Além de renovada, Zona Portuária ganha polo cultural

 

O Museu do Amanhã funcionará como uma âncora do processo de revitalização da Zona Portuária. Ele é o ponto alto de uma série de mudanças, que incluem tanto a inauguração do Museu de Arte do Rio (MAR) quanto a nova Praça Mauá.

Para o prefeito Eduardo Paes, pela arquitetura icônica, ele será o grande marco de renovação da região. O Museu do Amanhã, diz, obedece à lógica de reconstituição da relação da cidade com sua razão de existir, que é a Baía de Guanabara.

– O museu puxa água da Baía, usa, trata e a devolve para o mar. Costumo dizer que o que não vemos também não cobramos dos governantes. Antes, as pessoas só viam a Baía de Guanabara passando por cima do viaduto. Agora, os cariocas chegam até lá, a veem de perto – afirma Paes, se referindo ao reencontro dos cariocas com a Baía, com a abertura da Orla Luiz Paulo Conde.

O arquiteto João Pedro Backheuser, um dos autores do projeto da nova orla, ressalta o simbolismo que a obra carrega:

– Pela singularidade do edifício e pelas exposições que vai abrigar, o Museu do Amanhã aponta para o futuro da cidade. E tem o simbolismo de estar dentro da Baía de Guanabara, um movimento importante no caminho da sustentabilidade.

Outra atração que a região ganhará será o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), bonde moderno que ligará Centro e Região Portuária em 28 quilômetros. Um dos 32 pontos foi batizado de Parada dos Museus, em referência ao Amanhã e ao MAR.

(O Globo)

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