O condomínio aparece sempre como uma alternativa atrativa para pessoas acima de 60 anos, principalmente para as que moram sozinhas e estão em busca de menos trabalho com a casa, maior tranquilidade e segurança. Segundo o IBGE, a população idosa do país cresceu 26% nos últimos 6 anos, refletindo diretamente na realidade condominial. 

É evidente que a gestão precisa olhar para o contingente populacional na totalidade, mas possuir adaptações e promover ações específicas para aumentar a qualidade de vida de moradores idosos são diferenciais que podem trazer um bem-estar ainda maior para eles.

Inclua-os no dia a dia: convidar para assembleias e propor temas como inclusão de vagas especiais na garagem pode contribuir para o senso de comunidade que, por vezes, é muito importante a eles.

Adapte áreas comuns: para quem tem mobilidade reduzida, espaços adaptados com rampas e corrimãos, além de equipamentos específicos na academia e piscina proporcionam uma melhoria na qualidade de vida.

Colaboradores: o condomínio pode e deve ser uma rede de apoio para moradores idosos, disponibilizando um profissional capaz de realizar primeiros socorros em todos os turnos e registrando números de emergência de familiares e/ou amigos.

Atividades especiais: como frisado, a vida em comunidade traz muito conforto às  pessoas que moram sozinhas. Em tempos de pandemia, as aulas de ginástica podem ir para a internet, inserindo-as também no mundo online!

A sensação de colaboração faz a diferença na vida de todo mundo e cria um ambiente ainda mais agradável no condomínio. Não deixe de ajudar quem precisa, principalmente durante os tempos em que vivemos!

Fontes: ABADI; Viva o Condomínio.