20/01/2020 – Caixa Econômica vai acelerar negócios ligados ao setor imobiliário em 2020

A Caixa Econômica Federal vai ampliar linhas de negócio ligadas ao financiamento imobiliário em 2020, valendo-se de posição de liderança no setor para ampliar receitas num mercado que vem se recuperando rapidamente no país.

Enquanto prevê crescimento de 30% das concessões de crédito para compra de residências neste ano, a Caixa também planeja acelerar o home equity, empréstimos em que o tomador oferece imóvel como garantia em troca de taxas de juros menores.

“Isso pode nos ajudar a ampliar o relacionamento com muitos dos nossos clientes”, disse o presidente-executivo da Caixa, Pedro Guimarães.

Com uma carteira de cerca de 480 bilhões de reais no final de 2019, a Caixa lidera com folga o crédito imobiliário no país, com cerca de 60% do setor. Mas embora também seja a maior no segmento de home equity, seus ativos no setor somam cerca de 6 bilhões de reais, número considerado tímido por especialistas.

Além disso, a Caixa está começando financiamento para interessados em comprar cerca de 70 mil imóveis retomados pelo banco por conta de inadimplência, ativos avaliados em cerca de 5 bilhões de reais. Há cerca de dois anos, o banco tentou vender parte dessa carteira em grandes lotes a investidores, mas o leilão fracassou.

“Achamos que podemos ganhar mais financiando a compra deles”, disse ele.

Desde que assumiu o comando da Caixa no começo do ano passado, Guimarães, um veterano do mercado financeiro, tem defendido o maior uso de instrumentos de mercado como forma de ampliar o volume de recursos para empréstimo imobiliário.

No segundo semestre de 2019, a Caixa lançou uma linha no setor atrelada ao IPCA, principal índice de inflação do país. Segundo Guimarães, o banco já emprestou 5 bilhões de reais por esta linha e aprovou outros 11 bilhões de reais.

Em março, o banco vai lançar ma linha imobiliária prefixada. O plano de Guimarães é de que metade do que for originado nestas duas linhas seja securitizado e vendido a investidores.

Fonte: Secovi Rio

16/01/2020 – 5 dicas de governança condominial

O termo governança corporativa ganhou espaço no mundo empresarial há alguns anos. Já a governança condominial é uma expressão relativamente nova e pode ser interpretada como o conjunto de fatores que fazem com que tudo funcione perfeitamente dentro de um condomínio. Neste contexto, sabemos que o desempenho da figura do síndico é fundamental.

 

O mercado tem sido cada vez mais exigente quanto ao perfil deste profissional já que ele deve reunir várias habilidades e competências. Além, claro, de ser capaz de dar conta de administrar o patrimônio de terceiros.

 

A governança condominial atesta a qualidade da gestão 

 

No mundo empresarial, a governança corporativa é o sistema utilizado pela organização para dirigir e monitorar suas atividades, garantindo o melhor relacionamento possível com todos seus públicos de interesse (stakeholders, em inglês). Sejam eles os sócios, o conselho de administração, os diretores, os órgãos de fiscalização, seus consumidores e funcionários, a comunidade, etc. A governança, então, preza pela qualidade da gestão da empresa, sua sustentabilidade e o bem comum.

Isso vale, da mesma forma, para os condomínios.

 

Governança condominial é, portanto, o conjunto de boas práticas que visam aumentar a confiança dos proprietários dos imóveis, moradores, funcionários do condomínio, administradora, fornecedores, prestadores de serviço e assim por diante.

 

Veja agora nossas 5 dicas de governança condominial:

 

1. Atualização constante

 

O síndico deve estar sempre atento às mudanças nas legislações e às tendências de gestão.

Precisa buscar conhecimentos de administração constantemente para estar apto a gerenciar e administrar questões de diversas áreas, como as financeiras e técnicas. Se você é síndico, não imagine que vai dar conta do recado atuando sozinho. Para administrar um condomínio com sucesso, se cerque de bons parceiros que possam lhe aconselhar sempre que necessário. Os conselhos fiscal e consultivo, um escritório de contabilidade, a administradora e colegas também síndicos são um excelente suporte para saber agir de acordo com os interesses da comunidade condominial.

