12/03/2019 – Sossego no condomínio: quais são as regras?

Quem mora em condomínio sabe que um dos principais motivos de conflitos é a perturbação do sossego. Festas que vão até altas horas, conversas muito altas, vizinhos do andar de cima que arrastam móveis… tudo isso pode incomodar os que vivem ao seu redor.

Para lidar com tais questões, a resposta é relativamente simples: tudo deve estar acordado nas assembleias.

De acordo com o artigo 1.336 do Código Civil, são deveres dos condôminos: “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes“. Na prática, isso significa que cada um deve respeitar os limites de seus vizinhos.

É importante ressaltar que a poluição sonora é crime previsto no artigo 54 da Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Perturbar o sossego com barulho excessivo também é considerado crime, previsto na Lei de Contravenções Penais, desde outubro de 1942, passível de punição. A legislação diz: “gritaria ou algazarra; exercer profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais; abusar de instrumentos sonoros ou sinais acústicos; e provocar ou não impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda”.

Deve-se lembrar que as normas condominiais não podem se sobrepor às legislações brasileiras, que prevê, como tolerável, a emissão de ruídos de até 55 decibéis durante o dia, e 50 decibéis durante a noite, em áreas externas. Nas internas, o limite é de 45 decibéis durante o dia e 40 durante a noite.

Em casos muito extremos, a solução para a questão seria chamar a Polícia Militar. Porém, é aconselhável que se tente uma conversa civilizada entre as partes, para que se tente resolver a questão de forma mais amigável. O síndico pode – e deve – mediar tais conversas, buscando uma solução que seja boa para ambas as partes envolvidas. Com respeito e bom senso, a convivência entre vizinhos fica muito mais harmoniosa.

11/03/2019 – Imposto de Renda 2019 – o que é preciso saber sobre a declaração de imóveis

Nesta época do ano, uma das principais preocupações dos contribuintes é a declaração do imposto de renda. A entrega da declaração começou no dia 7 de março, e vai até o dia 30 de abril. De acordo com a Receita Federal, a expectativa é que se chegue à marca de 30,5 milhões de declarações, cerca de 1,2 milhões a mais do que no ano passado.

Para saber se você precisa entregar o documento, é simples: no geral, todos os contribuintes que, em 2018, receberam mais de R$28.559,70 de salário, aposentadoria ou  aluguel. Além disso, entre outras categorias, os contribuintes que optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados a partir da celebração do contrato, também deve preencher a declaração.

Após ter a certeza que deve declarar o Imposto, é necessário ter em mãos os seguintes documentos:

– Informes de rendimentos

– Imóveis próprios (data da aquisição, área total, documento de posse,  endereço e IPTU)

– Aluguel (pagamentos e/ou rendimentos)

– Veículos (Marca, modelo, ano, placa e valor)

– Compra ou venda de bens

– Gastos com educação (escola, cursos técnicos, superior ou pós-graduação)

– Gastos com saúde (planos de saúde, consultas ou exames)

– Demais comprovantes, como declarações de herança, doações, empréstimos, ações na Bolsa de Valores, etc.

Neste ponto, é necessário fazer o download do Programa Gerador da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, através do site da Receita Federal. Pelo portal, é possível escolher a maneira de realizar a declaração: pelo computador, celular, tablet ou pelo Centro Virtual de Atendimento.

Em relação à declaração de imóveis, temos o seguinte: eles devem ser informados na aba “Bens e Direitos” do programa gerador, com seu código específico, de acordo com a definição presente em sua escritura. Os apartamentos, por exemplo, tem o código 11, enquanto as casas têm o código 12 e os terrenos o código 13. O valor declarado deve ser o pago efetivamente pelo contribuinte pelo imóvel até o dia 31 de dezembro de 2018, incluindo o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), e, se for o caso, juros do financiamento e a taxa de corretagem.

Isso significa que o imóvel deve ser declarado pelo valor de aquisição, sem atualizações de preços por conta de valorizações de mercado ou inflação. A única alteração permitida é em casos de construção, reformas ou reparos. Os custos poderão ser acrescentados ao valor do imóvel mediante comprovação, através de documentação como recibos e notas fiscais.

No campo “Discriminação”, deve-se incluir os seguintes dados: se o imóvel foi comprado ou doado, a data da transação, quem foi o vendedor ou doador (com CNPJ ou CPF) e se está quitado ou foi financiado. Em casos de financiamento, deve-se constar, também, em qual banco foi feito, quantas parcelas já foram pagas e quantas ainda estão em aberto.

