Para realizar uma mudança, alguns aspectos devem ser observados, com o objetivo de diminuir possíveis problemas e dores de cabeça. Em nosso post, separamos algumas dicas sobre o que fazer neste momento delicado. Continue lendo!

Em primeiro lugar, é essencial que o novo morador leia o Regimento Interno do condomínio – tanto do novo quanto do antigo. Neste documento, devem constar informações importantes, como, por exemplo:

  • O horário permitido para a realização de mudanças. Cada condomínio tem uma regra própria sobre a questão, mas, geralmente, esse espaço de tempo vai das 8h às 18h em dias de semana e das 8h às 14h aos sábados (quando possível que seja feita aos sábados).

  • A mudança deve ser informada ao condomínio com antecedência, para evitar que aconteçam mais de uma ao mesmo tempo, atrapalhando ambos os moradores. Isso evita confusão, a sobrecarga dos elevadores e dores de cabeças com outros condôminos.

  • Caso ocorra algum dano às áreas comuns do condomínio durante uma mudança, a responsabilidade é do morador, que deverá arcar com os gastos para consertar o dano. Para evitar que isso aconteça, é essencial que o morador ou alguém de sua confiança esteja acompanhando e guiando todo o processo.

  • O morador responsável pela mudança também deve entrar em contato com o zelador ou faxineiro para orientações sobre o recolhimento de caixas de papelão e o descarte de materiais que fiquem pelo caminho.

O condomínio também tem algumas responsabilidades durante a mudança dos moradores. Para evitar transtornos e facilitar o processo, o condomínio deve:

  • Revestir o elevador com a proteção adequada, evitando danos ao equipamento;
  • Designar um funcionário para acompanhar a mudança, especialmente em relação à garagem e à limpeza;
  • Registrar as informações dos responsáveis pela mudança (empresa, nome, horários, etc)

Esperamos que nossas dicas possam ajudar a facilitar esse processo, que, apesar de desgastante, é recompensador quando termina. Seja feliz em seu novo lar!