 

2. Transparência e padronização

 

Persiga a maior qualidade possível nas decisões e práticas condominiais, sempre agindo com transparência no que se refere às informações prestadas, dados e processos. O tratamento oferecido aos condôminos deve ser padronizado. E as determinações da convenção do condomínio, do regimento interno, das assembleias gerais e dos conselhos, respeitadas.

 

3. Excelência nos controles internos

 

Os controles internos também são um pilar de sustentação da governança condominial.

O ideal é adotar procedimentos que objetivem proporcionar total eficiência por parte dos recursos humanos, materiais e financeiros disponíveis. Para controlar com excelência, é fundamental se organizar de forma eficaz. Ou seja, planos de contas, relatórios, orçamentos, projetos, registros, inventários, manutenções e treinamentos devem estar sempre em dia. Faz parte dos controles internos, ainda, a veracidade das informações contábeis e o controle das finanças. Uma recomendação neste aspecto é contratar uma auditoria preventiva para analisar as movimentações financeiras. É uma maneira de descartar qualquer iniciativa fraudulenta, ilegal ou que lese o condomínio, infelizmente comum em alguns condomínios.

 

4. Fortalecendo o que vai bem e corrigindo o que não vai tão bem

 

Uma prática bem-vinda e cada vez mais utilizada também em condomínios que tem um sistema de gestão diferenciado é a utilização de pesquisas para entender o nível de satisfação de toda a comunidade envolvida.

De uma forma prática e fiel, é possível descobrir os pontos fortes da gestão e, principalmente, os pontos de melhoria.

Saber corrigir a rota é uma habilidade bastante bem vista quando se trata de um síndico.

 

5. Redução de custos 

 

Como ocorre nas empresas, a redução de custos também é uma meta permanente nos condomínios, não é mesmo?

Na medida em que se melhora o nível de governança condominial, os gastos com pagamentos de multas e outras penalidades são reduzidos. E uma vez cumpridas as normas legais, trabalhistas e tributárias, evita-se as contingências futuras, inclusive gastos inesperados e emergenciais, que são o calcanhar de aquiles para todos os tipos de previsões orçamentárias. Isso sem falar na economia consequente de processos mais robustos para redução das despesas do dia a dia e de sistemas mais eficazes para que se escolham os melhores investimentos das finanças do condomínio.

 

Fonte: Tudo condo

15/01/2020 – Perfil dos porteiros: síndico deve estar atento na hora de contratar

Há muito tempo já não vemos mais aquele típico perfil dos porteiros de novela em condomínios: uma pessoa idosa, de cabelo grisalho e com dificuldades de interatividade com a internet. Com o avanço da tecnologia, esses profissionais passaram a buscar cada vez mais cursos de aperfeiçoamento com o objetivo de se adequar seja para continuar no emprego, ou retornar ao mercado de trabalho.

 

A característica desse “novo” profissional é estar mais preparado tecnologicamente, possuir conhecimento em diversos assuntos relacionados ao dia a dia do condomínio e, ainda, ser prestativo e comunicativo com os moradores. Por causa de sua grande responsabilidade o síndico, ou a administradora do condomínio precisa estar atento na hora da contratação desse profissional.

 

Confira algumas dicas na hora de contratar um porteiro:

 

Defina o perfil dos porteiros

 

O primeiro passo na hora de contratar um novo porteiro é definir o perfil que se almeja desse profissional. De nada adianta o síndico contratar um porteiro com dificuldades em tecnologia se a portaria do condomínio for toda eletrônica. Portanto, uma boa ideia seria convocar uma reunião para definir as exigências e as necessidades desse novo profissional.

 

Analise a experiência do candidato

 

Definido o perfil do profissional que será contratado, observar o tempo de experiência do candidato como porteiro poderá ser um diferencial. Atente-se para o tempo de permanência em empregos anteriores e questione o candidato sobre os motivos de saída. Se achar necessário, ligue para o antigo local de trabalho do pretendente.

 

Entreviste os candidatos

 

Lembre-se que quem está sendo entrevistado é a pessoa que está buscando a vaga. Portanto, apenas comande a entrevista. Escute mais do que fale e procure elaborar perguntas abertas para que ela possa se expressar. Dessa forma você poderá conhecer melhor o candidato. Em determinado momento da entrevista, procure ser direto, faça questões pessoais, de forma sutil, como por exemplo, sobre questões familiares. Essa é uma boa estratégia para compreender as necessidades e características dos candidatos.