Se o imóvel financiado já tiver sido declarado em outros anos, o valor deve ser apenas o referente ao ano de 2018, e não o valor total. Na coluna referente ao ano de 2017, deve-se informar os valores pagos anteriormente. Salvo alterações feitas no futuro, este processo deve ser repetido na declaração até que o financiamento seja quitado.

Os imóveis comprados por mais de uma pessoa ou por casais unidos em regime de separação total de bens devem ser declarados por todos os proprietários. O valor informado deve corresponder ao valor pago por cada um, correspondente à sua parte do imóvel. Para casais unidos em regime de comunhão parcial ou total de bens, o procedimento será diferente. Na comunhão parcial, são considerados bens comuns os pagos durante a união por um dos cônjuges ou por amos. Na comunhão total, todos os bens são considerados comuns a ambos, inclusive os adquiridos antes da união. Sendo assim, no regime parcial, mesmo que o IR seja declarado separadamente, o imóvel entra em apenas uma das declarações.

08/03/2019 – Fim do contrato de aluguel: o que fazer para não sair do imóvel com punições

Depois de anos morando em um imóvel alugado, o contrato chega ao fim e você não pretende renová-lo. É hora de procurar por um novo lar, expandir os horizontes e ir embora. Pode parecer um processo fácil, mas para que tudo funcione da melhor forma possível e punições não aconteçam é necessário ficar atento a muitos detalhes.

Um medo comum a inquilinos em fim de contrato são as multas que podem ser obrigados a pagar caso algo não saia conforme o previsto em contrato, o que geralmente é associado às condições do imóvel. O habitual a todo acordo de locação é que o locatário devolva o imóvel nas mesmas condições em que o recebeu quando do início da estadia, algo que previsto na Lei do Inquilinato.

“Os principais cuidados que o locatário deve ter ao fim do contrato de locação dizem respeito à entrega do imóvel na data prevista no contrato, bem como nas mesmas condições que o recebeu”, diz Viviana Callegari, advogada especialista em direito imobiliário do Posocco & Advogados Associados.

Para que esse processo de certificação das condições do imóvel seja justo e confiável, é necessário que a imobiliária forneça o serviço de vistoria inicial e final, sendo muito importante o registro por fotos e por escrito das circunstâncias encontradas.

“É fundamental que seja realizada uma vistoria de entrega das chaves, antes da entrada do locatário, registrado detalhada e fotograficamente as condições do imóvel. Ao fim da locação, deverá ser firmado o termo de vistoria final, justamente para que ocorra a verificação de eventual irregularidade no imóvel”, afirma Luis Rodrigo Almeida, advogado especialista em direito imobiliário e sócio do escritório Viseu Advogados.

A desocupação na data correta prevista em contrato é um outro elemento importante do processo de finalização. É comum que muitos inquilinos pensem que podem permanecer no imóvel até conseguirem um novo, mas isso é verdade apenas se essa condição estiver prevista no acordo de locação.

O locatário possui uma data oficial de desocupação e deve respeitá-la, por isso é recomendável que programe sua saída com alguns meses de antecedência. No entanto, se for necessário ou for de interesse do inquilino sair antes da data prevista, ainda que com poucos dias de diferença, será preciso notificar o locador ou a imobiliária.

“Caso o locatário queira devolver o imóvel antes do término do prazo estipulado em contrato, deverá enviar notificação escrita ao locador, com antecedência mínima de 30 dias, devendo, ainda, arcar com eventual multa prevista em contrato, que será calculada proporcionalmente aos meses que faltam para o término do prazo contratual”, ressalta Viviana.

É importante que o inquilino tenha em mente que os processos de envolvem o fim de um contrato de aluguel são de responsabilidade tanto dele quanto do locador, o que também vale para os direitos que cada parte possui. Portanto, caso o inquilino acredite que está sendo vítima de algum golpe, com punições indevidas, pode e deve discordar, por isso os termos devem ser assinados por ambos os lados.

“As partes precisam formalizar a rescisão e concordar com a entrega do imóvel e com a recepção das chaves. Todos devem estar cientes das suas obrigações e seus direitos. A entrega de um imóvel requer tempo e calma. É preciso formalizar todas as questões e cumprir com o pactuado inicialmente”, diz Paula Farias, advogada especialista em direito imobiliário.

