Zonas Oeste e Norte valorizadas no primeiro semestre do ano

Pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação (Secovi Rio), com dados do primeiro semestre para locação e venda em vários bairros, mostra que. de janeiro a julho de 2015, as zonas Norte e Oeste foram onde os imóveis residenciais riveram maior valorização.

O destaque no aluguel foi Campo Grande: lá, os preços subiram 26,25% no período. lá no quesito venda. Madureira é que registrou a variação mais alta de todos bairros: 10,22%. O estudo faz parte do Cenário do Mercado imobiliário do Rio – 1º semestre de 2015, que será lançado na próxima terça-feira, dia 18.

Do total de 20 bairros analisados, 13 tiveram aumento nos preços do imóveis para venda, incluindo alguns da Zona Sul, embora as malures valorizações tenham ocorrido nas demais regiões. Além de Madureira, as variações oscilaram entre 0,12%, em Botafogo, e 8,08%, em Campo Grande.

Em relação à locação, do total de 18 bairros analisados, 17 tiveram ligeira queda em comparação com o mesmo período de 2014. As retrações variam de -0,24%, no Meier, a -10,56%, no Humaitá. A maior queda fui apurada no Centro, -11,9%, o que pode ser explicado pelo aumento de 83% na oferta. Quanto ao valor do metro quadrado, o maior registro foi em Ipanema: R$ 66.16.

Um dos motivos de a retração ter sido baixa, segundo a análise, é que, apesar da desaceleração, o Rio segue com as obras ligadas às Olimpíadas, o que gera valorização em alguns bairros. Outro fator, segundo a coordenadora da pesquisa e vice-presidente Financeira do Secovi Rio, Maria Teresa Mendonça. é que muitos imóveis que foram lançados há três ou quatro anos estão sendo entregues agora.

Portanto, a oferta aumentou mais que a prucura. E como o mercado está todo interligado, sendo menor o volume de compra, os proprietários passaram a focar no aluguel, o que resultou em um aumento expressivo de ofertas para locação.

– De todo modo, uma análise de preços dos últimos três anos mostra valorização em diversos bairros, com índices superiores aos da inflação do período, tanto para locação quanto para venda – diz Maria Teresa.

O estudo será apresentado no evento do Dia da Habitação, às 16h30, no Clube Ginástico Português. O encontro é aberto ao público, basta levar um quilo de alimento não perecível.

(O Globo)

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