 

Realize testes

 

Existem testes psicológicos que ajudam na identificação das características dos candidatos. Por meio desses exames é possível identificar algum desvio de perfil do profissional para a vaga, o que pode comprometer o desempenho do porteiro para as atividades na função. Para esse tipo de atividade recomenda-se a contratação de um especialista, que será responsável por analisar os resultados obtidos nos testes. Os exames mais comuns durante um período de seleção são:

 

Teste de personalidade

Esse teste tem a finalidade de traçar a personalidade do indivíduo para entender o seu comportamento.

 

Teste de raciocínio lógico

Tem por objetivo avaliar a capacidade cognitiva do candidato por meio de testes práticos e teóricos.

 

Teste de ação concentrada

A principal característica desse exame é medir a concentração do candidato durante um período pré-determinado.

 

Contratação de novo perfil dos porteiros exige planejamento

 

Como se vê, a contratação de um novo porteiro para o condomínio exige planejamento e merece atenção por parte do síndico. Um bom porteiro representa os primeiros olhos do ambiente e precisa ser um profissional de confiança do empreendimento. Sendo assim, os funcionários da portaria são de extrema importância e precisam ser bem escolhidos.

 

Fonte: Viva o condomínio

14/01/2020 – Revisão da rede elétrica determina consumo consciente, proteção dos moradores e valorização do imóvel

Especialistas orientam que toda construção com mais de 20 anos deveria passar pelo retrofit, que nada mais é que uma atualização normativa das instalações de eletricidade

 

Rede elétrica

 

Condutores, fios e cabos elétricos têm longevidade limite de 30 anos. Quadro de distribuição e disjuntores suportam, no máximo, 20 anos de atividade. Demais dispositivos, como lâmpadas e periféricos duram de cinco a 10 anos. Essa estimativa técnica da longevidade dos dispositivos instalados em uma residência alerta para algo imprescindível para garantir a segurança dos moradores e do patrimônio: a revisão das instalações elétricas ou retrofit.

 

Palavra do especialista

 

Segundo o tecnólogo em eletrotécnica Paulo Sérgio Silva Andrade, toda construção com mais de 20 anos deveria passar pelo processo, que nada mais é que uma atualização normativa da instalação elétrica. Mas falta fiscalização e, principalmente, conscientização.

 

“Muita gente troca o piso, mas não olha pra parte elétrica, exatamente aquela que pode levar a um risco de morte”, critica. Estatísticas da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) revelam que, somente em 2014, 627 pessoas morreram, no Brasil, vítimas de choque elétrico. E esses dados são subestimados. A entidade acredita que a realidade seja até cinco vezes maior. Minas Gerais tem um agravante. Cinco das 10 cidades com maior densidade de raio do Brasil são mineiras, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Existem dispositivos para amenizar o risco de choques fatais e eles estão previstos nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para a construção civil. Sua casa tem?

 

Segundo Andrade, a maioria das construções dos últimos 10 anos estariam dentro da normalidade, mas o ideal é fazer um diagnóstico com um eletricista capacitado, um eletrotécnico ou um engenheiro eletricista. Só eles estão aptos a conferir se a construção tem fio-terra, que garante a operação de outros itens de segurança como o dispositivo de proteção contra surtos de tensão (DPS), uma espécie de “para-raio” do quadro elétrico; dispositivo de corrente diferencial-residual (DR), que evita choques fatais; e disjuntores, que protegem cabos e cargas da instalação elétrica. Esse último é comumente trocado por um de maior capacidade, que permita o funcionamento de um chuveiro mais potente, por exemplo, sem qualquer consulta a especialistas. Um risco.

 

Se a construção não tiver qualquer um desses itens deve passar por um retrofit. O diagnóstico contempla ainda a análise da fiação. “Na maioria dos casos, é preciso trocar a tubulação, o quadro de distribuição, as tomadas e os interruptores; tudo dentro das normas técnicas atuais que garantem segurança para moradores e para o patrimônio, maior vida útil aos eletroportáteis e um consumo sustentável de energia”, alerta Andrade. E não é um processo barato. Daí a importância de se ter o projeto elétrico da construção, o que facilita essa análise.