É válido que o locatário tenha em mãos comprovantes do pagamento de despesas caras ao imóvel, pois é comum que locadores os requiram. “[O locador] requerer quitação de despesas de condomínio, IPTU e outros encargos também se faz necessário para evitar prejuízos futuros ou com outros inquilinos”, lembra Paula.

A imobiliária tem um papel fundamental em todo processo. Ela é responsável por ser uma ponte entre as duas partes envolvidas e deve ser cobrada caso falhe nessa função. É comum que inquilinos pensem que, caso algo não saia conforme o combinado, devem falar diretamente com o proprietário do imóvel, mas essa é uma responsabilidade da imobiliária.

“[O papel da imobiliária é] atuar, em conjunto com o locador e o locatário, para que a transição de retomada do imóvel pelo locador ocorra de forma tranquila e eficiente, auxiliando as partes em tudo que for necessário, seja em relação à documentação, providências administrativas e/ou burocráticas e demais demandas que se façam necessárias”, lembra Almeida.

Fonte: Revista ZAP

07/03/2019 – O que você não pode fazer com tinta para paredes

Descubra cinco erros cometidos no uso e descarte de tinta para paredes

Pintar a casa é uma tarefa em que muitos recusam o auxílio de um profissional. Basta escolher a cor, o pincel correto e fazer movimentos de zigue zague nas paredes. Mas, ainda há algumas especificidades para se a serem evitadas, a fim de não causar nenhum estrago ou desperdício. Descubra o que não fazer com a tinta que sobra no balde.

A tinta da parede não é feita para colorir pisos. Existem outras técnicas apropriadas. Isso, porque o chão é uma superfície de contato muito mais frequente do que as paredes, de forma que a tinta tende a descascar e desbotar conforme o tempo.

2. NÃO pinte nada para o exterior

Quando você usa a tinta tradicional para pintar elementos que ficam expostos ao sol, chuva e outras condições climáticas, está sujeito a ter que repetir o trabalho em pouco tempo. Dessa forma, caso você precise colorir portas de entrada, cercas ou outros objetos, aposte em versões que possuem propriedades capazes de fazer o produto durar mais.

3. NÃO guarde em temperaturas extremas

Sabe aquele restinho que as pessoas guardam caso você precisem retocar detalhes? É bom mantê-lo em locais de temperatura amena, uma vez que condições extremas podem fazer com que o líquido seque ou fique com aparência rachada. O excesso de umidade também faz com que as latas oxidem, impedindo que você as abra, quando necessário. Caso você faça questão de guardar as sobras, opte por potes de vidro, que são frescos e não sofrem reações químicas de acordo com o clima.

4. NÃO jogue no lixo

Jogar tinta no lixo traz danos ao meio ambiente, visto que a maioria das tintas são tóxicas. Guarde os restinhos para possíveis retoques ou encontre um centro de reciclagem específico próximo a você. Você também pode procurar dicas específicas para descarte no site das marcas ou nas lojas onde adquiriu o produto.

5. NÃO despeje pelo ralo 

Essa dica é bem óbvia, mas sempre é bom reforçar. O látex ou o óleo das tintas podem poluir os canais de água, além de entupir canos. Isso, sem contar que a sua pia ficará toda colorida, se optar por essa “solução”.

Fonte: Revista Casa e Jardim

06/03/2019 – 9 verdades sobre decoração que merecem ser lembradas de tempos em tempos

Em meio a tantas dicas e tendências sobre decoração, é natural se sentir perdido. Pensando nisso, selecionamos algumas verdades que você não pode perder de vista na hora de decorar sua casa.

1. Evite comparar sua casa com a de outra pessoa
Todo mundo pode sofrer da “crise do não-suficiente” de vez em quando, apenas não deixe que isso governe sua decoração. Acha que sua casa não tem móveis o suficiente? Ou não é elegante o suficiente? Não tem cores o bastante, principalmente, quando comparada à de alguém? Cuidado! Para fugir dessa, procure olhar todos os aspectos em que sua casa não se compara a qualquer outra e valorizar o que te faz feliz nela. Procure inspirações para tornar seu lar especial para você. Nunca tome decisões imediatas sobre design a partir do “não suficiente”… É assim que você explode orçamentos ou comete erros.

