Administrar um condomínio não é fácil, especialmente se o assunto for gasto com contas de consumo. Levantamentos de imobiliárias apontam que os gastos com água e energia elétrica só perdem para a folha de pagamento dos funcionários nos condomínios do Rio. E, com o aumento das tarifas, como o anunciado na semana passada (13/3) pela Aneel, o problema fica ainda mais grave.

De acordo com informações divulgadas no boletim da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o preço da energia elétrica no Rio de Janeiro já é o mais alto do país, sendo 27% superior à média brasileira. Grande parte disso se deve à alíquota de ICMS praticada no estado: 32%, contra 18% em Minas Gerais e São Paulo, por exemplo.

No informativo, a entidade chama a atenção para o fato de que o elevado custo da energia gera desestimulo à produção, aos empregos e aos investimentos. Assim como a federação, o Secovi Rio também reforça a importância do novo marco regulatório do setor elétrico, que tem como foco a qualidade na prestação dos serviços e a busca por preços compatíveis com os praticados no mercado internacional.

Fonte: Secovi Rio