 

A vida contemporânea demanda muito mais das instalações elétricas, que têm uma potência máxima instalada. Construções antigas eram pensadas para suportar o consumo de uma geladeira, uma televisão, um chuveiro – não tão potente como os disponíveis atualmente – e um eletroportátil ou outro. Hoje, eles são mais econômicos. Mesmo assim precisam ter por trás uma instalação elétrica capaz de alimentá-los sem risco de sobrecarga.

 

Segundo a arquiteta e lighting design Daniela Meireles Carvalho, o uso de adaptadores de tomadas, os chamados benjamins, são outro erro. O ideal é ter uma tomada para cada eletroportátil e mesmo aquelas construções com os dispositivos de segurança necessários podem não estar adaptadas. Mas há soluções no mercado, caso da fita elétrica autoadesiva. “Ela passa a energia de um ponto para o outro sem quebrar nada. Se você tem uma só tomada e quer outras, o sistema ‘pega’ a energia da existente, pluga na fita, que é colada na parede, e passa para a nova tomada”, explica.

 

Fonte: Viva o Condomínio

13/01/2020 – A implantação de energia solar em condomínios vale a pena?

 

Hoje é possível instalar placas fotovoltaicas em seu condomínio e produzir energia solar que será abatida da conta de luz. E isso pode até gerar lucro.

 

 

A utilização de energia solar está em crescimento constante. Dentre todas as energias alternativas, esta é a que recebe mais investimento em desenvolvimento todos os anos. Cerca de 185 milhões de placas solares foram instalados no mundo entre 2014 e 2015, e o que era antes concentrado em países ricos, hoje está atendendo a demanda de países em desenvolvimento. Essa energia é considerada limpa, pois é uma técnica de neutralização de carbono, é praticamente inesgotável, acessível para os consumidores e apresenta um boa relação custo/benefício.

 

A aplicação residencial também está se tornando mais comum, depois da resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) 482/2012 sobre a energia solar distribuída. O brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica de fontes renováveis ou de cogeração qualificada, além de receber créditos sobre o excedente produzido – essa produção é chamada de microgeração (inferior a 75 kW) e de minigeração (superior a 75 kW) distribuída. Isso incentivou o investimento de residências em painéis fotovoltaicos, pois proporcionam independência energética, causam menos impactos no meio ambiente e podem até gerar lucros. Além de gerar energia elétrica, as placas solares podem servir para o aquecimento de água, o que também traz uma economia de eletricidade ou gás.

 

Mas é possível instalar um sistema fotovoltaico em prédios?

 

Sim, hoje é possível tornar seu condomínio mais sustentável utilizando energia solar por meio da geração compartilhada estipulada pela resolução 687/2015 da Aneel. Essa geração compartilhada é realizada por múltiplas unidades consumidoras, como é o caso dos condomínios. A energia elétrica gerada será compartilhada entre todos os apartamentos e também nas áreas comuns.

Vamos entender melhor como funciona a instalação de placas solares para geração de energia elétrica…

Uma empresa especializada irá analisar a viabilidade do caso e propor um projeto com um sistema de energia solar personalizado, no caso, para seu condomínio. É necessário toda uma documentação junto com a distribuidora de energia e sua aprovação. Após, é possível a instalação dos coletores solares e o início da geração de energia pronta para utilização; de noite, o usuário deve consumir a energia da concessionária, já que não há sol.

Entretanto, no caso da energia injetada na rede ser maior que a energia consumida, o gerador recebe tal crédito que pode ser utilizado para abater da própria conta do fim do mês ou da conta de outro local; por exemplo: a casa de um familiar (estando no mesmo estado), gerando lucros ao usuário. Portanto, além de diminuir os gastos com a energia vinda da concessionária, caso a produção dos painéis seja maior que o consumo do local, os moradores podem ganhar créditos.

 

Existem algumas opções de locais para instalação:

 

Os telhados de cada prédio são os locais mais indicados, pois recebem mais radiação solar. Mas se a área destinada à instalação for pequena, o projeto pode não ser viável; ou caso seu condomínio tenha uma grande área externa, instale nas áreas comuns. Existe ainda a opção de instalação das placas nas fachadas dos prédios, porém ainda não é tão usual. O tamanho do espaço de instalação irá interferir na quantidade de energia gerada, mas mesmo em áreas pequenas, haverá como reduzir a conta de luz dos meses subsequentes.