2. Você provavelmente não precisa de todas essas coisas
O acúmulo pode estar inversamente relacionado à felicidade. Não estamos falando de colecionar coisas ou mesmo de ser um maximalista, mas de ambientes repletos de itens desnecessários, comprados por tédio ou para agradar terceiros. A esse comportamento dá-se o nome de desordem e você não precisa disso. Aprenda essa lição o mais rápido possível – e esteja aberto para reaprendê-la a cada mudança de casa.

3. Plantas tornam tudo melhor
Elas trazem vida e alegria aos ambientes, além de filtrarem o ar que respiramos. As plantas são permitidas em praticamente todos os ambientes da casa. Mesmo que você não se considere muito hábil para cuidar de uma espécie, há alguns exemplares que não exigem quase cuidado. As suculentas e os cactos estão entre eles.

4. A casa dos seus sonhos não exige um grande investimento ou momento perfeito
O truque é ser criativo e colocar seu esforço em sua casa atual. Não é errado sonhar alto, mas enquanto o seu grande futuro não chega, aprenda a transformar qualquer lugar em algo próximo daquilo que almeja. Aproveite aquela oferta ou mude as cores da parede. Não espere por dinheiro, um cônjuge ou o tempo certo para fazer dessa casa um sonho.

5. Pode demorar um pouco para você descobrir o que é importante para você em uma casa
Em sua primeira casa, é possível que você esteja ocupado demais com as novas tarefas domésticas. No entanto, a maneira mais efetiva de descobrir do que se gosta é experimentando casas diferentes. Visite vários lugares. Amigos, hotéis, casas, apartamentos. Procure observar o que é importante para você. Um charme arquitetônico? Muita luz natural? Uma parede de tijolos? Mantenha uma lista em mente – e priorize-as na hora da escolha. É lógico que algumas vezes você pode gostar de itens muito diferentes, que não façam sentido em um único imóvel. Nesse caso, deixe algumas opções para o futuro. Quem sabe para uma casa de praia ou de campo.

6. Você muda o tempo todo… Sua casa também deve evoluir
É preciso se forçar a olhar em volta constantemente para determinar se os ambientes ainda estão trabalhando a seu favor, tanto funcional, quanto esteticamente. Não se agarre muito a ideias como “sou uma pessoa de estilo clássico” ou “só gosto de cores frias”. Você não sabe como suas preferências vão mudar ao longo dos anos, e se você mantiver sua casa em um estado imutável, perderá a oportunidade de permitir que ela evolua ao seu lado. Você não deve se sentir mal ou culpado por querer substituir coisas perfeitamente boas se elas não lhe servirem mais, apenas procure trocar de forma responsável, como vendendo ou reformando.

7. Você pode usar sua casa da maneira que quiser
Você não precisa restringir os ambientes ao uso convencional. Raramente hospeda convidados durante a noite? Transforme um quarto extra em uma sala de TV. Não precisa daquele depósito inteiro cheio de lixo? Modifique-o de forma que funcione como um escritório. O ponto é: não se sinta limitado por uma planta baixa. Dê uma boa analisada em como a casa funcionaria melhor para você e vá em frente.

8. Encare o ambiente de um novo ângulo
Uma sugestão old school, mas que merece seu mérito, é tirar um monte de fotos de diferentes ângulos de uma sala e observá-la através de uma tela. Assim, é possível ver tudo que se destaca no ambiente, como 10 plantas de um lado e nenhuma do outro, e promover um rearranjo. Não precisa dar uma de Marie Kondo em toda a sua casa, a menos que você queira, mas sempre vale encarar um ambiente com novos olhos.

9. Não há problema em gostar de coisas – nem em não gostar
É 100% aceitável gostar de coisas. Um monte de coisas. Se você é um maximalista de coração, encha sua casa com arte, acessórios, almofadas. Qualquer item que lhe traga alegria, contanto que você possa pagar por isso. Da mesma forma, não há problema em odiar coisas visíveis e bagunça. Se uma casa vazia é o seu modelo ideal, levante a bandeira minimalista. Não deixe ninguém te convencer a colocar mais quadros nas paredes ou adicionar cores aqui e ali. Como sempre, você é quem vai viver neste espaço e é a você que ele tem de servir.

