Apesar de a construção custar caro, estima-se que o investimento se paga em menos de um ano devido à economia mensal. Mas quando o condomínio decide abrir um poço artesiano, em comum acordo com os moradores, é necessário levar em consideração questões que podem influenciar o próprio condomínio e o meio ambiente.

Cabe ao síndico chamar algumas empresas especializadas em perfuração e manutenção de poços artesianos para visitar o condomínio, fazer um estudo de viabilidade do projeto, avaliando qual a vazão necessária que o poço precisa ter para abastecer todos os apartamentos e se a água do lençol freático é adequada para o consumo. Esse estudo visa tentar diminuir surpresas infelizes depois do início das obras.

Esgoto

Apesar de muitos acharem que, com o poço artesiano, o condomínio não pagará mais água, há sim ainda um custo para os moradores: a taxa de esgoto. Em todos os poços artesianos construídos, a companhia faz a hidrometração para ter um controle do gasto de água e também calcular a quantidade que vai pro esgoto.

Onde não há hidrômetro, é feito uma estimativa do volume de água consumida da seguinte forma: se o cliente era consumidor de água da companhia, o cálculo do esgoto considera a média do consumo de água. Se é imóvel novo, o cálculo é feito por média per capita ou pelo tamanho do imóvel. Se for cliente comercial, o cálculo é feito de acordo com a atividade desenvolvida. “Importante lembrar que quem tem poço usa os serviços de coleta e tratamento, por isso precisa pagar”, esclarece a companhia.

Fonte: Viva o Condomínio