Se problemas como falta de espaço, baixo índice de radiação solar ou quaisquer outros inviabilizarem o projeto, não se preocupe. Existe outra solução que estará disponível em um futuro próximo.

Hoje existem os chamados condomínios solares, que são grandes áreas contendo diversos painéis fotovoltaicos, parecidas com a da foto abaixo:

 

 

 

Alguns desses condomínios solares já estão em funcionamento, principalmente no Nordeste e no Sudeste – outros projetos são planejados para outras regiões. O seu condomínio pode comprar ou alugar lotes de placas fotovoltaicas. O princípio funciona como já explicado anteriormente: a energia produzida pelo seu lote vai para a rede de distribuição e essa energia será compartilhada com o proprietário do lote. Porém, a Aneel só permite ao consumidor utilizar esses créditos de energia dentro da mesma área de concessão, ou seja, no mesmo estado que seu lote se encontra.

Assim com essa nova alteração na legislação, a instalação de um sistema de energia solar em condomínios ficou mais fácil e pode trazer lucro para os geradores. A economia na conta de luz pode ser revertida em melhorias no condomínio, além de valorizar o imóvel.

 

Via: Viva o condomínio

11/01/2020 – Faça um uso consciente das áreas comuns do condomínio: Confira nossas dicas!

As áreas comuns de um condomínio são os espaços utilizados por todos os moradores. Dessa maneira, por haver um grande número de usuários destes ambientes, seu controle e manutenção podem ficar comprometidos. áreas 

 

Todo condomínio tem a prerrogativa de estabelecer regras para a utilização de suas áreas comuns. Assim, o uso desses espaços podem acontecer de maneira justa e sem incomodar o próximo. 

 

Confira nossas dicas e faça sua parte na utilização consciente!

 

Atenção com a garagem

Um dos maiores problemas que afetam a vida das pessoas que moram em condomínios são as vagas de garagem. Isso acontece muitas vezes porque a demarcação das vagas não é atrativa para uma determinada família ou prejudica outra. Nesses casos é importante ter uma conversa amigável, verificando os pontos e tentando ajustar para o bem maior de todos. 

 

Uso do salão de festas ou churrasqueiras

Outro ponto importante é o uso das áreas para comemorações. O primeiro passo é agendar sempre com antecedência. Atente-se ao número de vezes que você deseja reservar a áreas, pois, outras pessoas também têm direito ao uso da área. Após o uso, deixe o local limpo da maneira que você encontrou. 

 

Atenção ao barulho!

Festa é sempre muito bom, não é mesmo? Mas, devemos saber a hora do término e principalmente de baixar o volume para não incomodar o próximo. 

 

Passeios com animais domésticos

Ao passear com seu filhote de quatro patas nunca esqueça do saquinho para retirar os resíduos do animal. Para incentivar essa prática, o condomínio pode disponibilizar descartáveis nas áreas comuns para essa limpeza. Ah, e evite a entrada do seu animal em ambientes como a piscina.

 

Sujou? Limpe! 

A preservação dessa área é um dever de todos. Regras de lixo e dos cuidados com os jardins devem ser constantemente lembradas em pequenos avisos ou placas.

10/01/2020 – Dengue no condomínio: como evitar a proliferação do mosquito?

Os condomínios são ambientes que atraem o mosquito da Dengue, pois concentram grande número de pessoas com muitos esconderijos, o que ele adora! Então, confira dicas bem práticas para eliminar o mosquito.

 

Os condomínios são ambientes que atraem muito o mosquito da Dengue, pois concentram grande número de pessoas com muitos esconderijos, o que ele adora! Além do mobiliário de seus frequentadores, lajes, ralos, casas de bombas, barriletes, e fosso de elevador, estão entre os locais preferidos para o mosquito depositar seus ovos. Segundo dados recentes da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), 90% dos focos de dengue são encontrados dentro de casas e condomínios.

