Niterói: projeto Região Oceânica Sustentável sairá do papel
Está marcada para a próxima sexta-feira (30), a assinatura do convênio de U$ 100 milhões referentes ao programa Região Oceânica Sustentável. O prefeito Rodrigo Neves vai firmar o acordo com a Cooperação Andina de Fomento (CAF) para realizar o projeto que contempla ações para a melhoria da infraestrutura urbana, o desenvolvimento sustentável e recuperação ambiental da região.
Também durante o encontro, o banco fará a primeira liberação de US$ 300 mil para serem implantados, daqui a três meses, em três projetos: Gestão do Parnit; Mobilidade Urbana e renaturalização do Rio Jacaré, que receberão US$ 100 mil cada.
O vice-prefeito Axel Grael disse que a parceria com o CAF deverá se tornar uma referência para outras cidades do Brasil, por se tratar de um conteúdo sustentável e por ter uma política de inovação, já que não há experiências do tipo no país.
“O programa com o CAF é interessante porque o banco tem a capacidade de repercutir essa experiência de Niterói na América Latina. O projeto vai elevar a Região Oceânica para outro patamar, não só em termos de infraestrutura e sustentabilidade, mas também em qualidade de vida, qualidade urbana. Será uma marca importante”, explicou.
Os recursos serão liberados em até três meses.
Axel contou que será possível realizar novas ações com o Parnit, que consiste em levar a gestão pública para o alto dos morros da cidade, criando áreas de parqueamento, que receberão ações de reflorestamento e manutenção, além da renaturalização dos rios e mobilidade urbana sustentável.
“Faremos planos para estabelecermos trilhas, equipamentos para fiscalização e outras ações, conforme elaboramos no Plano Diretor. É a primeira vez que um parque é criado com planejamento e isso possibilitará a busca de recursos por conta própria. Além disso, a renaturalização do Rio Jacaré vai além do saneamento. Faremos a recuperação do ecossistema do local. Lá, há condições para isso. Por último, e não menos importante, trabalharemos com a mobilidade urbana, que consiste na macrodrenagem de algumas vias que ainda estão sendo estudadas”, disse Axel.
(O Fluminense)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *