na mesma hora. A vistoria deve ser realizada por um profissional eletricista.

O síndico também deve observar a vida útil dos equipamentos. Fique de olho não só na validade mas também naqueles que não são utilizados há muito tempo. Se forem ligados novamente podem trazer riscos para os moradores e profissionais do condomínio.

A manutenção elétrica traz mais segurança e economia para o síndico. Nesses casos, a regra é clara: a manutenção corretiva gera mais prejuízo do que a preventiva. Sendo assim, não marque bobeira. Coloque esse procedimento como parte da sua rotina e mantenha os condômino informados sobre a manutenção.

Fonte: Adm Casa / https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/saiba-como-fazer-a-manutencao-da-parte-eletrica-do-predio/

15/07/2021 – Ponto crítico da casa, banheiro requer mais atenção na limpeza

Confira dicas de especialista para manter o cômodo limpo

O home office continua sendo opção de muitos escritórios durante este tempo de pandemia. Por estarem mais tempo em casa, muitas pessoas se apegaram aos detalhes da limpeza, organização e até mesmo aos pequenos reparos do lar. Uma preocupação recorrente é com a limpeza dos banheiros, já que o cômodo, por estar sujeito a temperaturas altas, umidade e, claro, germes e bactérias, requer ainda mais atenção.

Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, rede especializada em residências, escritórios e condomínios, separou dicas de limpeza profissional em substituição à tradicional limpeza doméstica, que apenas diminui a quantidade de germes e bactérias sem eliminá-los completamente.

Preparando-se para limpar

Deixe para fora todos os itens como roupas, copos e lixo. Retire também qualquer obstáculo ou objetos que estejam embaixo de gabinetes ou que não possam ter contato com água e produtos de limpeza. Deixe a porta e janelas abertas, ou o exaustor ligado -caso exista-, para garantir uma ventilação adequada enquanto manuseia produtos de limpeza, pois estes podem exalar gases tóxicos que nos fazem mal.

Use luvas

O uso desse acessório pode evitar contaminações, alergia aos produtos e ressecamento das mãos. E uma dica importante: deve ser utilizado apenas no banheiro, jamais em outros cômodos da casa por risco de contaminação cruzada, quando levamos bactérias de um lugar para o outro.

Vaso sanitário

Sem dúvidas, é o que demanda maior atenção, pois tem um número imenso de contaminantes, germes e bactérias. Ele deve ser limpo com desinfetante, de preferência de categoria hospitalar, pois tem duração maior. Sempre com luvas, utiliza-se escova sanitária (lavatina é o nome técnico), para realizar a limpeza interna, além das bordas inferiores da bacia. A própria descarga auxilia no enxágue. O ideal nesta hora é direcionar a escova sanitária para a saída da água da privada e pressioná-la com força, para que o nível da água abaixe e seja possível passar o desinfetante nas partes da bacia que estão em contato com os germes e bactérias. Já para a limpeza externa da louça, uma alternativa mais ecológica é usar um limpador geral a base de peróxido de hidrogênio, com um pano de microfibra e de uso exclusivo ao banheiro.

Azulejos e pisos

Geralmente, as paredes do banheiro são revestidas de azulejos, que são relativamente simples de limpar – desde que higienizadas constantemente – já que é comum acumular gordura do corpo nos respingos de água durante o banho. O uso mais adequado é de uma fibra de uso geral com detergente desengraxante (produtos à base de pinho são mais recomendados) pois retiram manchas, inclusive do rejunte, tanto das paredes, quanto dos pisos. É importante retirar qualquer resíduo de produtos e, se possível, não deixar água parada, pois isso costuma causar manchas.

Chuveiro

Sim, ele também precisa ser limpo! Aplique o produto de sua preferência – detergente, ou sapólio são boas opções – e deixe agindo por 10 a 15 minutos. Enxague a seguir, de preferência com água quente, do próprio chuveiro e seque bem. Em caso de manchas ou ferrugem, é necessário usar um limpador feito para eliminar cálcio e calcário. Sempre seque a área do chuveiro depois de usá-la, para que mofo e bolor não se acumulem nessa área entre as faxinas.

Pias, cubas e metais

Por inevitavelmente acumular água nesses locais, a limpeza neles também deve ser frequente. É possível que um pouco de lodo fique acumulado e, nesse caso, aplique sapólio e deixe agir por 10 a 15 minutos, assim ajudará a soltar a sujeira e fará com que o trabalho de esfregar seja bem mais leve. Embora a pia seja do mesmo material do vaso, não é recomendado utilizar a mesma bucha. Sapólio ou polidor de metais é um ótimo produto para dar brilho às peças, além de ter efeito desinfetante. A limpeza da pia e da cuba deve ser feita com detergente desengraxante diluído com água, e somente depois disso, passar desinfetante. Pouca gente sabe, mas não devemos limpar superfícies diretamente com desinfetante, porque ele reage sobre superfícies com sujeira. Nunca use produtos abrasivos, esponjas com o lado áspero ou palha de aço nos itens de porcelana, pois podem deixá-los com acabamento opaco.

Box e ralos

Os vidros, incluindo o espelho, podem ser limpos com o lado macio da bucha, ou um pano de microfibra, com detergente desengraxante e água morna, tanto do lado de dentro, como de fora, mas é importante enxaguar bem para evitar manchas. Um pouco de detergente desengraxante misturado na água faz com que eles fiquem brilhantes. Existe um pano de microfibra muito fino chamado cristal que, ao ser usado depois de todo este procedimento, dá um polimento final excepcional. Já os ralos, principalmente do box, costumam juntar fios de cabelo, pelos e resíduos de produtos que utilizamos no banho. O ideal é fazer a limpeza com escova de cerdas duras, com desinfetante. É importante enxaguar bem e evitar que resquícios dos produtos fiquem nas superfícies.

Outras dicas

Para que o banheiro esteja sempre livre de odores, é recomendado retirar o lixo todos os dias e mantê-lo sempre bem arejado e com as janelas abertas, o que também evita a formação de mofo. Nos ralos sifonados, que são aqueles maiores e que recebem a água da privada e da pia, pode-se jogar desinfetante para eliminar odores vindos das tubulações. Este ralo também tem uma rosca que precisa ser verificada frequentemente, pois 90% do mau cheiro acontece por problemas em sua fixação. Preste atenção aos produtos utilizados: alguns podem ser prejudiciais, tanto à saúde, quanto ao meio ambiente. Além disso, misturar dois produtos ou mais é perigoso, uma vez que a junção de seus componentes pode produzir gases nocivos. Em caso de alergias, é importante procurar ajuda médica.

Fonte: https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/ponto-critico-da-casa-banheiro-requer-mais-atencao-na-limpeza/

13/07/2021 – Especialistas explicam como evitar o desperdício de energia

Os reservatórios estão em baixa, as contas de luz estão em alta, mas especialistas em energia mostram que tem como diminuir o impacto no seu bolso.

A iluminação pública está de cara nova em Belo Horizonte: 100% das lâmpadas foram substituídas pela tecnologia led. O resultado é uma economia de R$ 25 milhões por ano na conta de luz. Outros 422 municípios espalhados pelo país seguem na mesma direção.

A eficiência energética tem inspirado mudanças importantes também nos condomínios residenciais. Em um no Rio de Janeiro, a economia começa nos coletores solares que aquecem a água do banho. Passa pelo telhado verde, que impede a passagem do calor, reduzindo o uso de ventiladores e ar-condicionado. A iluminação natural também ajuda.

“Existe uma economia direta no bolso, que é uma redução de 20% da conta de energia do condomínio”, contou Talhita Abreu, representante do condomínio.

Mudanças importantes também começam dentro de casa.

“Tirar os aparelhos do stand-by, que é aquela luzinha vermelha que fica na TV. No micro-ondas que fica ligado, tirar esse equipamento da tomada. Não colocar alimentos quentes na geladeira. Olhar se a borracha da geladeira está vazando ar”, aconselhou Frederico Araújo, da Associação Brasileira de Serviços de Conservação de Energia.

Mesmo com bons exemplos, o Brasil continua mal posicionado no ranking dos países que mais se destacam no combate ao desperdício.

“Quando a gente olha para os 25 países com maiores consumos de energia, no último ranking da Accee, do Conselho Americano para Economia Eficiente de Energia, o Brasil ficou na 20ª posição”, ressaltou Frederico.

Continua: https://sindicolegal.com/contas-luz-alta/

09/07/2021 – Conheça os tipos de iluminação para cada ambiente

Hoje, as luminárias são fundamentais na decoração e funcionalidade dos espaços. Por isso, conhecer tipos de iluminação é fundamental para todo o conjunto do imóvel.

“A iluminação adequada em cada ambiente influencia muito nas sensações das pessoas. Uma luz dimerizada (regulagem da intensidade da luz) no jantar ajuda a compor o clima, deixando mais intimista, por exemplo. Na sala de estar, a luz ajuda a tornar as conversas ou os momentos de ver TV mais agradáveis”, detalha a arquiteta Carina Dal Fabbro.

Segundo ela, escolher corretamente os tipos de iluminação é fundamental para deixar o ambiente mais acolhedor. “Tudo vai de acordo com as sensações que se deseja. Cabe à iluminação também valorizar um móvel, objetos, revestimentos. Uma iluminação mal dimensionada pode prejudicar a qualidade dos ambientes”, diz Carina.

O LED continua sendo a opção mais sustentável, com baixo consumo, boa iluminação e durabilidade. “O ideal é optar pelas luzes mais amareladas (quentes) ou neutras, que aquecem e acolhem. A luz branca não deve ser usada em residências, justamente por lembrar as luzes de hospitais, por exemplo”, opina.

Entre os tipos de iluminação mais usados estão lustres, pendentes, plafons, arandelas, spots, abajures, luminárias de mesa e luminárias de piso.

A iluminação deve ser de acordo com cada ambiente

A especialista em Design e Tendência de iluminação Gabriela Yokota, da loja Yamamura, explica que para salas de estar, de TV e de jantar, a temperatura de cor mais recomendada é a branco quente (2400K a 3000K), que resulta em aconchego.

“Para a sala de jantar, lustres e pendentes acima da mesa principal garantem muito charme ao ambiente. Já a sala de TV, lâmpadas de menor intensidade são indicadas para garantir um maior conforto visual e quem prefere versatilidade, a dimerização e a automação podem ser boas pedida”.

Gabriela afirma que a temperatura de cor mais indicada para o home office ou área de estudos é a neutra (4000K), pois estimula a concentração. Para os quartos, uma luz mais voltada para o branco quente (2400K a 3000K) é a mais adequada.

“Para a cozinha, não podemos pensar em um tipo de iluminação que deixe o cômodo com uma sensação de relaxamento, pois há o manuseio de objetos cortantes, além de alimentos e líquidos em altas temperaturas. Por isso, é indicado o uso da temperatura de cor branco frio (5000K a 6500K) ou cor neutra (4000K)”.

Já para os banheiros, a especialista indica a neutra (4000K) ou branco frio (5000K a 6500K). Para a área dos espelhos ou da pia, aposte no branco quente (2400K a 3000K) ou na cor neutra (4000K).

Fonte: https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/conheca-os-tipos-de-iluminacao-para-cada-ambiente/

08/07/2021 – Ambiente com aquecedor a gás deve ter ventilação adequada

Com a chegada do inverno, o uso de aquecedores a gás traz mais conforto a tarefas rotineiras, como tomar banho e lavar a louça. Para evitar acidentes dentro de casa, todavia, é imprescindível que esses equipamentos sejam instalados corretamente e estejam com a manutenção em dia.

No Rio de Janeiro, um casal foi vítima de intoxicação por monóxido de carbono, devido a falta de ventilação em um banheiro que contava com um aquecedor a gás. Segundo Hélio Castello, cardiologista do Grupo Angiocardio, em casos como esse, o gás resultante da combustão do aquecedor acaba competindo com o oxigênio no ambiente.

“O monóxido de carbono se difunde rápido na corrente sanguínea e se liga à hemoglobina, que é quem carrega o oxigênio. Ao se ligar, ele forma uma substância que se chama carboxihemoglobina e faz com que ela não consiga carregar oxigênio”, explica o médico.

De acordo com Castello, em um primeiro momento de vazamento, quando há ainda uma dose menor de gás no ambiente, sintomas como tontura, dor de cabeça, náusea e vômito podem ser um indicador de que há um problema. Com o aumento da concentração do gás, a pessoa sente fraqueza, dificuldade de concentração e até perda de consciência, o que dificulta que ela saia do local.

Atualmente, a instalação de aquecedores a gás em ambientes de longa permanência, como dormitórios ou banheiros, conta com muitas restrições. Só é permitido instalar aparelhos que sejam de circuito fechado — que não utilizam o oxigênio do ambiente para a combustão e contam com um duto de coleta de ar externo.

“A primeira coisa que a norma de instalação diz, e que muita gente não observa, é que a instalação de um aparelho a gás tem que ser feita por um profissional qualificado”, explica Leonardo Abreu, vice-presidente da Associação Brasileira de Aquecimento a Gás (Abagás).

Geralmente, no site da empresa que fabrica o equipamento, há uma lista credenciada de empresas e profissionais qualificados para realizar a instalação e a manutenção dos aquecedores.

breu reforça que um profissional qualificado sabe as normas técnicas que precisam ser seguidas de acordo com o tipo de equipamento escolhido. “O ambiente precisa ter um volume mínimo; um certo número e tamanho de ventilação permanente, que garante a renovação de ar; e é preciso saber o que fazer com a exaustão do aparelho”, explica.

Segundo o vice-presidente da Abagás, a maior parte dos aquecedores de água a gás do mercado são aparelhos que precisam de um duto de exaustão, a chaminé que vai conduzir os produtos da combustão para fora do ambiente.