 

Sendo assim, se você quer saber como evitar o mosquito da dengue nos condomínios, nós separamos algumas dicas bem práticas para tornar essa missão ainda mais eficiente. Confira:

 

Como evitar o mosquito da Dengue nos condomínios

 

Claro que é de responsabilidade do síndico do condomínio manter a organização e segurança do ambiente, mas é dever de todos participar. Especialmente quando se trata de prevenir a Dengue, todos devem entrar em ação! Então, aí vai uma listinha de coisas que todos podem fazer para manter o condomínio livre do mosquito:

Evitar o acúmulo de água nos jardins, em bromélias e troncos, e áreas de lazer, com atenção especial ao mobiliário da piscina e fontes ou espelhos d’água;

 

Manter a caixa d’água vedada (isso é mais que tampada!), e colocar tela no ladrão (cano para extravasar a água);

 

Realizar o tratamento adequado das piscinas;

 

Manter as calhas limpas para prevenir o acúmulo de água.

 

Verificar semanalmente a existência de acúmulos de água no fosso do elevador

 

Verificar semanalmente a tubulação de drenagem do térreo para constatar que ela não retém água;

 

Ficar atento à coleta de lixo e também evitar entulho parado;

 

Mobilizar o seu condomínio e conscientizar vizinhos, seja colocando cartazes no mural de avisos e no elevador, como levando o tema para a reunião do condomínio, realizando mutirão contra o Aedes.

 

Para aqueles criadouros que não podemos ou não queremos eliminar, como pratos de plantas ornamentais, ralos com pouco uso e bebedouros, é fundamental realizar o tratamento.

 

Como evitar a Dengue dentro do apartamento

 

Os cuidados com a Dengue não podem ficar apenas concentrados nas áreas comuns do condomínio. É importante cuidar para que todas as unidades estejam protegidas. Os principais pontos de atenção são:

 

  • Ralos com pouco uso
  • Vasos sanitários com pouco uso
  • Bandejas de ar condicionado
  • Bandeja da geladeira frost free e filtro d’água
  • Trilho do box do banheiro
  • Pratos de vasos de planta
  • Vasos de flor de corte, como bambuzinho

Você pode verificar todos estes locais semanalmente ou, se quiser mais praticidade, colocar ½ tablete de DengueTech para pontos que acumulam até 5L de água.

 

Todo cuidado é pouco

 

A Dengue é uma doença muito séria e que merece muita atenção e tratamento adequado, com acompanhamento médico sempre. Se não for bem tratada, pode gerar diversas sequelas e até mesmo levar à morte. Então, é preciso ficar atento a qualquer sinal de alerta de contágio. Se você ainda não sabe, entre os principais sintomas da doença, estão:

  • Febre alta
  • Dores de cabeça
  • Manchas avermelhadas pelo corpo
  • Indisposição
  • Vômito

 

Fonte: Denguetech

 

09/01/2020 – Prática de esportes ao ar livre: um novo conceito para condomínios

Quadras esportivas e aulas gratuitas se tornaram aposta certa no bem-estar dos condôminos

 

 

Prática de esportes e vida em condomínio

 

Trabalho, estudos, tarefas domésticas, momentos em família: em meio a tantos compromissos do dia a dia, pode ser difícil encontrar algumas horinhas para fazer atividades físicas. O ritmo acelerado da vida moderna dita quais são nossas prioridades e, muitas vezes, praticar esportes não está entre elas. Se isso se passa com você, não se sinta só: o problema é nacional.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 46% da população brasileira é sedentária. Acontece que se exercitar é fundamental para o corpo e para a mente e pode trazer inúmeros benefícios para a saúde. Perder peso, melhorar o condicionamento físico, prevenir doenças e desestressar são algumas das vantagens de se manter ativo. E o melhor é que há diversas maneiras e diversos espaços para mexer o corpo. No cenário urbano, por exemplo, os condomínios têm se tornado ambiente propício e seguro para a prática de esportes variados.

No condomínio Vittace Uvaranas, em Ponta Grossa/PR, fazer exercícios físicos já se tornou uma parte importante do cotidiano dos moradores. Isso porque eles têm à disposição aulas como tênis e judô, além de contar com uma estrutura completa para essas e outras atividades.

Toda essa preparação é fruto de uma preocupação da Construtora Prestes, idealizadora e executora do projeto do condomínio, em investir na qualidade de vida de seus clientes. O cuidado com o bem-estar é tanto que a empresa fundou, em 2018, o Instituto Vida, entidade sem fins lucrativos que promove e fortalece projetos ligados à educação, à cultura e ao esporte.

 

“Foi um sonho de mudar vidas que tomou forma e se transformou em Instituto”, conta Ana Paula Dahne Martins, coordenadora da ONG. Segundo ela, investir em projetos sociais sempre foi uma das premissas da construtora. “Desde sua fundação, há quase 10 anos, o diretor-presidente, Breno Prestes, vislumbrava pôr em prática ações com o propósito de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Com o passar dos anos e o aperfeiçoamento da empresa, aquilo que começou como um projeto se transformou em uma organização sem fins lucrativos, batizada de Instituto Vida”, explica.

 

Abraçando todas as iniciativas de cunho social que envolvem a Prestes, o Instituto também é o responsável por instituir as aulas esportivas nos condomínios. Ana esclarece que todos os empreendimentos da construtora possuem espaços para atividades físicas. “É claro que não é fácil incentivar a prática de esportes, mas acreditamos que, disponibilizando recursos, professores e materiais, podemos estimular as pessoas a tornar isso um hábito”. E tem dado certo! No Vittace Uvaranas, por exemplo, há cerca de 60 condôminos treinando tênis assiduamente.

 

 

As vantagens de jogar tênis

O professor Mário José dos Santos, que é bacharel em Educação Física e dá aulas de tênis há 16 anos, afirma que essa iniciativa do Instituto Vida é positiva por popularizar o esporte. “É uma oportunidade de as pessoas aprenderem e praticarem. O tênis é um bom vício. Gasta calorias, aumenta a energia, melhora a saúde cardiovascular, o condicionamento físico e a coordenação motora”. Além disso, garante, é recomendado para pessoas de qualquer faixa etária, da infância à terceira idade.

 

Para seus alunos no Vittace Uvaranas, o professor ensina que, muito mais do que técnica, o esporte é uma atividade de persistência. “Cada ponto é algo a ser comemorado. É uma luta sua contra você mesmo”. Além disso, ele exige o uso de estratégias. “A vitória vai depender só de você, da sua total concentração e reflexos aguçados”. Por ser um esporte silencioso, sua prática não atrapalha a boa convivência com os vizinhos. Para se jogar na atividade, basta uma quadra adequada e o auxílio de um profissional.

 

As vantagens de jogar tênis pertinho de casa são atestadas pelo morador Júlio César Gonçalves e sua família. Pai de Samuel, de 9 anos, Júlio acredita que esse tipo de projeto só traz benefícios. “Os professores têm uma didática muito legal e é tudo muito proveitoso para todos nós do condomínio.

Esse tipo de prática ajuda na sociabilização e é um bom descanso para a mente”. Filho de atleta, o morador diz que o gosto por atividades físicas está no sangue: chegou a ele e também alcançou o pequeno Samuel, que frequenta as aulas oferecidas pelo Instituto Vida.

 

Judô no quintal de casa

 

Além das aulas de tênis, os condôminos também podem praticar judô. E Robson José Leôncio não é apenas professor do esporte no condomínio, mas também um morador dele. “A Prestes não vende o imóvel, vende um sonho, um estilo de vida. Isso me encantou. Poder praticar esporte praticamente no quintal de casa foi a chave pra eu querer um apartamento lá”.

 

Ele é judoca há 20 anos e topou a parceria com o Instituto por ter se identificado com a iniciativa. “Abracei o projeto deles porque eu aprendi a lutar em um projeto social. Eu sei quais são as dificuldades, os custos. Como eu recebi essa ajuda, queria fazer isso por alguém. O projeto da Prestes casou com aquilo que eu acredito que é o judô”, afirma, e completa: “Eu queria poder ajudar outras pessoas. Consegui me realizar com essas aulas”.

Sobre o esporte, Robson endossa o que já foi dito por Mário e Júlio: além de todo o benefício físico, exercitar-se melhora a saúde mental.

 

“Acho que fazer atividades físicas tira a vida do automático. É quando a gente desliga o celular, quando as crianças tiram o videogame da tomada e vão fazer esporte. É importante para ter uma vida melhor”.