Fonte: Adrienne Breaux, do Apartment Therapy

28/02/2019 – Nada de proibir os bichinhos: PL impede condomínios de criarem restrição

A legislação atual já garante aos moradores o direito de desfrutar livremente de sua unidade e das áreas comuns

O Projeto de Lei 61/19 pretende proibir condomínios residenciais de criarem regras restritivas à permanência de animais de estimação em suas unidades autônomas (casas e apartamentos) e em áreas comuns.

A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. Trata-se da reapresentação, pelo deputado Fred Costa (Patri-MG), de projeto arquivado ao final da legislatura passada (PL 2793/15).

Segundo o parlamentar, a Constituição, o Código Civil (Lei 10.406/02) e a Lei do Condomínio (4.591/64) garantem ao indivíduo o direito de desfrutar livremente de sua unidade e das áreas comuns, desde que isto não represente ameaça à segurança, ao sossego e à saúde dos outros.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: www2.camara.leg.br

27/02/2019 – Aluguel para Carnaval: Direitos e deveres de proprietários e inquilinos

Especialista da HDI Seguros esclarece direitos e deveres de ambas as partes no contrato de aluguel de residência coberta

Viajar para outra cidade e alugar um imóvel para curtir o Carnaval é uma das maneiras mais comuns de o brasileiro passar a tradicional festividade. O clima descontraído da ocasião, porém, não exime anfitrião e inquilino de responsabilidades quanto ao zelo do local no período. Fábio Leme, vice-presidente Técnico da HDI Seguros, sexta maior seguradora de residências do Brasil, destaca 4 cuidados fundamentais que ambas as partes devem ter para garantir a melhor experiência possível durante e até depois do feriado:

1.A formalidade

Antes de qualquer coisa, o dono do imóvel precisa contratar a cobertura de anfitrião disponibilizada pelo seguro residencial HDI em Casa. A proteção assegura indenização específica para sinistros decorrentes do uso do imóvel e resguarda que a experiência seja a melhor possível.

2.Os objetos

Ao alugar um imóvel, loca-se também o que está dentro dele. Eventuais danos aos móveis, utensílios, equipamentos e eletrodomésticos da residência dão direito à indenização ao anfitrião, ou seja, o dono do espaço. O inquilino, por sua vez, deve atentar-se ao manuseio dos objetos, pois apenas as avarias acidentais são consideradas e cobertas pelo seguro.

3.A estrutura

A estrutura do imóvel precisa estar em dia. Danos materiais e corporais sofridos pelo inquilino, enquanto este estiver no local, são de responsabilidade do anfitrião. Aqui é importante ao anfitrião a adesão também à cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, que garante a proteção adequada para estes casos.

4.Fim de festa

O fim do contrato de locação é, literalmente, o término de qualquer vínculo de responsabilidade do inquilino para com o anfitrião no âmbito do seguro. O não repasse do valor acertado pela locação e quaisquer perdas causadas pelo inquilino após o fim dela devem ser alinhadas caso a caso entre as partes envolvidas.

Fonte: www.segs.com.br

26/02/2019 – Bandeira tarifária da conta de luz continua verde em março

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em março será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira verde é aplicada desde dezembro do ano passado.

Em nota, a Aneel diz que, apesar da pouca ocorrência de chuvas em janeiro, “o nível de produção da energia hidrelétrica no país ainda se mantém elevado”, o que garante a manutenção da bandeira verde.

O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel, sinaliza o custo real da energia gerada. As cores verde, amarela ou vermelha, nos patamares 1 e 2, indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Segundo a Agência, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Combate ao desperdício

A Aneel alerta que mesmo com a bandeira verde, é necessário manter as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício.

Algumas dicas são: tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado; só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário; utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo.

Mais dicas estão disponíveis no portal da Aneel.

Fonte: Agência Brasil

25/02/2019 – Dicas para valorizar seu imóvel e alugá-lo mais rapidamente

Quem tem um imóvel parado deve pensar em alugá-lo, com a finalidade de fazer uma renda extra. Em tempos de finanças fragilizadas, todos os artifícios possíveis devem ser utilizados para valorizar o imóvel e fechar negócio mais rapidamente.

No post de hoje, separamos algumas dicas de como deixar sua casa ou apartamento ainda mais bonita, charmosa e, principalmente, atrativa, para a locação. Confira!