É imprescindível que o duto esteja instalado corretamente para não prejudicar a saída dos gases. O ambiente também deve contar com áreas mínimas de ventilação permanente, ou seja, que não podem ser fechadas ou obstruídas, como frestas ou vãos em portas e venezianas acima de janelas.

Uma vez feita a instalação adequada, recomenda-se a manutenção preventiva uma vez por ano. O processo consiste em uma revisão geral do aquecedor e limpeza de algumas peças. É feita uma vistoria a fim de verificar se as peças não estão quebradas ou desgastadas. O duto de exaustão, por exemplo, precisa estar em bom estado de conservação e fixação.

“Essa manutenção dificilmente vai demandar a troca de peças. O técnico vai fazer uma limpeza e vai verificar se há desgaste nas peças. Apenas se houver, é feita a troca”, explica Abreu.

Em condomínios que utilizam aquecimento a gas, o síndico pode adotar uma postura de incentivo a instalação correta e manutenção frequente dos equipamentos. “O ideal é que o síndico seja um aliado que incentive as pessoas a realizarem essas manutenções períodicas, já que muitas pessoas não fazem”, defende Leonardo Abreu.

Buscar informar-se sobre algumas normas e saber orientar os condôminos pode ajudar a trazer mais segurança, dentro do apartamento ou do condomínio como um todo.

“No caso de prédios novos ou mudanças, o síndico pode incentivar que a instalação seja feita somente por profissionais adequados. Isso resolveria muitos problemas”, complementa o vice-presidente da Abagás.

Fonte: https://agora.folha.uol.com.br/sao-paulo/2021/07/ambiente-com-aquecedor-a-gas-deve-ter-ventilacao-adequada.shtml

06/07/2021 – Manutenção preventiva em condomínio: o que não pode faltar?

A conservação dos condomínios exige grandes esforços dos síndicos, que por vezes, enfrentam a falta de conscientização dos moradores quanto ao uso dos espaços, a dificuldade de saber como fazer a gestão e o momento adequado de realizar a manutenção preventiva em condomínios.

Para evitar falhas frequentes, os síndicos devem elaborar um plano de manutenção para guiá-los nessa tarefa. Além de conservar o condomínio, você garante a segurança, o conforto e a qualidade de vida de todos os moradores.

O que é a manutenção preventiva em condomínio

A manutenção preventiva é realizada sem que ocorram transtornos aparentes, e evita problemas maiores. Pode ser sistemática — quando é aplicada em intervalos predefinidos — ou ser condicionada a quando um componente de algum equipamento apresenta defeito, por exemplo.

Ela é realizada com o intuito de evitar a degradação do prédio, minimizar os custos futuros (são menores do que os custos de correção), assegurar o bom desempenho das instalações do condomínio e garantir a segurança.

Os equipamentos e espaços que devem estar inclusos na manutenção preventiva são elevadores, escadas, sistemas de combate a incêndio, instalações elétricas, bombas de águas, telhados, calhas e pintura externa.

Quais são os tipos de manutenção

Além da manutenção preventiva há mais dois tipos: a manutenção preditiva e a manutenção corretiva. A manutenção preditiva é feita com base no estado do equipamento e faz um acompanhamento constante com base na análise e monitoramento de dados.

Já a manutenção corretiva corrige um problema existente. É o mais comum de ocorrer nos condomínios, devido à falta de planejamento dos síndicos. Muitos esperam o problema aparecer para procurar a solução, em vez de prevenir. Ela não deixará de existir, mas pode ocorrer com menor frequência.

Como montar um plano de manutenção

Para acompanhar a manutenção preventiva em condomínios, é preciso elaborar um plano adequado, que preveja todas as medidas de manutenção e as formas de controle. Confira algumas dicas de como elaborar um bom plano de manutenção.

Levantamento do estado das instalações: analise o estado atual dos equipamentos e instalações, bem como quando foram realizadas as últimas manutenções preventivas e corretivas;

Instruções de trabalho: defina o passo a passo a ser seguido para a realização da manutenção preventiva e para a solicitação de correções;

Calendário de manutenção: defina a periodicidade em que serão realizadas as manutenções preventivas;

Banco de dados: crie um histórico de ocorrências para acompanhar o desempenho dos equipamentos e das instalações.

A prevenção é um caminho prático para solucionar os problemas reduzindo as necessidades de intervenções corretivas. Um bom planejamento proporciona informações mais eficientes na manutenção preventiva em condomínio e gera uma economia de recursos físicos e financeiros.

Fonte: https://vivaocondominio.com.br/ptype_news/manutencao-preventiva-em-condominio/