 

Por fim, o professor de judô tem um conselho para quem quer tornar a prática de esportes um hábito: “Deixar a desculpa de lado. A vida está corrida? Correr também é um esporte! Aproveita! Deixa o carro em casa e vai trabalhar andando. Pegar gosto pelos exercícios físicos é uma prática diária. Isso se constrói no dia a dia”.

 

Fonte: Viva o Condomínio

 

08/01/2020- Conta de luz: saiba se vale a pena aderir à tarifa branca

Programa foi criado para incentivar a redução do consumo de energia nos horários de grande demanda. Mas, antes de aderir, o consumidor tem que calcular se será vantajoso.

 

Um programa do governo vai permitir que consumidores paguem menos pela energia elétrica. Mas só é vantajoso para quem souber usar a energia na hora certa. Muita gente ainda não sabe como funciona a novidade.

 

“Ouvir falar, eu já ouvi. Agora, o que falta muito é informação. Como funciona, como deve funcionar, quais os benefícios, quais os contras”, diz um morador de Brasília.

 

A tarifa branca foi criada para incentivar a redução do consumo de energia nos horários de grande demanda. Com ela, quem adotar o hábito de consumir fora dos chamados horários de pico vai pagar menos pela energia. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) diz que com essa modalidade de tarifa é possível reduzir a conta de luz em até 20%.

 

O programa existe desde 2018. Inicialmente, para quem consome mais de 500kwh/mês. No início do ano passado, foi estendido para quem consome mais de 200kwh. Nessa nova fase, todos podem aderir. De acordo com a Aneel, mais de 40 milhões de casas e comércios estão aptos a participar. Consumidores de baixa renda não podem participar do programa porque têm a energia subsidiada, e não teriam vantagem com a mudança.

 

Quem tiver interesse precisa pedir à companhia de energia elétrica a troca do medidor de energia da casa. Para conseguir reduzir a conta de luz é preciso evitar o consumo no horário de maior demanda, que, em geral, vai das 17h30 às 21h30.

 

Nesse horário, o ideal é não usar os grandes vilões do consumo em casa, como ar-condicionado, chuveiro elétrico, máquina de lavar e ferro de passar roupa.

 

Mas atenção: quem aderir à tarifa branca e concentrar o consumo de energia dentro do horário de pico, vai pagar mais caro, pois o custo é mais alto que o da tarifa convencional. A Aneel recomenda que o consumidor pese bem se a tarifa branca é vantagem para ele.

 

“Aquele consumidor que conseguir mudar o seu hábito de consumo e deslocar o seu consumo para as demais horas do dia terá de fato economia. Agora, caso o consumidor não tenha essa flexibilidade, é mais interessante ele não fazer o uso da tarifa branca, ficar na tarifa convencional, porque ele corre o risco de pagar mais caro”, disse André Pepitone, diretor-geral da Aneel.

 

Quem fizer a adesão e não perceber vantagem pode pedir para voltar ao sistema convencional.

 

Fonte: G1

06/01/2020- Witzel revoga lei que obrigava contratação de profissionais de educação física em condomínios

Lei que obrigava condomínios a contratar profissionais de Ed. Física foi revogada. O governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel sancionou, sem nenhum veto, a Lei 8.679/19, que revoga integralmente a Lei 8.070/18 — que criou a obrigatoriedade da presença de profissionais de Educação Física em academias de ginástica de prédios e condomínios. Conforme o disposto pela lei — que entrou em vigor no último dia 26 de dezembro —, a obrigatoriedade da contratação do profissional de Educação Física só vai ocorrer quando o condomínio oferecer atividade física orientada e dirigida.

Práticas como aulas de stepbody pump e ginástica localizada ainda só podem ser oferecidas por profissionais.

 

Para o advogado André Luiz Junqueira, da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-RJ, a revogação representa uma vitória para os condomínios do Rio.

 

“O simples fato de disponibilizar um espaço para atividade que é de responsabilidade de todos os seus usuários, não implica em responsabilidade do condomínio. Do contrário, o próprio Poder Público, no momento em que deixa em alguma praça algum tipo de equipamento para atividade física, deveria contratar um profissional de Educação Física para estar ali presente. E assim como o Poder Público não tem essa obrigação, também o particular não tem”, argumenta.

 

Fonte: Conjur