– A primeira impressão é a que fica. Tendo isso em mente, o proprietário deve cuidar muito bem da pintura e dos pisos de seu imóvel. Assim, o interessado, ao visitar, terá muito mais interesse pelo espaço. Uma dica valiosa é: na hora da pintura, escolha tons neutros, pois, assim, ele terá a sensação de “tela em branco” para seu novo lar. O mesmo vale para os pisos, que terão mais valor se forem neutros e, de preferência, frios, pois são mais fáceis de limpar e duram mais tempo.

 

– A limpeza do local é essencial. Ainda falando sobre a aparência do imóvel, a limpeza e conservação do mesmo devem estar em dia, pois é muito desagradável visitar um espaço que esteja sujo e empoeirado. Além disso, a sujeira pode atrair a visita indesejável de insetos, que causarão uma impressão ainda pior aos visitantes. O mesmo cuidado vale para fios soltos, parte hidráulica (como pias e vasos sanitários) e móveis que ficarão para o inquilino.

 

– Fazer uma vistoria é fundamental para alugar o imóvel. Esse é um dos erros mais comuns no mercado, e deve ser evitado. Ao realizar o procedimento, as possíveis falhas e necessidades do imóvel serão percebidas, como, por exemplo, alguma manutenção da instalação elétrica ou da parte hidráulica. Podemos até achar que os interessados não vão reparar nestes pequenos detalhes, mas temos que levar em consideração que tudo será levado em consideração na hora de fechar negócio.

 

– Tente equilibrar o ambiente, mostrando sua área útil. Esse passo é de grande importância para mostrar ao interessado como o espaço disponível pode ser bem aproveitado. Se a mobília for ficar para a locação, é válido avaliar se ela está em boas condições e, principalmente, se o ambiente não está “atravancado” demais, a ponto de dificultar a circulação de pessoas e animais de estimação.

 

– Não se esqueça que os arredores do imóvel também são de grande importância. Por isso, não deixe de apresentar a vizinhança e o bairro aos possíveis compradores. Mostre o que há de melhor, como serviços, hospitais, transporte público, escolas e mais.

 

20/02/2019 – Como lidar com condôminos antissociais?

Morar em comunidade é sempre uma questão complicada, que requer bom senso e respeito de todos os lados. Moradores, síndicos e funcionários devem fazer um esforço para que a convivência seja pacífica.

Porém, como em qualquer ambiente, é comum que, nos condomínios, exista o que chamamos de condômino antissocial. E a questão não se trata daquelas pessoas que não dão bom dia ao entrar no elevador, mas sim aquele que tem ações que acabam atrapalhando a vida em comunidade.

Mas como identificar os condôminos antissociais?

Moradores antissociais são aqueles que assumem, permanentemente, uma conduta de perturbação em relação a seus vizinhos e aos funcionários do condomínio. Na prática, isso se traduz no morador que dá festas toda semana, não respeita o horário de silêncio, que não é cordial com outros moradores e colaboradores, entre outros problemas.

Para lidar com casos assim, o primeiro passo ideal é a conversa amigável, expondo quais pontos precisam ser mudados para que a convivência seja mais harmoniosa. A convenção ou o regimento interno do condomínio podem ser utilizados em casos em que o morador persista em ter uma conduta não condizente com o local, deixando claro que, ao assumir esta postura, ele pode receber multas ou advertências.

Ao receber a multa, o causador de problemas poderá se defender e pedir a anulação da multa. Sua defesa deve ser dirigida à assembleia. Porém, o morador deve ter em mente que, caso os problemas continuem acontecendo mesmo depois da aplicação da advertência, uma outra assembleia pode ser convocada e decidir por uma multa ainda maior.

Como evitar ser um condômino antissocial?

A resposta para esta pergunta é simples: pense no bem-estar coletivo e respeite o seu próximo. Você pode…

  • Ao cruzar com um vizinho ou colaborador, não deixe de cumprimento-lo;
  • Evite barulhos excessivos durante o horário de silêncio. Crianças gritando, móveis sendo arrastados, barulho de salto alto… tudo isso pode incomodar seus vizinhos;
  • Ao levar seu bichinho de estimação para passear, recolha suas fezes;
  • Ao receber amigos e familiares para festas, evite manter a música ou a conversa alta até muito tarde.

Estas são apenas algumas das atitudes mais simples que podemos tomar para que a convivência em um condomínio seja mais tranquila. Todos sabem que, por serem pessoas completamente diferentes, os moradores podem criar conflitos, mas é importante que saibam lidar com essa questão.